Death Note - Phoenix
22 Fênix
Notas iniciais
Após algumas horas. Misa já havia saído do desfile. E agora, estava num táxi a caminho do orfanato.
–Por favor, você sabe onde fica o orfanato Sweet Sunshine House?
–Sei, há algumas horas eu levei um casal lá. Eles diziam que queriam a criança mais inteligente que encontrassem.- Disse o taxista rindo.
–Ah que ótimo, pelo menos eu não preciso aturar aquele ser comendo minhas balas.- Disse Moriko que estava ao lado de Misa.
–Por favor, você poderia se apressar? É que eu também quero adotar a criança mais inteligente do local, espero que ela ainda esteja lá.
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Oliver e Walter estavam no quarto.
–Eu gostei da sua resposta Oliver, mas não tem como competir com aquelas irmãs, elas chegaram há uma semana, e a primeira já foi adotada, e agora essa, e se eu fosse você, eu nem me animaria, a outra provavelmente será a próxima.- Disse Walter.
–Pra ser sincero, eu não queria ser adotado por aqueles dois.
–Mas todos aqui querem ser adotados.
–Quero ser adotado por alguém inteligente, não por dois idiotas.
Eles são interrompidos pelo som da campainha.
–Duas adoções no mesmo dia?!- Exclamou Walter.- Vamos Oliver! Vamos ver a outra sendo adotada.- Oliver desce as escadas seguido por Walter. E ele ouve uma voz familiar.
–Você é tão fofa. Queria poder leva-la pra mim, mas não posso. Estou procurando alguém muito importante pra mim.- Disse Misa para a terceira gêmea que abraçava a sua perna. -Aí está você Oliver. Achei que você já tinha sido adotado.
–O que veio fazer aqui?- Perguntou Oliver.
–Vou leva-lo de volta para o Japão.- Disse ela sorrindo.
–Já não aguentava mais ficar aqui.
–Sentirei sua falta.- Disse Walter para o amigo.
–Tá.- Walter o abraça.
–Vamos Oliver, arrume suas coisas, enquanto eu cuido da documentação.
–Voltem para os seus quartos crianças.- Disse a diretora batendo palma. -Quanto à você, venha comigo a minha sala.- Misa a seguiu. -Você já estava interessada em adota-lo desde o dia que ele chegou, estou certa?
–Sim.
–Então, creio que você já tem a documentação necessária.
–Exato.
–Poderia me mostra-la?- Misa a entregou um envelope.
–Está aí.
–Ótimo, então você só tem que assinar esses documentos, e já pode leva-lo.- Ela entregou a Misa uma caneta e alguns papéis. Após Misa ter terminado de assinar tudo, despede-se e encontra Oliver no corredor.
–Está pronto?
–Sim. Vamos?
–Vamos.- Ao saírem do orfanato, Misa para de andar e vira-se para Oliver.
–O que?
–Posso te fazer uma pergunta?
–Claro.
–Por que Ryuk está lhe seguindo?- Disse ela apontando para o Shinigami atrás dele.
–Ah É verdade! Esqueci que você pode vê-lo.
–Oi pra você também Misa.- Disse Ryuk.
–Não falei com você porque estava em público. – Misa virou-se para o garoto. -Mas a propósito o que ele está fazendo com você Oliver?
–Digamos que você não pode me matar.
–Ah que bom. Eu não pretendia mata-lo mesmo. Vamos pegar o táxi. -Eles seguiram ao aeroporto, Misa já estava com as passagens e a documentação quando fizeram o check-in. Então eles só esperaram pouco mais de 2 horas para embarcar.
–Sabe Misa, eu estive pensando...- Disse ele.
–O que?
–Você sabe que os membros da força-tarefa e da SPK podem ver Ryuk, certo?
–Sim, e eu já havia pensado nisso.
–E o que iremos fazer?
–Não se preocupe, tudo já está acertado.
Muitas horas se passam, e eles finalmente chegam ao Japão. Após o desembarque, eles saem do aeroporto e entram rumo à casa dos Yagami.
Quando eles chegam, Misa desce seguida por ele.
–O que viemos fazer aqui?- Perguntou Oliver.
–Espere, você já irá saber. – Ela bate na porta e é atendida por Sayu. Que olha sorridente para Oliver.
–Olá Misa. Quanto tempo, não.
– Oliver, vá buscar as malas- Disse Misa.
–Espere, vamos ficar aqui?- Disse ele.
–Eu não, você vai.
–O que?
–É Oliver, você será meu irmão mais novo. –Disse Sayu sorrindo.
–Agora vá Oliver, o taxista não vai esperar para sempre. –Ele foi ao táxi, e depois retornou segurando várias malas. –Eu espero que você seja muito feliz aqui, Oliver.
–Venha me visitar sempre que puder Misa. –Ele respondeu. Misa abraça Sayu, e também Oliver, e volta para o seu prédio.
Ao chegar lá, ela se surpreende com Mogi, que estava a esperando no hall.
–Mogi? Há quanto tempo você está aqui?
–Desde que eu soube que você estava voltando, eu estava te esperando Misa.
Misa ficou meio desconfiada. –Bem, aqui estou, o que deseja?
–Bom, guarde suas malas, vamos tomar um café. Preciso fazer algumas perguntas. Você soube que Arisu morreu, não foi? Mas não se preocupe, não será nada demais, serão perguntas de rotina. Você precisa de ajuda?
–Não, não se preocupe, consigo carregar minhas malas sozinha. Espere um pouco, já venho. –Misa seguiu ao apartamento, guardou as malas, retirou uma folha do death note, e a colocou em seu bolso. E em seguida desceu ao Hall. – Vamos Mogi, já estou pronta.
Eles caminham em direção a um café não muito longe dali. Eles caminhavam por uma rua quase deserta, quando de repente Mogi para de andar.
–Misa, você pode esperar um pouco.- Ele disse dando alguns passos pra trás.
–O que foi?- Ela pergunta.
–Eu descobri o que você fez. Você acha que isso vai ficar barato?- Ele demonstrava raiva. Ele saca uma arma, ainda com a mão tremendo e dispara. Misa de impulso faz um movimento brusco, fazendo com que a bala que havia sido direcionada ao seu tórax atingisse seu braço. Ela sai correndo, enquanto Mogi continua a disparar e correr atrás dela. Porém, nenhuma das outras balas a acertam. Ao perceber que ele havia parado de atirar. Ela para de correr. Pega a folha que estava em seu bolso e retira uma caneta da bolsa.
–Eu não queria que isso fosse dessa maneira, mas, já que aconteceu dessa forma. Adeus Kanzo Mogi. –Ela escreveu rapidamente o nome dele, Mogi até correu para tentar impedi-la mas era tarde demais, seu nome já tinha sido escrito. Alguns segundos depois, ele põe a mão no peito e começa a gritar em dor, enquanto Misa apenas o observava.
–Misa, o seu braço.- Diz Moriko. Misa estava um pouco anestesiada pela dor, e só depois percebeu que havia muito sangue em seu braço esquerdo. Ela então correu saindo da rua que estava, e indo a uma avenida entrando em um táxi, e seguindo ao hospital. Ela comunicou a Sayu em qual Hospital estava e disse que havia sido assaltada e que o assaltante havia atirado nela. Misa foi atendida rapidamente, e a bala de seu braço foi retirada. Ela só estava em repouso.
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Enquanto isso, na SPK, o telefone toca. Near então o atende.
–Alô?
–O Senhor é parente do Senhor Kanzo Mogi?
–Não, sou seu ex-chefe. O que aconteceu?
–Sinto informar-lhe que ele sofreu um ataque cardíaco, e incrivelmente por perto havia sangue. Mas, pelo o que examinamos do corpo, não é dele, porque não havia sangramento em nenhum lugar. Há também uma arma perto dele, mas com o cartucho vazio, e há vários pinos pelo chão. Bom, como soubemos que ele é da polícia, talvez ele estivesse perseguindo alguém. Você faz ideia de quem seja?
–Não, deixe isso comigo, eu resolvo.
–Tudo bem, tenha uma boa noite.
Near pega o telefone e liga para a casa dos Yagami.
–Alô?- Respondeu Sachiko.
–Sachiko, é Near, um amigo de Misa. Como ela não tem família próxima, decidi ligar para você. Você teria alguma notícia dela?
–Sim, e não são boas notícias. Ela acabou de ligar do hospital. Ela levou um tiro.- Ela disse.
–Você poderia dizer em que hospital ela está?
–Claro, ela está hospitalizada no Megumi Raiden.
–Obrigado. Estou indo para lá.- Ele desliga o telefone, pega as chaves do carro e segue para o hospital.
Alguns minutos depois, ele chega ao local e se dirige a mesa da recepcionista – Boa noite, gostaria de saber em qual quarto está hospitalizada a Senhorita Misa Amane?
–O que você é dela?- Perguntou a recepcionista.
–Sou um amigo e sou afiliado a polícia japonesa.- Ele retirou um documento e apresenta a ela.
–Está certo, pode ir. Ela está no quarto número 8.
–Está bem obrigado.- Ele segue até onde ela está. Bate na porta, e recebe um “pode entrar” da garota. –Olá Misa.- Diz ele.
–Oi Near. –Diz ela um pouco confusa. – A que devo sua visita?
–Bom Misa, você já deve estar sabendo que o Mogi morreu. E eu tenho certeza que foi você quem o matou. Você sabe, foram achados vestígios de sangue perto do corpo. E você sabe que quando analisarem o sangue vão descobrir que você tem algo a ver com a morte dele. E o porteiro de seu prédio disse que você havia saído a poucos minutos com um homem. Espero que você fique melhor logo, mas você vai ser presa assim que sair daqui.
–Eu não sou uma criminosa. –Ela disse.
–Sabe Misa, acho que você vai gostar do que eu vou lhe falar agora. Você viajou exatamente no dia que o Hora da Justiça saiu do ar. E você sabe o porquê disso?
–Não, não sei. Vocês o cancelaram?
–Não. A criminalidade, aqui em Kanto pelo menos, foi reduzida a zero. Acho que você conseguiu o que queria. Mas ainda sim, você esqueceu alguém. Você esqueceu o maior criminoso do japão depois de Yagami Light.
Quando Near citou Light, um tipo de “luz” surge na mente de Misa. Ela lembra-se que o único que poderia ter matado a ele, era Ryuk. Não Aizawa, Não Mogi, Não Matsuda e muito menos Arisu. Ela ficou um pouco arrependida pelas mortes que havia causado, e mesmo não tendo matado Aizawa, ela se sentiu culpada. Repentinamente, lágrimas começaram a rolar sobre sua face e foi tomada por uma raiva imensa de Ryuk.
–Near, retire-se por favor.
–Não vou sair do hospital, se você quer saber. — Ele saiu do quarto.
Momentos depois, Oliver entra no quarto com Sayu.
–Misa, eu sei que é uma pergunta meio idiota, mas você se sente bem?- Perguntou Sayu.
–Não, mas mesmo assim obrigada.
–Eu vou deixar você sozinha com Oliver. Ele está bastante preocupado. –Sayu se retira do quarto, e deixa os outros dois “sozinhos”.
–Olá Ryuk.- Disse Misa. –Eu estive pensando, foi você quem matou o Light, não foi?
–Claro.
–Por que fez isso?
–Misa, você já deve saber que ele havia levado diversos tiros e ele estava bem mal. Eu não tive escolha. Nunca me preocupei com humanos, mas eu já havia dito ao Light que isso iria acontecer. O poder que o Death Note o havia proporcionado fez com que ele enlouquecesse. E isso está acontecendo agora com você. –Misa assentiu.
Misa virou-se para Moriko. –O Near me acusou de ser o segundo maior criminoso do Japão. Não foi?
–Sim. –Respondeu a shinigami. –Misa, se você quer realmente limpar o Japão da maldade, mate a si mesma. Será que não percebe? Você soube desde o começo que Ryuk era o único que podia ter matado Light. Você estava sendo movida pela maldade. E quanto ao mundo, ele nunca será limpo dela. Ela nunca será extinta. Todas as pessoas carregam a maldade dentro de si. Cabe a elas libera-la ou conte-la. O fato de que há um “justiceiro” matando as pessoas “más”, apenas faz com que elas contenham esse lado, e finjam que são boas. Mas não é a verdade. Mata-las não faz de você uma pessoa boa, você apenas libera-la a maldade que há dentro de você e com ela, reprime a de outras pessoas. Se quiser limpar o mundo da maldade, comece matando a si mesma.
–O que você está sugerindo? Que a Misa se suicide?! Você é louca?- Gritou Oliver.
–Oliver, eu gostaria de pedir-lhe um favor. O Near já veio aqui, ele já sabe que eu sou Kira, por isso, eu serei presa quando sair daqui. Fora isso, o médico disse que eu não teria mais os movimentos do braço. Sendo assim, eu não poderia voltar a trabalhar, não poderei ter uma vida normal. Isso, se eu não for condenada a uma morte dolorosa. Então, eu lhe peço que se cuide e o mais importante, eu lhe peço que me mate. Eu peço a Moriko que passe o meu Death Note a você. EU RENUNCIO A POSSE DELE.- Disse ela em tom absoluto, em seguida fecha os olhos.
–Misa! Misa!- Gritou ele a chacoalhando.
–Pare! Ela está bem. –Disse Moriko. – Ela apenas acaba de se esquecer de tudo. E este é o melhor momento para você matá-la, enquanto ela ainda está no hospital. Você está com o caderno do Ryuk aí?
–Apenas com uma folha.
–Use-a.
–Mas eu não quero matar a Misa.
–Você prefere a ver sofrendo? Faça com que ela tenha uma morte digna. Faça com que o desejo dela seja realizado. Ela pediu isso a você.
Muitas lágrimas caíam intensamente pelo rosto do garoto. Ele então, relutantemente, escreve o nome da pessoa que o protegeu de um assassino de crianças, que o amou quando ninguém mais amava, e que sempre esteve ao seu lado, ela o fez aprender a amar.
Ele sai do quarto e encontra Sayu.
–Ela... morreu.- Diz ele chorando. Os médicos então entram correndo na sala e veem que os batimentos cessaram, ela realmente estava morta. Alguns minutos depois, eles voltaram ao corredor diagnosticando que ela havia sido morta por um ataque cardíaco.
–Esse louco de novo! Só pode ter sido ele! –Exclamou Sayu. De repente, ela se sente um pouco tonta. –Com licença, por favor Near, você poderia ficar um pouco com Oliver, eu não estou me sentindo muito bem. –Alguns enfermeiros a levam até o consultório, deixando os outros dois sozinhos.
–E então, você está de volta?- Diz Near ironicamente.
–É, você sabe, alguém tinha que se importar comigo, não acha? E não foi você.
–Você sabe que me traiu. E o Ryuk é uma prova disso.
Oliver fica surpreso, mas não demonstra. Ele esqueceu que Near também poderia ver o shinigami. –Então você também já sabe o que irei fazer com você agora, não sabe?- Diz o garoto.
–É, eu esperava por isso. Mas você será o novo Kira, Oliver?
–Talvez.
–Você sabe que mesmo me matando, sempre haverá alguém na sua cola, e você irá terminar como Misa. A propósito, foi você quem a matou não foi? Nossa, que feio, matando a pessoa que se importou com você, não foi isso o que você acabou de dizer? Eu achava que você era o mais inteligente da Wammy’s house. Mas vejo que estava enganado. Você foi tolo ao amar alguém, não é isso que você sentia pela Misa, amor? Ela era como uma mãe pra você. E você se deixou levar por isso.
Oliver volta a chorar. –Pare com isso, você está me deixando mal.
–Ora, ora, você vai me matar, e eu que estou fazendo algo de mal pra você?
–Near, eu não queria ter que fazer isso, mas eu preciso, é por ela. Você foi o responsável pela morte de Yagami Light, consequentemente responsável pela morte de todos os membros da força-tarefa, consequentemente da morte da Misa e por último da sua própria morte. Eu não tenho culpa de nada.- Disse ele contendo as lágrimas.
–Bom, a Sayu está de volta. Preciso ir. Estarei esperando.
Sayu aparece com uma expressão surpresa.
–O que foi, Sayu?- Perguntou Oliver.
–Eu... estou... g-grávida?- Disse ela olhando fixamente para o nada. –Mas como isso aconteceu? Eu não... –De repente, ela se lembra de alguns dias antes do seu casamento que havia ficado sozinha com o Matsuda. Enquanto Sayu estava distraída em seus pensamentos, Oliver escreveu o nome do antigo amigo. É engraçado, ele era uma das poucas pessoas que sabiam o nome do Nate, por sua intimidade com ele, e ainda sim, foi isso que ele usou para mata-lo, seu próprio nome. Alguns minutos depois do que ele havia feito, Sayu o chama para casa.
–Vamos Oliver, precisamos descansar, amanhã teremos um dia cheio. Teremos um enterro para ir.
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Enquanto Near estava dirigindo a caminho da SPK. Ele sente um impulso que o faz mudar sua rota. Ele põe o carro um pouco mais pra direita, fazendo com que este entrasse na contramão. Batendo de frente com outro carro que vinha em alta velocidade. Isso fez com que o carro em que ele estava capotasse. Depois que o carro parou de dar voltas, ele murmurou: -É Oliver, eu esperava mais de você. –Near estava preso nas ferragens do carro, e era impossível de tira-lo. Ele sangrava bastante, então recostou-se no banco e... morreu.
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“Acaba de ser noticiada a morte de Misa Amane, modelo internacional nascida aqui em Kanto. A causa foi um ataque cardíaco repentino. Além da morte dela, fomos informados que mais duas mortes ocorreram com pessoas que eram ligadas a ela, dois policiais morreram. O primeiro também de ataque cardíaco e o segundo em um acidente de carro. O primeiro era Kanzo Mogi e o segundo não teve o seu nome divulgado. Keiko Mari do plantão da TV Sakura”.
Sayu desliga a TV irritada.
–Isso foi coisa do Kira, eu tenho certeza! Ele está sempre tomando o que é meu, primeiro o meu pai, depois meu irmão que ainda esta desaparecido e eu tenho certeza que é coisa dele, depois meu marido e agora minha cunhada- Exclamou ela. –Como uma pessoa pode ser tão má assim? –Ela tinha lágrimas nos olhos.
–Calma filha, lembre-se que você carrega um filho. Não foi isso que você havia acabado de me dizer? Contenha-se.
–Bem, eu vou ao meu quarto. Preciso descansar.- Disse Oliver sendo seguido pelos shinigamis. Ao entrar no quarto, ele tranca a porta. –Sabe, é irônico. O Kira está sempre relacionado a essa família de alguma forma. E Sayu tem um ódio imenso dele.
–Talvez o Kira sempre volte a este lugar. Seria engraçado se esse bebê que a Sayu carrega fosse o próximo Kira. Não seria?- Disse Ryuk.
–O que você pretende perdedor?- Disse Moriko.
–Eu nunca pretendi nada. Eu nunca pretendi voltar a esta casa, apenas aconteceu. Talvez aconteça do legado do Kira ser perpetuado por essa família. Não é que eu pretenda que isto aconteça, é só que...
–Você acha que é inevitável, não é? –Oliver o interrompeu. -Tantas coisas aconteceram e você está novamente no começo. No mesmo quarto. Com uma pessoa tão inteligente quanto o Yagami. É como uma fênix que renasce das cinzas, ela sempre volta de alguma maneira, e é como se esta casa fosse o ninho dela.
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