Deadly Sins

4 The Deadly Sin


Chegando no Havaí´, G Callen, ajudou Elisa a descer do avião em que os dois chegaram. Ela ainda estava sob efeitos da anestesia que precisou para fazer os pontos.

É claro que agora ela estava quase um dia no ar, mas eles felizmente não vieram de voo comercial. Então, Elisa pode deitar em uma cama decente.

Sam colocou os óculos de sol e sorriu. Talvez dessa vez as coisas fossem melhores, sem um vírus mortal espalhado.

Steve e Danno estavam no aeroporto esperando a equipe NCIS pousar.

— Detetive Willians? – Callen abraçou o homem. – Quanto tempo.

— Sim, faz tempo mesmo. – Danny olhou para Steve que estava claramente com ciúmes. – Esse é o comandante McGarrett. Steve, esse é G Callen da NCIS de Los Angeles.

— Muito prazer, agente Callen. – Steve suspirou. – Como eu falei para a sua chefe de operações, eu vou assumir esse caso, ok? Você e seu time irão se reportar a mim.

— Nem a pau. – Callen olhou para Elisa. – Quem fez isso com a minha noiva está a solto. Eu quero muito.

— Sim, mas eu acho que eu tenho jurisdição aqui. – Steve se aproximou de Callen.

— Senhores, senhores. – Hetty abriu um espaço entre os dois homens crescidos. – Porque você vocês não dividem o caso? Ambos são as prováveis vítimas de quem quer que seja.

Anna estava observando o movimento da chegada da equipe da NCIS e deu um sorriso feliz ao ver Elisa. Ela preparou uma pequena lata de fumaça paralisadora e a lançou para o lugar onde o pessoal estava.

Elisa caiu aos pés de Callen e mesmo em um estado completo de inconsciência podia sentir que alguém a estava arrastando. Ela foi colocada em um porta-malas e a porta foi fechada.

Anna sorriu, percebendo o quão mau aquele aeroporto era vigiado e depois de ligar o Palio, ela saiu rapidamente, dirigindo rápido de propósito para machucar Elisa.

Enquanto isso, Ana se recuperava dos cortes que ela tinha. Ela estava na casa de Steve e resolveu tomar uma pílula para dor. Sentindo seu corpo se entorpecer ela quase tinha certeza que aqueles não eram seus remédios habituais.

Cath entrou atirando um dardo tranquilizante em Eddie e arrastou Ana com ela para seu próprio Ford Fiesta. Era hora de uma vingança forte com seu ex namorado.

Dando partida, ela não teve nenhum cuidado. Se Ana se machucasse seria até bom para ela.

Callen lentamente voltou a consciência. Era como se ele estivesse submerso e no segundo seguinte o puxassem da agua. Mas ao invés de Elisa, era Sam.

— Lise? – Callen estava tentando não entrar em pânico. – Sam?

— Callen. – O amigo ajudou Callen a se levantar. – Fomos emboscados aqui. Levaram Elisa.

— Ela era a vítima que eles queriam e nós a levamos para onde eles queriam. – Callen se desvencilhou da mão de Sam e saiu em direção a saída. Ele começou a chorar, pensando no que sua mulher estava passando.

— Callen! – Steve se juntou a ele. – Acabei de falar com meu vizinho. Ana foi sequestrada. Drogaram meu cachorro.

— Steve? – Callen E Steve pararam um do lado do outro em silencio. – Será que você está pensando no mesmo que eu?

— Talvez sim. – Steve olhou para Callen. – Se o que você estiver pensando em juntar a nossa equipe e caçar quem estiver atrás de nossas garotas, estou totalmente dentro.

— Vamos voltar então. – Callen atirou uma pedra na estrada. – Porque eu quero caçar.

Steve e Callen queriam sangue, ainda mais se o dono dele fossem as pessoas que levaram suas noivas.

Enquanto isso, Cath chegou ao esconderijo. A casa era dela desde a primeira vez que ela veio até o Havaí, mas nunca contou a ninguém sobre a existência dela.

Abrindo o porão, elas deixaram Ana e Elisa caírem sozinhas. Não era alto nem raso. As duas poderiam ficar lá, as malucas poderiam fazer o que quisessem sem ter sangue.

Elisa sentiu a dor de cabeça quando finalmente acordou. Esse lugar a lembrou da vez em que um dos muitos inimigos de Callen a enterrou em um caixão e a quase matou sem ar.

— Merda! – Elisa olhou para o lado ao notar uma garota loira. – Ei, você está bem?

— Hmm, mais cinco minutos, Steve. – Ana logo se virou e sentiu a cabeça doer assim que ela bateu no teto. – Merda!

— Foi o que eu disse. – Elisa viu a garota pular. – Não se assuste. Eu fui levada por esses psicopatas também. Elisa McGee Pride, em breve Callen.

— Ana Marie Gibbs. – Ana sorriu. – Breve McGarrett.

— É um prazer, mas eu já ouvi seu nome antes. – Elisa tentou lembrar. – Você foi atacada recentemente.

— Você também. – Ana falou. – Acho que a gente era os alvos finais.

— Mortes de loiras em Los Angeles e mortes de morenas aqui. – Elisa suspirou. – Seu marido tem desafetos?

— Sem contar aqueles que querem matar ele por ele ter prendido eles? – Ana sorriu. – A lista no Word tem 18 páginas.

— Bem, o meu noivo também parece fazer desafetos de seus bandidos. – Elisa sorriu. – Mas o meu tem mais alguém. Uma garota que nunca aceitou o fim do namoro.

— O meu também. – Ana falou e viu a porta do compartimento onde elas estavam se abrir. – Cath?

— Anna? – Elisa ficou chocada com quem eram as raptoras. – O que deu em vocês?

— Vingança, Elisa. – Anna deu um choque de Taser na promotora. – A mais pura e doce vingança.

— A mesma coisa aqui, Ana! – Cath disparou a própria arma de choque em Ana. – Poderíamos ficar aqui a noite toda.

Quando a arma foi finalmente liberada, Elisa caiu no chão de madeira, completamente desgastada. Ana fez o mesmo, sentindo que ela não tinha nenhum controle de seu próprio corpo naquele momento.

Cath tirou uma foto das duas meninas e pegando os telefones, enviou uma mensagem para Callen e Steve. Ela jogou o telefone para cima e meteu uma bala, quebrando o celular inteiro.

G estava lavando o rosto quando sentiu o telefone vibrar e depois de pegar, desejava não ter feito. Elisa estava completamente apagada e a noiva de Steve ao seu lado do mesmo jeito.

Saindo correndo do banheiro, ele praticamente voou.

— Sei que descartamos algumas pessoas, mas há um nome que eu quero incluir. – Callen pegou o canetão de quadro e escreveu um nome. – Anna Kolchek.

— Você não deu o fora nela? – Kensi perguntou.

— Na verdade, ela me deixou por um emprego em uma agencia melhor. – Callen olhou para Steve. – CIA.

— Catherine Rollins. – Steve foi até o computador da mesa e digitou rapidamente. – Ela deu baixa na CIA há quatro semanas.

— Anna também deu baixa no dela há quatro semanas. – Eric enviou para todos os tablets, celulares e monitores. – A CIA não ia comentar, mas Hetty é Hetty.

— Anna foi acusada de agredir um funcionário com quem ela supostamente teve um caso. – Nell continuou. – A Srta Rollins pediu transferência para algo menos secreto. Ela está baseada em Los Angeles.

— Anna está aqui, no Havaí. – Eric olhou para todos e esperou o próximo passo.

Olhando para onde as garotas estavam, Anna e Cath deram risadas. Elas só não esperavam o que viria pela frente. E iria acabar com as duas de uma vez.