Deadline Circus: The Second Act

1 Prólogo: O Salazar Perdido.


Notas iniciais
Boa leitura.

"Um garoto com um passado que nunca o deixa em paz. Seu auto-controle acaba indo embora entre seus dedos e tudo se torna um caos. O que ele realmente quer é se achar."

Segunda-feira, sete da noite.
Macao, China.

No meio de uma das boates mais famosas de Macao, existem dois estrangeiros dançando ao ritmo da música.

Uma menina e um menino.

O garoto era alto, com um corpo definido na medida correta e cabelos longos e negros, amarrados em um rabo de cavalo. Ele parecia ser três anos mais novo que a sua verdadeira idade, na qual é vinte e três. Seus olhos negros já perderam seu brilho há tempos por conta de seu passado assombroso que o perseguia e sempre voltava à tona. Usava uma blusa roxa justa e uma calça preta, e poucos sabiam que essa foi à primeira roupa que achou em seu guarda roupa.

Ele dançava descontraído com uma mulher que acabara de conhecer ali, uma chinesa chamada Lan-Fen que tinha sido empurrada por sua amiga para falar com ele.

Sentada após muito dançar em uma das cadeiras de um bar, tinha uma menina mais alta que a maioria que se encontrava na boate e uma das mais atraentes ao ver dos homens. Alta e magra, com cabelos brancos e longos que iam até o final das costas e uma franja que cobria a sua testa, olhos vermelhos que se destacavam no meio da multidão e uma pele pálida e bem cuidada. Usava uma calça preta justa e uma blusa branca solta, no qual uma das mangas era caída. Botas pequenas de salto alto, da cor da calça e uma luva sem dedos em uma das mãos, na cor cinza.

Ela olhava qualquer pessoa distraidamente, mas logo o garçom a entregou um copo de margarida para a mesma. A menina tirou os olhos do nada e olhou com seus orbes de cor vermelha para aquilo, depois olhando o garçom, que piscou para a mesma. Ela revirou os olhos e entregou para uma garota que passava por ali, ignorando o garçom tentando a paquerar.

O homem do outro lado da boate, por sua vez, parecia se divertir muito com a mesma, que contava uma história sobre viagens a Ucrânia e dizendo que sentiu muita saudade do país natal. Ele sorria com tudo que ela dizia, por mais que não sabia exatamente do que ela estava falando.

Ele logo tocou na mão da mesma, sentindo-a fria. O tempo parou, e os dois estavam próximos, enquanto o homem fingia que ia a dar um beijo, mas estava pensando na frieza que a mulher possuía no corpo. Então se afastou.

Bingo.

— Desculpe. — ele passou a mão no pescoço e viu que os olhos da mesma mudaram rapidamente de castanho escuro para vermelhos brilhantes. Não vermelhos como a da garota albina, mas vermelhos selvagens como se fosse o atacar.

Ele riu.

— Quer mesmo tentar seduzir um caçador de vampiros sendo tão descontrolada? — perguntou a mesma, rindo.

A mulher o puxou. Seu hálito agora tinha cheiro de sangue, e o mesmo pensou que talvez escovar os dentes seria uma boa ideia para a mesma.

— É dois contra um, caçador. Não deve nos subestimar.

— Eu sei disso. — ele sorriu a mesma, passando a mão na cara dela. —Eu não estou sozinho. Um Morozov e um Salazar… Reconhece esses nomes?

Os olhos da vampira arregalaram e ela tentou o atacar, mas o mesmo apenas deu um empurrão na mesma, a fazendo bater as costas na parede da boate. Todos olharam o mesmo, que apenas começou a estalar os dedos da mão e olhar a todos.

—Somos caçadores. Todos para fora! — disse a garota albina, chegando perto do mesmo.

Eles ficaram perto um do outro até todos saírem. Olharam o garçom e a mulher se levantando aos poucos.

— Está tudo bem com você, Irene? — perguntou o menino a albina. A mulher o olhou.

— Não, Benjamin. Eu estou perdendo a maratona do meu seriado favorito para cuidar desses malditos vampiros. — disse Irene. — São mais irritantes que mosquitos.

— Devemos nos sentir orgulhosos com a vinda de vocês? Mandar dois caçadores de duas famílias lendárias é surpreendente. — disse a mulher, chegando perto do garçom. — Quem são vocês?

Eles se entreolharam.

— Nós? — disse Benjamin. — Somos as pessoas que farão vocês conhecerem o capeta mais cedo.

Os olhos e presas apareceram e eles pularam em cima de ambos, que seguiram para caminhos opostos se afastando. Benjamin olhou para a vampira que o seguia, parando e pegando uma espada do que estava escondida em suas vestes.

Ele mexeu na espada, fazendo-a girar e depois rodou, assim começando a atacar. A mulher desviava com dificuldade por conta da velocidade dos ataques, e como aparentava ser uma vampira nova assassina, a mesma não tinha muita informação sobre seus atuais poderes.

O garoto logo atravessou a espada no estômago dela e retirou, tacando a espada em qualquer local e começando a socar e dar mais alguns golpes fortes. A fez cair no chão, ficando em cima dela e começou a bater a cabeça da mesma no chão até ele sentir que estava morta.

Quando ele se levantou, olhou para trás e parou outro vampiro que vinha até ele com uma espada. Ele olhou a espada, reconhecendo que era dele, e a retirou da mão do vampiro, cortando o pescoço do mesmo e dando um chute em sua cabeça antes do vampiro cair no chão. E, assim que viu que a cabeça se soltou do pescoço, fincou rapidamente a espada no corpo do vampiro e a retirou.

— Nenhum vampiro tem o direito de tocar na espada do meu irmão. — disse Benjamin, retirando a espada do corpo do vampiro.

Olhou para Irene, que tinha acabado que cortar enfiar uma adaga no pescoço do vampiro, e depois pegar a cabeça do outro que tinha atrás da mesma e bater com ela no balcão, depois no chão umas quatro vezes até começar a sangrar. Depois pegou uma arma que tinha em sua bota e atirou na cabeça do mesmo, colocando a arma de volta na bota e retirando a adaga do pescoço do outro.

Irene lutava com adagas de lâminas envenenadas. Ela tinha cinco adagas espalhadas por suas roupas, sem falar de sua arma simples que tinha para planos reservas ou para apenas por capricho, talvez.

Eles olharam os policiais chegando e Irene foi até o mais velho, cruzando os braços. Os policiais deveriam saber que o caso foi de vampiros, mas sempre tinham que conferir se não tinha nenhum cidadão humano morto.

— Fazemos uma boa dupla. — disse Benjamin. Irene riu e tacou o cabelo enorme na cara dele.

— Cá entre nós, eu sou a melhor. — ele olhou para o estado dos vampiros que Benjamin matou.

Ele riu.

— Sim, você matou um vampiro com a ponta do guarda-chuva do Pavel. — disse Benjamin. — Você deveria parar de ver Another toda hora.

— É um dos melhores animes e eu queria o homenagear. — disse Irene pegando um pano e limpando a adaga. — E afinal, eu sempre quis fazer aquilo.

— E depois eu que tenho problemas psiquiátricos. — ele sussurrou.

Eles olharam os policiais em silêncio, um deles foi falar com os mesmos, se mostrando que era da polícia com o distintivo.

—Obrigada pelo o trabalho. — ele esticou a mãos a algum deles apertar após guardar o mesmo. — Amanhã vocês vão voltar para o Japão, certo?

— Sim. — disse Benjamin, apertando a mão do mesmo. Depois Irene fez o mesmo, e logo o policial começou a colocar luvas para mexer nos corpos e os colocar na maca, para assim os levar para o Necrotério e depois para o cemitério.

— Os caçadores de outros grupos vão sentir falta de vocês. — o policial disse. — Vocês facilitam muito bem o trabalho deles.

Os dois sorriram e o policial passou por eles, vendo os dois vampiros que Benjamin matou. Ele engoliu em seco, sorrindo de leve.

— Sabe que estamos no século XXI, e não no tempo das cavernas para ser tão violento assim, certo? — o policial disse assustado a Benjamin. Irene sorriu de canto ao ver o estado dos vampiros, olhando para o chão e depois para frente, segurando a risada e guardando a adaga no cinto.

Ele olhou e riu, pegando um pano e limpando a espada.

— Eu gosto do jeito antigo de fazer as coisas.

***

Segunda-feira, oito horas da noite.
Macao, China.

Benjamin e Irene entraram na mansão onde ficaram por três anos seguidos, apenas saindo no Natal e Ano Novo, assim indo visitar os pais em outros países.

Três anos.

Ele respirou fundo com aquele pensamento e subiu as escadas, se separando de Irene, na qual foi falar com o irmão que lavava a louça na cozinha.

Ele sabia o que estava fazendo por Pavel ser o único além dele, Irene e Nikolai Romanov que se importava de lavar a louça. E como Nikolai estava no jardim de trás da mansão, onde dava para ver pela a porta feita de madeira com quadrados medianos com vidros, treinando com Souji Salazar, irmão de Benjamin, a única opção da cozinha está ligada era que Pavel Morozov estava lavando a louça.

Passou pelo o quarto de algumas meninas, as cumprimentando quando falavam com ele e acenou ao irmão, que entrava no banheiro do corredor. Provavelmente ia tomar banho.

— Foi legal a missão? — perguntou Michael. Benjamin sorriu ao irmão mais novo.

— Foi. — disse Benjamin. — E a Irene está bem.

Michael ficou um pouco envergonhado e Benjamin piscou de leve a ele, empurrando a cabeça do mesmo e indo para o quarto que dividia com Yuri Morozov, um irmão mais velho de Irene e Pavel.

Fazia três anos que tudo se complicou no mundo dos vampiros e caçadores. Desde que Takuya, um dos vampiros mais fortes que existe, sumiu do Japão e foi começar uma onda de assassinatos misteriosos por todos os outros países, dando o recado que iria voltar e acabar com o Deadline Circus, o maior grupo de caçadores do mundo, a vida começou a ficar mais complicada e ataques de vampiros começaram a ser constantes.

Takuya foi embora deixando uma carta a todos do Circus dizendo que iria voltar daqui a três anos, com um exército de vampiros enorme e aliados poderosos. Foi à última vez que ouvimos falar dele realmente, já que os massacres não mostram que foi ele que fez.

Mas todos sabem que foi ele, na realidade. Sempre foi Takuya, um garoto baixo parecido com uma garota, na qual mostra ser um dos piores vampiros que eles terão que deter.

Ele fechou a porta do quarto, tirou os sapatos e a camisa, a tacando em qualquer parte e deitando na cama. Colocou a espada encostada na escrivaninha da cama e enfiou a cara no travesseiro.

Além de três anos serem a quantidade do afastamento de Takuya, isso significava que foi a três anos que Victor Salazar, seu irmão gêmeo, morreu.

Retirou o travesseiro da cara e se virou, olhando a espada do irmão abraçando o travesseiro de forma infantil. Respirou fundo, fechando os olhos e começando a se lembrar da última vez que viu o irmão.

Em uma tarde fria, o início do Inverno.

***

Três anos atrás.

Segunda-Feira, duas da tarde.
Inazuma, Japão.

Benjamin sorriu ao ver que o irmão ainda não tinha ido embora, ele calçava os sapatos. Com o casaco em mãos, ele andou até o mesmo e se sentou ao lado do garoto no sofá, o fazendo dar uma olhada rápida no mesmo e depois de amarrar, ele olhou o garoto e o casaco.

— Você ia esquecer o casaco. — disse Benjamin. Victor sorriu a ele e pegou o casaco, um pouco pensativo. — Está tudo bem, Victor? Você não é de ficar pensativo…

Victor respirou fundo e se levantou, e Benjamin fez o mesmo.

— Se você acha alguém importante, você iria a proteger por qualquer custo? — disse ao mesmo. Benjamin pensou um pouco. — Até mesmo morrer pela a pessoa.

Ben olhou o irmão.

— Sei que você raramente entende de sentimentos, mas se essa pessoa é importante para você, e você para ela, acho que ela nunca iria querer que você morresse. — disse Benjamin. —Se você tem essa pessoa em seu coração, e ela é muito importante para você, creio que você tenha que viver por ela. Proteger, mas sobreviver. Não quer as fazer chorar, certo?

Eles começaram a caminhar para fora de casa. Benjamin pegou um casaco preto, colocando o capuz rapidamente e saindo junto a Victor. Eles pararam na frente da casa, e Victor o olhou.

— Você morreria por mim? — disse Victor. — Se estivesse numa situação difícil onde um de nós pode morrer e não tem jeito de ambos sobreviverem, você iria morrer por mim?

Benjamin pensou bastante. Victor era o seu irmão gêmeo, aquele garoto que sofria a mesma dor que ele sobre o passado, sabendo todas as mentiras de seus pais e segredos. Eles amadureceram juntos, aos cinco anos, para cuidar de seus irmãos e não o fazerem ter uma infância assustadora como eles tiveram.

Ele amava Victor, não de um jeito romântico como Branca De Neve por seu Príncipe, mas como João ama Maria.

— Em uma situação de vida ou morte em que ambos não poderiam sobreviver, e tem chance de apenas um continuar vivo… — ele olhou o irmão. — Sim, eu morreria por você. Porque eu sei que você sempre me protegeu, e que faria a mesma coisa por mim, por nossos irmãos e aquelas meninas que você vive implicando, mas no fundo as adora.

Victor revirou os olhos com o comentário final. Benjamin cruzou os braços.

— Se eu estivesse morrendo, você me salvaria? — perguntou ao irmão.

Ele ficou calado por um tempo olhado Benjamin. Victor sabia que Benjamin queria chorar e que tinha medo dele o odiar por ser… Bem, o irmão gêmeo problemático com problemas para dormir e exageradamente violento quando quer.

Ele bagunçou o cabelo do irmão, dando um sorriso que ele não dava a muito tempo. Um sorriso sincero.

— Sempre. — ele disse. — Eu sempre vou lhe salvar, e mesmo em uma situação onde um de nós pode morrer, eu iria morrer por você. Pois, dentre tantas pessoas, você é o que mais merece viver.

Benjamin sorriu ao irmão.

— Agora pare de ser dramático. —Victor comentou começando a ir embora, revirando os olhos e fingindo estar ignorando sobre a reação do mesmo.

— Idiota. — gritou, voltando a entrar em casa.

Uma semana depois, Benjamin descobriu que Victor morreu para salvar uma de suas companheiras do Jester, o grupo de caçadores. E a única coisa que ele tinha que podia lembrar-se do mesmo era a espada, na qual foi entregue nas próprias mãos por Savannah, uma das membros do Jester que agora tinha se tornado a líder.

***

Dias Atuais.

Segunda-feira, oito e vinte.
Macao, China.

Benjamin tinha cochilado lembrando-se daquilo. Acordou ao sentir alguém fazendo carinho em seu cabelo e tentando o acordar. O mesmo deu um leve pulo, mas logo olhou as orbes azuis da garota, vendo que ela estava bem, e se acalmou.

— Fuyuka, você sabe que é perigoso. — disse Benjamin. — Yuri apenas fica aqui porque quer, mas eu também tenho o maior medo de machucá-lo. Eu sei que você é forte e é até uma de nossas treinados, mas mesmo assim! Você sabe o meu…

— Para de falar, Benjamin. Eu já sei sobre seu sonambulismo violento, mas eu não tenho medo. — Fuyuka disse. — Você nunca ia me machucar.

Benjamin sorriu de canto.

— Como tem tanta certeza? Você me ama e agora está delirando achando que eu a amo? — Fuyuka deu um soco de leve na cabeça dele e Benjamin fingiu que tinha doido muito.

—Idiota. Saudade da época que você era gentil.

— Eu sou mais gentil que a Irene. — Benjamin comparou.

— Todos são mais gentis que ela. — Fuyuka disse. — Ela é tão gentil como um coice de mula.

Benjamin teve que concordar. Sentou-se na cama e olhou Fuyuka.

— O que foi? Se a Giulia a mandou aqui dizer para arrumar as malas, diga para ela que eu já arrumei. — disse, apontando para as malas.

Fuyuka negou, sorrindo.

— A Giulia recebeu uma ligação da Violetta sobre a viagem. E mais uma coisa. — Fuyuka sorriu alegre. — Os nomes dos líderes dos grupos de caçadores. Do grupo Harlequin, Pierrot e Colombine.

Ele assobiou.

— Eu sei o nome dos grupos novos. Afinal, eles não me fazem esquecer isso. — disse a Fuyuka. — E ai? Quais serão os azarados?

Fuyuka deu um risinho. Benjamin odiava quando ela dava aquele riso, isso significava algo interessante para ela e, ao mesmo tempo, desinteressante para ele. E desinteressante do modo que ele não vai gostar.

— A Giulia vai ficar com o Harlequin, na realidade ela já sabia disso. — começou Fuyuka.

— Espero que eu não fique nesse. Ela é estranha, e reclama demais. — disse Benjamin. — Continua.

— Eu, por falta de um aprendiz de caçador que desistiu, ficarei com o Colombine. — disse Fuyuka e Benjamin sorriu de canto.

— Que pena, não ficará comigo. — disse Benjamin, levando um soco leve de Fuyuka novamente.

E não iria mesmo. Colombine é o grupo onde os aprendizes foram treinados dentro da DLC, enquanto os aprendizes de Harlequin e Pierrot são treinados em Macao, onde eles estão nesse momento.

— E não ficaria mesmo se eu fosse do Harlequin. — disse Fuyuka, começando a dar o risinho novamente.

— Por quê? — perguntou confuso. Logo ele pensou um pouco e juntou os pontos. —Não.

— Sim! E não tem como recusar. — ela sorriu animada, ele começou a passar a mão no cabelo e enfiou a cara no travesseiro. —Você será o líder do Pierrot.

Benjamin não achava que algo poderia ficar pior. Mal sabia que era apenas o início de um grande pesadelo.

O início do segundo ato dessa história.

Notas finais
Eu não revisei o capítulo, mas acho que não tem algumas coisas erradas e eu peço desculpas desde já. Tumblr da fanfic (está sendo atualizado para a segunda temporada):http://dl-circus.tumblr.com/ Fichas (copie e cole a ficha no local onde vai a fazer, word, direto na MP, slá. Mande por MP): http://dl-circus.tumblr.com/ficha - Para quem ainda não leu ou não sabe muito bem o que colocar na parte do Vilão, os aliados de Takuya estão na página dos personagens, em Antagonists. Não pode escolher o Takuya. - Como eu disse, acho melhor lerem ao menos o epílogo da fanfic anterior para entender essa fanfic. - Reservo apenas por 48 horas (dois dias). Caso não mandar e não tiver explicações, a vaga será aberta. - Veja se seu par está disponível. O par tem que ser do IEGO. - Provável data do primeiro episódio: 05/01 ou 09/01. (Não preciso realmente que todos mandem a ficha até essa data, mas é melhor não demorar ao enviar). - Bom Ano Novo. ♥