Notas iniciais
Desculpem, eu sei que demorei pra postar >.<
Eh... Então, o personagem desse capítulo é o judeu, que vai para o Inferno porque é contra o cristianismo ( naquela época isso era muito sério, e o autor mostrou um grande preconceito com os judeus, tal como era antes, então eu peço desculpas se for ofensivo para alguém )e... Desculpem pelo personagem que eu usei, mas é que essa peça tem muitos personagens e eu tive que ficar caçando personagens de DN pra dar certo >.<
Enfim, espero que gostem^^

— Misa, ME LARGA!! — gritou Raito, ainda tentando se livrar da garota.

— Tá bom — Misa solta ele — Misa vai esperar quietinha na barca até irmos juntos para o Inferno! — e some, indo para atrás da barca.

— Essa garota tem sérios problemas — Mello comenta observando.

Deixando essa completa fuga do roteiro de lado, a peça precisava continuar. A vontade de todos era sair dali, mas para Raito, finalizar aquela peça se tornou uma questão de honra; e se o Diabo ia continuar, o Anjo também iria.

Mas...

— Será que dá pra narrar essa droga logo??!!! — exclamou Raito, se dirigindo ao narrador que estava em silêncio já há um tempo.

— Espera um pouco aí, Kira! — uma voz sai dos auto-falantes, mas não era a mesma voz de antes. Era...

— Matt?! — Mello pergunta, reconhecendo a voz do amigo.

Raito olha para trás, para a barca e volta a olhar para cima — O que está fazendo aí?!

— O outro cara desistiu, então agora eu sou o narrador.

— Você deveria estar na barca! — Raito exclama.

— Ah, não enche. Eu não vou aparecer mais mesmo. — Matt diz e começa a ler o roteiro — Ahn... e o próximo a entrar é o Judeu, carregando... Um bode nas costas??

E entra no palco Ide, carregando um bode de pelúcia nas costas.

Raito o ficou encarando conforme ele andava até a barca do Inferno — Que foi? Você não achou que eu ia carregar um bode de verdade, achou?

— Eh... — Raito tosse, disfarçando e volta à peça — Oh! Em que má hora veio!

— E de quem é essa barca? — pergunta Ide, se perguntando por que aceitou participar disso...

— Essa barca é minha, mas... O bode virá também?

— Mas é claro!

— Assim não dá! — exclama Raito, apontando para o bode.

— Como posso ir sem o bode?

— O bode eu não levo — Raito cruza os braços.

— Aqui — Ide tira quatro moedas antigas do bolso e entrega para Raito — Pode levar o bode agora?

— Não — responde simples.

— Quer mais uma moeda?

Raito pensou um pouco e abaixou o tom de voz — Você pode trazer o bode se me trouxer... — parou de falar, lembrando quem estava à sua frente — Ah, esquece. Você é muito certinho — " ele não vai me trazer as folhas do Death Note " pensou — Vá logo à outra barca, quem sabe lá tem espaço para o seu bode.

Ide olha para Raito sem entender o que ele queria antes, mas se vira e vai até a outra barca. Quem o recepciona é Matsuda.

— Ahn... — Matsuda resmunga, sem lembrar das falas.

— Dispensa ele logo — Matt fala.

— Ah sim, aqui... — Matsuda começa, mas Ide o interrompe.

— Tudo bem, eu já vou — " não sei porque vim até aqui " pensa desanimado.

— O que? Você voltou? — Raito diz, mas é interrompido quando o bode de pelúcia é jogado para ele.

— Pode ficar com o bode — Ide diz e vai para trás da barca, deixando Raito segurando o bicho.

Notas finais
Esclarecendo: o bode é o símbolo do Judaísmo, portanto mostra a rejeição ao Cristianismo ( e pra quem não lembra, Ide é o policial que não quis trabalhar com o L no começo; amiguinho do Aizawa )
Eh... Gostaram?