— Foi um sonho… – Sophia disse avulso ao ver que estava sozinha no quarto. Ela levantou-se ainda atordoada e viu que já era noite, principalmente notando que, na sala, sua avó ouvia a novela bem alto.

— Se gritar vai chamar atenção – aquela voz rouca chamou novamente, mas ela se recusou a virar.

— Ou eu estou louca ou esse bicho é recidivo! – disse, tremendo de medo.

— Eu sou bem real. Me chamo Ryuk e estou aqui porque devo acompanhar o dono do Death Note. Você se tornou a dona no momento que o aceitou e ainda mais quando o usou hoje.

Notas finais
Hoje foi daquelas palavras que são boas de significado e ruins de encaixar (principalmente para quem escreve em terceira pessoa como eu)