Deadly World
1 Capítulo I - Killing Machines
Notas iniciais
Prólogo.
No berço do planeta terra, tudo era harmonioso. As primeiras formas de vida nasceram nas águas quentes e serenas do mar, ao abrigo dos raios ultravioletas do Sol. Antes de surgiram os peixes os mares eram habitados por outras criaturas. Muitas delas se pareciam com animais marinhos atuais, como as medusas, os moluscos denominados braquiópodes, e diversos tipos de vermes. O aparecer dos dinossauros trouxe uma grande mudança, sendo os primeiros répteis. No entanto, a evolução que trouxe mais inovações fora a dos mamíferos. Uma nova evolução estava para chegar, até o dia em que uma chuva de meteoros ocorreu, com o testemunho da grande e deslumbrante lua. No meio deste caos, caiu sobre o rijo chão, uma espécie nunca vista antes. Era o novo animal que havia sido criado, a mulher. Sua aparência era encantadora, as madeixas roxas eram formosas, e seus olhos eram de um caramelo brilhoso, protegido por cílios longos e volumosos. A garota teve que aprender a sobreviver com os poucos recursos que tinha: uma faca, uma arma de fogo e uma corda. Com o passar do tempo, foi levando jeito, se tornando um ser forte e habilidoso. Pouco sabia, que mais uma tempestade estava por vir; Sendo denominada, A Chegado do Segundo Humano. A explosão de um meteoro, trouxe a terra um tipo diferente do ser. Os cabelos loiros que cintilavam, com seus olhos cor de oliva...o chamado homem. O ser novo tinha habilidades diferentes, sendo ele mais poderoso que a primeira mulher. Digamos que o envio desses seres á terra, de Deus, tenha sido como objetivo o povoamento do planeta. Ambos conviveram perfeitamente. Deram origem aos gêmeos bivitelinos, denominados, os prateados. Séculos e séculos predominaram. Os imortais. Procriaram, criando impérios poderosos, e dando o nome da terra deles de Hiroshima. Nada poderia para-los. A não ser uma doença. Um vírus que se originou dos quatro, afetando todos do reino. O corpo do garoto e da garota, junto dos filhos, era imune ao vírus. Não sendo afetados. No entanto, seu povo inteiro caiu, retornando como criaturas insanas e saciados por carne. Como meros robôs, a família ficou inativa por longos e longos anos. Congelados...
A epidemia não se espalhou O vírus predominou naquele estado. Nos anos modernos, aquele lugar foi apenas cercado por grandes muralhas. O governo do Japão sabia que com aquelas coisas não se brincava. Não se atreveram a se introduzirem no estado de Hiroshima, nem com as forças armadas. Mantiveram aquilo tudo em segredo. Para que ninguém temesse o pior.
Na sala mau-iluminada, empoeirada e quem sabe, até um pouco fantasmagórica, estava lá a família dos primórdios. Dormiram por um longo tempo, até chegar o ano de 2013. Olhos celestes iam se abrindo, vislumbrando um império morto. Um pequeno foco nos lábios da garota Senjougahara e conseguia-se perceber uma curva sádica. Não olhou para trás, pulando de seu palácio e voltando a caminhar sozinha. O estado de Hiroshima era realmente bem protegido pelas grandes muralhas, porém, a garota não ia perder por paredes de cimento. Ela estava no poder agora. Iria para outro lugar... recomeçar. Ou não.
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