Dear Diary - (ItaSasuSaku)
19 Hiruko, o pequeno sábio.
Notas iniciais
OiOiOiOi
Cês me sacanearam da última vez em. 5 reviews ç.ç
Capítulo pequenininho pra vocês, suas malvadas u.u
Cês me sacanearam da última vez em. 5 reviews ç.ç
Capítulo pequenininho pra vocês, suas malvadas u.u
Personagem Narrando: Haruno Sakura
Eu sinceramente duvido que algum dia eu vá ver algo mais doloroso do que aquilo: as casas destruidas em meio à cinzas de um recente incêndio, corpos jogados pelas ruas. Idosos, crianças, cães, mulheres, homens... bebês! Aquilo era pavoroso. Como poderia Sasuke ser o mandante de tal ato? Teria ele salvação afinal? Após assistir aquilo tudo, eu duvidava muito.Tínhamos acabado de chegar ali e tudo que eu via embrulhava meu estômago. Sasuke permanecia inexpressivo ao meu lado, evitando até mesmo olhar a destruição ao redor. Eu preferia acreditar que ele sentia remorso, culpa. Mas seu rosto só dizia que aquilo era pouco demais para chamar sua atenção, ele não se importava. O que aconteceu com sua alma? O que aconteceu com Uchiha Sasuke?_ Não fique não impressionada. Isso acontece todos os dias. As pessoas morrem, acostume-se com isso. — Após uma olhada rápida para meu rosto ele pareceu querer fazer algo, dizer algo. Não surtiu efeito algum._ Ok. — Menti, e apesar de certamente ele saber se mentira, não relutou.Chegamos à um local mais ao sul onde uma casa permanecia intacta.Em frente ela, Suigestu estava sentado e talhando algo em um tronco com sua kunai, visivelmente entediado. Quando nos viu, seus olhos pareceram iluminar-se: a chegada de Sasuke era sinônimo do adeus de seu tédio._ FINALMENTE! Esse lugar ta morto! — Fez uma piada infeliz, me fazendo grunhir._ Onde esta o menino? — O Uchiha olhou para a porta da casa, como se esperasse algo._ Que menino? — Perguntei, esperançosa._ Pedi que deixassem um menino vivo. — Deu de ombros._ Ele esta la dentro. Se chama Torakkā Hiruko. É um menino forte, tem 8 anos e é muito calado. Não disse nada para nós além de seu nome e sua idade._ Eu não daria muitas satisfações aos assassinos de minha família. — Repudiei o ato deles. Pude ver Sasuke me olhar._ Ja chega disso. Vamos entrar e falar com ele._ Espera ai! Torakkā ? Aquele clã quase extinto? — Sakura pareceu perceber enfim o que acontecia ali. — O que pretende, Sasuke? Se igualar a Itachi? Destruir um clã inteiro?_ Não. Darei a ele um motivo para viver. E não pretendo me igualar a Itachi, pretendo supera-lo.-Personagem Narrando: Uchiha SasukeLa estava o garoto. Ao contrário do que pensei ele não estava amarrado ou amordaçado. Estava apenas sentado e de olhos fechados, parecia até mesmo estar meditando. Era estranho ve-lo tão calmo diante uma situação como essa: outra criança estaria em um ataque de histeria. Senti um pouco de desconforto ao ve-lo abrir os olhos: Verdes claros, me lembrava a Haruno que estava desgostosa ao meu lado. O cabelo dele era azulado porém bem claro, quase se podia dizer que eram brancos. Era bem pequeno para sua suposta idade._ Por que escolheram ele?_ Ele foi o único que conseguiu atingir-nos. — Juugo falou, olhando para Suigetsu. — Fez Suigetsu desmaiar com uma mordida no pescoço._ Me pegou distraido. — Ele reclamou, grunhindo. Não pude evitar um sorriso breve._ O garoto é bom... — Admiti em voz alta. — Ou talvez só melhor que Suigetsu, o que não é muita coisa._ Hey!_ Hey, moleque. — Prossegui. — Qual é seu nome?_ Torakkā Hiruko._ Não vai perguntar meu nome?_ Se ao menos eu tivesse interesse em saber... — Disse calmamente, apesar das palavras serem um tanto grosseiras._ Que menino insolente! — Olhei para Sakura, ela fitava o pequeno com compaixão. Eu sabia que aquilo afetaria meu relacionamento com ela. Teríamos que resolver isso mais tarde._ Você me parece boa demais pra estar envolvida nisso — O menino passou a me ignorar, olhando para Sakura com um tom amigável demais para a situação. — Me atrevo a dizer que discorda disso tudo._ Sim, discordo. — Tinha olhos amáveis. — Deixe-o ir, Sasuke. Ja chega._ Calma, ja vou deixa-lo. — Revirei os olhos. — Garoto, preste atenção._ Sou todo ouvidos. — Ele parecia inteligente demais para um garoto de meros 8 anos._ Eu me chamo Uchiha Sasuke. Não se esqueça desse nome. Te esperarei daqui a alguns anos para um embate. Vingue a morte de sua família._ Não farei isso. — Ele negou com a cabeça, me fazendo franzir o cenho._ Não sente ódio por mim?_ Não. Sinto pena. — Olhou-me com aqueles olhos invasivos. — A cada morte que você provoca se afastas mais da própria vida._ Isso é patético. Um pivete filósofo.- Olhei para ele com desdém. — Eu sinto pena de você. Esta sozinho._ Então devo eu sentir pena de você também? Porque você também me parece sozinho._ Eu pareço sozinho pra você? — Olhei para Sakura e voltei a olha-lo._ Eu não sei por qual motivo você esta com ele, rosada. — O garoto voltou a se dirigir a ela. — Mas faço uma ideia. Se estiver certo, e eu acredito que esteja, esqueça. Não tem mais jeito._ Suma daqui! — Peguei-o pela camisa, erguendo-o até a altura dos olhos e fazendo-o me encarar diretamente._ Deixe-me falar com ele, Sasuke? — Ouvi a voz feminina atrás de mim e encontrei um par de olhos redondo e esverdeados a me encarar, pedintes.
_ A Sos? Nem pensar!_ Por favor, Sasuke... — Ela se aproximou e segurou minha mão, fazendo-me soltar o moleque._ Seja breve! — Sai, junto com meus dois companheiros de time.-Personagem Narrando: Haruno Sakura_ Onde esta o pivete? — Juugo questionou-me quando me viu sair da casa sozinha._ Ja foi. — Enxuguei algumas lágrimas que rolaram pelo rosto, deixando que Sasuke percebesse. Eu queria que ele visse._ O que disse a ele? Sobre o que conversaram? — Sasuke não costumava ser muito falante mas estava curioso. Não demoramos muito tempo mas certamente ele não via sentido em uma conversa entre nos dois._ Só queria conforta-lo. Ensina-lo como viver daqui pra frente. -Olhei para o vazio, lembrando-me do pequeno pulando a janela e correndo para a floresta._ E para onde o mandou ir? Konoha? — Ele me olhou com sarcasmo e eu o fuzilei com os olhos. Ainda sim não pareceu se abalar com isso._ Não. Quero sair daqui. — Pedi, por fim, e ele pareceu concordar em dar uma trégua para aquela conversa. Eu sabia que apenas adiei, jamais a evitaria._ Vamos. — E partimos para a direção proposta por ele.
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