De Repente... Amor
18 Uma Estranha Viajem...
Notas iniciais
Enfim, esse capitulo, quem pediu que eu fizesse um capitulo dorgado foi CanasOminous, ele mesmo, o meu mestre que arrumou a sinopse pra mim *queria poder usar emoticons*, e enfim, não ficou tão dorgado, mas quem viu a minha querida floresta, é pra lá que voltaremos, nuss, Canas, espero que você goste.
Capitulo 18 – Uma Estranha Viajem...
Ash, Dawn e Gary ficaram parados então, de um lado estava Pallet, cada vez mais se fechando e sua imagem diminuindo, Gary então olhou para os dois.
- O que está acontecendo? – perguntou assustado, o tremendo impacto de Umbreon e Pikachu não podia causar isso.
- Provavelmente eu também não sei – disse Ash, - e eu não conheço esse lugar.
- Ash, você se lembra do mundo dos sonhos... Do Snorlax falante e...
“Vejam, alguém se lembrou de mim” disse uma voz “ Sim, vocês estão no Mundo do Sonho e vocês querem realmente saber por que voltaram?”
Todos assentiram com a cabeça.
“Vocês deixaram alguma coisa pendente na Floresta Fantasma, a guia de vocês provavelmente se esqueceu de alguma coisa...”.
- E você sabe o que é? – perguntou Dawn.
“Ah... Bem, sei sim, vocês não batalharam com Floatzel, e ele ficou zangado por Glaceon ter pego o seu lugar, ele quer de volta, uma nova batalha, com quem ganhou de Glaceon”.
- Que história é essa? – perguntou Gary.
- Mais tarde te explicamos – disse Ash – Snorlax, será muito demorado? Mas por que agora? Eu não estou entendendo...
“Você está se aproveitando de um pokémon que pode falar, mas bem, preciso comer e dormir, para depois guardar o mundo dos sonhos, mas creio que a energia liberada por Pikachu e Umbreon foi a mesma liberada por Floatzel, com o pensamente em você, Dawn” ele disse aquilo, mas foi só aquilo, antes deles serem levados a um lugar muito parecido com o que Ash e Dawn haviam estado.
- Não é mais uma floresta, agora é só um ice berg, sem floresta... – Dawn parecia olhar para tudo.
Ela e Ash recordavam tudo, os montes elevados e não elevados e no final ainda havia a mesma parede de pedra.
- O que será que aconteceu? – perguntou Ash.
- Isso daqui era uma floresta? – perguntou Gary sem entender nada.
- Sim, isso era uma floresta, mas... Agora não sei mais o que aconteceu. – disse Dawn.
Eles caminharam, caminharam e encontraram então o mesmo lugar, viram um circulo no chão, mas em vez de Glaceon está ali esperando-os quem estava era Floatzel, um belo pokémon alto os esperando.
- Olhe aqui, vocês nos trouxe aqui e espero que para alguma coisa útil! – disse Ash.
Floatzel não fez nem um ruído. Apenas olhou para Dawn em um sentido como “Está preparada?”.
- Vamos começar de uma vez! – disse Dawn. Piplup estava no seu lado – vamos Piplup, vamos ganhar!
- Pii piplup! – fez o pequeno pokémon encarando Floatzel.
- Vamos lá Dawn, você vai conseguir! – disse Ash.
Dawn o olhou, era aquela sua confiança, aquela que ela tanto admirava, ela olhou para Floatzel.
O pokémon começou investindo contra Piplup de Dawn dava as instrução que achava que cabia de acordo com a situação, Floatzel investiu e ela mandou Piplup se desviar, Floatzel foi mais rápido e o atingiu o pé enquanto o pequeno pokémon lutava.
- Cuidado Piplup – disse Dawn.
- Pi piplup! – assentiu o pokémon.
Floatzel então usou a bomba sônica que atingiu Piplup com tudo e por fim, ia usar o jato d’água, mas Piplup deu um salto que chegou a surpreender a Dawn.
- Piplup use rajada de bolhas no chão – Piplup cumpriu a ordem de Dawn e uma nuvem de fumaça gélida subiu do chão e Floatzel ficou perdido – agora use bicada – o bico de Piplup cresceu alguns centímetro e entrou em contato com o abdômen de Floatzel que ficou contraído e então foi atirado para longe – Agora use redemoinho e depois bicada!
Floatzel ainda meio acordado olhou para os lados e viu que estava coberto pelo enorme redemoinho de Piplup e depois o que viu foi o bico de Piplup na sua cara.
- Conseguimos Piplup! – disse Dawn.
Gengar apareceu os olhando, apanhou Floatzel e o lançou no mar, depois lançou o raio da confusão e quando todos se viram estavam em Pallet.
“Bem, vejo que vocês conseguiram né é?” era Snorlax, seus olhos meio que fechados os olharam “bem, agora, podem ir, acho que Floatzel queria na verdade encontrar um inimigo mais poderoso, pediu para Gengar o ajudar, mas o desapontou, não queiram saber o fim...”
- Mas, Snorlax, a Camila disse que nunca encontraríamos o mesmo pokémon, que cada vez que o pai dela foi lá era um diferente e... – Ash falou até ver o Snorlax, apanhar uma pequena árvore cheia de frutas...
“Bem, provavelmente o pai dela deve ter ido de tempos em tempos, e afinal, vocês tiveram sorte, aquele Floatzel é muito poderoso, só que estava ferido por ter fugido de Gengar e, sim, Floatzel não fez a missão, queria enfrentar alguém, Gengar, também teve treinando, quem sabe um dia desses ele não os chame de volta?”. Snorlax foi ficando cada vez menor.
Uma luz branca apareceu.
- O que é que acabou de acontecer? – perguntou Gary – Por favor, expliquem... Afinal eu sou agora um pesquisador pokémon.
Ash e Dawn falaram tudo sobre o que havia acontecido e sobre tudo o que haviam encontrado na floresta Fantasma, Umbreon e Gary depois saíram sem falar nada, apenas pensando.
***
Ash ainda fora dar uma olhada em Heracross, pois após chegar quando estava quase indo, o professor Carvalho havia lhe dito que Heracross havia caído feio. Ash olhou seu pokémon.
No final quando se certificou de que estava tudo bem, ele perguntou para o professor Carvalho se já podia ir e o professor lhe respondeu que sim.
- Bem, Ash, acho que amanhã você vem aqui novamente, não? – perguntou o professor sorrindo.
- Sim, amanhã eu venho aqui! – respondeu o garoto animado.
- Foi bom ver você novamente Dawn, até amanhã! – disse o professor.
- Até amanhã – disse ela.
Ela e Ash começaram a caminhar pelas pequenas ruas de Pallet, já estava bem escuro e não havia mais nenhum ruído na rua.
- Dawn... – disse Ash se aproximando da garota, seria ali e agora que ele a contaria o que sentia – eu preciso falar com você...
- O que foi Ash? – perguntou ela, segurou Piplup que fazia um estardalhaço na rua.
- É que eu percebi – disse ele, se aproximou ainda mais, não tinha jeito para esse negócio, pensava, mas decididamente colocou sua mão sobre o ombro da garota, ele ficou completamente vermelho. – uma coisa, e hoje.
No céu não havia nenhuma estrela, o dia parecia encoberto, mas não se tinha certeza se no dia seguinte choveria ou não.
Dawn não pensou de outra forma, achou que aquilo era por causa de Misty e então explodiu.
- Ah Ash, não precisa falar! – seu tom era de irritação – Eu sei que amanhã é o dia em que a Misty chega, sim eu sei muito bem disso, e não venha com essa mão no meu ombro – ela sabia (na cabeça dela) que estava certa, começou a correr, então, e de longe gritou – eu não vou lhe dar ajuda! – e entrou na casa de Ash.
Ash estava arrasado, no meio da rua, se ao menos ela lhe ouve-se dado uma chance de falar, de falar tudo o que sentia provavelmente, ela prefere a Paul, se gostasse de mim, ela teria... Teria dito e... Ele não queria pensar naquilo.
- Vamos Pikachu – disse.
- Pika pii! – fez o pokémon eles correram.
Ash queria pelo menos ter dado a noticia de que amava-a muito, de que agora sabia, mas não sabia tanto assim, no final da cama, seus pensamentos mudaram bruscamente para será que ela também gosta de mim? Será que aquilo foi ciúme? Ele pensou, e foi pensando nisso que adormeceu.
Enquanto isso, no outro lado, na cama de Ash, Dawn estava preocupada Será que era isso que ele queria falar? Estava pensando, ela nunca tomara uma atitude daquela, nem em excesso de raiva.
Por que fora assim? Tudo o que queria era ter Ash e se ele... Foi pensando nisso que adormeceu.
Achou que falaria com ele na manhã seguinte, tentaria pelo menos...
Do outro lado, de fora da casa, à luz do laboratório estava acesa, Gary falava tudo para o professor Carvalho... A história contada por Gary durou muito menos que a contada por Ash, mas o professor Carvalho, quando dormiu pensando em fazer uma pesquisa por lá, o sol estava nascendo...Notas finais
P.S: Canas, é nós e os nossos pokémons falantes!!
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