De Tudo ... Um Pouco !
5 Capítulo 5
Notas iniciais
O começo do ano é um período muito atribulado.
Quanto ao capítulo, preciso alertar que também tem cenas quentes, afinal ele estava viajando e precisam matar a saudade ! Que pretexto, não ???
Essa fic, como já disse antes, vai ter um pouco de tudo, queria avisar que vai haver um drama, se preparem.
Embora não seja muito longa, vou tentar deixá - la interessante.
Obrigada pela paciência e um super beijo a todas vocês, que sempre me presenteiam com seus reviews maravilhosos !
Ela fechou a porta devagar e encontrou Adam saindo de seu quarto.
_Bom dia de novo, meu amor !
_Bom dia ! — Ele esticou os braços e bocejou.
_Dormiu bem ?
_Dormi …. cadê o papai?
_Está descansando … a viagem foi muito longa .
_Hum … estou com fome !
Ela o empurrou de volta ao quarto, e tirou seu pijama, depois abriu o chuveiro e regulou a água para seu banho.
Momentos depois ele comia uma panqueca e tomava seu leite com chocolate.
Zoe o chamou para brincar no jardim e ela o deixou ir, com a promessa de que assim que o pai acordasse ela o chamaria.
Adam ficava sempre eufórico quando o pai estava em casa.
Ela ajeitou a sala, realizou alguns trabalhos domésticos, depois deu uma olhada na parte de baixo e conferiu se estava tudo em ordem, pegou os óculos de seu marido em cima do aparador e subiu para arrumar o quarto do filho.
Ela tinha alguém que a ajudava mas era seu dia de folga. Marg estava com eles desde que Adam nascera.
Sara terminou de ajeitar algumas coisas em sua escrivaninha e guardou alguns objetos na gaveta.
Assim que a abriu encontrou alguns outros desenhos. Eram todos bem coloridos esorriu ao ver um que lhe chamou a atenção.
Ele havia desenhado os três de mãos dadas, um céu azul, algumas estrelas … ela riu ainda mais, estrelas de dia ? Havia também o que parecia um avião e alguma coisa que ela não soube distinguir direito
Grissom estava preocupado à toa. Ele sempre exagerava quando se tratava do garoto.
Ela foi até ele, e com cuidado guardou o desenho e seus óculos.
Por longos minutos ela o observou.
Ele ainda era tão bonito, ao longo dos anos havia mudado muito pouco, os cabelos mais prateados e mais algumas marcas de expressão.
Com cuidado ela se deitou ao seu lado, seu rosto a poucos centímetros. Era tão bom tê -lo em casa, sentia tanta falta dele, mas prometera a si mesma não o aborrecer com reclamações.
Ela deslizou um dedo suavemente por seu rosto, as sobrancelhas, o nariz perfeito.
Seus olhos se abriram e ele a encarou.
O quarto estava na penumbra mas ela pode ver o brilho que eles tinham.
_O que foi, querida ?
_Estava te admirando … você continua tão bonito.
Ele sorriu, piscando os olhos vagarosamente. Sara pousou a mão em seu rosto e ele a cobriu com a dele.
_Eu te amo tanto !
_Eu sei … meu amor !
Grissom a beijou com cuidado, depois se virou para a porta.
_O Adam acordou ?
_Está brincando e me fez prometer que o chamaria assim que acordasse.
Ela viu ele sorrir novamente. Depois beijou a palma de sua mão, assim que ela voltou ao seu rosto.
Eles estavam de lado e Grissom enroscou suas pernas por entre as dela.
_Eu ... achei uns desenhos dele, acho que vai gostar.
_Vou ?
_Huhum …
Ele beijou seu pescoço e empurrou seu quadril para que se tocassem mais intimamente. Sara sentiu a dureza dela contra seu centro, e imediatamente se acendeu.
_Está me provocando ?
Havia malícia em seus olhos e ele a beijou com uma certa fúria.
_Está com roupas demais !
Ela se despiu rapidamente ficando apenas de lingerie.
_Assunto resolvido.
Ele ficou nu e se ajeitou novamente entre as suas pernas, ainda de lado.
_É uma boa posição.
Ela começou a rir.
_Qualquer posição é boa com você !
_É ??? Estava morrendo de saudade … — Ele sorriu com os olhos, os mais lindos que ela já vira.
_Eu senti tanto a sua falta, Gil … tanto !
Ele terminou de tirar as poucas peças que restavam nela e trabalhou com as mãos pelo corpo de sua mulher.
Ondas de arrepios percorreram sua espinha e ela se agarrou mais a ele, sentindo o quanto estava quente.
_Eu preciso me sentir vivo … quero fazer amor com você bem devagar … sentir o seu gosto …
Os seios tocando seu peito traziam uma sensação indescritível. As mãos hábeis tocando a maciez de sua pele, sua boca sentindo o gosto de suas carnes palpitantes, ardentes. Tudo nela o excitava a ponto de não suportar.
Estar dentro dela o fazia renascer, ele se esquecia de tudo ao seu redor.
_Eu te desejo tanto …
Grissom a possuiu bem devagar, fazendo movimentos tão lentos que ela podia sentir cada centímetro dele se insinuando dentro dela. A sensação a deixava sem palavras, apenas gemidos roucos transmitiam o que estava sentindo.
Eles se pertenciam de corpo e alma, se provocavam, se encaixavam perfeitamente.
_Você é linda … — Os pequenos beijos que seu rosto fino recebeu, se entenderam pelo pescoço e os ombros. Sua boca brincava com os mamilos até senti – los endurecer de desejo. Ela tinha um gosto bom e respondia às suas carícias instantaneamente. Isso o deixava louco.
Ainda dentro dela ele capturou seu olhar, quase a atravessando.
Os olhos dele brilharam quando encontraram os dela.
Ele havia prometido que viveria para provar a ela o quanto a amava, provar que sua vida pertencia a ela.
E ela havia acreditado em cada palavra dele.
Estavam se amando calmamente, do jeito que ele queria, bem devagar.
Depois de um longo tempo, o êxtase final em abundantes jatos mornos, o presente da entrega total.
Eles ainda continuaram por mais alguns minutos se acariciando em silêncio, apenas se curtindo.
Depois Sara recolheu suas roupas e desceu, enquanto ele tomava uma ducha rápida.
Assim que apontou na escada ele viu seu filho o esperando ansioso.
_Oi papai … esta é a Zoe !
_Mais que garota bonita você é !
Ela lhe estendeu a mão muito tímida.
_Olá …. muito prazer.
Ele ficou encantado com ela.
_Ela pode te chamar de tio, papai ?
_Claro que pode !
Ele mexeu nos cabelos de seu filho e sorriu. Sua mulher estava certa. Ele parecia mais descontraído com ela. Isso era bom.
_Cadê a mamãe ?
_Na lavanderia. Vai ficar em casa hoje ? — Ele notou sua bermuda, a camiseta e os chinelos.
_Sim …
_Pode brincar com a gente ? Podemos andar de bicicleta.
_Bicicleta ? — Faziam isso, ás vezes. Cada um tinha a sua._Tudo bem, mas antes vamos abrir as caixas que eu trouxe. Tenho alguns presentes para você !
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