Decision of the Destiny

12 Uma terça-feira para relembrar e pensar...


Notas iniciais
Yoo Macacos negos do quinto dos infernos! -masoq? O.o
Eu estou realmente sem criatividade, ou seja, me desculpem! T_T

Aqui mais um capítulo para vocês esfregarem na bunda enquanto lambem a buceta da Franscisca -masoq?! O.o
sério, preciso me internar T_T (pqp, quase escrevi internet T_T )

# Naomi

~~Pov’s Alícia: on ~~

Senti um vento gélido percorrer por minha espinha, estava sem nada para fazer em casa. Começo a relembrar de tudo que passei com Douglas; ele me deu momentos incríveis, mas... mas por que acho que não é ele de quem eu devo gostar? Por que sinto ainda um grande vazio em meu peito? Pode ser que eu não o ame... não mais... depois de tudo que passei para ter a atenção dele, agora que tenho, me sinto uma inútil, por não ter percebido... que era apenas um amor de infância... nada mais do que isso...

- Acho que... devo terminar com ele... ou... apenas esperar para ver no que dá... – falei enquanto olhava para a janela próxima de minha sala... realmente depois de anos morando aqui... sem ninguém... me sinto melhor só... ou não...

Douglas está morando comigo ultimamente, mas por algum motivo ele fora arrastado por Matheus e até agora não voltou... o que esse babaca está fazendo?! Nem na aula hoje ele foi...

- Eeei Apple! Tu tá aíii?! – perguntou alguém enquanto batia na porta... pela voz pude perceber que era Lucas

- Estou! O que tu quer?

- Trouxe pizza! – quando ele falou pizza, fui correndo para a porta e no mesmo instante a abri. Ele estava usando sua roupa habitual e quando penso em habitual olho para mim mesma, estou usando uma roupa habitual, só que dessa vez quase seminua. Ele me olha de cima para baixo e comenta sorrindo maliciosamente – Nossa, se queria me seduzir! Conseguiu! Bom, como virei seu entregador de pizza, aqui está, my lady.

- Obrigada! Vem, entra.

Ele entrou em casa e nos sentamos no chão da sala. Eu não iria trocar de roupa, por mais que estivesse usando apenas um top preto e consequentemente sem sutiã, pois me sinto mais livre sem ele, problem bitches girls e bitches boys?! (okay, #parei) E uma calça preta de abrigo. Sim, estamos no inverno. Não, eu não sou uma puta que não sente frio. Eu sinto, mas como minha casa é “chique do urtimo”, liguei o ar condicionado no aquecedor e minha casa tá pegando fogo de tão quente! Não me julguem!

- Entãaao, por qual motivo a casa tá tão quente? – falou Lucas tirando o monte de roupa que ele estava usando e ficando quase que seminu igual a mim

- Ar condicionado! Sou chique! – ele franze o cenho e fala

- Acho que começarei a vir mais pra seu apartamento. Acho que o Douglas é muito sortudo, hein... – ele para por instantes me fitando e eu ergo uma sobrancelha em dúvida – afinal, ele está morando aqui por enquanto, não está? Então, ele pode ficar aqui no quentinho.

- Ah... e falando em Douglas, você viu ele por aí?

- Não. Por quê?!

- Ele sumiu quando foi puxado por Matheus ontem e não voltou.

- Talvez ele nem apareça então...

- Aiish... que merda...

Ficamos uns minutos em silêncio, até que ele decide quebrá-lo perguntando

- Você... você realmente o ama? – essa pergunta, essa pequena pergunta e simples... eu não sei a resposta

- Hm... vou te contar um segredo, okay? – ele assentiu com a cabeça – eu não sei se o amo, quando eu era menor eu o amava mais do que tudo, mas ele nunca me dera atenção. Agora que tive a oportunidade, agarrei-a sem nem ao menos pensar antes... mas agora vendo e pensando no que Sofia me contou... que ele fica muito estranho perto de Soyen... começo a duvidar se realmente o amo... ou se aquilo ficou no passado... você sabe como é isso? Não saber realmente se ama uma pessoa? E também não saber realmente se ela ama você? E ter medo de se machucar? Mas... mas principalmente, de machucar essa pessoa...?

- Sei...

- Então... é quase assim que me sinto... só que multiplique isso três vezes... é assim... uma garota que viveu sozinha nessa casa, antissocial e que nunca dera espaço para o amor entrar em sua vida, por algo que nem se lembra, é impossível saber se ela ama alguém...

- Não é impossível... sabe, as pessoas nunca tem certeza que amam alguém, até sentir falta dessa pessoa, se sentir vazio sem essa pessoa... se sentir um ninguém... e principalmente, que por mais que se sinta assim, vá atrás dessa pessoa... é assim que sabemos se amamos alguém...

- Você... você por acaso ama alguém...?

- Amo...

- E essa pessoa te ama...?

- Não sei... acho que não... pelo que soube a algum tempo, essa pessoa ainda não sabe o que amar...

- Essa pessoa não é a única... me apresente a ela um dia desses, talvez com uma pessoa que está sentindo o mesmo que eu é mais fácil eu me decidir...

- Hm... – ele olhou para o lado e ficou fitando o meu abajur que estava piscando

- Ai que merda!

- O que houve?!

- A pizza acabou, Lucky-kun... o que fazemos agora? – falei com os olhos mareados, eu não sabia por que fazia isso nesse momento... mas acho que era preciso...

- Louca... por que está com os olhos mareados? Fumou, é?!

- Sei lá. AH... ME LEMBREI!

- O quê?! – perguntou ele assustado

- Eu tinha uma pergunta para te fazer e nunca me lembrava...

- Faça então

- Como nós éramos quando criança realmente...?

- Como assim...?

- É que tipo... como eu te disse, eu não me lembro de nada sobre meu passado... e eu queria saber...

- Por que logo agora?

- Não sei... na verdade era pra ter sido uma pergunta a tempos atrás, mas não sei por que, acabei adiando cada vez mais...

- Bem, quando criança, você era uma garota chata... vivia de sandália, saia, regata, e usava sempre uma bolsinha atravessada preta e óculos escuros maiores que seu rosto... – começo a rir, eu era o completo oposto... só a parte da regata... ainda gosto de usar... – ah... você tinha um gato, ele se chamava... aaish... ah... Tchutchuco...

- Hãaah?! Que nome é esse?

- Sei lá... tu é louca...

- Sou mesmo... coitado do meu gato... – ele riu e continuou

- Bem, você vivia com o gato no meio dos seus braços levando ele de um lado para o outro, mas um dia ele sumiu... ainda me lembro te vendo chorando nos meus braços e falando que ele nunca mais ia voltar e tudo mais...

- Você era meu psicólogo quando criança?

- Pois é, sendo que temos a mesma idade... – sorrio de canto – bem, e mais um monte de coisas... ah... você visitou minha casa apenas uma vez, e naquela vez tu fez uma enorme bagunça na minha casa, e foi naquele dia que minha mãe começou a te chamar de Alice...

- Nossa... – voltamos a conversar sobre o passado, é tão legal quando se fala com alguém que sabe sobre seu passado embaraçoso que não seja seus pais... bem, eu nunca perguntei aos meus pais mesmo. Eles sempre mudavam de assunto. E isso me irritava.

Olho para o relógio e vejo que são quase oito horas e nada de Douglas chegar... é nessas horas que me arrependo de não ter pego o número de celular dele.

Lucas diz que está na hora de ir embora, vai até a porta e se despede me dando um beijo na bochecha, coro só de olhar para ele e vejo que ele percebe. Sorri malicioso e o olho emburrada.

- Tchau! – aceno para ele, enquanto o mesmo vai embora

Vou para meu quarto, faço meus temas e quando tudo terminado vou mexer no computador, olho que tenho um recado de Douglas:

“ Ally, sei que deve estar preocupada com meu sumiço, mas apenas acho que tenho que tomar uma decisão. Muitas coisas estão passando por minha cabeça agora e preciso pensar. Me desculpe. Talvez eu apareça daqui alguns dias, mas sem data prevista. Realmente sinto muito. Pode me odiar por fazer isso contigo nesse momento que apenas começando, mas meus sentimentos idiotas e traiçoeiros estão confusos. Saiba que eu te amo, mas não sei que tipo de amor é. Espero que entenda. E me espere. Ou não. Beijos. – Douglas”

Leio aquilo com um sorriso, parece bobo, a maioria das pessoas iriam ler aquilo com lágrimas nos olhos ou algo do tipo, mas eu não... sinto que ele está sendo sincero e, no momento estou da mesma forma. Se essa é a decisão dele, que seja. Irei esperá-lo com sua resposta. Mas, até lá, preciso procurar a minha resposta. Também quero que ele me espere.

Como minha mãe iria me dizer: “Você ainda é muito nova para entender o amor.” Acho que agora entendo o que ela queria dizer todo esse tempo, mas sabe... acho que por mais velho que seja, nunca é possível entender o amor, pois ele é... imprevisível e diferente para cada pessoa...

Notas finais
É isso! E me desculpem por esse horrível capítulo, mas gostaram de esfregá-lo na bunda enquanto lambiam a buceta da Franscisca? :D
#partiu #se #internar (de novo quase escrevi internet, que merda ) #no #hospício

Até o próximo, sem data prevista :D

Aaah, e eu estou criando outra fanfic nos bastidores aqui de casa em segredo, só que não, sobre um mordomo e sua patroa ;)
ta bem interessante e já tem 3 capítulos, mas só vou postar quando ou estiver pronto, ou tiver 10 capítulos no mínimo! Bem, é isso... bye bye >..
# Naomi