Death Note, O INICIO.
1 Sorte em meu ombro.
Notas iniciais
Eu diria que sou um garoto normal, quer dizer, nem tanto, já que todos me tratam como um alienígena, e pelo menos uma vez por semana, tenho que pagar o preço por existir. Mas estou aqui para contar a minha sorte na certa, que mudou muito minha vida. Já todo machucado, na quadra, após ter tido minha cabeça enfiada em um buraco de construção (como amo meus "amigos") tive a impressão de estar sozinho, então resolvi parar de me fingir de morto e abrir os olhos. Em um momento, estava tudo normal, ao menos para mim, mas avistei algo ao longe, no céu, que caiu em meu ombro. Senti muita dor, preferia que meus amigos estivessem me enterrado vivo a sentir aquela dor de novo, e vi que era um caderno, que no mínimo teria vindo da lua, pois a dor fora muito forte, mas resolvi ignorar e pegar o caderno negro. Uma coisa estranha foi que, não havia nada além de nomes e nomes, a capa e folhas em branco, e por fora, parecia ser um caderno qualquer, daqueles de 94 folhas, mas por dentro, só pelas minhas contas, passavam de 800 folhas, só que quando eu fechava o caderno, continuava fino, então achei estranho... Nomes, céu, mais de 800 folhas preenchidas por nomes em diversas línguas? O quê seria aquilo? Então guardei o caderno em um compartimento escondido em minha mochila que havia feito para esconder doces, e fui para a aula.
—Candy! Por que se atrasou, e por um acaso resolveu rolar na lama de novo?-Disse um dos agressores.
—Desculpe, é que deitei na cama de sua mãe.
—Como é?
—Além de ter uma porca como mãe, ainda é surdo.
Naquele momento ele me tacou a mochila com 9 livros, e eu desmaiei, e pelo que me lembro, só aconteceu isso, mas eu acordei 7 horas depois no hospital, que de algum modo era familiar para mim.
—Filho, mexeu com valentões de novo?
—Tudo bem mãe, eu não estou realmente machucado, podemos ir para a casa?
Como o carro de minha mãe era grande, a visão dela para o banco em que eu sentava não era ampla, então peguei o caderno negro, e li, li umas 10 folhas até o caminho de casa, e por minha sorte, a língua quem que o antigo escritor do caderno usava era o Inglês, então li diversas coisas que acompanhavam os nomes escritos, como "Morte acidental" e "Morte por doença", além de escrever algumas vezes a data e as circunstâncias, o quê me deixou intrigado. Quando chegamos em casa, guardei o caderno em meu guarda roupa e usei nele uma das capas de proteção para livros que tinha em vista, e fui jantar. Na cozinha, tive uma grande perspectiva...O caderno em que eu tinha em mãos matava as pessoas cujo nome estiver nele.
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