Death Scythe, Casamento e...?
36 O passado...
Notas iniciais
Chegando na casa de Tsubaki, todos foram ao jardim dos fundos para encontrar com Blair, Patty, Tsubaki, David e as crianças.
– E aí princesa, cheguei! – fala Blackstar ao ver a esposa com Ruki.
– Oi Black. – ela dá o seu típico sorriso doce e recebe um beijo leve do azulado – Oi gente.
– Oi! – todos respondem.
– E como tá a minha estrelinha? – Blackstar fala ao pegar a filha no colo e começar a brincar com ela.
– Como eles se comportaram Blair? – pergunta Lizz que já estava com Yato no colo.
– Muito bem, são uns amores.
– E onde estão as nossas pestinhas? – pergunta Soul quando não viu as gêmeas.
– Elas estão lá dentro com a Patty, o David e os gêmeos. Olha eles ali. – ela fala quando eles saiam pela porta dos fundos.
Logo que avistaram os pais, as gêmeas começaram a se soltar das mãos de Patty e caminhar em direção aos pais que ficaram emocionados ao ver que elas já estavam caminhando.
– Elas estão caminhando! Olha Soul! – Maka fala encantada.
– É, eu tô vendo. – já Soul responde surpreso demais.
– Oi queridas! – Maka fala se abaixando para abraçar as meninas que balbuciavam alguns sons ainda incoerentes.
– Como assim elas já caminham? – Kid pergunta chocado – Elas têm poucos meses!
– Ahn? É verdade... – Maka fala pensativa.
– Deve ser pela mistura do sangue de arma e shokunin, em princípio todo o processo de desenvolvimento nessa fase é meio que acelerado. – fala Tsubaki calmamente.
– Como você sabe disso? – Blackstar pergunta.
– Eu andei lendo e pesquisando algumas coisas sobre bebês e acabei lendo algo sobre isso. – ela dá de ombros.
– Uau, daqui a pouco todos eles vão estar correndo por aí então. – fala Lizz colocando Yato no chão para brincar com os outros.
– E como foi a chegada deles? – pergunta David.
– Foi bem tranquila. – Kid responde e começa a contar os detalhes do que aconteceu.
Depois de um tempo conversando os amigos resolvem ir para suas casas, já que no dia seguinte teriam que estar cedo na Shibusen.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
– Stein! – chama Marie na enfermaria.
– Oi. – ele fala ao levantar os olhos de um prontuário.
– E-eu... Eh, preciso te contar uma coisa... – ela fala e fica extremamente corada.
– O que foi? – ele larga a pasta e vira a cadeira de frente pra ela que estava parada torcendo as mãos.
– É que eu... Quer dizer nós...
– Marie. – ele a chama sério.
– S-sim?
– Eu adorei de verdade. – ele fala e dá um sorriso lindo pra ela, como ela nunca havia visto antes.
– A-adorou o que?
– O que você veio me contar. – ele fala e fica em pé na frente da noiva.
– M-mas eu nem contei nada.
– Eu vi. – ele fala e olha para a barriga dela colocando a mão ali levemente.
– Viu? – ela fala ainda sem acreditar – Q-quando?
– Há alguns dias, você estava com medo de me contar?
– Não, nervosa eu acho. – ela fala mais calma e com um sorriso – Gostou mesmo?
– Muito. Agora sinto que a minha vida começa a fazer sentido. – ele fala e aproxima seu rosto dela.
– Que bom Stein. – dito isso, os lábios dela são rapidamente selados em um beijo terno e muito carinhoso.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
– Eles dormiram? – pergunta David entrando no quarto dos bebês.
– Sim, estavam muito cansados. – Patty responde com um sorriso enquanto terminava de ajeitar algumas coisas.
– Que tal aproveitarmos um pouco pequena? – ele pergunta de leve no ouvido dela, fazendo-a estremecer.
– Hum, acho que eu gostei. – ela se vira de frente e lhe dá um beijo rápido.
– Então vem, eles não vão acordar tão cedo. – assim ele a leva para o quarto deles.
David havia deixado as luzes do quarto apagadas e várias velas acesas sobre os móveis, fazendo com que o quarto ficasse com um clima muito romântico. Lentamente ele foi despindo a jovem esposa enquanto deixava trilhas de beijos e arrepios pelo corpo dela.
Quando estava apenas de lingerie, Patty começou a tomar controle da situação e a tirar a roupa dele, enquanto ainda trocavam beijos lentos. Quando os dois estavam nas mesmas condições, foram se deitando na cama e intensificando os carinhos até que estavam em pleno auge do amor.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
– Sabia que a pestinha vai pra Shibusen também? – Blackstar pergunta para Tsubaki enquanto ajudava a morena dando a mamadeira para Ruki.
– Pestinha? De quem você está falando?
– Da Angela.
– Não fale assim dela, ela é um amor de menina.
– Humpf, tá bom. O Kid disse que ia ser bom, pois aí a Ellena vai ter alguém da mesma idade dela e tal.
– É, isso realmente vai ajudar as duas, quais serão os poderes da Ellena?
– Sei lá. Ei estrelinha, já acabou! Hahahahaha.
– Ela tem seu apetite, não é? – ela fala com uma “gota” na cabeça.
– Ela tem que ter energia, imagina ela correndo por essa casa logo? Quando vamos ter outro? – ele pergunta descaradamente deixando-a corada.
– Ahn? Ela ainda é muito pequena pra pensar nisso.
– Eu sei, mas quero mais estrelas nessa casa. – ele fala com aquele sorriso de orelha a orelha dele, fazendo com que ela sorrisse também.
– Tudo bem, vamos pensar nisso depois com calma. Deixa eu colocar ela pra dormir. – ela pega a filha no colo e começa a subir as escadas enquanto Blackstar desligava a televisão.
– Vamos ver um filme? Te espero no quarto princesa.
– Tá, já vou lá. – ela fala baixinho, pois percebeu que a pequena estava quase adormecida.
Depois que Tsubaki volta eles começam a olhar um filme de ação e a conversar sobre diversas coisas. Logo mais, dormem abraçados.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
– Agora elas não param mais né? – Soul fala se jogando no sofá depois de correr a casa toda atrás das meninas.
– Pelo visto elas têm muita energia pra ficarem paradas. – fala Maka que dava papinha para Sayo.
– Mas isso é bom não é? Nyah! – completa Blair, que alimentava Mei.
– Sim, eu sei. Mas nós é que temos que ter pique para andar atrás delas o dia todo... Como você aguenta cuidar de todos eles Blair? – ele pergunta curioso.
– A Blair é uma gata, tenho muita energia, nyah!
– Ok ok, mas agora é hora de dormir, vamos. – Maka pega Sayo e Blair a acompanha com Mei – Pode ir adiantando o jantar? – ela pergunta para Soul.
– Ahn tô cansado, vamos pedir uma pizza? – ele fala com uma carinha pidona.
– Hahaha o que acha Blair?
– A Blair adora pizza! Nyah!
– Eba! Já vou ligar então! – ele fala e corre ao telefone.
Depois que as meninas dormem, Maka e Blair voltam para a sala para esperar pela pizza junto com Soul, eles ficam conversando e assistindo televisão. Por volta de uma hora depois a pizza chega e eles comem na sala mesmo, a fim de não perder o filme.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
– Yo meu netinho, como você está? – pergunta o Shinigami ao bebê que o olhava atento pelo espelho do quarto no colo de Kid, quando o avô terminou de falar ele imediatamente começou a rir e a bater palmas.
– Estou bem vovô. – responde Kid fazendo Yato olhar para ele.
– Oô – Yato “fala” fazendo com que até Lizz se virasse para olhar.
– Ele está tentando falar vovô?! Ah meu menininho tá crescendo... – ela fala emocionada.
– Eles estão se desenvolvendo rápido não é filho? Eu gostaria de vê-los juntos, por que não o trazem um dia desses?
– Tudo bem, falo com o pessoal depois.
– Oooook! Agora preciso ir, bye-bye! – ele se despede e o espelho volta ao normal.
– Bom garotão, hora de dormir. – fala Kid indo colocar ele no berço que Lizz arrumou.
Mais tarde enquanto conversavam no quarto, Lizz comenta sobre Eleonor.
– Ei Kid, você não achou algo estranho na Eleonor?
– Estranho? Como o quê?
– Sei lá, ela pareceu muito preocupada com alguma coisa, mas tentava não transparecer, entende?
– Ah, deve ser normal, afinal ela está na Shibusen e sempre caçamos as bruxas. Vai demorar até ela ter total confiança em nós.
– Não, não é só isso, tem algo mais.
– Não se preocupe querida, deve ser impressão sua.
– Espero mesmo, bom, vamos dormir?
– Vamos, boa noite Lizz. – ele fala e lhe dá um beijo aconchegando-a em seus braços em seguida.
~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~
Na manhã seguinte, todas as crianças estavam na casa de Maka (todos os dias eles revezavam as casas), e os pais iam tranquilamente para a Shibusen aproveitando o sol da manhã.
– E então, vamos apresentar as pesquisas pra eles assim de cara? – pergunta Soul.
– Acho que podemos ir com calma, mostrar aos poucos, mas vai ser bom se puderem nos ajudar né? – responde Kid.
– Muito bom, afinal parece que falta só um detalhe. – completa Maka.
– Certo, chegamos. Vou falar com meu pai primeiro, podem ir para a torre que encontro vocês lá. – Kid se despede enquanto os outros seguem para a sala.
Na Death Room
– Realmente Shinigami-sama, isso ainda é um mistério até para nós. – Kid ouve um pedaço da conversa e percebe que a voz é de Egnald.
– Entendo, entendo. Mas deve ter sido bem difícil não? – responde o Shinigami.
– Muito, mas ela também é forte.
– Com licença. – Kid fala entrando na sala da morte.
– Kid-kun chegou cedo! – fala o Shinigami animado.
– Olá pai, olá pessoal. – ele cumprimenta todos que estavam ali até que Ellena corre e pula em seus braços – E aí Elly.
– Oi tio Kid! – ela fala e lhe dá um abraço, surpreendo seus pais.
– Então, querem conhecer o Spartoi completo? – ele pergunta colocando a pequena no chão.
– Seria muito bom. – fala Egnald e Eleonor concorda com a cabeça.
– Precisa de mim pai?
– Não não, podem ir.
Kid sai da sala levando consigo Egnald, Eleonor, Marjorie e Ellena rumo a sala do Spartoi. No caminho já começaram a conversar.
– Então como foi a primeira noite de vocês?
– Muito boa Kid, obrigada. – responde Eleonor com um sorriso. Kid percebeu que ela realmente parecia mais preocupada no dia anterior, e se perguntava até onde Lizz teria razão.
– O quarto é muito bom, eu dormi como uma pedra. – fala Jo-Jo.
– Que bom que gostaram, estamos chegando, a sala fica no topo desta torre. – ele fala e começam a subir as escadas.
Quando estavam quase chegando no topo da escadaria e próximo à porta, começaram a ouvir vozes, perceberam que praticamente todos naquela sala falavam juntos...
– Eeeeei! – grita Kid ao entrar na sala com os outros.
– Ah Kid, que bom que você chegou! – fala David – Ajuda esses dois aí – ele apontou para Maka e Blackstar – a se decidirem por favor!
– O que aconteceu? – ele pergunta.
– Blackstar quer usar um dos alunos de cobaia para ver se a nossa pesquisa vai dar resultado. – Maka fala rapidamente.
– Claro ué, que maneira melhor de ver se estão certos? – ele fala com as mãos na nuca.
– Mas a pesquisa está em um ponto que pode ser testada? – Kid pergunta sério olhando para Maka.
– Não. – ela responde firme.
– Então acho melhor ter calma Blackstar. – fala Kid – A propósito, para quem ainda não conhece, estes são Egnald, Eleonor, Marjorie e Ellena. Ontem vocês não conheceram a Patty, o David e a Tsubaki. – ele vai apontando cada um a medida que ia os apresentando.
– É um prazer, mas se me permitem perguntar, o que estão pesquisando? – pergunta Egnald.
– Bom, vocês devem saber que a Shibusen captura ovos de kishins certo? – começa Kid, vendo que eles assentiram resolve continuar – Quando uma arma coleta 99 almas desses ovos, sua busca muda para uma alma de bruxa, para que possa se tornar um Death Scythe, uma arma da morte.
– Quando a Shibusen resolveu lançar a aliança com as bruxas – começa Maka – resolvemos buscar outros meios de tornar nossas armas Death Scythes, por isso estamos a algum tempo nisso, mas parece que falta ainda algum detalhe que não descobrimos.
– Me permite ver essa pesquisa? – Egnald pergunta novamente.
– Claro. – Maka dá um sorriso e vai até a mesa pegando um caderno de anotações – Veja.
– Interessante. Vocês concluíram todos os passos da energia dos ovos, mas... – ele continua lendo as anotações com concentração – Espere, acho que posso ajudar.
– Sério?! – todos perguntam surpresos.
– Acho que sim... Posso conversar em particular com minha esposa?
– Claro que sim, tem uma sala menor ali em cima. – Kid aponta para uma porta – Subam as escadas e estarão com mais privacidade.
Na sala de cima
– Veja isso querida. – ele mostra as anotações e desenhos que Maka fez no caderno.
– Nossa, que interessante. – ela continua a ler – Será mesmo Egnald? – ela pergunta surpresa e ao mesmo tempo interessada?
– Sim, acho que podemos ajudar essas crianças, mas teremos que conversar com ela primeiro, afinal, faz muito tempo desde que ela usou seus poderes...
– Sim, não podemos forçá-la. Mas ela gosta tanto deles que tenho certeza de que vai querer ajudar.
– Então vamos voltar lá pra baixo.
Chegando na sala, perceberam que todos estavam ansiosos à espera deles.
– Sabemos o que falta para esse processo ser completo sem a alma de bruxa. – fala Egnald.
– O que? – Maka dá um passo à frente, notavelmente ansiosa.
– Primeiro me deixe explicar por que a alma de bruxa é importante. – Egnald fala e se senta em uma poltrona – A alma da bruxa possui em si muita magia, mas não é só isso. Se fosse apenas a magia, qualquer ser mágico poderia realizar esse processo, se fossem coletadas uma certa quantidade de almas. – quando ele falou isso, Maka e Soul lembram-se de quando pegaram a alma de Blair – As nossas almas também possuem na sua essência básica uma formação genética diferente da de vocês. Isso nos permite ter uma, como posso dizer...
– Reserva de energia? – fala Eleonor.
– Isso, obrigada. – ele sorri para ela – Uma reserva de energia, que mesmo depois da pessoa ser morta, permanece inalterada, junto com o poder mágico. Provavelmente vocês coletam 99 ovos de kishin, pois eles perdem em média a metade da força ao serem mortos, essa é a principal diferença.
– Então, se coletarmos 200 ovos de kishin seria suficiente? – pergunta Lizz tentando acompanhar a explicação.
– Seria em termos de energia, mas ainda faltaria a qualidade mágica. Vocês poderiam coletar de mais seres mágicos, mas aí teriam que ter um número muito maior de almas para capturar. Uma alma de bruxa concentra em média o poder de 20 almas mágicas fortes. – Egnald conclui.
– Não entendi, então como podem ajudar? – Maka pergunta com calma.
– Nós podemos ajudar com o poder mágico e criar uma alma sintética. – fala Eleonor.
– Ahn?!
– Ellena possui um poder mágico superior ao de uma bruxa comum. – ela fala e pega a pequena no colo – Você quer ajudar Elly?
– Quero sim mamãe. – ela fala com um sorriso – Mas aquilo não vai acontecer de novo né? – ela pergunta preocupada.
– Não meu bem, não vamos deixar. – ela fala e coloca a filha no chão – Acho que vocês devem saber sobre o nosso passado. – ela fala e olha para a irmã que acena.
– Tudo bem, sente-se também. – fala Kid e todos começam a se acomodar nas cadeiras, poltronas e no tapete.
– A minha família sempre foi de seres mágicos, mas nem sempre fomos bruxos. – ela começa – Inicialmente éramos como anjos.
– Anjos?! – todos se surpreendem.
– Sim, não éramos anjos de verdade, mas, possuíamos alguns dons e asas. Tínhamos uma vida normal, até que entramos em confronto com algumas bruxas que queriam nos aprisionar.
– Foi nessa época que eu conheci a Eleonor e a Marjorie. – fala Egnald – Eu sempre fui um bruxo renegado, andando por aí sozinho. Quando passei pelo vilarejo delas, foi bem no meio de uma luta, logo que a vi me apaixonei, — ele lança um sorriso para ela – e sabia exatamente em que lado lutar.
– Quando Egnald começou a nos ajudar, estávamos quase dizimados. – fala Marjorie com tristeza na voz – Mas pelo menos ainda tínhamos um pequeno grupo de amigos que estavam bem.
– Egnald começou a viver conosco e logo depois nos casamos. – continuava Eleonor – Acho que dois anos depois a Elly nasceu. Tudo estava indo bem, até que os poderes dela começaram a se manifestar. – Elly senta no colo da mãe que a abraça.
– Nós não sabemos por que, mas ela tem mais poder do que uma bruxa da idade dela, pode ser pela mistura de raças mágicas. – fala Egnald – E isso atraiu um novo grupo de bruxas.
– Elas voltaram a atacar o vilarejo. – fala Marjorie – Por sorte eu levei a Elly para explorar umas cavernas nesse dia, e ficamos a salvo.
– Egnald e eu lutamos com nossos amigos, mas fomos os únicos a sair de lá vivos. Algumas bruxas pereceram lá, mas boa parte delas fugiu. – termina Eleonor.
– Então a Elly tem um grande poder? – pergunta Tsubaki.
– Sim, um dos motivos de termos aceito tão prontamente a aliança de vocês, foi para tentar proteger a Elly, pois sabemos que ainda estão atrás dela. Claro que, — Eleonor dá um sorriso – depois de conhecê-los temos a certeza que fizemos a escolha certa, pois todos parecem ser ótimas pessoas.
– E como vocês estão sem asas? – pergunta Patty.
– Sabemos escondê-las com nossa magia. Seria bem ruim andar com elas por aí né? – fala Marjorie dando uma piscadinha.
– Que história incrível. – fala Maka.
– Só não entendi uma coisa. – Kid fala e todos olham em sua direção – Como a Elly pode nos ajudar?
Fale com o autor