Notas iniciais
Heloooooo!!!! Prometi que não ia demorar dessa vez e cá estou! Esse capítulo está um pouco maior pra compensar pelo anterior... Espero que gostem, vai ter uma surpresa kawai nele!

Chegando na casa de Tsubaki, todos foram ao jardim dos fundos para encontrar com Blair, Patty, Tsubaki, David e as crianças.

– E aí princesa, cheguei! – fala Blackstar ao ver a esposa com Ruki.

– Oi Black. – ela dá o seu típico sorriso doce e recebe um beijo leve do azulado – Oi gente.

– Oi! – todos respondem.

– E como tá a minha estrelinha? – Blackstar fala ao pegar a filha no colo e começar a brincar com ela.

– Como eles se comportaram Blair? – pergunta Lizz que já estava com Yato no colo.

– Muito bem, são uns amores.

– E onde estão as nossas pestinhas? – pergunta Soul quando não viu as gêmeas.

– Elas estão lá dentro com a Patty, o David e os gêmeos. Olha eles ali. – ela fala quando eles saiam pela porta dos fundos.

Logo que avistaram os pais, as gêmeas começaram a se soltar das mãos de Patty e caminhar em direção aos pais que ficaram emocionados ao ver que elas já estavam caminhando.

– Elas estão caminhando! Olha Soul! – Maka fala encantada.

– É, eu tô vendo. – já Soul responde surpreso demais.

– Oi queridas! – Maka fala se abaixando para abraçar as meninas que balbuciavam alguns sons ainda incoerentes.

– Como assim elas já caminham? – Kid pergunta chocado – Elas têm poucos meses!

– Ahn? É verdade... – Maka fala pensativa.

– Deve ser pela mistura do sangue de arma e shokunin, em princípio todo o processo de desenvolvimento nessa fase é meio que acelerado. – fala Tsubaki calmamente.

– Como você sabe disso? – Blackstar pergunta.

– Eu andei lendo e pesquisando algumas coisas sobre bebês e acabei lendo algo sobre isso. – ela dá de ombros.

– Uau, daqui a pouco todos eles vão estar correndo por aí então. – fala Lizz colocando Yato no chão para brincar com os outros.

– E como foi a chegada deles? – pergunta David.

– Foi bem tranquila. – Kid responde e começa a contar os detalhes do que aconteceu.

Depois de um tempo conversando os amigos resolvem ir para suas casas, já que no dia seguinte teriam que estar cedo na Shibusen.

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– Stein! – chama Marie na enfermaria.

– Oi. – ele fala ao levantar os olhos de um prontuário.

– E-eu... Eh, preciso te contar uma coisa... – ela fala e fica extremamente corada.

– O que foi? – ele larga a pasta e vira a cadeira de frente pra ela que estava parada torcendo as mãos.

– É que eu... Quer dizer nós...

– Marie. – ele a chama sério.

– S-sim?

– Eu adorei de verdade. – ele fala e dá um sorriso lindo pra ela, como ela nunca havia visto antes.

– A-adorou o que?

– O que você veio me contar. – ele fala e fica em pé na frente da noiva.

– M-mas eu nem contei nada.

– Eu vi. – ele fala e olha para a barriga dela colocando a mão ali levemente.

– Viu? – ela fala ainda sem acreditar – Q-quando?

– Há alguns dias, você estava com medo de me contar?

– Não, nervosa eu acho. – ela fala mais calma e com um sorriso – Gostou mesmo?

– Muito. Agora sinto que a minha vida começa a fazer sentido. – ele fala e aproxima seu rosto dela.

– Que bom Stein. – dito isso, os lábios dela são rapidamente selados em um beijo terno e muito carinhoso.

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– Eles dormiram? – pergunta David entrando no quarto dos bebês.

– Sim, estavam muito cansados. – Patty responde com um sorriso enquanto terminava de ajeitar algumas coisas.

– Que tal aproveitarmos um pouco pequena? – ele pergunta de leve no ouvido dela, fazendo-a estremecer.

– Hum, acho que eu gostei. – ela se vira de frente e lhe dá um beijo rápido.

– Então vem, eles não vão acordar tão cedo. – assim ele a leva para o quarto deles.

David havia deixado as luzes do quarto apagadas e várias velas acesas sobre os móveis, fazendo com que o quarto ficasse com um clima muito romântico. Lentamente ele foi despindo a jovem esposa enquanto deixava trilhas de beijos e arrepios pelo corpo dela.

Quando estava apenas de lingerie, Patty começou a tomar controle da situação e a tirar a roupa dele, enquanto ainda trocavam beijos lentos. Quando os dois estavam nas mesmas condições, foram se deitando na cama e intensificando os carinhos até que estavam em pleno auge do amor.

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– Sabia que a pestinha vai pra Shibusen também? – Blackstar pergunta para Tsubaki enquanto ajudava a morena dando a mamadeira para Ruki.

– Pestinha? De quem você está falando?

– Da Angela.

– Não fale assim dela, ela é um amor de menina.

– Humpf, tá bom. O Kid disse que ia ser bom, pois aí a Ellena vai ter alguém da mesma idade dela e tal.

– É, isso realmente vai ajudar as duas, quais serão os poderes da Ellena?

– Sei lá. Ei estrelinha, já acabou! Hahahahaha.

– Ela tem seu apetite, não é? – ela fala com uma “gota” na cabeça.

– Ela tem que ter energia, imagina ela correndo por essa casa logo? Quando vamos ter outro? – ele pergunta descaradamente deixando-a corada.

– Ahn? Ela ainda é muito pequena pra pensar nisso.

– Eu sei, mas quero mais estrelas nessa casa. – ele fala com aquele sorriso de orelha a orelha dele, fazendo com que ela sorrisse também.

– Tudo bem, vamos pensar nisso depois com calma. Deixa eu colocar ela pra dormir. – ela pega a filha no colo e começa a subir as escadas enquanto Blackstar desligava a televisão.

– Vamos ver um filme? Te espero no quarto princesa.

– Tá, já vou lá. – ela fala baixinho, pois percebeu que a pequena estava quase adormecida.

Depois que Tsubaki volta eles começam a olhar um filme de ação e a conversar sobre diversas coisas. Logo mais, dormem abraçados.

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– Agora elas não param mais né? – Soul fala se jogando no sofá depois de correr a casa toda atrás das meninas.

– Pelo visto elas têm muita energia pra ficarem paradas. – fala Maka que dava papinha para Sayo.

– Mas isso é bom não é? Nyah! – completa Blair, que alimentava Mei.

– Sim, eu sei. Mas nós é que temos que ter pique para andar atrás delas o dia todo... Como você aguenta cuidar de todos eles Blair? – ele pergunta curioso.

– A Blair é uma gata, tenho muita energia, nyah!

– Ok ok, mas agora é hora de dormir, vamos. – Maka pega Sayo e Blair a acompanha com Mei – Pode ir adiantando o jantar? – ela pergunta para Soul.

– Ahn tô cansado, vamos pedir uma pizza? – ele fala com uma carinha pidona.

– Hahaha o que acha Blair?

– A Blair adora pizza! Nyah!

– Eba! Já vou ligar então! – ele fala e corre ao telefone.

Depois que as meninas dormem, Maka e Blair voltam para a sala para esperar pela pizza junto com Soul, eles ficam conversando e assistindo televisão. Por volta de uma hora depois a pizza chega e eles comem na sala mesmo, a fim de não perder o filme.

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– Yo meu netinho, como você está? – pergunta o Shinigami ao bebê que o olhava atento pelo espelho do quarto no colo de Kid, quando o avô terminou de falar ele imediatamente começou a rir e a bater palmas.

– Estou bem vovô. – responde Kid fazendo Yato olhar para ele.

– Oô – Yato “fala” fazendo com que até Lizz se virasse para olhar.

– Ele está tentando falar vovô?! Ah meu menininho tá crescendo... – ela fala emocionada.

– Eles estão se desenvolvendo rápido não é filho? Eu gostaria de vê-los juntos, por que não o trazem um dia desses?

– Tudo bem, falo com o pessoal depois.

– Oooook! Agora preciso ir, bye-bye! – ele se despede e o espelho volta ao normal.

– Bom garotão, hora de dormir. – fala Kid indo colocar ele no berço que Lizz arrumou.

Mais tarde enquanto conversavam no quarto, Lizz comenta sobre Eleonor.

– Ei Kid, você não achou algo estranho na Eleonor?

– Estranho? Como o quê?

– Sei lá, ela pareceu muito preocupada com alguma coisa, mas tentava não transparecer, entende?

– Ah, deve ser normal, afinal ela está na Shibusen e sempre caçamos as bruxas. Vai demorar até ela ter total confiança em nós.

– Não, não é só isso, tem algo mais.

– Não se preocupe querida, deve ser impressão sua.

– Espero mesmo, bom, vamos dormir?

– Vamos, boa noite Lizz. – ele fala e lhe dá um beijo aconchegando-a em seus braços em seguida.

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Na manhã seguinte, todas as crianças estavam na casa de Maka (todos os dias eles revezavam as casas), e os pais iam tranquilamente para a Shibusen aproveitando o sol da manhã.

– E então, vamos apresentar as pesquisas pra eles assim de cara? – pergunta Soul.

– Acho que podemos ir com calma, mostrar aos poucos, mas vai ser bom se puderem nos ajudar né? – responde Kid.

– Muito bom, afinal parece que falta só um detalhe. – completa Maka.

– Certo, chegamos. Vou falar com meu pai primeiro, podem ir para a torre que encontro vocês lá. – Kid se despede enquanto os outros seguem para a sala.

Na Death Room

– Realmente Shinigami-sama, isso ainda é um mistério até para nós. – Kid ouve um pedaço da conversa e percebe que a voz é de Egnald.

– Entendo, entendo. Mas deve ter sido bem difícil não? – responde o Shinigami.

– Muito, mas ela também é forte.

– Com licença. – Kid fala entrando na sala da morte.

– Kid-kun chegou cedo! – fala o Shinigami animado.

– Olá pai, olá pessoal. – ele cumprimenta todos que estavam ali até que Ellena corre e pula em seus braços – E aí Elly.

– Oi tio Kid! – ela fala e lhe dá um abraço, surpreendo seus pais.

– Então, querem conhecer o Spartoi completo? – ele pergunta colocando a pequena no chão.

– Seria muito bom. – fala Egnald e Eleonor concorda com a cabeça.

– Precisa de mim pai?

– Não não, podem ir.

Kid sai da sala levando consigo Egnald, Eleonor, Marjorie e Ellena rumo a sala do Spartoi. No caminho já começaram a conversar.

– Então como foi a primeira noite de vocês?

– Muito boa Kid, obrigada. – responde Eleonor com um sorriso. Kid percebeu que ela realmente parecia mais preocupada no dia anterior, e se perguntava até onde Lizz teria razão.

– O quarto é muito bom, eu dormi como uma pedra. – fala Jo-Jo.

– Que bom que gostaram, estamos chegando, a sala fica no topo desta torre. – ele fala e começam a subir as escadas.

Quando estavam quase chegando no topo da escadaria e próximo à porta, começaram a ouvir vozes, perceberam que praticamente todos naquela sala falavam juntos...

– Eeeeei! – grita Kid ao entrar na sala com os outros.

– Ah Kid, que bom que você chegou! – fala David – Ajuda esses dois aí – ele apontou para Maka e Blackstar – a se decidirem por favor!

– O que aconteceu? – ele pergunta.

– Blackstar quer usar um dos alunos de cobaia para ver se a nossa pesquisa vai dar resultado. – Maka fala rapidamente.

– Claro ué, que maneira melhor de ver se estão certos? – ele fala com as mãos na nuca.

– Mas a pesquisa está em um ponto que pode ser testada? – Kid pergunta sério olhando para Maka.

– Não. – ela responde firme.

– Então acho melhor ter calma Blackstar. – fala Kid – A propósito, para quem ainda não conhece, estes são Egnald, Eleonor, Marjorie e Ellena. Ontem vocês não conheceram a Patty, o David e a Tsubaki. – ele vai apontando cada um a medida que ia os apresentando.

– É um prazer, mas se me permitem perguntar, o que estão pesquisando? – pergunta Egnald.

– Bom, vocês devem saber que a Shibusen captura ovos de kishins certo? – começa Kid, vendo que eles assentiram resolve continuar – Quando uma arma coleta 99 almas desses ovos, sua busca muda para uma alma de bruxa, para que possa se tornar um Death Scythe, uma arma da morte.

– Quando a Shibusen resolveu lançar a aliança com as bruxas – começa Maka – resolvemos buscar outros meios de tornar nossas armas Death Scythes, por isso estamos a algum tempo nisso, mas parece que falta ainda algum detalhe que não descobrimos.

– Me permite ver essa pesquisa? – Egnald pergunta novamente.

– Claro. – Maka dá um sorriso e vai até a mesa pegando um caderno de anotações – Veja.

– Interessante. Vocês concluíram todos os passos da energia dos ovos, mas... – ele continua lendo as anotações com concentração – Espere, acho que posso ajudar.

– Sério?! – todos perguntam surpresos.

– Acho que sim... Posso conversar em particular com minha esposa?

– Claro que sim, tem uma sala menor ali em cima. – Kid aponta para uma porta – Subam as escadas e estarão com mais privacidade.

Na sala de cima

– Veja isso querida. – ele mostra as anotações e desenhos que Maka fez no caderno.

– Nossa, que interessante. – ela continua a ler – Será mesmo Egnald? – ela pergunta surpresa e ao mesmo tempo interessada?

– Sim, acho que podemos ajudar essas crianças, mas teremos que conversar com ela primeiro, afinal, faz muito tempo desde que ela usou seus poderes...

– Sim, não podemos forçá-la. Mas ela gosta tanto deles que tenho certeza de que vai querer ajudar.

– Então vamos voltar lá pra baixo.

Chegando na sala, perceberam que todos estavam ansiosos à espera deles.

– Sabemos o que falta para esse processo ser completo sem a alma de bruxa. – fala Egnald.

– O que? – Maka dá um passo à frente, notavelmente ansiosa.

– Primeiro me deixe explicar por que a alma de bruxa é importante. – Egnald fala e se senta em uma poltrona – A alma da bruxa possui em si muita magia, mas não é só isso. Se fosse apenas a magia, qualquer ser mágico poderia realizar esse processo, se fossem coletadas uma certa quantidade de almas. – quando ele falou isso, Maka e Soul lembram-se de quando pegaram a alma de Blair – As nossas almas também possuem na sua essência básica uma formação genética diferente da de vocês. Isso nos permite ter uma, como posso dizer...

– Reserva de energia? – fala Eleonor.

– Isso, obrigada. – ele sorri para ela – Uma reserva de energia, que mesmo depois da pessoa ser morta, permanece inalterada, junto com o poder mágico. Provavelmente vocês coletam 99 ovos de kishin, pois eles perdem em média a metade da força ao serem mortos, essa é a principal diferença.

– Então, se coletarmos 200 ovos de kishin seria suficiente? – pergunta Lizz tentando acompanhar a explicação.

– Seria em termos de energia, mas ainda faltaria a qualidade mágica. Vocês poderiam coletar de mais seres mágicos, mas aí teriam que ter um número muito maior de almas para capturar. Uma alma de bruxa concentra em média o poder de 20 almas mágicas fortes. – Egnald conclui.

– Não entendi, então como podem ajudar? – Maka pergunta com calma.

– Nós podemos ajudar com o poder mágico e criar uma alma sintética. – fala Eleonor.

– Ahn?!

– Ellena possui um poder mágico superior ao de uma bruxa comum. – ela fala e pega a pequena no colo – Você quer ajudar Elly?

– Quero sim mamãe. – ela fala com um sorriso – Mas aquilo não vai acontecer de novo né? – ela pergunta preocupada.

– Não meu bem, não vamos deixar. – ela fala e coloca a filha no chão – Acho que vocês devem saber sobre o nosso passado. – ela fala e olha para a irmã que acena.

– Tudo bem, sente-se também. – fala Kid e todos começam a se acomodar nas cadeiras, poltronas e no tapete.

– A minha família sempre foi de seres mágicos, mas nem sempre fomos bruxos. – ela começa – Inicialmente éramos como anjos.

– Anjos?! – todos se surpreendem.

– Sim, não éramos anjos de verdade, mas, possuíamos alguns dons e asas. Tínhamos uma vida normal, até que entramos em confronto com algumas bruxas que queriam nos aprisionar.

– Foi nessa época que eu conheci a Eleonor e a Marjorie. – fala Egnald – Eu sempre fui um bruxo renegado, andando por aí sozinho. Quando passei pelo vilarejo delas, foi bem no meio de uma luta, logo que a vi me apaixonei, — ele lança um sorriso para ela – e sabia exatamente em que lado lutar.

– Quando Egnald começou a nos ajudar, estávamos quase dizimados. – fala Marjorie com tristeza na voz – Mas pelo menos ainda tínhamos um pequeno grupo de amigos que estavam bem.

– Egnald começou a viver conosco e logo depois nos casamos. – continuava Eleonor – Acho que dois anos depois a Elly nasceu. Tudo estava indo bem, até que os poderes dela começaram a se manifestar. – Elly senta no colo da mãe que a abraça.

– Nós não sabemos por que, mas ela tem mais poder do que uma bruxa da idade dela, pode ser pela mistura de raças mágicas. – fala Egnald – E isso atraiu um novo grupo de bruxas.

– Elas voltaram a atacar o vilarejo. – fala Marjorie – Por sorte eu levei a Elly para explorar umas cavernas nesse dia, e ficamos a salvo.

– Egnald e eu lutamos com nossos amigos, mas fomos os únicos a sair de lá vivos. Algumas bruxas pereceram lá, mas boa parte delas fugiu. – termina Eleonor.

– Então a Elly tem um grande poder? – pergunta Tsubaki.

– Sim, um dos motivos de termos aceito tão prontamente a aliança de vocês, foi para tentar proteger a Elly, pois sabemos que ainda estão atrás dela. Claro que, — Eleonor dá um sorriso – depois de conhecê-los temos a certeza que fizemos a escolha certa, pois todos parecem ser ótimas pessoas.

– E como vocês estão sem asas? – pergunta Patty.

– Sabemos escondê-las com nossa magia. Seria bem ruim andar com elas por aí né? – fala Marjorie dando uma piscadinha.

– Que história incrível. – fala Maka.

– Só não entendi uma coisa. – Kid fala e todos olham em sua direção – Como a Elly pode nos ajudar?

Notas finais
E então, estou perdoada pelo atraso anterior? Gostaram deste?