Dead!

3 Capítulo 2


Capítulo 2 – Gerard’s POV

Entrei na casa. A menina parecia assustada comigo. Eu REALMENTE gostaria de ter me apresentado melhor, mas... Eu precisava mais da mãe dela, Olívia.

G: Boa tarde Olívia. Quanto tempo!

Ela pareceu nervosa ao responder.

M: Boa tarde Gerard... * voz tremida * Pois é né... Quanto tempo...

G: Estava eu passeando pelas ruas, quando me dei de cara com você... Sei que isso já tem um tempinho... Mas você não falou comigo, Olívia... Resolvi fazer uma visitinha. Em nome dos velhos tempos.

M: Velhos tempos, é... Pensei que você fosse esquecer...

G: Esquecer, Olívia? Esquecer jamais. Esquecer jamais e... Nós temos uma dívida.

Ela entendeu minhas intenções. Logo mandou a filha ir pro quarto, assim poderíamos conversar a sós. Assim que ela saiu, pude continuar.

G: Olívia, você tem um pacto comigo. Você me deve a sua alma. Com hoje já são 20 anos.

M: Gerard, por favor...

G: Eu não quero fazer isso aqui. Não na frente da sua preciosa filha. Não mentiu quando disse que ela era linda.

E não mentira mesmo. Ela era encantadora... Tinha olhos azuis cor de safira e cabelos castanhos claros... Mais puxados pra cor de mel.

M: Gerard, por favor... Me dê mais tempo...

G: Eu já lhe dei o tempo suficiente. Tempo até de mais. Se você não vier me encontrar no teatro hoje à meia-noite em ponto... Infelizmente a sua linda filha é quem vai ter que pagar...

M: Eu vou... Não se preocupe.

Passei o resto do dia fazendo o meu trabalho. O trabalho que o Bert carinhosamente havia passado a mim. Até que... 23 em ponto.

Cenário: Teatro; Palco. E lá vinha Olívia. Triste e chorosa. Nós tínhamos um pacto. Ele tinha de ser cumprido. E seria... Com o maior prazer.

M: Gerard... Posso te pedir uma coisa antes de você fazer?

G: O que quiser.

M: Tome conta da Saphira por mim... Ela precisa...

G: Farei o que eu puder.

Dizendo isso, ela gemeu. Gemeu bem alto. Eu havia cortado-lhe a barriga. Estava sangrando. * Ah... Como isso me faz bem... * Mais uma facada. E mais outra... O sangue jorrava pra todos os lados... E o palco logo estava repleto de sangue. O sangue que eu tirei.

G: Adeus, Olívia...

Cortei-lhe a garganta. E fui cortando todo seu corpo. Aquilo me deu MUITO prazer...

Olívia estava morta. Cumprira com a minha parte. A alma dela era minha.