Death Note - Phoenix
3 Novas faces
Notas iniciais
Esperamos que vocês gostem.
–Bom dia Pessoal – Diz Matsuda aos outros agentes. – Vim apresentar-lhes um novo componente à nossa equipe. Eu achei que precisávamos de alguém e também de um toque feminino. Conheçam Akira Arisu. –Matsuda aponta para a porta, de onde sai uma mulher bonita de olhos negros, magra, alta e de cabelos brancos, e ar confiante, usando um vestido vermelho acima do joelho, e um colete preto, e uma bota de couro preta.
– Oi gente, eu espero poder ser útil para vocês. – Disse Arisu.
– Seja bem vinda, eu espero que possamos nos dar bem. – Disse Mogi com um sorriso no canto do rosto.
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Enquanto isso, no Mundo Shinigami, Sidoh conversa com Moriko. ( Uma shinigami magra com a íris lilás, cabelos vermelhos e longos que cobriam boa parte de seu rosto, um vestido longo e com pontas desregulares, com pele acinzentada, com asas pretas, largas, e com a plumagem espessa).
– Aquele desgraçado do Ryuk, além de ter causado um massacre na Terra, roubou o meu Death Note. Entretanto, eu já o recuperei, enquanto estive na Terra, conheci alguns humanos interessantes. – disse Sidoh.
– Você conheceu a garota a qual Rem morreu por ela? – Perguntou Moriko.
– Não, não tive a oportunidade.
– Acho que está na hora de fazer uma visitinha à Terra. – Disse ela com um sorriso maléfico.
–Divirta-se.
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Katashi Hideki, o professor de estudos sociais da escola primária Manabu Kento localizada em Kanto. Teve mais um dia normal e estressante de sua vida, e agora estava corrigindo as provas em sua casa, ele estava lembrando de sua infância em Kanto, e resmungou: “Aquelas crianças malditas, vivem a me incomodar, elas chegam a me enojarem de tão ridículas que são”.
“Quando eu tinha a idade deles, lembro-me que sofria demais, e não acho justo que eles vivam uma vida tão pacata e fácil. Eles deveriam sofrer tudo o que eu sofri. Eu era uma criança inteligente, tirava as melhores notas, e todos me odiavam e me batiam até que eu sangrasse. Meus pais me batiam quando eu tirava abaixo de 9, elas eram muito rigorosos. Já estes imbecis, tem tudo o que querem e não dão valor. Eu queria ter o poder de fazê-las pagarem por tudo o que me causaram e pelo o que eu passei”.
Enquanto estava perdido em seus pensamentos, ele escutou um barulho em seu quarto, e vê um caderno no chão, próximo ao móvel em que estavam os cadernos de seus alunos. Ele abaixou-se para pega-lo.
–Death ... Note- Leu Hideki em voz alta.
“Mas que brincadeira é essa” Pensou ele.
Ele abriu o caderno e leu as regras. — Isso seria muito interessante se fosse verdade.
– E é verdade. – Fala Ryuk.
– Quem está aqui? – Pergunta Hideki em voz alta.
Ryuk que estava escondido atrás da porta de seu quarto aparece. Hideki arregala os olhos e solta um grito de susto.
– Q-quem é você? – Pergunta ele gaguejando. – Ou melhor, o que é você?
– Prazer, eu sou Ryuk. Sou um Shinigami.
Hideki dá uma gargalhada. – Você espera mesmo que eu acredito nisso?
– Este caderno que você tem em suas mãos, você já o testou?
– Óbvio que não. Não costumo acreditar em certas brincadeiras.
– Ficarei aqui até que você decida usá-lo.
– Pois bem, não quero um estranho no meu quarto. A propósito, como você entrou aqui?
– Entrando. Enfim, teste o caderno!
– Que seja, já que eu tenho que matar alguém que aquele demônio morra.
Hideki pega uma caneta preta que estava sobre as suas coisas, e escreve: “Hajime Etsuko morreu pulando da sacada de seu prédio”.
– Pronto, já usei o seu caderno, pode ir embora por favor?
– Lamento, mas não posso, de agora em diante seguirei você, mas não se preocupe. Ninguém irá me ver nem me ouvir. Apenas você.
– Amanhã vou conseguir provar que esse negócio de matar pessoas usando um caderno não existe e você vai embora da minha casa, enquanto isso fique lá fora.
– Faremos então uma aposta, se a pessoa cujo o nome foi escrito no caderno, morrer, você vai me dar 2 caixas de maçã, se por acaso, o garoto não morrer eu te deixo em paz.
Ele estranha a aposta, e aceita. – Tudo bem, agora saia daqui!
Katashi se deita em sua cama e vai dormir pensando nos acontecimentos que haviam se passado naquele dia.
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No dia seguinte, na escola, ele nota a ausência de Etsuko. E decide ligar para a Senhora Hajime.
– Alô? – Responde ela aos prantos.
– Por que Etsuko não compareceu a aula hoje ?
– Porque ele morreu. – Hideki arregala os olhos.
– Como isso aconteceu?
– Eu estava tomando banho, e escutei um barulho do lado de fora. Ele havia pulado da sacada. — Hideki arregalou os olhos e percebeu que Ryuk estava ao seu lado.
– Agora eu quero minhas maçãs. – Disse Ryuk.
– Sinto muito pela sua perda Senhora Hajime.
– Adeus. – A Senhora Hajime desliga o telefone.
– Cadê minhas maçãs? – Disse Ryuk, mas Hideki o ignora porque sabe que outras pessoas não podem ver ou ouvir Ryuk. Mas, o Shinigami continua insistindo. – Vamos, vamos, eu estou esperando. Estou com fome. Você não está vendo, já estou me contorcendo de tanta fome. Você não vai querer me ver com raiva. – Ryuk gritou: — ME DÊ AS MAÇÃS!!!!!!
– Cala a boca seu desgraçado! – Gritou Hideki para o Ryuk. – Não vê que eu estou tentando dar aula.
Uma aluna se levanta e diz: — Sr. Katashi, com quem o senhor está falando? Estamos todos calados.
– Com ninguém, só pensei alto. Sente-se por favor. – Disse Hideki calmamente.
A aula acaba e Hideki vai pra casa, e no caminho compra as maçãs de Ryuk.
– Espero que você esteja satisfeito, e pare de me incomodar.
Ao chegar em casa, Hideki começa a conversar com Ryuk.
– Obrigado por este poder Ryuk.
– Não me agradeça, detesto gratidão.
– Eu sempre tive vontade de me vingar, por conta de todo o meu sofrimento.
– Humanos são criaturas divertidas. – Disse Ryuk consigo mesmo.
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Enquanto isso, Misa chega em casa, depois de uma cansativa sessão de fotos para uma nova campanha de perfumes. E se depara com um caderno estranho, em cima de sua cômoda.
– Este caderno se parece com o que a Força-Tarefa estava usando para investigar o Caso Kira. Mas não deve ser o mesmo. – Misa então aproxima suas mãos do caderno, e o toca. Curiosa, Misa começa a ler as regras. Ao olhar pra cima, ela percebe a presença de algo estranho atrás dela, então ela dá um grito. – Ah! Quem é você?
–Prazer, eu sou Moriko, Sou uma Shinigami. Eu ouvi muito sobre você, parece ser alguém interessante.
– Obrigada, mas o que você está fazendo aqui?
– Este caderno, que está em suas mãos, possui um poder.
– Este caderno não é o que estava com força-tarefa não é?
– Não, não, este caderno era meu, e agora estou passando a posse para você.
– Obrigado Moriko, já sei exatamente como usa-lo.
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