Dead!

17 Capítulo 19


Notas iniciais
HAHA! Mais um, só pra me redimir melhor...

Eu ainda estava muito deprimida... Deitada em meu sofá... Estava pensando em virar emo... Ou me jogar de um precipício logo e acabar com essa angústia maldita. O Gerard e minha mãe conseguiram acabar com a minha vida. 4 e meia. 4 e meia da manhã e ali estava eu... Mais um ding dong pra completar minha madrugada.

S: Quem é?

F: Ahn... Você é a Saphira, não?

S: Você é o idiota que vai substituir o Gee, né?

F: Até onde você sabe da história?

S: Eu não sei de nada e não quero saber. Vá pro inferno!

F: Não, obrigado. Acabei de vir de lá.

Ele acabou de dizer isso e saiu entrando sem nem o menos ser convidado.*Pelo menos o Gee era mais educado... Espera... Não era não, só era mais sarcástico.*

F: Meu nome é Frank...

S: Jura?

F: É.

S: Puxa... Que legal. *sarcasmo*

F: Legal mesmo não acha?

S: Quem você já matou?

Frank’s POV

*Seja lá quem ela for, parece que o Gerard deu pra ela os mesmos modos mal educados que ele tem...*

F: Muito bem, educadinha...

S: Não preciso ser educada com um meio metro que nem você...

F: Ah, cala essa boca, porque eu não tenho a mesma paciência que o Gerard tinha. A promessa é proteger você. Por isso, nunca mais você verá a luz do dia.

S: Isso não tem nada a ver com me proteger! Eu posso muito bem pegar uma faca aqui dentro e tentar me matar... Ou pegar medicamentos e me drogar...

F: Bem pensado! Por isso...

Saphira’s POV

Ele me puxou pelo braço até meu quarto e me jogou na cama.

F: Escuta aqui: Eu não sou o Gerard. Eu não brinco, sabia disso? Brincar machuca. Então você não me irrite se não quiser sentir muita dor.

S: O que você vai fazer de eu não te obedecer?

F: Isso.

Tomei um tapa na cara. Mas um tapa forte de deixar marca. Ele ainda segurava com força o meu braço.

F: E isso é só um exemplo.

S: Você é um covarde, isso sim!

F: Não covarde o suficiente pra acabar com você. Eu não tenho medo de te machucar se for para o seu bem. Agora fica quieta aqui.

S: Você é um idiota!

F: Ah, é mesmo? Que chato! Vai ter que me aturar mesmo assim.

Ele soltou meu braço e seguiu em direção à porta.

F: Cadê a chave?

S: Eu não vou te dar!

F: Não? Eu vou ter que pegar à força então.

S: Ninguém nunca te disse que você é muito mal educado, não?

F: Eu ligo muito pro que os outros dizem... Culpa do Gerard, seu amiguinho. Se eu realmente ligasse, não estaríamos aqui agora. Me dá a chave e chega de história.

S: NUNCA! E ele não é meu “amiguinho”!

F: Ótimo.

Ele saiu do quarto e trancou a porta. Levantei-me e tentei abrir a porta. Não consegui... *Isso não é possível... A chave estava... A chave está...* Fui verificar na gaveta em que guardara a chave e ela não estava lá... *Mas que...* Corri de volta para a porta e comecei a bater enlouquecidamente e a gritar...

S: HEY! ME TIRA DAQUI! VOCÊ NÃO TEM O DIREITO!

Mas ninguém respondeu. Ele apenas ignorara minha gritaria. Bati mais um pouco na porta, mas tudo fora em vão. *Eu não acredito que estou presa na minha própria casa...* Nada poderia ter me deixado mais deprimida... Voltei a deitar na cama, mas dessa vez, por vontade própria. Reparei no meu diário. Eu não o havia deixado fechado em cima da cama e sim aberto. O fechei e guardei na gaveta.

Gerard’s POV

Quando cheguei “lá embaixo”, Bert estava alegremente a cantarolar uma musiquinha qualquer.

Be: E aí Gee? Como vai a sua vida longe das tarefas de babá?

G: Você é um traíra! Me deixa em paz!

Be: Eu não te entendo! Um dia você me pede pra anular a promessa, eu anulo e no mesmo dia você reclama! Que porra é essa?

G: Nada.

Be: Ah... Você gostou da menina... Que meigo, hein... Mas ela é responsabilidade do Frank agora...

G: Isso! Joga na cara mesmo!... O Frank sabe que gosto dela?

Be: Sim.

G: Ele vai torturá-la, Bert! Anule a merda desta promessa!

Be: Não. Me prova que eu devo e vou anular.

G: Puta que pariu...

Be: Vai trabalhar e não enche! Toma a lista.

G: Eu não quero a lista. Eu me demito.