Death Note. One Shot
1 Capítulo 1 - One Shot
Notas iniciais
Espero que gostem
Se isso for bem sucedido posso escrever uma fic sobre a assassina e seu estranho fascínio com meu detetive preferido.
Não adiantava mais, ela já tinha feito. Matou mais um, torturou mais um, cortou mais um, fez mais um experimento.
Seus crimes passavam na TV, mas ela não via o que queria ver, não escutava o que queria escutar.
Quando eles virão?
Quantos virão?
Quando morrerão?
Porque não vem atrás de mim?
Ela era uma assassina, mas não uma assassina normal, uma que queria ser pega pela policia, jogada em uma prisão para escapar. Ela já tinha feito isso, já matou em outros países, em outras cidades. Já escapou de inúmeras prisões.
Aquilo para ela era uma brincadeira de criança, um pique pega, policia e ladrão, que no caso dela seria assassina.
Já perdera a conta de quantas prisões de alta periculosidade já escapou, de quantos detetives, particulares ou não, já passou para trás, quantos policiais já atirou.
Mas ela nunca perdera a conta de quantas pessoas ela matou, ela começou aos 7 anos, 7 anos e sua primeira vitima foi sua professora. Matou ela com 7 facadas. Sua segunda vitima foi um colega. Sua ultima seria o maior detetive do mundo, L, esperava pela resposta dele a sua ameaça há tempos.
L era só isso que passava na cabeça dela.
Porta arrombada, passos rápidos.
- Renda-se – Os policiais diziam, sem capacetes. Onde esta meu premio? Ela pensava, seu premio L.
Viu ele alguns passos atrás do primeiro policial, ele vira as câmeras, ele acenou para ela. L Lawliet. Nome estranho.
Desceu as escadas e foi falar com sua ultima vitima.
- Você veio! Sinto-me honrada, L
- Obrigado pela bela recepção, agora seus termos para se entregar a policia?
- Você vai ver.
Ela levanta a faca que estava em sua mão.
Nada. Nada. Nem carne nem osso só uma dor horrível. Escuro tudo escuro. Morte. Nada alem do escuro. Morte. Ela havia morrido.
Morte.
E nada mais.
Morte e escuro
Morte e seus fardos mortos junto com ela.
Sua ultima visão do mundo dos vivos?
Um belo detetive, aos olhos dela, com cabelo preto bagunçado, olhos negros e olheiras, uma camisa branca de manga longa, um jeans folgado, um meio sorriso desaparecendo, olhar despreocupado se tornando preocupado. Um pedido de desculpas. Com suas ultimas forças levantou sua cabeça e selou seus lábios nos dele. Doce, ele e doce. Depois?
Nada.
Só apenas a velha amiga dela vindo buscá-la, só isso, e nada mais.
Notas finais
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