Notas iniciais
Hey cerejinhas, desculpe-me se eu não respondi algum comentário, mas saiba que eu li, é que eu estava com presa e agora não deu para eu parar, responderei a noite depois que eu chegar em casa, okay? Boa leitura!

POV- Thalia

Estava sentada no sofá da casa do Nico, ele tinha sumido e me deixado sozinha ali, olhei a garrafa de água na minha mão e meu cérebro tentava trabalhar o mais rápido possível, para tentar diferenciar sentimento de racionalidade.

Eu deveria matar o Nico, mas de acordo com ele o mesmo é imortal, então deveria pretende-lo, mas ele se tele transporta, ou seja, lá o que é isso, eu queria mata-lo, mas ao mesmo tempo algo de mim dizia que era errado.

Eu tentava assimilar a ideia que talvez, mas só talvez eu devesse não tentar mata-lo, pelo simples fato de por algum motivo estranho não estar achando que ele era um monstro, matar criaturas era algo que eu fazia desde que minha mãe foi embora, e eu nunca questionei muito o porquê de eu fazer isso, mas realmente não fazia tanto sentido isso, sendo que uma bruxa mandou a gente o fazer.

— Pensando em? — A voz do Nico me assustou e o vi encostado no arco que dividia a sala de estar e sala de jantar.

— Porque veio para cá?

— Para te matar.- Ele disse vindo até o sofá e sentando de frente para mim, coloquei a garrafa no chão e voltei a o encarar depois de assimilar a ideia, porém continuava surpresa.

— Para me matar? – Disse encarando seus olhos negros e profundos.

— Sim, meu pai é a morte, você deveria morrer, isso é o que a maldição diz, ele não conseguiu fazer isso então me mandou fazer isso com as minhas próprias mãos.

— Já tentou me matar?

— Nunca.- Fiquei surpresa com isso também, estava a poucos centímetros de distância dele.

— Porquê? — Perguntei o fitando.

— Queria que eu te matasse?

— Queria entender o por não matar?

— De início foi apenas curiosidade, mas depois talvez algo mais.

— Algo mais?

Ele se aproximou mais um pouco, sua mão foi para meu rosto acariciando minha bochecha, por impulso fechei os olhos, sentindo seu toque leve e cuidadoso, nossos lábios se tocando, com cuidado, com algo que eu nunca senti na vida, algo mais...

Não era desejo, não era raiva, não era apenas prazer, era algo que eu não conseguia entender, não conseguia suprir, era algo que eu precisava expor, algo que parecia que ia me fazer explodir se eu não colocasse para fora.

Levei a mão em seu cabelo o enroscando ali, sua mão em minha cintura me puxando para ele, desci a mão pelo seu braço e ele me deitou no sofá ficando em cima de mim, ele desceu o beijo pelo meu pescoço, tocando cada pedaço de pele exposta sem tirar minha roupa, até que ele arrancou minha blusa a jogando no chão, puxei sua blusa arranhando leve suas costas e a jogando em qualquer lugar.

Desci beijando seu abdome virando para ficar em cima, ele puxou minha calcinha a tirando sem parecer em se preocupara em se livrar da saia, porém ela estava me incomodando, então eu mesmo a tirei, ficando apenas de meia calça já que Nico se livrará do meu sutiã também.

Ele começou a me masturbar enquanto eu arrancava agora com um pouco de dificuldade seu cinto, ele tinha se livrado do sapato e a meia, arranquei sua calça e cueca mais rápido do que o normal e comecei a distribuir beijos pelo seu corpo parando em seu membro fazendo um boquete para ele.

Ele puxava meu cabelo controlando a velocidade, ou melhor tentando controlar a velocidade ele me puxou para cima virando e ficando em cima de mim, ele voltou a me masturbar me fazendo gemer alto, meu autocontrole era humilhante.

Ele subiu me beijando nos lábios e posicionando seu membro em minha entrada, a penetrando sem muito aviso prévio, um gemido alto escapou da minha boca e eu encravei as unhas em suas costas, ele começou a investir também gemendo, aumentando a velocidade e a força de acordo com que a necessidade pedia, mas sentia que ele estava tendo cuidado comigo, como se estivesse cuidando para eu não me machucar.

Chegamos ao ápice quase que ao mesmo tempo, Nico me girou para que eu ficasse em cima dele, deitados no sofá, ele começou a fazer carinho na minha cabeça, brincando com meu cabelo.

— Eu não vou te matar.- Ele disse e eu assenti.

— Mas alguém vai ter que fazer, não é?

— Então eu matarei quem tentar! — Nico disse e eu assenti e fechei os olhos adormecendo.

POV- Nico

Olhei para a Thalia que tinha adormecido no meu colo, ela parecia tão calma e dessa vez tinha sido algo mais do que desejo, a nossa atração física estava repleta de sentimentos que eu não conseguia distinguir e principalmente nunca imaginei sentir.

A peguei no colo a levando para o meu quarto, depois voltei para recolher todas as suas roupas e as minhas voltando para aonde eu a tinha deixado, ela estava agarrada com o travesseiro e a sua única roupa era uma meia calça de esqueleto e eu estava tentando distinguir se achava aquilo sexy ou fofo.

Deitei ao lado dela fazendo com que ela soltasse o travesseiro, Thals fez um pouco de birra para o faze-lo, mas o soltou e se agarrou a minha cintura que ela demorou poucos segundos para achar, jogando suas pernas por cima de mim logo em seguida como se eu fosse um enorme urso de pelúcia que ela podia abraçar.

Fiquei a observando dormir, pensando em um motivo para que eu a matasse, mas eu não tinha nenhum, todos os motivos para eu querer ela viva vinham em minha mente, ela era uma garota incrível, diferente e incrivelmente interessante.

Notas finais
- O que acharam? - Acham que vai durar esse amor que estão os dois? - O que querem que aconteça? Beijos e até!