De Tudo ... Um Pouco !
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Jay estava acompanhado de uma morena estonteante. Ela parecia mais uma garota extraída de uma revista de moda.
Eles se cumprimentaram !
_Esta é Linda !
O sorriso dela era igualmente impressionante !
“Ele tem uma namorada, isso é bom !”
Grissom pareceu animado com a garota, lhe enviando um “sorriso” aberto demais !
Eles se afastaram e Sara olhou bem feio para ele.
_É namorada dele ?
_Não sei, acho que sim. Interessado ?
_Eu ??? De onde tirou isso ?
_Eu vi, Gilbert ! Seu sorriso cinematográfico !
Ele começou a rir.
_Ela é muito bonita, mas … quer saber ? Estou aliviado. Se for namorada dele preciso comemorar !
_Você é tão bobo, Grissom. Quanta besteira !
Adam logo apareceu, chamando o pai para ver a estação de trem que tanto falava.
Era impressionante !
De onde estava Grissom viu sua mulher conversar com Jay, muito animada. Eles pareciam se dar bem.
A morena, dependurada nele, prestava atenção na conversa com bastante entusiamo também.
_Papai … ouviu o que eu falei ?
_O que, filho ? Não estava prestando atenção !
_Você gostou ?
_É muito bonita, Zoe.
_Obrigada, tio Gil.
Ele pegou duas taças de um coquetel que estava disposto na mesa e foi em direção a ela. Sara conversava ainda bem animada.
_Jay me disse ... seu trabalho é muito interessante.
_Estou de férias, assim como meu marido. Temos que aproveitar !
_Querida ?
Ele estendeu uma taça a ela que lhe sorriu, o abraçando pela cintura.
_Obrigada., amor !
Jay e Linda olharam para ele de uma maneira interessante.
_Como vocês se conheceram, Sara ?
_Em uma palestra, Linda ! Quando eu era estudante !
_E nunca mais se separaram ?
_É uma longa história !
Eles começaram a rir.
O restante da noite, Jay diversificou seus assuntos, apresentou outros amigos e alguns parentes distantes. A casa não estava muito cheia, mas estava bem animada.
Grissom teve que concordar que ele sabia tratar seus convidados como ninguém e era muito inteligente.
Era quase madrugada quando ele a aconchegou em seu peito para dormir.
_Gil … essa amizade com a Zoe está fazendo nosso filho se soltar mais, você percebeu ?
_Sim … e também está crescendo ! As crianças mudam.
_Tenho tanto medo do que possa acontecer a ele.
_Se disser que não tenho medo, estaria mentindo, mas sei que vamos superar isso !
_Eu te amo tanto …
Ele sorriu, precisava lhe dar atenção, ela estava apreensiva e ele precisava animá -la.
Levantou seu queixo e beijou sua boca com delicadeza.
Os dedos dela brincaram com os pelos ásperos que cresciam em seu rosto.
Ela imaginou ele roçando em seu pescoço e se arrepiou.
_Essa sua barba está uma delícia para passear em meu pescoço.
_Verdade ?
Ele obedeceu, depois desceu por suas costas expostas pelo babydoll de seda branco, a marcando.
_Isso é o paraíso.
Ela se deitou de bruços enquanto ele “brincava “ pelo seu corpo, até que não suportando mais ele se despiu rapidamente e a possuiu quase com desespero.
Sempre que estava em casa, a frequência com que faziam amor era impressionante. Como pouco se viam, era até natural. De férias eles sempre se superavam.
Grissom ainda a satisfazia completamente, e estava longe de sentir o peso da idade.
Cath vivia a atormentando com brincadeiras a esse respeito.
Ele não se importava de ser carinhoso na frente de ninguém, havia mudado muito, desde que resolveram se casar.
Ela sempre brincava que os anos que se esconderam criou um trauma nele !
Quando estava sobre ela, a presenteando com suas estocadas firmes, não conseguiu evitar os gemidos agudos que sua garganta proferiu.
Ele a calou com beijos profundos, ia acabar acordando Adam !
Quando atingiu o clímax então, ele não pode se desgrudar de sua boca. Foi tão intenso que talvez, até mesmo seus vizinhos escutassem.
Suas bocas juntas sufocavam seus delírios.
Instantes depois, ainda sobre ela, e beijando seu ombro ele começou a rir.
_O que foi, amor ?
Sara estava ofegante e cansada.
_Se não tomarmos cuidado os vizinhos vão chamar a polícia.
Ela ficou envergonhada, seu filho poderia escutar. Mas tinha sido tão espetacularmente involuntário que acabou se conformando.
_Foi mais forte que eu. Acho que ainda não consegui recuperar o tempo que perdemos nessa sua última viagem.
_Isso é uma desculpa, você é insaciável !
_Você acha ?
_Não acho, tenho certeza ! Você me mantém aceso, querida. Isso é mérito totalmente seu !
Ele saiu de cima dela e descansou a cabeça em seu travesseiro.
_Eu poderia dizer o mesmo.
_Quer que eu vá ver o Adam ?
_Será que acordamos ele ?
De repente um toque na porta.
_Papai ?
Grissom olhou para ela muito surpreso, os olhos arregalados.
Ele vestiu rapidamente sua cueca e a bermuda de seu pijama.
_Já vou, filho !
Sara também se vestiu e se cobriu com o lençol.
Assim que ele abriu a porta, teve vontade de rir.
_Por que a mamãe estava chorando ?
Em vez de responder, ele resolveu fazer outra pergunta.
_Não consegue dormir ?
_Acho que comi alguma coisa muito salgada, acordei para beber água.
Ele empurrou mais a porta e olhou para sua mãe..
_Por que estava chorando , mamãe ?
O que ela ia dizer ?
_Não estava chorando meu amor !
_Mas eu ouvi assim que subi as escadas.
A escada ficava perto do quarto deles.
Grissom não sabia o que dizer, sem contar que ele estava com uma mordida bastante visível em seu peito.
Tratou logo de vestir a blusa que estava jogada no chão.
Adam olhou para o pai, depois para sua mãe.
_Você não ouviu, papai ?
_É … ela estava sonhando.
“Acordada”. Não era de todo uma mentira.
_Hum … então tá bom.
_Já tomou sua água, querido ?
_Já.
_Venha vou te colocar na cama.
Grissom o pegou no colo, ele não era um garoto muito pequeno, mas também não muito alto. Porém era muito magro, pesava ainda muito pouco.
_Boa noite, mamãe !
_Boa noite, meu amor ! Durma com os anjos.
Grissom o carregou com facilidade e o colocou na cama, se deitando ao lado dele por alguns minutos.
Ele se mexeu, encostou o ouvido em seu coração, depois se virou de um lado, depois de outro novamente.
Um largo sorriso o acompanhou. Ele estava agitado.
_Algum problema, Adam ?
_Não, estou procurando uma posição melhor. — Ele deu uma risadinha parecida com a de sua mãe.
Grissom o apertou em seu peito e beijou sua cabeça com cheiro de tutti frutti.
_Estou som saudade da vovó, estava sonhando com ela.
_Agora vamos ter tempo para viajar até ela. Ou talvez ela pudesse ficar uns dias conosco. O que você acha ?
_Vou adorar. — Ele bocejou e se enroscou mais nele.
Minutos depois, adormecia profundamente.
Grissom o cobriu e saiu com cuidado.
A luz ainda estava acesa e ela estava esperando por ele, antes de se deitar ele levantou a camisa de seu pijama.
_Dê uma olhada nisso !
Ela arregalou os olhos, surpresa. Sua boca estava esculpida em uma mordida. Talvez tivesse sido no auge de seu prazer.
_Desculpa amor ! Está doendo ?
_Não, e não precisa me pedir desculpas, eu gostei. Mas ele quase viu !
_Gil … acha que devemos tomar mais cuidado ? Isso é tão desagradável.
_Foi uma coincidência ele descer para beber água. Do quarto dele não se ouve nada, querida. Não se preocupe. _Venha cá. Quero te dizer uma coisa.
Ela se aconchegou nele.
_Vamos mudar de quarto !
_Está falando sério ?
_Claro que não. Podemos instalar uma pequena geladeira no quarto dele.
_Grissom. !!!
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