Dead Is Alive
7 Capítulo 6 - Capítulo final parte 2
Notas iniciais
A história termina aqui mas haverá uma segunda parte que se chamará Dead is Alive 2, que será postada como uma nova história.
Leon pensou em alcançar a arma antes de Alexander erguer a sua magnum para o tiro final mas apercebeu-se que não iria ser bem sucedido, desistindo após essa conclusão. Um tiro segue-se após as palavras finais de Alexander e Leon julga estar tudo perdido. Os olhos destes fecham-se com o estrondo…
Subitamente sente o corpo do Alexander cair junto a ele abrindo de seguida os olhos com um ar chocado. O coração bate muito depressa e não consegue acreditar que está vivo. Ao olhar para um canto do laboratório vê um indivíduo sair da escuridão, ou melhor uma pessoa que seria incapaz de esquecer. As lágrimas desta tornam o olhar de novo caloroso. Uma pessoa que havia gelado voltou a ter vida e agora que a vingança já foi saciada só resta chegar ao cabecilha de todo aquele plano maléfico. Patrícia ouviu tudo o que o F.B.I. havia dito ao S.T.A.R., no entanto, isto não seria preciso. A algum tempo que esta já tinha descoberto que Alexander não estava do lado delas.Flashback Alexander tentou envenená-las de modo a fazerem-lhe o serviço sujo e de facto conseguiu pô-las contra os S.T.A.R.S. contudo tudo mudou quando encontrou o corpo de Kevin. O F.B.I. tentou desaparecer com o corpo mas os zombies não finalizaram o trabalho nem tanto haviam começado. O corpo foi lançado aos predadores que por alguma razão o recusaram. Quando o analisou percebeu que Alexander lhes havia mentido. O S.T.A.R. foi baleado e provavelmente teve uma morte instantânea. A bala só poderia ter vindo de uma das armas do F.B.I. e visto que Dave e John estavam mortos só restava um suspeito. Patrícia comunica o sucedido com a irmã e pede que se encontrem. Minutos depois estão juntas e chegam à conclusão que Alexander lhes havia mentido mas para terem a certeza decidem confrontá-lo. Separaram-se e é Patrícia quem acaba por encontrá-lo. Esta vasculhava documentos do laboratório quando ouviu um tiro suspeitando logo do colega. Escondeu-se naquele canto escuro e apenas teve de esperar uma confissão. Sem outra opção mata alguém com quem partilhou inúmeras experiências e em quem aprendeu a confiar. A mente de Patrícia volta ao laboratório. Um pedido de desculpas é o primeiro passo da chefe da F.B.I.. Não tinha o direito de duvidar de alguém que se mostrou estar ao seu lado…Leon interrompe-a não a censurando, abraçando-a com força. Patrícia sente os braços do S.T.A.R. envoltos no seu corpo, sente o calor do seu peito encostado ao dela e as palavras meigas proferidas acalmam-na. Naquele momento tudo pareceu desaparecer, os problemas, as mortes vividas, os zombies que ainda tinham de enfrentar. Tudo. Subitamente Leon agarra nos braços de Patrícia e olha-a nos olhos. Os seus rostos aproximam-se, os seus lábios cada vez mais perto…até que o momento é interrompido por um bip. O dispositivo que a chefe utilizava para comunicar com Joana. Preocupada a irmã pergunta-lhe por onde anda e se já descobriu algo. Tudo o que esta lhe responde é que acabou. As suspeitas estavam correctas mas algo novo surgiu. Há alguém superior que trará mais sofrimento se não for parado. Joana encontrou os restantes S.T.A.R.S. e questiona qual o próximo local a ir. Será melhor discutir este assunto quando estiverem todos juntos. A comunicação termina quando decidem encontrarem-se na sala principal da mansão, a gloriosa entrada. O olhar destes volta a encontrar-se mas o momento já havia sido estragado. Ambos começam a correr…o pesadelo da mansão está quase a terminar porém o pesadelo final ainda agora começou. Ao chegarem ao hall principal Leon encontra os colegas todos intactos no entanto ao perguntarem por Richard vêem o desalento estampado na face do chefe, percebendo que não havia sobrevivido. Uma discussão acesa inicia-se quando as informações são compartilhadas. As dúvidas são lançadas para o ar, sendo a principal direccionada para quem será o cabecilha de tudo isto. Ninguém tem a resposta para esta questão mas Patrícia afirma ter visto algo mais nos documentos. Ao que parece as amostras produzidas naquele pequeno laboratório foram encaminhadas para um local de maiores dimensões, um local bastante apreciado pelos cidadãos de Raccoon, a corporação Umbrella. Tudo começa a ganhar algum sentido, se nas amostras produzidas pela Umbrella fosse implantado algum vírus, este iria espalhar-se pela população de uma forma rápida e eficaz. O pensamento a que todos chegam seria que Gabriel (dono da Umbrella) teria algo que ver com tudo aquilo mas era impossível tendo em conta que este morreu durante o massacre. Assim sendo quem poderá estar a causar isto? Ali não encontrarão respostas. O melhor local para esclarecer as suas dúvidas será a Umbrella e é para lá que decidem ir. Um novo pesadelo vai começar, enfrentar uma multidão de zombies na cidade é o destino que lhes fora traçado. Será que conseguiram chegar vivos ao sítio pretendido ou morreram pelo caminho a tentar?
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