Notas iniciais
Os acontecimentos desse capítulo é no mesmo dia do capítulo "Acontecimentos" (continuando-o). Ah! Para quem não viu o meu aviso, eu dei uma modificada no último capítulo ("Ryuuku") quem não leu é melhor ler, se não pode ter coisas que podem deixa-lo confuso.
Boa leitura ^^


Eternos rivais

Vinícius espreitou na porta de seu quarto para ver se não havia ninguém no corredor. Ele saiu e andou rápido antes que alguém o visse, seguindo o caminho dado pelo mapinha um pouco mal desenhado ele chegou onde queria.

Abrindo a porta do quanto ele pode ver Julia deitada na cama. Ele entrou olhando pra ela, não sabia se sentia-se mal por ela estar alí ou bem por poder vê-la. Vini se sentou numa cadeira ao lado da cama e segurou a mão de Julia.

- Ju... Foi tão perto... Tão perto você ter morrido por minha causa. Mas também por pouco EU quase morri e sem poder... Hum... Eu queria tanto te dizer como me sinto, o quanto sou grato por você tentar me colocar de pé sendo que a essa hora eu já teria desistido faz tempo de resistir, de... De viver. Não sou a pessoa certa pra você, mas eu queria tanto... Um dia dizer o quanto eu te amor...

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O pai de Leonardo chegou em casa quase na hora : 10h59min, YEP!!

- PAI!!! — Apareceu Leo vindo do corredor.

- Achei que você já estava cozinhando (ou tentando se preparar pra cozinhar)

- É ruim em! Não quero envenenar meu pai não, hehe!

- Hu.

O pai dele estava com aquela mesma espressão estranha e Leo já estava começando a ficar preocupado com isso, então decidiu tirar a informação dele:

- Que cara é essa, pai?

- Que cara?

- Essa!

- Hu, é minha cara normal.

- Não é não. Você saiu daqui de casa com essa mesma cara e eu te conheço bem. O que há de errado.

- Nada Leo, é só impressão sua.

- Me fala, caramba!

- Nada, filho, não precisa se preocupar com isso.

- Como não se você -- — Leo é interrompido pelo toque do telefone.

- Eu atendo.

- Não, eu que vou atender!

- Olha como fala comigo, seu meleque!

"Shit! Ele vai me matar" Pensou Leonardo atendendo o telefone.

- Alô?

- Leo? É você?

- Sou eu...

- Não tá reconhecendo a voz da própria mãe?

- Ah, MÃE?!

- Hu hu hu, nem acredito nisso.

- Faz tempo que a gente não se fala.

- Posso falar com sua mãe? — disse o pai dele.

- Meu pai quer falar com você.

- Tá bem, beijos.

- Kiss. — ele passa o telefone para o pai — Foi mal pelo jeito grosseiro que falei, mas depois eu quero saber o motivo da tensão.

- Tá — responde revirando os olhos.

Leonardo vai para o corredor de volta ao seu quarto.

- Seu pai de repente parece que ficou aliviado. — disse Shadow

- É, percebi. Hum... Você é um shinigami inteligente, pode me dizer o que você acha que pode ter sido o motivo de ele ter ficado daquele jeito e derrepente aliviado?

- Poder posso, só não quero.

- Aff!

- Na verdade, suspeito que tenha algo haver com sua mãe, ele ficou aliviado no momento que percebeu que você tava falando com ela, hum...

- O que você está pensando?

- É algo um pouco precipitado, deixe que o seu pai explique.

- Tá né...

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Vinicus continuava em silêncio andando para Julia, até que alguém abre a porta do quarto.

- Ai meu Deus, te achei! — disse s enfermeira.

- Qual é...

- Você não devia ter saído do seu quarto, precisa ficar em repouso para se recuperar.

- Eu tou me sentindo bem.

- Mesmo assim você não pode, por favor, volte para o seu quarto.

Vinicius fica em silêncio e olha pra Julia, ele não queria se separar dela, queria ficar junto dela até ela acordar.

- Você pode visita-la depois que o Dr. Victor te der alta ou permitir que você circule pelo hospital.

Ele olha para a enfermeira com os seus olhos quase iliminados. Ele poderia ver Julia quando sua saúde estivesse melhor.

- Hum... Tá..

Vinicius vai para o seu quarto acompanhado da enfermeira.

- Ah! Tem uma pessoa que estava procurando você, deve estar ainda te esperando.

- Quem?

No momento que abriu a porta do quarto ele viu a pessoa que mais o desagradaria ver.

- Ah! Que bem que você achou o meu filho!

- Desculpe, não sabia que ele ia sumir assim. Vou deixar vocês sozinhos, aquele incidente deve ter sido tão preocupante.

A enfermeira sai do quarto fechando a porta. Vinicius fecha os punhos e diz:

- "Filho"? Você não é minha mãe.


— O que importa? Você está morando na minha casa de qualquer jeito, seu filho de vadiazinha.

- Você que é uma vadia!

Ela dá um tapa na cara dele.

- Que bom que você me lembrou. Isso, foi pelo tapa que o fracassado do seu pai me deu ontem.

Ricardo, o pai de Vinicius, ficou irritado pelo estado que Vini estava, por tudo que aquela mulher o fez passar e após umas provocações dela ele acabou dando-na um tapa.

- Só um tapa... Devia ter esfregado a sua cara no chão!

- Eu posso muito bem mandá-lo de volta pra cadeia!

- Ele sempre teve uma boa razão pra te bater!! As mesdas que você fala dele, da minha mãe, de mim, as vezes que você me batia!

- Ohhh... Que peninha... Não consegue aceitar a verdade? O fato de ser um fracasado?

- Cala a boca!

- Um pedaço de merda que nunca conseguirá nada...

- PARA!

- Um coitadinho que nunca conseguirá vencer daquele filho do policial que prendeu seu paizinho querido...

- CHEGAAA!!!

- O que está acontecendo aqui?! — Victor entra rapidamente no quarto.

Vinicius sente uma dor no coração e se agaxa de dor, o médico se aproxima dele.

- O que você está sentindo?

- Tira ela daqui... Tira ela daqui...

- Por favor, saia. — disse o médico a ela

- Eu não fiz nada, ele enlouqueceu derepente.

- MENTIRA! — gritou Vinicius agoniando de dor.

- Se acalme, Vinicius. A senhora, por favor saia.

Ela se virou e saiu.

- Respire devagar, se acalme...

- Ai...

Victor ajuda Vinicus a se sentar na cama.

- Está doendo muito?

- Um pouco...

- A bala que te atingiu, apesar de ter parado antes que atingisse um ponto vital deixou uns microferimentos na região, por isso você tem que evitar se agitar de mais, pois os batimentos rápidos do coração podem trazer certa dor.

- Isso pode me matar?

- É dificil ter certeza, mas você fumar e beber, isso pode.

Vinicius bufou.

- Você tem riscos altísimos por consumir essas droga, elas podem ser lícitas, mas não pra sua idade, sem contar que independente disso elas podem te matar.

- Tanto faz, já tentei largar várias vezes, mas não consigo.

- Você precisa de tratamento. Posso indicar você para um colega que tem especialidade nisso.

- Hum... Posso pensar nisso.

- Tire a camisa para eu poder fazer um exame clinico.

Vini obedece. Enquanto Victor o examinava ele pensava no passado, quando ele conheceu Leonardo.

Isso foi quando ele tinha 13 anos, ele se mudou para uma outra escola e então conheceu aquele garoto magro de cabelos castanhos que não se dava bem com esportes, ao contário dele. Com um tempo eles foram se tornando amigos, mas aí essa amizade acabou se tornando cada vez mais comprometida.

Na turma deles tinha uma garota bonita, que Leo já a conhecia ha um tempo, já que sempre estudaram na mesma turma desdo primário, da qual Vini acabou sentindo uma atração por ela, porém Leo tembém sentia. Isso começou a separá-los e o que os separou cada vez mais foi quando o pai de Vinicius foi preso pelo pai de Leonardo acusado pelas agreções contra a mulher.

Essa situação causou uma briga entre eles. Julia, o pai de ambos, isso acabou gerando um bateboca que resultou numa briga física, que terminou com a separação deles. Um passou a detestar ver a garota perto da outro, se contendo para não brigar na frente dela, mas era difícil...

Passou o tempo, apesar de as coisas terem se esfriado, eles terem voltado a ser "amigos" em certo sentido, ainda existia certo rancor. Foi combinado, para se justo já que Vinicius tinha reprovado naquele ano e consequentemente ficado mais distante de Julia, eles conbinaram que, para preservar a amizade nenhum deles ficaria com ela, mesmo assim, essa rivalidade é algo que ficaria pra sempre, seria eterna.

Notas finais
Revezarei os capítulos dassa fic e de "Vampire Killer". Hora postarei aqui, hora lá, para equilibrar as coisas, sacas?

Ok, comentem e até mais o//