Deadly Sins

9 HoneyMoon In Capital Letters.


Callen estava sentado na sua barraca na praia maravilhosa de Ipanema. Ele queria um lugar lindo para passar a lua de mel com Elisa e percebeu que o único lugar que ele ainda não tinha levado Elisa era para o Brasil.

— Eu nem acredito que a gente chegou aqui. – Elisa sorriu, tomando uma agua de cocô. – Eu realmente não sou fã de cocô, mas água de cocô é demais.

— Bem, eu também não gostava de caipirinha, mas agora sou um fã. – Callen viu a cara de chateada de Elisa. – O que foi, querida?

— Você vai pagar por me tentar quando eu ter esse bebê. – Elisa jogou um punhado de areia na cabeça dele. – Que tal a gente fazer um pequeno tour antes de voltarmos para o hotel? Talvez eles tenham algo bem apimentado.

— Eu sei onde tem. – Callen a ajudou a se levantar indo em direção a uma barraquinha de rua. – Com licença, mas você teria algo bem apimentado?

Elisa ficou surpresa ao perceber que Callen sabia falar português quase naturalmente. Isso o tornou ainda mais quente.

— Obrigado. – Callen passou a Elisa uma cesta com bolinho e depois deu uma nota de 50 reais para o homem. – Eles chamaram de acarajé. Feito com pimenta, bom para mulheres grávidas.

Elisa mordeu o aperitivo e sentiu sua boca se encher de saliva. Ela quase se ajoelhou de tão bom que era.

— Meu Deus, que coisa boa. – Elisa sorriu. – Callen, eu fico tão feliz que tenha escolhido o Brasil para a lua de mel.

— Bom, eu não podia deixar de aproveitar esse lugar lindo. – Callen a puxou mais perto. – Quer visitar algum lugar em especifico?

— Estádio de futebol, talvez participar de uma roda de capoeira. – Elisa sorriu. – Que tal sentar mais na areia e tomar um café?

— Você está muito a fim de explorar esse lugar, não é? – Callen sorriu.

Eles tinham quase três semanas de lua de mel no Brasil e ele pretendia aproveitar cada segundo dela.

Enquanto isso, Steve levou Ana para Veneza. Ele queria há muito tempo vir para a cidade da Itália e sorriu. Ele viu Ana posando para fotos.

Eles logo iriam para a cidade onde Romeu e Julieta haviam supostamente vivido uma paixão proibida.

— Querida, aqui. – Steve deu a namorada uma garrafa de suco. – É bom se manter hidratada.

— Sim, pai. – Ana brincou com o marido. – Você sabe, eu podia ter visto o coração da minha mãe ter explodido em flores.

— Anunciar que você está grávida cinco minutos antes de sair em lua de mel é uma estratégia fascinante. – Steve a beijou e ouviu o pigarro do homem da balsa. – Não vejo a hora de chegarmos no nosso quarto.

Danno estava revendo os últimos detalhes do sequestro de Ana e Elisa para fechar os casos em abertos de homicídios. Parando em uma imagem, ele percebeu algo de estranho.

Todos os lugares em que as vítimas foram descartadas, havia um lago. Ele percebeu que a falta das joias podia estar ligada ao lago.

— Duke, é o Danny. – Ele se sentou melhor. – Eu preciso que você envie uma equipe de mergulhadores até o parque das cerejeiras.

— Estamos procurando algo em especifico? – Duke anotou o que Danno lhe mandou fazer.

— Todas as vítimas estavam sem anéis de noivado, joias... – Ele podia ouviu o homem do outro lado da linha entender. – Acho que a gente vai ter uma surpresa.

Hetty, Sam, Deeks e Kensi haviam voltado para Los Angeles para fazer os relatórios finais. Sam, como chefe interino, mandou fazer o mesmo que Danno no Havaí.

— O que achou? – Sam perguntou ao líder da drenagem. – Algo de brilhante?

— Na verdade, você falou de três vítimas, mas achamos muito mais joias. – O homem levou Sam até o lugar onde as joias eram separadas. – Parecem joias de família, tudo em conjuntos.

— Mas que merda é essa? – Sam pensou que o caso havia acabado com a morte de Anna e Cath, mas parecia só estar no começo. – Talvez a gente tenho mais vítimas.

— Quer trazer os cães? – O homem falou. – Eles podem encontrar caveiras humanas.

— Eu acho que seria melhor. – Sam não iria interromper a lua de mel dos casais por causa dessa descoberta, mas se as coisas ficassem mais mórbidas, ele iria telefonar.

Callen levou Elisa para um dos estádios do Rio de Janeiro. Ele colocou um moletom cor de rosa nela.

— Eu não quero que eles achem que a gente torce para o time rival. – Callen acenou para um rapaz aleatório. – Olha, Lise, que lindo.

Eles chegaram no momento em que ocorria um treino de futebol no estádio e apesar de Callen ficar todo bobo, Elisa só tinha olhos para ele.

— Eu achei que vocês iria gostar dos jogadores sem camisa. – Callen a beijou. – Mas eu acho que sou mais interessante.

— Pois eu tenho certeza. – Elisa o beijou.

— Eu vou te levar de volta para o quarto agora. – Callen sorriu para ela e eles deixaram o campo de futebol.

— Meu Deus, que lugar lindo! – Ana parou na frente da estátua de Julieta. – Acredita que eles nunca puderam se amar em paz? É injusto.

— Sim, mas eu e você estamos casados e vivendo a nossa história. – Steve a viu pegar uma caneta e escrever em um espaço em branco da parede. – Ana + Steve = Amore Eterno.

— A gente pode realmente querer uma ajudinha de Julieta. – Ana puxou Steve com ela.

Callen havia planejado uma pequena viagem dentro da viagem ao Brasil. Eles foram até o estado mais ao sul do Brasil em busca de um lugar mágico.

Eles desembarcaram em Gramado e foram direto para uma ponte onde os casais penduravam cadeados com seus nomes em um coração que metal e depois prendiam na ponte, jogando a chave fora.

Callen comprou o cartão deles e depois de prender a tag no cadeado, ele o prendeu na ponte. Ele jogou a chave no lago, beijando Elisa enquanto ela caia e acabava em um algum no lago.

— Agora a gente vai ser um casal para sempre. – Callen sorriu. – Já que estamos aqui, que tal a gente ir tomar um pouco de chocolate e aproveitar o friozinho que está fazendo e se aconchegar na lareira?

— E gosto do seu pensamento. – Elisa o puxou pela mão, o levando até o quarto do hotel.

Pride estava em seu bar em New Orleans quando Dua Lipa entrou nele.

— Então, o que você quer falar comigo, Pride? – A mulher viu sua bebida favorita sendo colocada a sua frente. – Estou tendo dificuldade em pensar nos motivos.

— Você cantou no casamento de Lise no Havaí. – Pride sorriu. – Estou apenas lhe dando o dinheiro do cache e sorrindo tentando fazer você não contar a ela que nosso encontro por acaso no aeroporto não foi bem por acaso.

— Você me contratou para cantar no casamento dela. – Dua bebeu. – Não é vergonha.

— Que tal se a gente casualmente esquecer isso e quando chegar o aniversário dela fazer um show com o Nickelback.

— Se você conseguir o vocalista, eu chamo os outros. – Ela sorriu e colocou os óculos de sol. – Beijo, Pride.

Pride continuou servindo suas bebidas sorrindo sabendo que o segredo dele estava a salvo.