Notas iniciais
Oii gente!! Finalmente estou de volta para vocês o/ —trocadinho- kkkk Ok, me soquem! .-. :P Boom, capítulo passado as coisas começaram a esquentar e agora... Tá quente, tá quente♫ hehe e.e Enfim, vão ler, falamos lá em baixo ;) Espero que gostem, boa leitura :D

Sua boca era macia contra a minha, se movia com a precisão perfeita e o encaixe era mais que familiar.

Meu coração saltava endoidecido dentro do meu peito, vibrando o fato de as mãos de Edward estarem em mim, e seu corpo atlético contra o meu.

Não conseguia raciocinar direito e no momento, nem queria.

Sabia que se começasse a ouvir as exclamações enfáticas do meu cérebro eu iria me afastar e correr dele e não era isso que eu queria.

Sua língua pressionou a minha antes de seus lábios sugarem o meu inferior lentamente. Um arrepio passou por mim, me deixando momentaneamente nostálgica.

Eu amava quando ele fazia aquilo. E pelo visto, Edward ainda não havia se esquecido.

Com um impulso forte, eu fui suspensa do chão para logo, cair sentada no balcão de madeira.

Nem a temperatura fria e levemente húmida, fora capaz de me desconcentrar. Estava super fixa na ideia de bagunçar —ainda mais— os fios cobreados de Edward, saciando —ou ao menos tentando— aquela saudade matadora que me consumia.

O anseio que eu sentia ia além de qualquer descrição, era uma vontade insuportável.

Aquilo queimava em mim, corria por minhas veias pulsando em meu sangue.

Edward se colocou entre minhas pernas, se ajustando e me puxando para manter nossos corpos colados.

Suas mãos seguravam meu rosto com a força certa, afagando minhas bochechas enquanto sua língua acariciava a minha.

Meu corpo estava quente, latejando por todo o desejo que eu tanto reprimi em dez anos.

As mãos de Edward mudaram de posição, uma se alojou atrás da minha nuca, tratando de aprofundar ainda mais nosso beijo, enquanto a outra desceu por meu pescoço passando por meu ombro em um toque quente e arrepiante, até abaixar a alcinha da minha blusa.

Um calafrio subiu por minha espinha deixando meu estomago gelado.

Não contive o suspiro ao sugar e morder seus lábios.

Sua mão passou por meu braço, seus dedos se arrastaram por minha pele em uma caricia envolvente.

Enrolei meus dedos em seu cabelo movendo o corpo contra o seu, tentando nos deixar ainda mais colados.

Era uma urgência inarrável. Um desejo incomum.

Tinha tanta necessidade de sentir seus toques, seus beijos, suas caricias, quanto tinha por respirar.

Era algo absurdo até.

Meu baixo ventre vibrou mandando recados diretos a minha boceta que se contraiu em uma piscada de suplica desesperada.

Já estava molhada, praticamente encharcada. Fodidamente pronta para receber Edward por inteiro.

O pensamento fez uma expectativa imensa surgir dentro de mim, me fez saltar no balcão, minhas pernas passaram por seu quadril e com um impulso forte eu o trouxe para mais perto.

Nós dois gememos juntos quando seu pau duro se encontrou com meu centro molhado e mergulhando de vez naquela loucura, comecei a convulsionar meu quadril contra o seu.

Os panos dos nossos shorts atrapalhavam um pouco, mas não eram capazes de diminuir toda a excitação que aqueles movimentos de vai e vem me proporcionavam.

Ainda segurando em minha cintura, Edward infiltrou sua mão vaga por minha blusa. Seu polegar rodeou meu umbigo e o penetrou duas vezes.

Apertando os olhos, mordi minha boca tentando recuperar o folego quando Edward interrompeu nosso beijo.

Respirando fundo, mantive os olhos fechados enquanto ele beijava meu queixo. Com os lábios entreabertos, apenas arfava raspando minhas unhas em seu coro cabeludo.

—Caramba, que saudade de você meu amor. – seu sussurro em meu ouvido arrancou um longo arrepio de mim.

Mordisquei minha boca antecedendo os lábios de Edward que cobriram os meus em um beijo ainda mais urgente.

Seu quadril se encontrava com o meu o que causava uma deliciosa colisão entre nossos sexos.

Minhas pernas se estreitaram ao redor de sua cintura o que ajudou a pressionar ainda mais seu pau duro contra minha boceta.

Nós dois gememos em meio ao beijo, um resfolegando na boca do outro.

Meu corpo queimava diante seu toque, implorava por mais.

Sua mão subiu por minha barriga e em clara provocação, pressionou meus seios por cima do sutiã, antes de se voltar as minhas costas.

Ofegante, separei minha boca da sua na vaga tentativa de recuperar o folego.

Mas como eu podia fazer isso quando tinha a boca macia e quente de Edward em meu pescoço?

Ele mordia, chupava, lambia... Me deixava ainda mais cega de desejo.

Chegava a doer. Eu o queria tanto que doía.

A pressa tomou conta de mim e em meio a ânsia de saciar toda aquela luxuria que queimava em minhas veias, desci minhas mãos por suas costas até encontrar o cós de seu short.

Senti um sorriso nascer contra minha pele quando pressionei o pano jeans para baixo, no mesmo instante, os colchetes do meu sutiã foram separados.

Nossos corpos se separaram e eu senti instantaneamente. Não queria me separar dele. Não mais.

Ofegante, abri os olhos para logo, encontrar os dele.

Estavam intensos, mais escuros e fodidamente brilhosos.

Ah, eu amava aquele brilho sedutor que rodeava aqueles orbes verdes.

O sorriso brincava no canto dos lábios vermelhos, não consegui conter a retribuição.

Seu sorriso torto era fascinante e único.

Edward se inclinou, deixou um rápido beijo sobre a minha boca antes de puxar minha blusa para cima. Erguendo os braços, permiti que ele me livrasse da peça.

Suspirei profundamente me sentindo mais aliviada. Estar vestida naquele momento me deixava incomoda demais.

A blusa branca se perdera em meio as poças de água no chão da cozinha e logo, meu sutiã se unira a ela.

Então, lá estava eu: Nua da cintura para cima, arfante, excitada para caralho e a frente do ex mais gostoso que alguém poderia ter, que era —ou deveria ser— meu amigo.

Minha visão estava turva, embaçada, —eu sabia que era só uma consequência de todo aquele tesão que me consumia— mas consegui ver e muito bem a mordida sexy que Edward deixara em seu lábio inferior.

—Linda. – sua voz estava arrastada. —Minha linda. – erguendo a mão, Edward segurou meu rosto.

Meus olhos se fecharam com o toque quente, mordi meu lábio inferior soltando um suspiro longo.

Dizer que suas palavras não me tocaram, seria uma mentira absurda.

Edward sempre me chamara de “minha linda” e naquele momento, eu senti como se nada houvesse acontecido entre nós dois. Como se tudo ainda fosse perfeito e sem mágoas.

Sua boca pousou sobre a minha com calma, subi as mãos por suas costas entreabrindo meus lábios. Sua língua quente deslizou por eles até esbarrar com a minha.

Suspirei profundamente passando minhas unhas por sua pele macia.

Interrompendo nosso beijo, Edward desceu sua boca por meu queixo deixando uma mordidinha provocante. Engoli a seco sentindo meus pelos se arrepiarem. Sua boca continuou a correr por meu pescoço com beijos molhados.

Eram deliciosos.

Seu hálito quente colidia contra a minha pele que estava absurdamente sensível. Ele deixou beijos por todo meu colo e conforme ia descendo, eu ia inclinando meu corpo para trás deixando seu caminho ainda mais livre e fácil.

Mordi meu lábio quando sua língua molhada contornou meu mamilo rijo, seus lábios entreabertos pousaram sobre ele e então, o sugaram lentamente.

Não contive o gemido.

Edward sustentou todo o peso do meu corpo enquanto sugava com calma o bico do meu seio, passando a língua e os dentes por ele.

Minhas mãos foram para seu cabelo, puxando-o no ritmo em que ele chupava meu peito.

Meu quadril parecia ter vida própria, rebolava incansavelmente de encontro ao dele na tentativa desesperadora de bater com o volume duro que residia entre as pernas de Edward.

Deixando uma última mordida em meu mamilo, ele mudou para o outro dando a mesma atenção divina e prazerosa.

—Droga... – ele soltou baixo afastando sua boca do meu peito. Deixei meu corpo cair contra a ilha fria, estava arfante. —Aqui vou acabar te machucando. – de olhos fechados, apenas ouvi suas palavras. —Onde fica o quarto?

Eu tentei responder, eu quis responder, mas quem disse que eu tive voz?

Ainda afetada, ergui a mão e apontei meio sem direção para o quarto.

Ouvi sua risadinha que logo fez a pele do meu pescoço vibrar, com uma pegada firme e confiante, Edward me ergueu da ilha e sustentando todo meu peso, saiu caminhando comigo.

Sua boca não saiu de mim durante o breve percurso até o quarto, o qual ele encontrara sem problemas.

Entreabri os olhos ao ouvir a pancada da porta se fechando, o quarto estava escuro e eu agradeci mentalmente por não ter aberto as persianas naquela manhã.

Meu corpo fora repousado sobre a cama e logo, coberto pelo o de Edward.

Seus lábios voltaram a se encaixar contra os meus em um beijo bastante provocador.

Minhas unhas desceram por suas costas largas, eu sentia seus músculos se tencionando e relaxando conforme ele ia se movendo sobre mim.

A cama era realmente muito mais confortável que a ilha da minha cozinha, no entanto, ela não nos dava a opção de nos “esfregarmos”, enquanto ainda estávamos vestidos. E estar vestido naquele momento era algo tão agoniante e aflito, que eu sentia como se estivesse presa em uma camisa de forças.

Eu precisava me livrar das outras peças que impediam o contato mais íntimo com Edward, inclusive as que ele estava vestindo.

Meus dedos esbarraram novamente no cós da sua bermuda, dessa vez eu pude empurrá-la com mais êxito.

Percebendo minha ideia aflita, ele se afastou de mim, ajoelhando a minha frente e então se livrando da bermuda que usava.

A falta de luz me impediu de identificar com exatidão o tom do pano, contudo, eu pude e muito bem, observar o volume reto e rijo que seu membro proporcionava contra a boxer.

Ofegante eu literalmente subia e descia enquanto tentava controlar minha respiração, algo que ficou ainda mais difícil depois que ele também retirou meu short.

Edward voltou a descer sua boca por meu pescoço, sua língua quente e húmida deslizava por minha pele sensível me causando arrepios de prazer.

Minha boceta estava tão molhada e sensível que até a renda da calcinha me incomodava. Era um nível tremendo de excitação.

Estava cega, surda e muda, para tudo aquilo que não envolvia Edward e eu.

Quando ele se abaixou de novo e voltou a sugar meu seio, meu corpo todo começou a pulsar. O calor voltou a embrenhar cada célula que me formava, eu estava queimando, ardendo sobre a cama diante seus toques precisos.

Eu me remexia no colchão a cada lambida que sua língua deixava em meu mamilo, sentia meus seios inchados e mais carentes do que eles nunca estiveram em toda a minha vida.

Soltei todo o ar que eu prendia pela boca quando a de Edward desceu pelo vale entre meus seios, escorrendo por meu abdômen em chupadas lentas e longas.

Apertando os dentes, eu gemi sem conseguir conter a ansiedade e vontade.

Mergulhei meus dedos no seu cabelo, sentindo sua mão esquerda pousar sobre minha coxa e deixar carinhos em um leve e prazeroso vai e vem.

Mordi o lábio inferior me arrepiando diante a mordidinha provocante que Edward deixara no pé da minha barriga.

Senti seu sorriso nascer contra a minha pele, enquanto seus dedos atrevidos correram para minha virilha.

Seu polegar passou por cima da minha calcinha de renda. O pano era fino e me permitia sentir o calor de seu toque, mas ainda estava entre nós e eu odiava aquilo.

Edward manteve seus beijos em minha barriga, ao mesmo tempo que passou a brincar com o cós do meu caleçon.

Puxando seu cabelo, apenas arfava, entregue demais para fazer qualquer outra coisa.

Sua boca finalmente desceu mais um pouco, parando exatamente onde eu queria: Minha boceta.

A pobrezinha piscava, ficando a cada segundo mais molhada e lubrificada, pronta para ser esfolada pelo delicioso pau de Edward.

—Mm, está molhadinha...

Eu não sei o que me atiçou mais: a voz rouca, as palavras usadas, a respiração quente contra minha boceta ou ter minha calcinha empurrada para o lado dando espaço aos dedos de Edward.

Eu sentia suas digitais quentes rasparem contra meus lábios maiores que por conta da posição, estavam separados, me deixando livre para seu toque.

Prendi a respiração quando seu dedo finalmente mergulhou em mim, correndo toda minha extensão, contornando minha entrada e então subindo para tocar meramente meu clitóris.

Soltei o ar pela boca deixando minhas costas caírem sobre o colchão.

Edward ainda sabia como me provocar. Ele ainda me conhecia muito bem.

—Molhadinha, quentinha.... – narrou enquanto subia seu corpo, deixando beijos pelo meu.

Mais um dedo fora posto na missão de acariciar minha boceta, eles passavam pelos meus lábios maiores, desciam para os menores e então rodeavam meu clitóris.

Segurando na nuca de Edward, eu o puxei, colando nossas bocas em um beijo urgente. Mordi seu lábio inferior, sugando-o com fúria, quando ele enfiou seus dedos em mim.

Foram fundo, entraram lentamente escorregando pouco a pouco pelo canal.

Eu gemi em sua boca e ele na minha.

Seu corpo se colou mais ao meu, e enquanto eu rebolava em sua mão, ele esfregava seu pau em minha perna, me fazendo sentir toda a rigidez.

—Porra, e ainda é apertadinha. – rosnou contra meus lábios, começando a estocar. Eram movimentos lentos, mas bom para caralho.

Apoiando os pés na cama, curvei o corpo inclinando o quadril na vaga tentativa de aumentar o ritmo das investidas ou deixa-las mais fundas.

—Edward... – pedi apertando os olhos. —Droga!

Exclamei quando ele mais uma vez, impediu que eu obtivesse o que queria.

—Calma, meu amor. – sussurrou em meu ouvido, sugando e mordendo meu lóbulo. —Eu vou dar o que você quer, do jeito que você quer, mas com meu pau aí dentro. – engoli o folego com suas palavras.

Ele se inclinou e me beijou antes de tirar a mão de mim. Um gemido de desgosto começou a sair pela minha boca, mas logo fora abafado por um beijo.

As mãos de Edward foram rápidas e habilidosas em abaixar minha calcinha e sem desconectar nossas bocas, deslizarem ela por minhas penas. Logo em seguida, repetira o mesmo processo com sua cueca.

Um suspiro de alivio escapou de mim quando passei meus braços pelos ombros de Edward e as pernas por seu quadril, podendo enfim sentir pele contra a pele.

Sem roupas, sem empecilho, sem nada no caminho.

Se parando nossas bocas, Edward me olhou. Seus orbes verdes me hipnotizaram assim como fizeram pela primeira vez.

Suspirei voltando a beijá-lo, sabendo que, olhar naqueles olhos por muito tempo, não era boa ideia.

Eu podia sentir seu pau raspar em minha boceta, por isso rebolava a procura de um contato maior.

Edward e eu gemíamos pelo mero e delicioso contato, o que só nos deixou mais afoitos e ansiosos.

—Minha linda. – voltou a murmurar, fazendo meu coração bater mais forte, antes de deixar um beijo em minha testa, meu nariz e por fim, minha boca.

Sua mão desceu pela lateral do meu corpo até ir para o seu próprio, pude senti-la perto da minha boceta e sabia exatamente o que ele estava fazendo: guiando para mim.

Ofeguei alto quando senti a cabeça dura e pulsante contra a minha entrada molhada. As mãos de Edward subiram e capturaram as minhas, mantendo-as presas no colchão, ao lado da minha cabeça.

Mordi meu lábio, sentindo seus beijos ao redor do meu rosto quando ele começou a entrar aos poucos em mim.

Eu sentia minha pele abrindo para recebe-lo, meu lubrificante permitindo que ele deslizasse com mais facilidade.

Não diferente do que eu me lembrava, Edward me preencheu por completo.

Nossos gemidos saíram em sincronia, se entrelaçando no ar assim como nós dois estávamos na cama.

—Caralho amor! – exclamou quando deu a primeira estocada, tão lenta, tão provocante, tão prazerosa.

Arqueei o quadril, apertando as unhas nas costa de suas mãos sentindo-o se afastar, quase retirar seu pau por completo de mim, para entrar novamente.

Meu estomago estava gelado, bem diferente de todo o resto de mim que pulsava e queimava.

Edward afundou o rosto na volta do meu pescoço, sugando e mordendo.

Indo de encontro a suas investidas, eu fiz com que ele perdesse toda a calma que sentia, ficando tão descontrolado e afoito, quanto eu.

Seu pau entrava e saia com mais força, sua pele raspando na minha e suas bolas batendo contra minha bunda.

Minhas pernas se estreitaram ainda mais ao seu redor, fazendo com que Edward alcançasse o meu “fundo mais fundo”.

Arqueando o corpo, eu gemia sem pudor, sem contenção alguma.

Havia uma entrega plena, completa e não era unilateral. Edward também estava do mesmo modo.

O suor brotava em meu rosto, meu corpo já tremia e meus gemidos estavam ainda mais longos.

Erguendo o rosto, Edward beijou meu queixo após morde-lo.

—Vem comigo amor, vem.... Goza para mim.

Seu pedido fora —literalmente— uma ordem. Sua boca cobriu a minha e no segundo seguinte eu me permiti ter o melhor, dos melhores orgasmos.

Meu corpo tremeu, convulsionando na cama, sob o de Edward que também reagia ao intenso clímax.

Era uma sensação quase indescritível de supremo êxtase, uma sensação corporal e subjetiva completa de prazer.

Era algo inarrável, mas poderia tentar definir como a experiência única da sensação única de morte e vida, unificadas.

Você pensa que vai morrer de tanto prazer e renasce plena de vida, de paz.

Ainda de olhos fechados, aproveitei cada sensação embriagadora até que elas se dissipassem por completo.

Aos poucos, fui tragada para o mundo real, era como chegar a superfície após um longo mergulho.

Estava arfante, meu coração batia descompassado dentro de mim e ainda estava tremula, mas me sentia tão bem, tão plena...

Edward deixou um beijo estalado em minha boca antes de distribuir vários por meu maxilar, garganta e pescoço.

Corri as unhas por suas costas, me recusando a pensar no fato de ter acabado de transar com meu ex.

Sabia que mais tarde, eu ia querer me esganar e provavelmente, morreria de arrependimento, mas no momento, tudo o que eu queria era saciar aquele desejo que ainda rondava meu corpo.

Suas mãos fortes deslizaram por meu abdômen deixando minha pele formigando. Apoiei as mãos na cama enrolando meus dedos nos lençóis amassados.

Edward voltou a descer sua boca por meu corpo, tendo assim, que sair de dentro de mim me deixando vazia.

Um suspiro escapou por minha boca quando ele mordeu meu baixo ventre, correndo a língua por ali, antes de se arquear para se arrumar sobre minhas pernas.

Edward ia dando beijos e lambidas no interior das minhas coxas, em minha virilha, até finalmente chegar nos grandes lábios.

Cerrei os olhos sentindo a excitação crescer dentro de mim perante sua respiração quente que colidia de frente contra minha boceta aberta.

Mantendo cada uma de suas mãos em minhas pernas, Edward abaixou o rosto correndo a língua por dentro e por fora deles, sem tocar no meu clitóris pulsante, me deixando ainda mais excitada.

Ainda em provocação, ela passou para os pequenos lábios, fazendo movimentos de cima para baixo, usando somente a ponta da língua.

Os gemidos saiam por minha garganta sem pedir permissão, arqueando o quadril eu pedia silenciosamente por mais, enquanto puxava com força o lençol abaixou de mim.

Captando meus pedidos aflitos, Edward correu a língua por meu clitóris inchado com movimentos circulares em volta dele, lentamente, sem pressa alguma.

Oh, aquilo era bom, muito bom!

Funcionava mais ou menos, como um beijo molhado.

—Oh, merda...

As palavras fugiram por minha boca quando dois dedos de Edward me penetraram de uma vez. Ele estocou com força, aumentando a intensidade das chupadas e lambidas.

Uma onda de prazer começou a surgir da região do meu clitóris ou do interior da minha vagina —não sabia exatamente—, e essa onda de prazer pulsava e indo em direção ao meu ventre e se espalhando rapidamente pelo resto do corpo, dando uma sensação muito deliciosa, como se momentaneamente, eu perdesse o controle sobre mim mesma.

Soltando um grito agudo, me deixei livre para convulsionar na cama, gozando intensamente, mais uma vez.

Eu fui ao céu e voltei.

Aquilo era bom para caralho.

—Mm, uma delícia. – Edward proferiu se realocando sobre mim. —Bem como eu me lembrava.

Suspirei subindo as mãos por seu pescoço e o puxando para poder beijá-lo.

Pude sentir meu próprio gosto em seus lábios e aquilo fora realmente excitante.

Já havia gozado duas vezes, mas aquele desejo que eu sentia não havia diminuído nem um pouco.

Mesmo não querendo pensar naquilo, eu sabia que estava fodida. Havia trago tudo de volta. Todo o amor, toda a saudade, todo aquele vicio incontrolável que eu tinha por Edward.

Podia até ser um erro, mas se fosse de fato, era o melhor erro que eu já havia cometido.

Notas finais
Báah, quem não quer um erro gostoso como o Edward? :3 Gatinhas, próximo vem na terça! Espero que tenham gostado, nos vemos sábado em Paixão Proibida :D Fiquem bem, tenham um bom dia ^^ Beijos :*