Notas iniciais
Hey, angels! ❤ Sejam bem vindas a mais um capítulo de DRC! Esse aqui ficou curtinho... Desculpem-me os erros ortográficos. Boa leitura :)

Estava com um sorriso bobo no rosto, voltava do almoço com Comarc. Ele mudara muito desde o tempo em Hogwarts, não era mais o garoto chato e metido de sempre. Era um homem já formado, educado, gentil e galanteador, e Hermione estava caidinha pelo colega de trabalho. Trabalhavam em departamentos diferentes, mas coincidentemente estavam sempre se esbarrando pelos corredores e elevadores do ministério e assim que se encontraram naquela manhã ele a convidou para almoçar que aceitou imediatamente.

Os dois não foram muito longe e quando voltaram, Comarc fez questão de deixá-la em sua sala.

— Obrigada por me trazer até aqui. — agradeceu toda derretida.

— Tinha que ter certeza de que chegaria aqui completamente segura. — disse sedutoramente.

— Obrigada pelo almoço também!

— Foi uma honra poder levar Hermione Granger para almoçar. Sua companhia foi muito agradável!

— A sua também foi.

— Espero que possamos ter outras oportunidades de sairmos juntos.

— Eu também espero.

— Eu te acho muito linda, Hermione. — ele se aproximou dela.

— Acha mesmo?

— Muito, muito, muito. Você jogou algum tipo de feitiço em mim, sinto que estou enfeitiçado!

— Sério? — ela prendeu a respiração quando ele se aproximou ainda mais dela.

— Você não se importa se nos atrasarmos alguns minutos, né? — ele segurou sua cintura.

— Não. — ela fechou os olhos esperando sentir os lábios dele, mas alguém do lado de dentro da sua sala abriu a porta. Era sua secretária, acabando com todo o clima.

— Ligação urgente pra senhora, Granger! — ela dissera.

— Tão urgente assim? — perguntou irritada pela interrupção. Devia ter se livrado do telefone trouxa, mas infelizmente aquela era a única maneira de se comunicar com os pais enquanto estivesse trabalhando.

— Sim!

— Espere aqui um segundo, Comarc. — ela disse e foi atender ao telefone — Alô... Sim, é ela mesma... Conheço sim, por quê?... Como assim?... Isso é brincadeira, não é?... Óh, meu Deus... Sim, sim! Estou indo aí agora!

(...)

— É você a Hermione Granger? — o doutor finalmente aparecera após ela ter esperado por muito tempo.

— Sim sou eu!

— Encontraram somente seu número no telefone da garota... O que vocês são?

Gina realmente só tinha o telefone de Hermione, afinal, ela era a única pessoa que conhecia que tinha um celular. Gina só adquirira um porque achou a tecnologia trouxa muito mais eficiente que as cartas e os patronos falantes dos bruxos, sendo assim ela poderia fofocar com Hermione o tempo que quisesse instantaneamente.

— Amigas! Somos melhores amigas! Sou melhor amiga dela e dele! Como estão?

— Tem um contato de alguém que seja da família?

— Tenho claro que tenho! Mas como eles estão? — já estava desesperada por notícias.

— Acho melhor comunicar algum familiar, senhorita...

Hermione recebera todas as informações e escutara atentamente cada palavra proferida pelo médico trouxa. Escondeu-se e pediu a Merlin que não fosse castigada por isso depois, mas a única maneira de contatar alguém da família seria usando um patrono falante e o enviou para a primeira pessoa que surgiu em sua mente.

(...)

Rony estava beijando uma garota que conhecera no ministério, não sabia em qual departamento ela trabalhava, só sabia que ela beijava bem, muito bem!

Um vento frio adentrou a janela de sua sala e ele pode ouvir a voz desesperada de Hermione falando com ele. A garota que estava beijando ficou assustada com a forma grosseira com que ele a afastou, mas ele não ligou muito, afinal Hermione parecia muito mais assustada do que ela pelo seu tom de voz. A mensagem fora rápida, porém precisa, e imediatamente ele saiu de sua sala.

Pediu para sua secretária que estava do lado de fora que escrevesse uma carta para sua mãe e lhe enviasse através de uma coruja o mais rápido possível e aparatou o quanto antes conseguiu. Depois de anos de prática ele já não se estrunchava mais quando o fazia, mesmo quando ia para um lugar um pouco desconhecido por ele. Caminhou pelas ruas a passos largos até finalmente encontrar o hospital correto.

Assim que entrou no hospital algumas pessoas tentaram o barrar, e ele imaginou que talvez seria pelo uniforme de Auror que ainda usava e não era uma roupa muito comum entre os trouxas. Mas conseguiu chegar ao andar que Hermione havia lhe indicado e quando chegou lá a encontrou sentada numa das cadeiras do corredor, parecia completamente arrasada, desolada e triste. Extremamente triste.

— Hermione! — ele chamou e ela se levantou, fitando-o com seus olhos inchados e vermelhos.

— Ron... — ela tentou dizer mais alguma coisa, mas não conseguiu.

Os soluços tomaram conta da garota e ela não conseguira pronunciar mais uma palavra sequer. Rony sentiu um nó formando-se em sua garganta e caminhou até Hermione e envolveu seu corpo pequeno num abraço acolhedor. Apesar do nó na garganta ele não conseguira derrubar uma lágrima sequer, mas a morena que chorava descontroladamente em seus braços parecia o fazê-lo pelos dois e ele sabia o que aquilo significava: Harry e Gina estavam mortos.

Notas finais
Final triste, Mas como eu havia dito, a base da fic seria como a do filme :( Nos vemos nos reviews e beijinhos ❤