Notas iniciais
Hey cerejinhas, como devem ter notado eu ainda não voltei a postar como eu fazia antes, porém ainda estou me acostumando e voltando aos trilhos podemos assim dizer já que nos dias em que eu tinha isso para por em ordem eu tive os problemas com a luz, mas seguindo em frente, vou tentar postar três vezes a semana, mas obviamente não garanto começarei a semana contando a partir de segunda. Boa leitura

POV- Bianca

Parei na parte da frente da escola me encostando na parede e por algum motivo estava nervosa, apesar de ser apenas um garoto normal que tinha me chamado para comer algo e trocarmos ideias era estranho essa ideia de ficar sozinha com ele, mesmo isso já tendo acontecido antes.

Leo, Frank e minha irmã Hazel vinham conversando até que Leo me viu e sorriu, agora já estavam próximos o suficiente para poder ouvir o que eles falavam.

— Cara mas precisamos patrulhar a área amanhã. – Frank disse com cara de tedio.

— Claramente a Piper está fazendo essa festa por causa das irmãs delas.- Hazel disse e Leo deu de ombros.

— Realmente não importo, acho que a festa vai ser interessante e que vai cumprir o mesmo objetivo da feira, trazer a normalidade para a cidade de novo. – Leo disse e Frank deu de ombros.

— Bianca.- Leo me cumprimentou com um beijo na bochecha. – Vamos?

— Claro.- Disse sorrindo de leve.

Hazel me olhou de forma engraça, meio confusa, meio safada o que me fez revirar os olhos e conter o riso.

— Estão saindo? — Hazel perguntou e eu corei.

— Que? Não, apenas vamos comer algo.- Leo disse levando a mão ao cabelo sem jeito.

— Claro.- Frank disse com um sorriso engraçado no rosto.

— Tá vamos...- Disse e o Leo assentiu.

Começamos a andar lado a lado, em silêncio, não tínhamos muito o que conversar. Um tempo depois da saída as coisas começaram a voltar a ficar tensas na cidade, era algo notável, as pessoas entravam nas suas casas que estavam em sua maioria na totalidade trancada, ninguém ficava muito tempo na rua e os negócios sem serem os básicos estavam ou fechados ou vazios.

Entramos em uma lanchonete, a mesma da primeira vez que tínhamos conversado e fomos nos sentar em uma mesa no canto.

— Então como é morar com seus amigos? — Perguntei quebrando o silencio e ele sorriu.

— Já foi melhor, porém desde que o Percy saiu as coisas estão mais complicadas.

— Complicadas como? — Perguntei meio tensa.

Eu não entendia porque estava me sentido culpada, tinha um objetivo quando fiz tudo que eu fiz, afinal se eu não tivesse ligado para o Frank e feito ele ido na praça ver o Percy conversando com a Thalia eles teriam chegado na Hazel a muito tempo.

— O clima lá não é o mesmo, principalmente entre nós “jovens” porque mesmo que quem antigamente comandava o Percy fosse Poseidon, nós tínhamos mais contato com o Percy do que com ele e era ele quem pensava e agia pelo grupo.- Leo disse e nesse momento uma mulher chegou para fazer o pedido.

— Mas então e você, como é a sua relação com seu irmão? — Ele perguntou e eu dei de ombros.

— Já teve dias melhores, podemos dizer que essa cidade não fez bem a nós dois em relação a um para o outro.- Disse e ele assentiu.

— Tem algo a ver com ele está saindo com a Grace? — Perguntou e eu sorri de leve, não imaginei que as pessoas observassem

— Acho que em partes sim, eu me preocupo muito com ele, tenho medo do que possa acontecer com esse envolvimento.

— Sei que sim, mas acho que deve deixar ele seguir sua vida, independente de quanto se preocupe acho que deve apenas restringir um aviso, pois nunca se sabe o dia do amanhã e talvez ele esteja tão próximo dela por não ter mais a sua proximidade. – Leo falou e nesse momento a garçonete colocou nosso pedido sobre a mesa.

— Você já pensou em procurar saber mais sobre a sua família? — Perguntei e ele negou.

— Acho que essa curiosidade nunca existiu em mim, apesar de ter a vida que a maioria considera uma merda eu tenho a minha família, apesar de não ser a de sangue.- Ele disse levando um pedaço de torta a boca.

A conversa flui naturalmente em coisas aleatórias, desde filmes, a cor da parede da lanchonete até que ele recebeu um telefonema indicando que ele deveria ir para a base e eu fui para a minha casa.

POV- Nico

Sai da escola e fui em direção ao meu carro e assim que cheguei lá vi a loira, Annabeth, apoiada nele com uma cara estranha, como se ela estivesse pensando em algo.

Annabeth.- Disse e ela tirou os olhos dos pés e me encarou.

— Nico, podemos conversar? — Ela perguntou e eu cruzei os braços e assenti.

— Algum problema? — Perguntei e ela respirou fundo.

— Você não é humano é? — Perguntou ela desencostando do carro levando a mão a cintura.

— Como chegou essa conclusão?

— Eu vi você lutando com Ares.- Disse ela séria e eu assenti.

— Nem você, não é? — Perguntei e ela deu de ombros.

— A Thalia sabe? — Perguntou ela claramente preocupada com a amiga.

Entendo o pensamento da Annabeth, ela não parecia querer me desafiar ou qualquer coisa do tipo, ela parecia bem séria e queria realmente apenas conversar e saber se amiga está sabendo das coisas.

— Sim sabe, estou ajudando ela com os poderes dela. – Disse deixando claro que aparentemente nessa cidade não existem muitos humanos.

— Ela já descobriu a espécie dela? Talvez com um nome podemos realizar pesquisas e ajuda-la.- Anne disse e nesse momento Thalia apareceu com o Percy.

— O que estão conversando? — Thalia perguntou e eu falei antes que Annabeth se pronunciasse.

— Queríamos saber aonde vocês estavam.- Disse e ela assentiu.

Puxei a Thalia para meus braços e olhei para Annabeth indicando que conversaríamos depois, ela olhou para o Percy e sorriu.

— Vem, vamos deixar o casal sozinho.- Percy disse para a Annabeth que assentiu.

— Até mais. – Ela disse e foi com o garoto de olhos verdes conversando coisas aleatórias.

Ele passou o braço em volta dos ombros dela e deu para ouvir o coração dela falhando, talvez por medo dele estar fazendo isso em um lugar público, ou simplesmente por gostar do moreno.

Olhei para a Thalia e ela sorriu e se soltou do meu abraço.

— Não era isso realmente que vocês estavam falando é? — Perguntou ela encostando no meu carro.

— Não, mas acho melhor só te contar depois de eu ter certeza. – Ela fez uma cara não muito feliz, mas concordou.

— Eu descobri a profecia, queria conversar sobre ela com você.- Thalia disse e eu assenti.

— Pode ser lá em casa? — Perguntei

— Claro.

Notas finais
O que acharam?? O que querem que aconteça?? Beijos e até