Dear Hogwarts - Interativa

18 Capítulo 18 – Ordem da Fênix


Notas iniciais
Sejam muitíssimo bem vindos ao capitulo mais longo (e um dos meus favoritos) até agora! hahah De verdade, ele está bem longo, mas foi uma delícia de escrever! Foi pedir especialmente para que me digam o que acharam do capítulo, para saber se deixos os próximos em um molde similar ou não. Espero, de coração que estejam gostando dos acontecimentos, de como estou escrevendo os persongens (sintam-se mais que livres para mandar sugestões, críticas, etc) e da própria fic! haha Uma pequena curiosidade, antes de começarem a ler: alguns elementos da cultura pop foram citados para idolalização e um deles, a Deusa Tríplice, é a mais importante divindade Wicca e Imbolc é um festival celta, que acontece em 1º de Maio, e um dos Oito Sabbaths. Isso é tudo, mon amies ♥ XOXXO, HQ

No momento em que foram retirados de sala, Tiberius já sabia que estavam ferrados. A situação só piorou quando descobriram que todo o grupo deles sairia de sala e que era para falar com a diretora. Ele sentia com extrema clareza o nó na garganta de Avery e Ronan, além da insegurança de Thomas.

O próprio loiro se sentia tenso, considerando as possibilidades de terem sido descobertos por alguém da escola. Seu olhar se conectou com o de Katherine, e soube no mesmo instante que seus pensamentos estavam no mesmo lugar que os dele.

— Animago. – Mary declarou as gárgulas de pedra, assim que alcançaram a base da torre do diretor.

Os dezesseis subiram em fila indiana e a monitora da grifinória bateu na porta, que foi aberta no mesmo instante, revelando a figura de Harry Potter. O auror parecia extremamente surpreso ao vê-los no local, mas se limitou a passar por eles enquanto cumprimentava-os rapidamente.

— Vocês podem entrar. – A voz familiar chamou-os do interior da sala e retornou a conversa que estava tendo com o quadro do professor Dumbledore enquanto esperava os estudantes se acomodarem.

— Professora, desculpe interromper, mas por que chamou a todos nós? – O loiro indagou, exibindo sua melhor cara de paisagem, causando os alguns dos amigos a ficar mais tensos com tamanha cara de pau.

— Creio que o senhor saiba exatamente o motivo que os chamei aqui, sr. Blood. – A diretora replicou, com as sobrancelhas finas erguidas sob suas lentes quadradas. – O grupo de vocês está se intrometendo em assuntos que não deveriam.

— Professora, eu não acho que estejamos entendendo. – Kate manteve a mentira do loiro, fazendo uma perfeita imitação de sua cara de incompreensão.

— Cortem o ato. – Ela respondeu seca – Recentemente, recebi confirmação de minhas suspeitas que vocês vêm tentando descobrir mais sobre os Puristas. Vou pedi-los com todas as fibras de meu corpo: fiquem longe.

— Talvez isso já esteja entranhado em alguns de nós. – Peter comentou amargamente, olhando de relance para Samantha.

— Pete! – Elize brigou, fazendo o loiro a dirigir um olhar como se dissesse que ela sabia que sua afirmação era verídica.

— Isso é tudo. – A diretora falou, dispensando-os – Lembrem-se de ficarem juntos, tempos negros estão por vir.

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Cora esperava Samantha no Lago Negro. A morena considerava as possibilidades de Lorde Le Fay comandar que a estudante permanecesse utilizando as Imperdoáveis, tal como fizera em todas as reuniões interiores.

Ainda assim, isso não era o que mais a preocupava, e sim a presença de sua mãe. A auror soltou um som de desprezo ao pensar na mulher. Sim, ela queria ser tão leal quanto ela fora, mas para o lado certo. Ela sabia que sua relação com a bruxa era longe de ideal, ou normal e, internamente, agradeceu aos aurores da época por terem a trancado em Azkaban, tremendo em pensar no quão fanática seria caso fosse criada por Bellatrix.

— Estou pronta. – A voz de Samantha a despertou de seus pensamentos ao se aproximar.

— Ótimo! Precisamos ir pela floresta dessa vez, ainda está muito cedo para ir pelos portões.

A caminhada até o coração da Floresta Proibida, onde tecnicamente a propriedade de Hogwarts se encerrava, fora silenciosa. Ela sabia que a bruxa mais nova estava se preparando psicologicamente para as atrocidades que iria cometer aquela noite, e Cora não pode deixar de se sentir culpada por não ter avisado a Narcisa e Andrômeda para não permitir que passasse o feriado com os Le Fay, e ainda mais culpada por não ter contado o real motivo que Samantha parara de responder as cartas de ambas as tias.

A morena as aparatou há alguns metros da Mansão Essex, onde fizeram o caminho já habitual para a sala onde as reuniões eram realizadas. Samantha sentou-se imediatamente a direita de onde seu tio iria se sentar em alguns minutos e Cora tomou o próximo assento, sabendo que, se vacilasse, Bellatrix o faria.

Ela sentiu os olhos da sonserina varrer a sala e estudar cada pessoa, e permitiu-se se sentir minimamente orgulhosa por suas instruções estarem sendo seguidas. Não confie em ninguém daquele círculo. A morena repetia isso mentalmente o tempo inteiro.

— Oi, querida. Como está o papai? – Ela ouviu a voz aguda de Bellatrix zombando, antes de sentir o queixo fino apoiar-se em seu ombro esquerdo – E você, sobrinha. Como está querida Hoggy?

Antes que a auror pudesse rebater, Lorde Le Fay entrou no recinto, acompanhado de Morgaine. A lady cravou suas orbes ônix no trio que compartilhava o sangue Black e crispou levemente seus lábios, e Cora soube de imediato que ela não estava satisfeita com a zombaria leve de Bellatrix. Antes que recebesse ordem inverbal de fazer a bruxa se afastar da estudante, Cora interviu.

— Deixe-a em paz, mãe.

— Bem-vindos, queridos amigos. Hoje é dia de celebração: o Ministério nos reconheceu publicamente e propriamente. Mas também temo que devo compartilhar notícias que apresentam certa tensão: a Ordem da Fênix está de volta, sob a direção de Potter. – O homem fez uma pausa – E, devido a isso, vocês receberão novas funções.

— Sra. Lestrange irá comandar um pequeno grupo que irá tomar responsabilidade daqueles que não se comprometeram propriamente, e garantir que nossas identidades não sejam descobertas. Nossa querida auror irá se encarregar de ter certeza dos jovens em Hogwarts, não importa a casa, estão caminhando na direção correta para um futuro brilhante. Samantha, você irá se inscrever no Torneio e irá vencê-lo. E, quando chegar a hora de discursos, irá declarar abertamente que apoia as ações do nosso grupo e nossas ideologias, que rejeita quaisquer tipos de traições sanguíneas e os que sequer merecem o sangue mágico correndo em suas veias. O sr. Shafiq irá garantir que isso não cause problemas legais.

Cora não pode evitar parar de escutar após ele terminar de delegar as funções que ela própria receberia, e as que a prima. O Torneio seria algo completamente novo e eles não possuíam ideia de quais seriam as tarefas dos participantes. A morena sentia sua preocupação crescer tanto quanto a necessidade imediata de uma reunião com o outro grupo.

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Morgaine já havia parado de prestar atenção as palavras de seu marido e irmão ainda antes do começo de seu discurso. Em momentos como aquele ela não conseguia prender sua atenção a ele, então permitia que sua atenção vagasse entre os membros, e ocasionalmente usava legilimência naqueles em que as barreiras mentais não eram fortes o suficiente. Enquanto Viserion era a face do movimento, ela se orgulhava de trabalhar nas sombras.

A loira esperou impacientemente a reunião acabar antes de convocar sua sobrinha, com quem era tão parecida com ela, até o imenso jardim de inverno. Ela permitiu que a mais nova analisasse curiosamente as espécies presentes no ambiente, sabendo que eram extremamente raras.

— Samantha, querida, eu requisitei sua presença por um motivo específico. – Ela declarou, estudando as orbes lilases da sobrinha – Vou começar a te ensinar imediatamente sobre as raízes mágicas de nossa família. A magia antiga, bruta, natural. Foi muito praticada pelos bruxos celtas e pelos que moravam na antiga Avalon.

— É, de fato, real? – Samantha indagou, apressando para esclarecer. – Avalon. Realmente existiu?

— Sim. Nossa família ainda acredita em sua existência, mas que seu acesso se tornou impossível pois o sangue bruxo não apresenta a pureza ou a valoriza, como nos dias antigos. – Morgaine iniciou a explicação – Primeiro um sacrifício a Deusa-Mãe, a Fada Morgaine, a Senhora do Lago e a Deusa Tríplice, com a própria Lâmina Sagrada, Excallibur.

Naquele momento, Morgana concentrou-se levemente para que aqueles que havia ocultado se tornassem visíveis novamente. Ela os fez flutuar pelo ar até que conseguisse posicioná-los na forma desejada, o pentagrama.

— Você realizará os rituais de hoje. – A bruxa mais velha declarou – Há muito o que ser feito até Imbolc.

— O que vai acontecer em Imbolc? – A sonserina indagou curiosamente.

— Você irá saber na hora apropriada.

Morgaine dirigiu-se até o círculo do pentagrama, onde a espada descansava e a retirou. A energia que sentia todas as vezes que tocava na espada a fazia crer ainda mais que estavam no caminho certo.

— Você sabe os símbolos, certo? – Ela indagou, recebendo imediatamente um aceno positivo – Ótimo. Você vai fazê-los no peito dessa gente, e depois vai fazer com que sangrem.

Ela assistiu enquanto a dúvida, hesitação, resignação e, finalmente o que ela procurava, certeza passaram pelos olhos de outra. Enquanto o ritual acontecia, Morgaine prostrou-se de joelhos e iniciou suas rezas em Verbis Diablo. Só ficou ainda mais surpresa quando Samantha mimetizou suas ações e um sentimento estremeceu seu corpo, ela se perguntou se aquilo era orgulho.

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Hermione nunca foi uma pessoa que não presta atenção à sua volta. Jamais. Por isso ela não conseguia acreditar nas palavras que ouvira do patrono de Minerva McGonagall, que se dissipara há poucos instantes. Reunião da Ordem da Fênix? Quando diabos o assunto com os puros sangues simpatizantes haviam se tornado tão graves? E o mais importante: por que ninguém se importou em falar isso para ela?

A mulher saiu de seu transe momentâneo e ergue-se de sua mesa. Após uma rápida checagem para conferir se sua sala continuava impecável, ela fez seu caminho para fora do Departamento de Regularização e Controle de Criaturas Mágicas, onde acenos uma despedida para seus subordinados e finalmente conseguindo sair do Nível Quatro.

Finalmente chegando no Largo Grimmauld, número 12, ela adentrou a cozinha, que na realidade tornara-se a sala de reuniões oficial, desde a Segunda Guerra. Cumprimentou rapidamente os rostos familiares, hesitando diante de novas faces.

— Oh, srta. Granger, que bom que chegou. Podemos começar agora. – A diretora de Hogwarts declarou, assim que se sentara na cadeira ao lado de Gina Potter. – Por que não conta as coisas que aconteceram até agora, querida?

— Claro. – A mulher concordou – Os Puristas são ainda mais estritos que Voldemort, no quesito de aceitação. Apenas puros sangues são aceitos, sem exceções. O rosto do movimento é Lorde Viserion Le Fay, mas quem realmente comanda tudo é Lady Morgaine. Eles estão se esforçando o máximo para fazer a descendente que possuem ser digna do papel. Pessoalmente, eu acredito que tenha mais nos planos de Lady Morgaine que purificar o sangue bruxo.

— Eu não acredito que você realmente fez isso! – Andrômeda Tonks exclamou, exaltada, fazendo a mulher, que estava à frente, se encolher visivelmente – Perdeu sua cabeça?

— Andy, eu fui informado da possibilidade de isso acontecer e concordamos que seria a coisa mais inteligente a se fazer. – Harry interviu – Ela pode conseguir informações.

— Você não se meta no assunto entre mim e minhas sobrinhas, Harry! – Ela rosnou – Eu não vou admitir que a vida dela fique em perigo por informações.

— Andy... – McGonagall iniciou, em um tom apagizador.

— Não! Nem tente esse tom comigo, Minerva! – Ela exclamou e se dirigiu a mulher – Não! Você vai tirá-la disso tudo antes que fique pior. Agora!

— Eu não posso fazer nada agora, Andy. – A mulher tentou, o que causou Andrômeda a semicerrar os olhos – Ela está com Morgaine agora.

— O que? Como sete infernos de Merlin você permitiu isso? Quer saber, não importa! Eu vou buscá-la agora.

— Andy! – A mulher chamou, fazendo Tonks virar com um olhar de pura fúria – Ela não vai se afastar, eu já tentei. Eu acredito que as únicas pessoas que possa fazer isso são aquelas que ela está afastando mais: seus amigos em Hogwarts.

A face de Andrômeda Tonks exibia pura mágoa, e Hermione não sabia dizer se o sentimento era direcionado a mulher ou a sobrinha a quem elas estavam discutindo. A ex-grifinória quis, mais do que nunca, consolar a mulher com quem ela se tornara boa amiga. Ela não merecia perder o marido, a filha, o genro e a sobrinha em um período de tempo tão curto.

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Daeron ainda não havia se acostumado a não ter Hunith ao seu lado todo o tempo. Riu para si no corredor vazio ao pensar na quantidade de vezes em que olhara para o lado, procurando fazer algum comentário, mas sua gêmea não estava ali. Sabia que era um pouco egoísta pensar dessa maneira, sabendo indiretamente que a irmã e Sam estavam tendo alguma coisa, mas ele não podia evitar.

O moreno entrou em mais um corredor vazio, procurando justamente a dupla que ele estava pensando. Sabia que Hunith estaria perto de Sam, vigiando-a, tentando, de seu modo silencioso, fazer com que ela falasse o que realmente estava acontecendo com ela. Isso tornava seu problema maior encontra Samantha, e ele não tinha ideia de onde procurar.

Virou novamente para um dos corredores e simplesmente não queria acreditar na cena diante de seus olhos. Seu alvo de procura estava encostada em uma parede, cercada por simpatizantes explícitos da purificação do mundo bruxo, claramente tomando conta da conversa.

— Ah-hem. – Ele pigarreou, atraindo a atenção de todo o grupo – Sam, posso ter uma palavrinha?

— Claro. – Ela o seguiu por alguns metros, o suficiente para que o grupo com quem ela conversava anteriormente não os escutasse.

— O que diabos é isso? – O sonserino indagou exasperadamente – Desde quando você fala com eles?

— Foi apenas uma questão de identificação, Daeron. Vocês sempre souberam que sou a favor da purificação do sangue bruxo, eles são apenas convivências que compartilham de meus ideais. – A bruxa respondeu tranquilamente.

— E quanto a nós?

— Eu não tenho interesse algum em falar, ser vista ou gastar meu tempo com sangues-ruins. – A sonserina respondeu, crispando os lábios – Se isso for tudo, vou retornar para eles, tenho certeza que são as companhias certas para alguém como eu.

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Felicity estava irritada. Raivosa. Furiosa. Colérica. Puta. Ela não conseguia acreditar nas palavras de Daeron, ainda mais tendo certeza em seu âmago que era a versão suavizada de como a conversa ocorrera. Apesar de Samantha, tal como Elize, ter deixado claro que acreditava na pureza sanguínea ou qualquer seja o modo que era chamado, ela era uma pessoa boa, inclusive ajudando a própria Felicity se ninguém se oferecesse antes.

Ela ergueu-se da mesa da biblioteca onde estavam reunidos e começou a marchar em círculos, ao redor dos amigos. O que a metamorfomaga não daria por um duelo agora, nesse exato momento. A ira fervia dentro de si, e ela estava a ponto de senti-la em suas veias.

— É isso, eu vou matar aquela menina! – A corvina explodiu.

Ela virou-se violentamente, fazendo seu caminho para procurar Samantha, antes que qualquer um pudesse impedi-la, e colidiu com alguém. Sentiu-se sendo segurada antes de cair no chão e, ao erguer os olhos, uma mulher segurava seus ombros, ainda a balanceando.

— Vocês são Kane, Ackles, Winchester, D’Auvergne, Blood, Buckhardt, Hoffwen, Cerasis, Sartori, McBley, Kraskov, Moon e Pearl? – Ela indagou, após estuda-los.

— Sim. – Veio a resposta de Alexis – E a senhora é?

— Andrômeda Tonks. Vim avisá-los que McGonagall está requisitando a presença de vocês. A senha é Vera Verto. – Ela esclareceu, e logo, todos já estavam saindo, até que ela os chamou de volta – Se algum de vocês esbarrar com Samantha Black avise a ela que a presença também é requisitada.

— Essa metida a besta assinou a sentença dela, sra. Tonks. – Felicity se ouviu dizer, ao sentir a raiva retornar com toda intensidade.

— Sugiro que não fale assim de minha sobrinha, srta. Sartori. – Ela respondeu, fazendo grande parte dos presentes se entreolharem surpresos – Vocês deveriam ir, já estão atrasados.

O percurso até a Torre foi feito em silêncio pelo grupo. A maioria, ponderando o motivo de serem chamados daquela vez, mas Felicity não estava. A corvina não pode evitar de pensar o quão hipócrita da parte da sonserina era ser tão contra mestiços e nascidos-trouxas, enquanto eles estavam presentes na própria família, e algo dentro de si dizia que Matt pensava o mesmo.

— Sentem-se, por favor. – A diretora requisitou – Vamos esperar a srta. Black para que possamos começar.

— Creio que isso não será necessário, professora – Lyra falou.

— Sem problemas. – A bruxa replicou, e, apesar de sua tentativa de ocultar, Felicity captou a decepção nos olhos e na voz da mulher – Como vocês estão cientes, há um novo grupo que com uma proposta de purificação do mundo bruxo, de maneira mais radical que Voldemort propôs. A Ordem da Fênix se reuniu hoje mais cedo e, após muita discussão, decidimos que gostaríamos da participação de vocês em alguns objetivos que procuramos alcançar. Vocês receberiam um treinamento adequado para que pudessem se proteger, caso chegue a isso, e todo resto. O sr. Potter sugeriu que propuséssemos isso hoje, para que vocês possam ponderam pelos próximos três dias, aguardarei a resposta de vocês no domingo.