De Solteiros a Papais
1 Balada com Thalia
Notas iniciais
Annabeth Chase tem 26 anos, uma jovem muito bonita, Arquiteta formada com méritos em Harvard e que ainda mora com os pais em Manhattan e trabalha na empresa Olympus construtora.
–Parabéns senhorita Chase, ganhou sua primeira grande conta...! -O chefe lhe deus os parabéns. –Até saiu uma nota na internet se continua fazendo grandes projetos, assim logo, logo se tornara arquiteta chefe e sócia da empresa. –Esse era um dos sonhos de Annabeth, se torna uma grande arquiteta.
–Obrigado senhor Olympus... -Annabeth estava tão feliz. –Só me dediquei ao projeto. E eu agradeço ao senhor por ter me ajudado também...
–Eu tenho muito orgulho de você minha querida. –Cronos Olympus era um senhor de idade aos seus 65 anos ainda comandava empresa.
–O senhor e como se fosse meu segundo pai, sempre esteve aqui comigo me ensinado, me apoiando...
–Com licença, senhorita Chase. Telefone para a senhorita! -A secretaria lhe chamou.
–Obrigada, irei atender em minha sala, só um instante ok? –Fala Annabeth.
–Pode ir lá... tenho algumas coisas pra resolver no RH. –Diz Cronos.
–Com licença senhor. -Annabeth foi atender a ligação.
–Sim?
–Annabeth parabéns! Estamos lendo no site... Isso pede uma comemoração, o que acha? -Era Thalia, uma grande amiga dos tempos de faculdade.
–Será? Não sei, acho que irei para casa jantar com meus pais. -Annabeth não era muito de sair.
–Pare com isso! Passarei às oito horas na sua casa e iremos para algum lugar.
–Tudo bem Thalia! Agora tenho que ir estão me chamando.–Os colegas do escritório fizeram uma pequena comemoração, a vitória não era apenas dela, mas sim de todos que de algum modo contribuíram e trabalharam duro por meses.
–Mãe? Pai? Já cheguei... -Annabeth finalmente chegou em casa.
–Olá querida! A senhora Chase veio abraçar a filha. –Estamos tão felizes!
–Minha garotinha! -O senhor Chase apareceu no topo da escada. –Estou tão orgulhoso de você! -Nada deixou Annabeth mais feliz do que ver os pais orgulhosos, sabia o quanto eles se esforçaram para pagar a sua faculdade. Sempre quis ser Arquiteta e sempre contou com o total apoio deles.
–Thalia irá passar aqui às oito horas para sairmos, segundo ela eu tenho que comemorar. -Ela avisou.
–Isso é ótimo filha! Não está no tempo de você ficar em casa vendo TV com seus pais e sim sair e encontrar um rapaz bacana. -A mãe a encorajou.
–Mãe, sabe muito bem que eu não estou atrás de nenhum namorado...
–Eu sei, eu sei... Não é por que seu namoro com Will não deu certo que você deva ficar sozinha. -Annabeth foi se arrumar, como não tinha o costume de sair, não sabia que roupa seria ideal. Achou que um vestido preto simples um pouco acima do joelho e um sobretudo seria uma boa escolha.
–Estou pronta Thalia! -Annabeth apareceu no topo da escada ao escutar a voz da amiga no andar de baixo.
–Filha, você está linda! O senhor Chase a elogiou.
–Realmente, você está muito linda! Thalia tire mais vezes ela de casa.
–Mãe, por favor, de novo não! Vamos Thalia, antes que eu desista e fique em casa. –Elas saíram de casa e foram para o carro de Thalia. –Para onde está me levando dessa vez Thalia?
–Vamos nos encontra com alguns amigo em uma boate aqui pertinho... –Thalia acelera pelas ruas nova-iorquina.
–Se importa se antes de começamos a enche a cara passamos em um restaurante, não quero para em um hospital mais tarde.
–Ok, sei que seu estômago deve ser fraco pra bebidas... –Elas pararam em um restaurante Italiano. Assim que jantaram elas seguiram para a casa noturna. Tinha uma grande fila do lado de fora, mas como Thalia já frequentava o local, deixaram as duas entrarem direto.
–Acho que vou pegar uma bebida, o que quer? -Annabeth perguntou a amiga.
–Uma cerveja seria ótima! -Thalia encontrou os amigos e sentaram-se todos em uma mesa. Annabeth chegou ao bar, estava cheio de pessoas tentando também pegar uma bebida.
–Hey...! -Ela tentava sem sucesso chamar a atenção do barman.
–Também está tentando uma bebida? -Um rapaz muito bonito por sinal, chegou do seu lado.
–Sim, mas está difícil. Parece que ele olha para cá e não vem nos atender.
–É... Bom prazer, meu nome é Percy! -Ele estendeu a mão. –Está sozinha?
–Prazer, Annabeth. Não eu vim com uma amiga que encontrou outros amigos e então resolvi vir pegar uma bebida... -Ela apertou a mão dele.
–Não queremos ficar a noite toda aqui esperando uma cerveja, então... -Percy esticou a mão sob o bar, alcançou duas garrafas e deixou o dinheiro no lugar. –Aqui está a sua cerveja! -Ele lhe entregou.
–Tem certeza? -Percy balançou a cabeça afirmando. –Só que também prometi levar uma para minha amiga, então terei que esperar.
–Não, pode levar a minha. -Ele lhe entregou a outra garrafa. –Eu espero...
–Puxa! Muito obrigada. -Annabeth aceitou as cervejas e voltou para a mesa onde Thalia estava.
–Nossa Percy! Por que essa demora? Se a cerveja estiver quente, irá voltar e buscar outra! -Percy conseguiu as bebidas e voltou para a sua mesa.
–Não enche Grover! Eu acabei dando as nossas cervejas para uma moça e ai demorou mais.
–O que? Perseu Jackson sendo cavalheiro? -A irmã dele não acreditou. Percy deixou Grover e Juníper, sua irmã, fazendo piadas para ir atrás de Annabeth.
–Oi, licença! Queria saber como estão as minhas cervejas? -Ele chegou do lado dela que estava distraída mexendo no celular.
–Ah...Oi... Essa está muito boa, já a da minha amiga não sei, pois ela me largou aqui e provavelmente foi caça macho... -Annabeth estava sentada um pouco afastada do resto das pessoas da mesa. –Acho que não foi uma boa ideia ter vindo.
–Se serve de consolo também larguei meu amigo e irmã. Estou sozinho. O que acha de fazermos companhia um para o outro? -Percy ofereceu a mão para ela.
–Acho que será uma boa ideia! -Ela segurou a mão dele e levantou-se. Foram para uma mesa mais ao fundo, afastada da multidão e da música alta.
–Então o que a traz aqui hoje? Algum motivo em especial? -Percy puxou assunto com ela.
–Eu não gosto muito de sair, mas hoje minha amiga falou que eu tinha que vim comemorar o grande projeto que ganhei na empresa onde trabalho... Então, aqui estou eu! -Annabeth disse e tomou o último gole da cerveja.
–É claro! Eu sabia que tinha visto você em algum lugar! Parabéns uma das mais jovens arquitetas de Manhattan, tenho certeza que vai ergue um prédio muito bonito. -Agora ele sabia por que achava que o rosto dela não lhe era estranho. –Sua amiga está certa tem que comemorar, mas agora você irá comemorar com a pessoa certa!
–Bom já que você diz...! -Não era sempre que ela saia, uma noite não atrapalharia seu trabalho e Percy estava sendo tão gentil com ela.
–Vamos comemorar! -Percy pediu ao garçom que passava mais uma rodada de bebidas pra eles.
–E você? Vem sempre aqui...? -Annabeth perguntou.
–Venho geralmente com alguns amigos do tempo de faculdade, mas hoje vim com Grover meu amigo, e Juníper minha irmã que também é noiva dele. -Annabeth não tinha o costume de beber, então qualquer dose que tomava já fazia efeito e estava tão divertido ficar ali com ele que não percebeu que já havia ficado bêbada. Percy também não percebeu que passara do limite.
–Acho melhor ir para casa... -Annabeth terminou de beber o seu último drink. –Não sei onde está minha amiga, mas vou sozinha mesmo. -De repente Percy começou a beijá-la. Ela não tentou pará-lo, mas acabou cedendo ao beijo.
–O que acha de irmos para minha casa? -Percy perguntou entre os beijos e ela concordou balançando a cabeça. -Percy pagou a conta, pegaram seus casacos, entraram em um táxi e foram para a casa dele. Annabeth a pessoa que não tomava uma simples decisão sem pensar bem, estava indo para a casa de um rapaz que havia acabado de conhecer. Está noite mudaria completamente a vida deles dois.
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