De repente....
32 Capítulo 32
Notas iniciais
POV RACHEL
Cheguei em casa, lanchei e ajudei meus pais a arrumar as malas deles. Como o voo deles só seria às 9 da noite, vimos um filme antes de nos arrumar e, como sempre, foi um musical, “Hairspray”. Depois fomos nos arrumar e, às 6 horas, Noah já estava nos esperando, então fomos.
No caminho, Leroy, que estava no banco da frente, começou a falar com o Puck:
– Então, você ajudou a Rachel a fazer compras, né?
– É, Sr. Berry.
– Você não acha que está andando muito com a minha filha, não? O que você pretende com ela?
– Pai! – falei indignada – Ele é meu amigo, assim como o Kurt é.
– Sei. – ele falou.
– Leroy, para com isso! — Hiram falou.
– Mas é verdade. – Noah tentou se defender.
Sorte minha que não tinha nenhum engarrafamento no caminho e logo chegamos.
Quando saímos do carro, pedi para o Noah ficar no carro para que o interrogatório não continuasse.
Na entrada do aeroporto, Leroy falou:
– Rachel, pelo o amor que você tem por nós, não faça nada que você possa se arrepender depois. Até, porque, a gente vai terminar sabendo.
– Pai, até parece que você nunca me deixou sozinha por um longo tempo! – falei rindo.
– Estou falando isso por causa do Puckerman.
– Chega, Leroy! – Hiram interrompeu – A mãe dele vai estar de olho neles.
A gente se despediu e voltei para o carro. Assim que entrei, perguntei ao Noah:
– Como vamos fazer para sua mãe não saber que estamos dando uma festa?
– Quando eu fico em casa a noite, ela dorme muito cedo.
– Mas você não na festa?
– Claro que vou. Esqueceu das nossas janelas? Eu falo para ela que vou ficar em casa, vou para meu quarto, ela vai dormir e eu vou para sua casa pela janela.
– Ok, mas como ela não vai ouvir barulho nenhum?
– Não sei por que, mas o quarto dela é o único cômodo com isolamento acústico.
– O quarto dos meus pais também tem.
Noah abriu um sorriso malicioso que eu consegui entender o que significava.
– Noah, eu não quero imaginar meus pais fazendo... coisas!
– Mas você sabe que eles fazem, né?
– Esquece esse assunto, por favor! – falei irritada.
– Ok, então.
No caminho de casa conversamos mais sobre a festa e, quando chegamos, cada um foi para suas casas. Fui para o quarto, tomei banho e desabei na cama.
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