De repente amor
7 Capitulo 7 - Noticia
Notas iniciais
Laxus
–Chefe já assinou todos os documentos? – Pergunta Cana sem perder a concentração de tanto que digitava no celular.
–Falta alguns... Com quem está conversando?
–Meu namorado Bacchus. – diz sem tirar os olhos da tela.
Laxus conhece Bacchus, ele é o par perfeito para Cana, ambos bebem demais.
–Cana, estamos a trabalho desligue isso.
Me ignorando ela continua a digitar e volto para os documentos que precisava ser assinado. Após dez minutos todos os papeis estão assinados e não tenho mais nada a fazer. Sentado na cadeira percebo que o escritório está quieto demais.
O que significava que eles haviam saído escondido e deixado Grajeel de vigia. Não é a primeira vez que faziam isso.
–Grajeel! – grito.
Grajeel aparece segundos depois encostando na porta com o celular na mão ligando para um deles.
–O chefe descobriu...
–...Vou descontar do seu salário Natsu se você não chegar aqui em dez minutos. – grito alto o suficiente para ele ouvir do outro lado da linha.
Grajeel desliga e volta para sua mesa. Cana para de digitar no celular, pega as folhas assinadas e volta a trabalhar na sua mesa digitando no computador.
Encosto todo o corpo na cadeira me jogando para trás, ponho o pé em cima da mesa e fecho os olhos descansando.
Cinco minutos depois alguém perturba meu descanso batendo o pé no chão irritantemente e pelo barulho só podia ser salto.
–Cana para com isso.
–Não é a Cana que está fazendo isso. – diz uma voz doce e amarga ao mesmo tempo.
Abro os olhos e vejo a albina Mirajane parada na porta impaciente. Ela fazia o barulho com os pés. Por mais irritante que seja adorei ser irritado por ela.
–Que prazer senhorita Strauss.
–O prazer é todo seu. – responde ela mal- humorada.
Rio de seu mal humor.
–O que está fazendo na minha empresa, alias ... O que está fazendo na minha sala sem marcar consulta? Aqui não trabalhamos com revista para você posar para as câmeras. Fairy Tail fica do outro lado da cidade.
–Eu sei onde fica meu trabalho senhor Drayer. Como estou sempre deste lado da cidade Erza me pediu para passar aqui e pegar os documentos que interessam a ela. Vai por mim eu não quero estar aqui, mas faço esse pequeno sacrifício pela minha amiga e chefe.
–Não precisava entrar no meu escritório para isso. Acho que você veio me ver. O que quer de mim senhorita Strauss?
Mirajane dá três passos para frente e para.
–Você acha que só por causa que tem dinheiro as pessoas são obrigadas a gostarem de você ou querer você. Está enganado. Pessoas como você me enoja. Achar que tudo gira ao seu redor e tem todas as garotas do universo aos seus pés...
–Antes que você fale qualquer coisa sobre mim peço que se cale. Você não me conhece, pode conhecer a minha imagem mas não quem realmente sou. Se acha que cheguei até onde estou por sorte e dinheiro, está muito enganada. – falo alto levantando da cadeira.
Odiava quando as pessoas falavam coisas das quais nem imaginam. Elas não sabem o qual duro batalhei em toda minha vida para ter essa empresa e cuidar da minha irmã. A imagem pública que dão para mim é ridícula.
O silencio fica na sala entre nós dois até que meu telefone começa a tocar. Atendo sem tirar os olhos de Mirajane que está começando a se sentir culpada.
–Irmão, estou com problemas. – gritava Lucy do outro lado da linha com muito barulho.
–Lucy o que houve? – Pergunto preocupado.
–Natsu, Gray e Sting entraram em uma briga feia. Eles destruíram toda piscina, tentamos faze-los parar mais foi impossível. Aquarius dona do lugar chamou a polícia e estamos sendo presos.
–Não pode falar ao telefone. – diz alguém.
–Tira a mão de mim... Devolve meu telefone... tira essas algemas...
A ligação cai.
–Eu vou matar esses garotos! – grito saindo apressado pela porta.
–Grajeel você vem comigo, pega a chave do seu carro. Cana liga para meu advogado e pede para ele ir para a delegacia.
–Laxus o que houve? – Pergunta Cana.
–Lucy e aqueles idiotas foram preso.
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