De Repente... Amor

8 Uma Montanha de Golbats


Notas iniciais
Yo persoal, mais um capiutulo aê, pois é, graças a dois leitores meus, arrumei dos erros antes que qualquer pessoa, visse, e não pegou de primeira mão a maior gafe da minha vida.
Enfim, queria agradecer especialmente a Justjeff por além de ter comentado e me ajudado, eu conseguir refazer o outro capitulo e a Gui_Lion que também me ajudou em um errinho especial.
Bem, graças a essas pessoas eu pude melhorar o capitulo anterior e olha só duas noticias, uma boa e uma ruim, mas vamos a boa primeiro.
BOA: Gente, parei de comer bolinhos o que faz o capitulo agora ser um pouquinho melhor.
RUIM: To pintando a minha casa, então o cheiro da tinta mexe com o meu cérebro o que faz o capitulo não ficar ‘tudo aquilo’.

Capitulo 8 – Uma Montanha de Golbats

— Bem, pelo que eu sei, Saffron não é assim nem de longe. — disse Kenny olhando a enorme caverna bem a sua frente.

Era engraçado, pois pareciam terem saído de uma simples floresta e estarem presos em volta de mato onde somente havia uma caverna com uma entrada.

O sol ia-se devagar se perdendo na linha do horizonte, eles caminharam por entre as árvores e quase caíram em meio a uma costa íngreme.

— Brock, você faz noção de onde estamos? — perguntou Ash.

— Não, eu não faço a mínima noção de onde estamos, mas com certeza deveríamos estar entrando na caverna lá atrás para podermos chegar a Saffron e dar um telefonema ao Profº Carvalho. — respondeu Brock.

— Bem, então ta na hora de voltar, Buneary e Piplup, vamos para pokébola — disse Dawn atirando suas pokébolas e fazendo os pokémons voltarem.

Eles voltaram a caminhar pela floresta, ao longe, ainda dava para se ver os últimos raios solares enfraquecendo dando um tom amarelado de uma lado, estrelas começavam a brilhar por onde a lua nascia atrás da grande montanha deixando no céu um tom roxo brilhante.

Eles entraram na montanha e Ash tirou sua pokébola.

— Vai Infernape, fique usando seu fogo para nós que nós possamos enxergar — e o pokémon tipo fogo de Ash saiu da sua pokébola acendendo seu fogo para que todos olhassem o que vinha pela frente.

A caverna não era muito diferente das da região de Kanto, eles começaram a caminhar com a ajuda de Infernape e depois de algum tempo sua chama começou a se enfraquecer Dawn falou.

— Ash, pode deixar que apartir de agora eu e Cyndaquil cuidaremos disso — disse Dawn, colocando a mão no bolso, tirou sua pokébola e... — Vai Cyndaquil. Agora é sua vez de nos ajudar.

— Cynda, cyndaquil! — fez o pokémon saindo da pokébola acendendo a chama de suas costas.

— Sendo assim... — fez Ash — Valeu Dawn, vamos Infernape, volte — e de um jato vermelho o pokémon foi para sua pokébola.

Eles desceram uma descida da montanha na qual Kenny escorregou, se levantou falando palavras mais parecidas com grunhidos de raiva e voltaram à caminhada.

Brock não sabia aonde ia, simplesmente seguia sua intuição e ia por onde ia, se desviando as vezes de grandes pedras, de vez em quando abrindo caminho para os outros até que Dawn cansada reclamou.

— Está na hora de nós pararmos não, acho que essa caverna é maior do que nós podemos imaginar — e com isso se sentou em uma pequena pedra.

— Brock, eu sinceramente concordo com a Dawn, já devemos estar horas caminhando. — disse Kenny.

— Certo, — fez Brock — eu só quero subir essa parte aqui para podermos descansar lá em cima.

Eles assentiram, Dawn se levantou da pedra e eles recomeçaram a andar. Subiram o pequeno morrinho e quando chegaram lá em cima, viram em uma parede de pedra a luz de uma fogueira.

— Que estranho, não vi nenhum pokémon por aqui, de quem será aquela fogueira? — perguntou Dawn.

— Não sei, mas acho que devemos ir lá para ver! — disse Ash. — O que você acha Pikachu? — Ash parou e olhou par trás, Pikachu estava falando animadamente com o Drifloon.

­— Pika pii! — fez o pokémon para seu parceiro, acenou para Drifloon que foi se chegar ao seu dono provisório e pulou em cima do ombro esquerdo de Ash.

Eles subiram o mais rápido que puderam e andaram, ao atravessar a parede de pedras, encontraram um garoto de aparentemente quinze anos sentado com uma Froslass ao seu lado.

— Ei, quem é você? — perguntou Ash.

— Oi, desculpa a ignorância do Ash, prazer, meu nome é Dawn. — disse Dawn.

Ash ficou vermelho, mas se escondeu no escuro para se disfarçar, o garoto levantou a cabeça mostrando um rosto moreno pálido.

— Prazer, Dawn – disse ele — E quanto a você Ash, eu sou um viajante de muito longe. Mas agora tenho que ir.

— Espere! – disse Brock se aproximando — você ao menos tem nome? Ou sabe em que lugar estamos? Usamos a Floresta Fantasma que nem parecia ser tão fantasma, mas...

— Sim, eu tenho nome Brock, mas você não precisam sabe-lo, já que não ficarei mais que dois ou menos minutos aqui com vocês, quanto aonde vocês estão — ele parou, olhou a expressão de todos que pareciam assustados pelo seu ar melancólico, mas felizes por terem encontrado alguém, continuou então, — bem, esse lugar é uma caverna comum, uma caverna perdida pelos campos de Saffron, é por onde muitas pessoas começam a caminhar desde que chegam da Floresta Fantasma em direção a essa pequena cidade de Kanto, mas....

— Não nenhum pokémon aqui, SemNome? — perguntou Ash.

Todos olharam para Ash, mas ninguém disse nada, apenas esperaram a resposta do misterioso garoto, Dawn deu um cutucão em Ash, que quase fez ele cair.

— Bem, se você me esperasse até o final, saberia que essa montanha pode ser chamada de caverna dos Golbats, pois aqui se encontram muitos Golbats e Zubats. — disse.

— Mas até agora não vimos nenhum deles — disse Kenny.

— Bem, — ele parou, Froslass parecia ter dado um leve cutucão nele. — Até agora e quando digo agora, digo já.

Foi só ele terminar a frase que do nada, Dezenas de Golbats e Zubats apareceram arranhando todos.

— Adeus e boa-sorte! — disse o estranho, que correndo, ao que Brock pôde ver, sumiu em uma curva com sua Froslass.

— Cyndaquil, use o seu lança chamas agora! — disse Dawn.

O ataque de Cyndaquil funcionou perfeitamente, Zubats e Golbats desapareceram e todos olharam uma para o outro. A fogueira ainda continuava ali, os últimos Zubats se escondiam, mas Ash...

— Pii, pika pii, pika pika pii! — ele chamava Ash que estava caído no chão.

­— Ash tudo bem? — perguntou Dawn se ajoelhando perto dele, Brock e Kenny viram pequenos montes de lenha ali e começaram a colocar a lenha na fogueira, Brock tirou uma panela e colocou à esquentar, logo depois foi ao lado de Ash que falava com Dawn.

— ... Não Dawn, não foi nada de mais, um Zubat me atingiu e eu cai em cima de meu pé, mas já íamos descansar mesmo não? — ele sorriu.

— Ash, vou tirar Chansey para fazer um curativo em você, você apenas torceu o pé e se eu estiver certo, amanhã poderemos logo-logo partir.

Chansey saiu da pokébola, fez um curativo em Ash, e retornou a pokébola, Ash meia hora depois junto dos outros estava comendo a comida feita por Brock. Eles armaram as suas camas e na manhã seguinte Dawn, acordou vendo Ash querendo se levantar.

— O que foi, você não está conseguindo? —perguntou Dawn p reocupada.

— O pior é que não Dawn – disse o garoto preocupado — sabe qual é o meu maior problema, é não consegui me levantar. Por que, o que você achou que fosse o meu maior problema? — perguntou Ash.

No momento em que Ash falou do seu maior problema Dawn fez uma cara esperançosa achando que ele poderia falar sobre os dois, mas então sua cara de decepção ficou bem a vista.

— Nenhum Ash — disse ela meio que sorrindo com raiva, estava frustrada, mas não seria ela, uma guria a dar o primeiro passo em um relacionamento, não no seu primeiro. Mas, isso é só uma grande fonte de amizade que ele tem por mim, deve ser amor de irmão que ele carrega por mim... só. Pensou Dawn.

Os dois viraram para o lado e voltaram a dormir.
Notas finais
Espero que vocês tenham gostado, ficou estrenho, misterioso né? Pois bem, ta aí mais um capitulo.

Reviews?

Pois é, escritor maluco né? postar isso 00:30 mas tudo bem, vocês só lerão hoje (*mais tarde*)ou depois de hoje.
Lá eu explico o por que.