Deathbed

10 The more intense, the pain is worse ...


Notas iniciais
Oie semideuses de plantão! Bom, os esclarecimentos de Deathbed estão começando, apesar de ainda estar meio confuso... (muaaaaaaaaaaaaaaaaahhahahahhahahahhah sou má) bom, eu tava bem sem tempo antes e quero agradecer a paciência de quem ainda acompanha meus erros de ortografia nessa fic ;) amo vcs! Quero agradecer pelos 65 comentários, os 59 desocupados que estão acompanhando (;)) aos 16 que favoritaram e as duas lindas recomendações!!! esse capítulo vai completamente pra Jinx, que anda meio sumida, eu sinto falta sabia? [e olha que nem te conheço ;) ] e quero avisar que quem tem a mente fraca, pula pro próx cap. pq tem umas coisas meio "quentes" mas, não é nada demais comparado a muita fic por aí ok? (só n digam q eu n avisei depois...) BJOCAS SABOR SUSPIRO, BOA LEITURA!

Cap. 10 ------------------------------ Nico Di Angelo

Eu vi Percy de longe, de soslaio eu também vi Jason. Eu não em importava mais por ele estar ali, afinal, eu sabia que ele também já fora uma paixão minha, mas eu não sabia dizer como, o sentimento também nunca existiu em mim... Leo disse que só aconteceu. Eu demorei um pouco para perceber que eu não estava andando, um tsunami de memórias chegava a cada minuto na minha cabeça, eu pensei que ia explodir, eram como milhões de pastas que nem Hermes poderia arrumar. Ah, eu também lembrei sobre os deuses... Sei quem é meu pai, minha mãe, minha verdadeira irmã...

[Flashback]

Eu ainda não tinha recebido as informações direito, Bianca não era real? Mas que diabos ele estava dizendo? Ela estava bem ali na minha frente... Toquei sua mão, com medo que uma parte de mim estivesse acreditando naquela loucura, eu tinha medo disso, meu coração queimou com medo disso, e, de fato, ela nunca foi real.

Mentira, sim, ela foi, Bianca... Minha irmã que sempre cuidou de mim, a única que me enxergava como o espírito fraco que realmente sou. Eu me lembro dela agora, não sei como, mas é como se tudo estivesse aqui e eu falei com ela, eu senti sua mão no meu rosto, e também me lembro de Percy estar lá.

Naquela época eu o evitava, apenas pensava demais nele, e também tinha medo do que sentia. Como sempre fui tolo.

Eu olhei abismado para Bianca, que parecia já saber de tudo. Leo continuava dizendo algo, mas era como se o som não chegasse aos meus ouvidos. Caí de joelhos e curvei as costas, encostando a cabeça no chão gelado de madeira.

– Nico, se despeça. – Leo falou com seu tom arrogante.

Então, uma ideia me surgiu do nada, eu poderia não dizer adeus, poderia manter como estava, poderia, não, eu faria isso!

– Não de novo Nico – ele falava meu nome com cautela – Você fez isso mais de cem vezes, e não, não estou brincando, é sempre nessa hora que você diz pra si mesmo “tudo pode continuar assim se eu quiser” e cria outro mundinho seu – eu o encarei sentindo meus olhos arderem, mas ele continuou – você é fraco Nico Di Angelo. Você não é nada.

Quando pensei em fazer alguma coisa, Bianca se pôs à frente dele e o abraçou por um tempo, ele a abraçou de volta e eu pude ver que ele se importava que ele estava sofrendo com aquilo também. Mesmo estando em um silêncio contínuo, era como se a única língua que eu entendesse fosse essa, enquanto ela dizia “obrigada” ele dizia “vou sentir sua falta, eu preciso deixar você ir”. Ela encostou a testa na dele e sussurrou algo, ele só a olhou profundamente nos Olhos. “Eu não quero te deixar ir”.

Ela apenas passou a mão no rosto dele, enquanto eu sentia algo dentro de mim se despedaçando, eu me sentia mal, eu não sabia que existia algo tão profundo entre eles.

Mas meu coração se apertou, como se alguém invisível tivesse perfurado minha pele com as próprias mãos e o estivesse girando até todas as veias se rompessem, quando eu soube que seria o próximo. Eu não perdi tempo e a abracei, me concentrei e guardar cada detalhe dela dentro de mim. Afundei meu rosto nos seus cabelos e pedi milhões de vezes que ela ficasse. Ela apenas chorava, chorava, e soluçava, suas mãos se afundaram apertadas demais nas minhas costas, mas eu não me importei.

Eu não estava entendendo nada, mas sabia que aquilo era real, ela dizia que ia ficar tudo bem entre alguns soluços, e meus olhos arderam e as lágrimas não se conteriam por muito mais tempo. E de fato, elas caíram.

Eu a abracei forte, mas ela me afastou me chamando de ‘pirralho’ e afastando alguns fios de cabelo do meu rosto.

– Olha pra mim Nico – isso doía – Você vai ficar bem, Leo vai te explicar tudo. Você vai sobreviver não se desespere quando algo for demais pra suportar tudo bem? – ela esperou eu assentir pra continuar – Você tem muitos amigos pra te apoiar, aceite a ajuda deles. E, Nico?

Ela segurou meu rosto com as duas mãos.

– Eu te amo e alguém sempre vai te amar como eu te amo. Okay?

Eu a abracei apertado, sentindo a pele fria dela contra a minha, os cabelos no meu rosto, eu a apertei mais no abraço, e mais ainda enquanto ela desaparecia, eu me inclinei para frente enquanto ela desapareceu como se mini estrelas a tivessem formado. Algo dentro de mim me dizia que ela tinha ido para um lugar melhor que o Elísio ou o campo dos abençoados, eu sentia que ela podia tocar as estrelas. Eu senti o meu corpo desequilibrar e eu só pensava em cair pra sempre, era como se eu pudesse viver no escuro pra sempre, mas algo me parou, Leo me segurou e me abraçou, eu chorei, gritei, e ele só disse que estava tudo bem.

[Flashback off]

Leo colocou a mão no meu ombro, oque fez com que eu voltasse.

– Lembre-se do que eu te disse, do que Bianca te disse – ele fez uma pausa – Quando algo for demais pra suportar, não desista e se apoie em quem se preocupa com você.

Eu apenas assenti. Mas não tinha ideia de como ia doer.

As ruas estavam desertas, e eu sabia que isso era porque eu não queria que mais ninguém estivesse ali. Uma chuva fina passava gelada, mas sem ventos nem brisas, ele estava no meio da rua, onde Leo falou que eu o encontraria. Dei apenas passos suficientes pra ele me ver. Foi o necessário pra ele vir correndo e me dar um abraço apertado. Eu senti, como se fosse o único lugar onde deveria estar, quente e confortável, ombros largos, brisa do mar, os cabelos deles tocando de leve meu pescoço.

– Nico! Você me preocupou, mas você está bem?

Eu não respondi. Apenas correspondi ao abraço, com um abraço mais apertado ainda, só pra confirmar que ele realmente estava ali na minha frente, e que nunca iria embora...

Eu parei de me mexer e senti como se tivesse sido atingido por um raio, o afastei com um empurrão, e arqueei as costas pra trás, tentando jogar toda aquela dor fora, mas não funcionava! Meus ossos se quebravam, cada um, repetidas vezes, me agachei encostando minha cabeça nos meus joelhos... Eu não ouvia mais ninguém. Era como se por dentro, meus órgãos estivessem queimando, mas, por fora, uma camada de frio circundava meu corpo, choques térmicos doem, mas aquilo doía ainda mais. Minha visão não era a mesma, era como se tudo estivesse branco, e de repente eu não senti mais nada.

[Flashback]

A colina meio-sangue estava brilhante, mesmo de noite, vários meio-sangues se aglomeraram perto do lago de canoagem para verem os fogos de artifício. Eu preferi ficar ao lado da árvore de Thalia, mesmo sabendo que ela não era mais a árvore, e sim uma caçadora, como a minha irmã já fora. Eu admirava Thalia, tanto quanto amava a minha irmã, e odiava as caçadoras desde quando começaram a tirá-la de mim.

Há alguns dias, eu me peguei pensando enquanto estava no novo chalé de Hades que Annabeth projetou. O ambiente que ela criou só fez com que eu simpatizasse mais com ela, apesar, de ela ser dona de um coração que eu queria que fosse meu. Janelas pretas e pesadas cobriam todas as seis janelas que iam do teto ao chão em todos os lados do quarto, de modo que o quarto ficasse escuro, gelado e úmido, como ela havia me explicado, aquelas não eram cortinas normais, e, quem sou eu pra discordar? Uma cama de casal rústica e preta com travesseiros pretos nunca foi melhor lugar pra pensar, enquanto no teto que parecia sem fim, estalactites me lembravam do submundo, mas, se olhasse com atenção, repararia as pequenas estrelas que davam uma pequena luz para o quarto, a constelação de Zoe Doce-Amarga era a principal. Eu pedi a Annabeth que a constelação fosse a dela, e hoje eu ainda me pergunto por que, eu não a conheci direito, mas, sabia, que ela sim, foi uma heroína.

Pensando em Zoe, eu me lembrei de Bianca, e pensei, por que os deuses a queriam morta. Lembrei-me, agora sem a minha inocência daquela época, das poucas vezes que a vi olhar pra algum garoto.

Esse garoto era Percy Jackson.

Eu pensei em Percy milhares de vezes enquanto viajava pelo submundo, tentando descobrir, ao mesmo tempo, porque ele não saía da minha cabeça. Lembrei-me de como Bianca o olhava, de como ficava bem quando ele dizia algo bobo e completamente idiota, de como ela resolveu parar aquela lata velha no lugar dele, em como ela só quis me ver depois de morta, na presença dele. Virei na cama algumas vezes, me torturando com o pensamento, de que não Percy, mas minha irmã tinha causado a própria morte. Ela tinha feito um juramento e o quebrou. Ela se apaixonou pelo inevitável.

Durante a viagem pelo Argo II, pra salvar o mundo, eu tinha me convencido, de que Percy foi apenas um passatempo para mim. Mas nunca imaginava, que os dois Di Angelo se apaixonaram por ele. Pensar nisso doía.

E, naquela noite, eu podia olhar para as estrelas e ver a constelação de Zoe, os campistas falavam muito, mas eu admirava os poucos que se declaravam nos poucos lugares calmos que ainda estavam livres. Os campistas de Hermes e Hefesto se juntaram e organizavam os fogos em um ponto no meio do lago.

Encostei-me na árvore, observando os casais, até que vi um trio meio incomum, em um canto bem distantes, em um piquenique fora de época, Percy e Annabeth pareciam consolar Piper, que estava em volta em um edredom enquanto eles a abraçavam.

Tentei entender a cena e não percebi até que Jason estivesse na minha frente.

“Oi”, ele disse parecendo cansado “Oi”, eu devolvi, mas sabia que Jason não se contentava só com cumprimentos, ele perguntou por que eu parecia triste e eu rebati a mesma pergunta, mas no fim acabei contando o que eu estava pensando sobre Bianca. Ele parou de perguntar coisas e se sentou na grama, ao meu lado.

Lado a lado, sem dizer nada. Ficamos assim por alguns segundos, até que ele falou algo que me assustou, “Eu acabei tudo com a Piper”, ele falou frio, eu nunca pensei que fosse ver aqueles dois separados.

“Mas, por quê?”

“Ela entendeu o porquê, mas, eu não posso falar”.

“Ah... Tudo bem”.

Silêncio de novo, mas por dentro, eu queria descobrir o que tinha acontecido, mas se ele queria espaço, ele teria espaço.

“Droga Nico...” eu me virei na direção dele assustado “Por que você nunca quer saber por quê?”. Olhei pra ele confuso.

“Você disse que não queria falar sobre isso”.

Ele me encarou, os olhos azuis continham lágrimas em baixo, a primeira escorreu pela sua bochecha, eu acompanhei até que ela parasse no queixo e depois caísse na grama.

“Mas é claro que eu não quero!”

“Assim você me deixa confuso!”

“Idiota!”

Ele pegou meu rosto nas mãos, e falou com uma voz terna, com um tom de impaciência ao fundo:

“você que me deixa confuso!”.

Olhei pra ele intrigado, poucos minutos antes da sua boca tocar na minha. No começo eu pensei em me afastar e dizer que ele estava louco, mas, percebi, que Jason tinha se tornado um pouco mais do que deveria ser nos últimos tempos, eu me apaixonei por Percy, e acho que ele me fez esquecer.

Ele me beijava com cautela, apenas um selinho de início, a mão dele pelo meu rosto, o polegar deslizando pela minha bochecha. Depois de me recuperar do susto, eu percebi que queria mais, passei a língua pelos seus lábios com cautela e ele abriu mais a boca, era um beijo doce e calmo, inclinei meu rosto pra mais perto do dele, ele parecia sem saber o que fazer então eu o guiei. Senti-me estranho no mesmo momento, o que eu sabia sobre beijos? Nada. Quantas vezes, já tinha visto ele e Piper se agarrando por aí? Várias.

Aproximei meu corpo do dele e senti nossas pernas se encostarem, um arrepio correu pelo meu corpo e senti como se um raio tivesse passado por mim, passei minha mão pela sua nuca, ele colocou a outra mão no meu cabelo e ficou brincando com alguns cachos que se esgarranchavam nos seus dedos. Sua língua brigava por espaço com a minha, seus lábios eram quentes enquanto os meus eram gélidos, um arrepio passou pelo meu corpo quando sua mão, que antes estava na minha bochecha, agora tocou minha cintura e um pedaço da minha pele, onde a blusa preta havia levantado. Ele tirou a mão depressa e parou o beijo de repente. Eu ainda de olhos fechados, encostei minha testa na dele, “O que foi Jason?”, como ele não respondeu, eu abri os olhos e me afundei naqueles olhos azuis, lágrimas caíam descontroladamente pelo seu rosto, passei a mão pela sua bochecha para parar uma lágrima em pleno movimento. “Porque você está chorando?” “Eu não sei”. Ele fechou os olhos e mexeu o rosto bem devagarzinho, em sinal negativo.

“Eu acho melhor eu ir” eu tirei minha mão do rosto dele, mas ele a pegou no ar e não soltou.

“Não vai”.

Senti seu rosto se aproximando do meu de novo e fechei os olhos, me encostei-me à árvore enquanto Jason não deixava mais espaço nenhum entre nós, nossas pernas se entrelaçaram, ele pegou meu braço que estava no ar e o encostou na árvore, minha outra mão continuava na sua nuca enquanto ele continuava a brincar com meu cabelo, nossas respirações se esbarravam uma na outra me deixando quase tão sem ar quanto o nosso beijo. Ele forçou a entrada da sua língua na minha boca e mexia o rosto bem devagar, enquanto eu o deixava comandar, minha língua seguia a dele, entrando e saindo da sua boca, me deixando cada vez mais excitado.

Ele deixou minha boca de lado e beijou meu queixo, depois deu três beijos no meu pescoço, cada um me matando! Enquanto passava as mãos pela minha clavícula, que depois também foi muito sortuda e ganhou alguns beijos, eu inclinei meu rosto para cima, a tempo de ver os Stolls lançarem os primeiros fogos que coloriram os céus com imagens dos sete da profecia, o primeiro foi Jason, e os outros eu não vi mais, me inclinei sobre seu pescoço e o mordi, enquanto ele lambeu meu pescoço até chegar na minha orelha e a morder também, depois ele puxou meu rosto pra perto do dele de novo e invadiu a minha boca com aquele beijo que eu nunca esqueceria de tanto calor que me dava. Ele mordeu o canto do meu lábio inferior e eu gemi quando ele puxou um cacho do meu cabelo e me apressei pra tirar sua mão de lá, que logo deslizou até a barra da minha blusa e a subiu enquanto ele passava sua mão pelo meu tórax em movimentos circulares intrigantes. Eu o puxei pela gola da camisa azul, como se ainda tivesse espaço entre a gente. O beijo dele se tornou brusco e selvagem, que enviava ondas de calor por todo o meu corpo, minhas mãos estavam calmas enquanto as dele estavam completamente inquietas, indecisas entre minhas costas e meu tórax. Mas logo elas se decidiram pelo cinto da minha calça jeans, ele começou a procurar o fecho sem jeito, enquanto eu parei o beijo pra respirar. “Parou por quê?” ele riu beliscando minha orelha com os dentes, fazendo os cabelos da minha nuca se eriçarem, “Eu pareço morto, mas preciso respirar tanto quanto um vivo” ele me mordeu no ombro e deixei escapar um gemido. “Está quente aqui não é?” ele falou “Eu vou morrer se continuar assim” eu respondi, tirando a mão dele de perto da minha calça, que já estava quase aberta. “Desculpa, eu forcei a barra” ele afastou o rosto e afastou o olhar, “Não para” eu disse extasiado. Ele me olhou assustado mas não perdeu a oportunidade, foi mordendo meu pescoço até chegar na minha boca e tomou conta dela de novo, me deixando louco pra retribuir as mordidas.

Senti as sombras nos envolverem e em segundos senti o chão gelado característico do chalé de Hades. “Uou”, Jason se afastou um pouco se recuperando da viagem pelas sombras a qual eu estava acostumado. Fechei a porta atrás de mim e puxei seu rosto pra mais perto do meu, senti meu rosto esquentar, eu não tinha noção do que meu coração estava querendo, provavelmente um ataque cardíaco depois desse calor todo... Jason sorriu em pleno beijo e sussurrou “bela decoração” eu respondi “aquela cama te parece atraente?” ele me pegou pela cintura e me puxou pro cantinho da cama “é isso o que vamos descobrir”, ele passou as duas mãos por baixo da minha camisa, deslizando as mãos por onde passava e tirando minha camisa em segundos. Ele se direcionou para o zíper da minha calça, mas eu o parei no meio do caminho “sua vez super man”, ele me ajudou a tirar a camisa dele enquanto sussurrava no meu ouvido “adoro quando você me manda fazer as coisas”, “adora?” eu sussurrei mordendo a orelha dele, “me deixa doido, louco”, passei as mãos pelo seu tórax sentindo cada musculo e a barriga de tanquinho. E ele se inclinou de novo em direção a minha boca.

[Flashback off]

Apoiei-me nos joelhos ainda sentindo uma mistura de excitação e dor passar por mim, uma dor de cabeça imensa fazia minha cabeça latejar, com a visão embaçada vi a camiseta de Percy contra as minhas mãos em forma de punho que o obrigavam a sair de perto, mas ele continuava a me abraçar, ouvi Leo falar alguma coisa atrás de nós.

– Quanto mais intensa a lembrança, mais doloroso é lembrar.

Eu só conseguia me questionar, aquela noite, realmente tinha acontecido?

[Flashback]

Jason parou de me beijar e se afastou de mim, eu olhei pra ele tentando saber o motivo, e vi que ele fitava a porta. Virei-me no mesmo instante e os olhos verdes me fitaram... Não tinha acontecido nada demais, ainda, mas ele entenderia tudo errado.

“Oh” se eu não o conhecesse pensaria que aquela cara de confusão era falsa, mas, infelizmente, eu sabia que não era “O que diabos está acontecendo aqui?”.

[Flashback off].

Notas finais
Se tiver alguns errinhos, desculpa >