Dear Diary
4 04 - Apaixonada por Tom
Notas iniciais
ta aqui mais um capitulo da fic, essa tem cenas mais hots, espero que gostem.
Ah, estou pensando em dois caminhos: um que ela fica com o Bill e outro com o Tom. Qual vocês preferem? Deixem um review dizendo sua preferencia e a que ganhar eu posto aqui.
Beijos e aproveitem ♥
–Tom? –falei, surpresa.
Não esperava ele aqui, ainda mais tão tarde, achei que ele fosse pra alguma balada ou coisa do tipo. Ele entrou rápido pela porta, me puxou para a sacada e ficou me olhando. Fiquei preocupada, ele parecia estar sofrendo.
–Tom, o que foi? Aconteceu alguma coisa?
–Na verdade sim, eu estou com medo e não sei o que fazer sobre isso. – me assustei e pensei no Bill.
–Não se preocupa, não é nada com ele. – ele suspirou – é... É uma garota. Eu não sei direito o que estou sentindo, mas não consigo parar de pensar nela. O sorriso dela me encanta, o olhar dela me hipnotiza, ela é a mulher mais perfeita do mundo pra mim. Eu a quero como nunca quis ninguém. Já tentei ficar com outras mulheres, mas não consigo, sempre acabo pensando nela. O que está acontecendo comigo, Amanda?
Ele me olhava desesperado, mas eu não conseguia encontrar minha voz; eu estava sem reação. Então o Tom realmente estava gostando de alguém, ele estava mudando. Mudando por alguém que não era eu. Me segurei pra não chorar, eu não entendia porque eu estava assim.
É claro que ele não se apaixonaria por mim, onde eu estava com a cabeça?
–Acho que você está apaixonado, Tom. Muito apaixonado.
–Mas acho que ela não gosta de mim. – ele riu, amargurado – também, quem se apaixonaria por mim? Eu nunca seria um bom namorado, não sou como meu irmão.
–Não fala assim, Tom, por que ela não gostaria de você? Você não precisa ser seu irmão pra isso, tem muita gente que gosta de você do jeito que você é.
Ele me lançou um sorriso que fez com que meu coração disparasse.
–Você acha que eu devia contar a ela? – assenti – obrigada mesmo, minha pequena.
Ele me deu um abraço forte, e sem querer deixei cair uma lagrima.
Eu estava me sentindo muito confortável em seu abraço e ele parecia sentir o mesmo, então ficamos assim por um bom tempo antes de nos separarmos.
–Amanda, posso dormir aqui com você hoje? – olhei-o em choque – ei, calma, é que o Bill me trancou do lado de fora, e ele não acorda de jeito nenhum.
–Sem segundas intenções?
–Não vou fazer nada que você não quiser que eu faça. Mas se você quiser... – fiz uma careta – calma, to brincando. – ele sorriu.
Saímos da sacada e fomos dormir. Deitei na cama e ele se deitou ao meu lado me abraçando. Ele suspirou e murmurou baixinho, enquanto depositava beijos em meu pescoço:
–Você tem um cheiro bom. – ele continuou me beijando e eu não consegui conter um gemido.
–Tom... – gemi baixinho seu nome, fazendo-o suspirar. Me virei, ficando de frente pra ele, encostando nossos rostos. Dei-lhe um beijo na testa, enquanto ele me olhava nos olhos cheio de desejo. Sorri e beijei-o lentamente na bochecha, no nariz, parando em sua boca e dando-lhe um selinho demorado, enquanto ele segurava meu rosto com delicadeza e suspirava. Virei-me de novo, Tom puxou-me para perto de si e passou o braço por minha cintura.
Eu estava apaixonada pelo Tom, e duvidava muito de que isso fosse bom.
Já estava sonolenta e quase caindo na inconsciência quando pensei ter ouvido um “estou apaixonado por você” vindo do Tom, mas não prestei atenção nisso. Eu estava sonhando, era isso.
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No outro dia de manhã acordei e o Tom já não estava mais lá. Achei isso estranho, geralmente eles acordam bem mais tarde que eu. Me levantei e vi um bilhete ao meu lado.
“Bom dia minha pequena,
Você estava tão bonitinha dormindo que nem te acordei. Adorei passar a noite com você, você faz bem menos barulho que o Bill enquanto dorme. Hoje vou contar a aquela garota o que sinto por ela. Obrigada, por tudo.Te vejo mais tarde,
Tom."
Me arrumei, decidida a esquecer a noite passada e não deixar que nada disso me afetasse. Eu ainda seria amiga do Tom, e isso me deixava feliz. Eu acho.
Coloquei uma roupa simples, jeans, tênis e moletom. Fiz uma maquiagem leve, prendi meu cabelo e fui tomar café da manhã. Cheguei lá e o Bill estava tomando seu café; busquei minhas coisas e me sentei ao lado dele.
–Bom dia minha pequena. – ele sorriu
–Bom dia meu gigante. – retribuí o sorriso
Comecei a comer em silencio enquanto ele me olhava.
–Está tudo bem? Você parece meio triste.
–Está sim – sorri – é só que estou com saudade das minhas amigas, e ontem andei pensando em coisas que me machucam, como no meu passado e tal. – não era mentira, eu realmente pensei nisso ontem.
Bill estendeu a mão pra mim, fazendo carinho em meu rosto. Fechei meus olhos e suspirei.
Terminamos nosso café e subimos de mãos dadas. Quem nos olhasse acharia que somos namorados. Sorri com essa ideia, olhando para o Bill que sorria do mesmo jeito, acho que ele pensava a mesma coisa.
Fomos até o quarto dele, onde ele colocou um filme, se deitou na cama e me puxou para que eu deitasse ao seu lado. Na metade do filme nós dois já estávamos com sono. Deitei-me sobre o peito do Bill enquanto ele me abraçava com força.
Olhei para ele e ele sustentava meu olhar como se estivesse hipnotizado. Seu olhar estava cheio de carinho e paixão. Aproximei meu rosto do seu e dei-lhe um beijo no canto de sua boca. Ele corou e sorriu.
–Sabe Bill, você é o cara mais fofo do mundo. – falei, passando a mão por sua bochecha corada.
–E você a garota mais perfeita que já conheci. Obrigada.
–Pelo que?
–Por ter entrado na minha vida. – ele sussurrou e me beijou.
Nosso beijo começou calmo, mas logo o aprofundamos e ele se tornou ardente e cheio de desejo. Bill separou nossas bocas cedo demais e começou a mordiscar, beijar a dar leves chupões em meu pescoço e em meu colo, e eu me arrepiava com o piercing em sua língua em contato com minha pele.
Estávamos indo longe demais, mas eu não conseguia parar. Não conseguia e não queria.
Bill tirou sua camisa, deixando seu peito nu. Suspirei e mordi meu lábio enquanto ele sorria e começava a corar. Ele era lindo demais. Ele se sentou e me sentou em seu colo, tirando rapidamente meu moletom e minha blusa. Corei e ele sorriu.
–Você é linda – murmurou ele, segurando meu rosto entre suas mãos e sorrindo.
–Você é mais – sussurrei, corando mais ainda.
Bill voltou a me beijar, dessa vez com delicadeza.Queria tanto que o Tom agisse assim comigo também.
Ai, meu Deus. Tom.
Era por isso que eu estava tão angustiada. Apesar de gostar muito do Bill, não era com ele que eu queria estar. Eu queria o Tom. Como eu posso ser tão burra?
Me afastei do Bill, murmurando com a voz embargada:
–Bill, acho que já fomos longe demais por hoje — ele me olhou confuso
–Tudo bem, mas tem mais alguma coisa acontecendo, não tem? Você está com uma cara estranha... — ele arregalou os olhos de repente — Eu te machuquei? Ah meu Deus, desculpa, por favor.... – ele falava cada vez mais rapido. Sorri e dei-lhe um beijo.
–Bill, calma, você não me machucou. É sério. Eu to confusa, é só isso. – abaixei a cabeça. Ele lançou-me um olhar de preocupação e fiquei confusa.
–Você está apaixonada pelo Tom, né? – ah, entendi. Olhei para ele surpresa – sou mais observador do que você pensa, Amanda. Sei disso, e sei também que você mesmo estando apaixonada pelo Tom sente algo por mim, mesmo não querendo admitir isso.
–Vem cá, você é vidente, lê mentes ou coisa do tipo?
Fiz uma careta e Bill riu, mas logo depois ficou sério e preocupado.
–Amanda, você é minha amiga e eu quero a sua felicidade acima de tudo. Tenho que te avisar que o Tom não é facil, acho dificil de ele mudar, e além do mais ele já está apaixonado. Eu só ainda não sei por quem, ele não me contou.
–Você tem razão, senhor sabe-tudo — sorri — mas eu não quero me apaixonar. Eu sei o quanto dói e não quero passar por tudo isso de novo. – Fiz cara de choro e Bill me abraçou com força.
Ele ficou sussurrando coisas em meu ouvido, pedindo que eu me acalmasse, e quando consegui comecei a me arrepiar com a proximidade de nossos corpos. Ele sorriu, malicioso.
–Ei, você quer que eu te faça esquecer essas coisas? — assenti, curiosa. E assim Bill me beijou.
A essa hora estávamos levantados, Bill me encostou na parede, fazendo nossos corpos se colarem. Hesitei enquanto o beijava. Bill afastou nossas bocas e sussurrou em meu ouvido com a voz rouca:
–Você pode fazer melhor que isso, pequena. Deixe fluir o que voce sente.
E então eu senti. Toda a tristeza e o abandono do meu passado, a mágoa do Tom, o ódio de mim mesma, a força que eu tive para enfrentar tudo que eu passei, coragem e um desejo enorme. Desejo de felicidade. Desejo de amar e ser amada. E principalmente, de ter o Bill só pra mim, nem que só por um dia.
Recomecei o beijo, fazendo Bill gemer baixinho de surpresa e prazer com a intensidade daquilo. Por um momento eu não lembrava de mais nada, só o que eu conseguia ver era o Bill, tudo que eu sentia era ele e tudo que eu queria era ele.
E eu gostava disso.
Bill me puxou mais pra perto enquanto eu passava minhas pernas por sua cintura colando ainda mais nossos corpos. Ele me jogou na cama, tirou minha calça e parou para me olhar. Ele me lançou um sorriso malicioso, tirou sua calça e voltou a me beijar.
–Você é minha – falou ele – pelo menos por hoje, você é só minha.
–Sim, e hoje é meu. Só meu. – ele sorriu.
–Quer parar por aqui? — ele me olhou preocupado. Sorri.
Não respondi, só me virei, ficando em cima dele e puxando sua boca para a minha, logo depois descendo e deixando beijos, mordidas e chupões por todo o seu corpo enquanto ele gemia.
Então continuamos de onde havíamos parado.
Notas finais
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