Notas iniciais
Este poema é destinado a minha querida irmãzinha não de sangue, que entrou em minha vida e me mostrou um mundo melhor com o seu sorriso. Victória Muniz, ou Colecionadora de Palavras (Nyah), jamais te abandonarei.

Deixe-me te levar até as estrelas.

Deixe-me te mostrar que ainda pode haver alguma luz.

E, em troca, entregue ao mundo o seu belo sorriso.

Mas, meu amor, não chore.

Não se maltrate e nem se torture.

Você já não sofreu o bastante?

Então, por favor, permita que o vento te carregue.

Voe como sempre quis.

E sinta o ar abraçá-la,

Amá-la,

E cuidar de teu coração tão puro.

Mas, minha estrela, não transforme a noite em sua inimiga.

Imagine a escuridão como um pano escuro sobre os olhos,

E este está cobrindo sua visão apenas com um único propósito:

Fazer-te esperar pela grande surpresa que virá.

O mundo realmente está repleto por crueldades,

Entretanto, ainda há certa beleza nele.

Talvez seja quase impossível de enxergá-lo ou senti-lo.

Porém, eu sei que você possui uma força inabalável dentro de ti,

E que jamais irá apagar o fogo radiante que preenche a sua alma.

Nunca abandonará a esperança que te seduz.

Então, meu anjo, deixe o Universo invadir o seu corpo,

Assim como a sua bondade conquista a todos.

E saiba que você não se encontra sozinha,

Pois até o silêncio está fascinado por ti.

E, por favor, não se esqueça de olhar o céu hoje à noite,

Porque eu estarei ali,

Mesmo que tão distante,

Ainda ficarei com você por toda a eternidade.

Com muito amor e gratidão,

De sua fria Estrela.

Notas finais
"Somos capazes de sobreviver a essas coisas horríveis, pois somos tão indestrutíveis quanto pensamos ser." —Quem é você, Alasca? 01/10/2014 —-Okay?---
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!