De Repente... Amor
6 Floresta Fantasma - part. - 2
Notas iniciais
Capitulo Seis – A Floresta Fantasma part. 2
Fazia-se agora um silencio, Camila foi a primeira a pegar a pokébola, olhou para ela e disse:
— Vai Pachirisu! — o pokémon apareceu fazendo “Pachi, pachi!”, mas havia algo estranho com ele. Era pelo menos três vezes maior que o normal e as faíscas sobressaiam-se sobre ele. Parecia meio impossível ganhar de um Camerupt com ele, mas mesmo assim, ela o usou O que será, será que ele é mesmo tão forte?
— Vai Buizel! — disse Ash lançando seu pokémon aquático. Buizel saiu da pokébola animado por ser uma grande batalha mesmo sem saber que seria uma batalha difícil.
— Mas espere! — disse Dawn — Eu também quero ajudar o Ash... — falei demais, pensou —... e a você Cah! Não posso ficar aqui parada — ela colocou a mão no bolso para pegar uma pokébola, mas nesse momento o Magmar levantou o dedo e uma chama foi disparada até Dawn e teria acertado em cheio se não fosse Buneary ter usado raio congelante antes de chegar. — Obrigado Buneary! — disse Dawn.
— Buu neary! — fez a pokémon coelho agradecendo.
— Dawn, é mais fácil para todos deixar eu e Ash lutarmos contra Camerupt e Magmar — disse Camila, Dawn fez uma cara de compreensão como de quem não gostaria de ter dado. — Certo Ash, acho que agora é conosco!
De repente o sol que já era quente e distante pareceu se aproximar e o calor foi quase insuportável, Piplup era obrigado a de vez em quando usar: Rajada de Bolhas para poder amenizar o calor de Dawn e Brock – Ash e Camila nem se importavam.
A areia pareceu afinar e parecia que eles eram enterrados a cada segundo, Magmar e Camerupt se olharam e então começaram a atacar.
Camerupt pareceu atacar um lança chamas embora mais potente, além do fogo de sua boca, os mini-vulcões de suas costas atiravam lava ao longe.
— Evasiva agora Buizel — disse Ash. O seu pokémon rapidamente saiu e lançou um olhar para Ash, Ash pareceu coçar o nariz e então Buizel devagar começou a se aproximar de Magmar sem o outro perceber — agora Buizel, use o água míssil! — Buizel cobriu-se de água e foi com tudo para atacar Magmar, mas do nada o pokémon deu um pulo fazendo Buizel se queimar na areia.
Magmar não esperou para muito para usar o ataque investido (já que lança chamas tem pouco efeito em pokémons aquáticos). Ele deu um salto, mas de repente teve uma surpresa.
— Agora Pachirisu, use a investida! — nenhum dos outros dois pokémons pareceram notar Pachirisu, e quando Magmar estava lá no alto o pokémon elétrico o surpreendeu fazendo Magmar ser atirado longe.
— Boa Cah! — disse Ash olhando sorridente para ela, — agora é minha vez...
Mas quando ia terminar a frase e mandar Buizel golpear, viu que no momento em que ficara distraído Camerupt havia investido com tudo para Buizel soltando pequenos sons grossos.
— Evasiva Buizel! — disse Ash o mais rápido que pode e por sorte o pokémon ouviu-o atento e deu um salto, Camerupt ficou no vácuo e quando olhou para cima Ash disse rápido: — Jato de água agora! — Camerupt então numa súbita explosão fez lava saltar de suas costas queimando Buizel.
Buizel ficou queimado e quando Camerupt foi em um galope feroz para cima do pokémon na intenção de destruí-lo foi que Camila disse:
— Agora! Use o ataque faísca! — o ataque atingiu Camerupt em cheio deixando o pokémon completamente molhado sentir choque por todo o corpo, foi que uma coisa inesperada aconteceu.
Enquanto Buizel se levantava e usava o jato de água fazendo Camerupt sentir ainda mais dor e se tremeluzir Magmar reapareceu e solto um ataque de fogo, onde o fogo era disparado em giros e divididos em varias línguas de fogo como se quisessem chicotear atingiu Pachirisu.
Camila rapidamente botou sua mente para funcionar. Dawn e Brock puderam sentir a dor que Pachirisu sentiu ao ver a línguas de fogo queimarem-lhe por todo o corpo. Camila até pensou em mandar usa-lo evasiva, mas viu que era impossível.
Camerupt então fraco desapareceu deixando duas portas abertas em um caminho não muito longe dali.
— Buizel ajude Pachirisu com bomba sônica, mais tome cuidado para não acertar Pachirisu. — disse Ash.
Camila rapidamente pensou em uma estratégia que podia ser feita com o ataque de Ash e lhe disse:
— Se conseguimos fazer Magby cair no chão, Pachirisu poderá usar faísca e Buizel jato de água! — ela falou bem perto do ouvido de Ash, o que fez Dawn por incrível que parecesse (pra ela mesma) sentir raiva.
Buizel lançou a bomba sônica por três vezes sendo que de duas Magmar se desviou mais a terceira o atingiu em cheio fazendo-o parar aquele ataque esquisitamente feroz e Pachirisu se recuperar logo.
Buizel (sem a ordem de Ash) usou o água míssil e Pachirisu (também sem ordem) usou a investida fazendo Magmar soltar seu ruído natural com dor.
— Agora Buizel! — disse Ash – Use o seu jato de água — a ordem de Ash foi atendida e Buizel lançou um ataque muito mais forte do que estava acostumado.
— Agora Pachirisu, use o faísca! — o ataque de Pachirisu parecia o choque do trovão de Pikachu, mas era mais forte ainda, os dois pokémons deram o seu máximo, e no final, esgotados assim como Magmar, caíram no chão. Magmar desapareceu também com raios luminosos e mais duas portas se abriram.
— Pachirisu! — quase berrou Camila se aproximando do pokémon caído, ele apresentava vários sinais de que queimaduras então ajuntou-o com certo esforço e o pegou, o pokémon muito fraco não conseguia articular uma palavra apenas deu um sorriso — Você fez um ótimo trabalho, ganhou de um incrível pokémon, mas não é de se admirar, que ver quando eu enfrentar o Poderoso Gengar! Muito bem Pachirisu, você merece um descanso, assim que chegarmos em Isshu providenciarei um leito especial para você com a enfermeira Joy! Agora volte! — ela tirou a pokébola do bolso e no raio vermelho de sempre, o monstro de bolso voltou para o bolso de sua dona.
— Buizel! — Ash gritou, procurando seu pokémon, viu-o com a metade do corpo afundado na areia quente, Buizel estava completamente ferido — Você fez um ótimo trabalho amigão! — disse Ash — Agora volte para sua pokébola, descanse muito, mas eu creio que você ganhou bastante experiência ein? — e vendo o pokémon confirmar tirou a pokébola no bolso e voltou-se para os outros.
— É hora de voltarmos a caminhar! — disse Camila, viu que o sol parecia ter diminuído e que havia também, inícios árvores deixadas para trás quando eles se dirigiram as portas cada um entrou em uma e Camila avisou — Cuidado na hora de descer!
Foi e não foi como dar um passo para dentre de um outro lugar, era como se tivessem caminhado apenas um passo, mas também como se tivessem viajado por centenas de anos, não caíram, foram colocados, mais, do mesmo jeito alguma coisa controlava a sua descida, fez eles se sentaram inconscientemente e foi assim que Dawn ( novamente) torceu o pé. foi uma coisa absolutamente estranha, mas a primeira coisa com que se depararam foi um Drifloon completamente perdido.
Bem, além de um Drifloon perdido, puderam também ver uma pequena estrada de terra seguindo reto até dar a uma imensa floresta, não sabiam muito bem o porquê daquilo, e foi Camila quem falou:
— Aqui é a única parte da Floresta Fantasma que realmente não foi floresta, a não ser o pequeno mar ali na frente, crê-se que aqui era um lugar divido de uma parte a floresta, no meio o mar do outro lado outra floresta, isso daqui era habitado por pokémons mais antigos que os mais antigos até um dia, um viajante que queria pegar o caminho mais fácil, foi enterrando o mar com a sua própria área deixando pra trás uma nova floresta, depois vieram as trilhas e os pokémons aquáticos revoltados decidiram acabar com todos que passassem aqui.
Ela caminhou para frente se agachou perto do Drifloon que falava com Pikachu.
— Eu só não entendo o que esse pokémon faz aqui, não era para ter um Drifloon em lugar nenhum, mas com certeza deve ser de algum treinador pokémon. Continuando — disse ela começando a caminhar, fazendo-os perder o jeito e iniciar a caminhar também... — Mais a frente enfrentaremos um novo pokémon, não posso dizer quem, pois sempre mudam, mas dessa vez deve ser algum completamente novo. Meu pai enfrentou vários, mas todos diferentes... Não sei nada até chegarmos ao portão de Gengar, apartir de agora, temos a trilha e a batalha!
— Cah, será que não poderemos fazer um lanche? — perguntou Ash, — É, que eu estou com fome, sabe? Toda aquela luta com Magby e Camerupt me deixaram... — ele tinha vergonha de falar.
— Com fome? — perguntou Dawn — O que você acha Camila? — perguntou Dawn. Era a primeira vez que não falava “Cah” e Brock se intrometeu.
— Com certeza poderemos fazer um lanche, dizem serão três dias de viajem até Kanto, até qualquer cidade de Kanto. — acrescentou Brock. — E também tenho certeza de que não estamos atrasados — não muito acrescentou em seu pensamento — O que você achar Cah?
— Acho que poderemos, mas deve ser curto, pretendo dormir logo depois da próxima batalha, ainda teremos de enfrentar a própria floresta, onde tudo é vivo, Brock, vou explorar a região, volto daqui a pouco, você faria o favor de colocar mesa? — Camila parecia diferente do dia anterior, como se alguma coisa a preocupasse, mesmo assim saiu e começou a caminha pela linha reta, até que de repente sumiu bem na frente deles.
Ash falava com Pikachu que se mostrava bastante comunicativo com o Drifloon, Buneary e Piplup olhavam para o pokémon balão desconhecido, sem compreender nada Dawn ajudava Brock a estender uma toalha quadriculada e tirar pequenos pacotes de comida.
— O que você acha que ela foi explorar e por que ela desapareceu? — perguntou Dawn desconfiada para Brock.
— Eu acho que ela foi explorar alguma coisa como que pokémon vamos enfrentar, quanto ao por que ela desapareceu, vamos descobrir mais tarde — disse Brock, dispondo a comida. — Dawn, você poderia chamar o Piplup para NÓS lavarmos a mão? — perguntou Brock.
— Sim! — disse Dawn percebendo que o “NÓS” elevado se dirigia a Ash — Ash, você não vai vir lavar a mão para comer? — perguntou Dawn logo depois, quando Piplup já estava usando o rajada de bolhas suavemente.
— Não, vou esperar a Cah, ver o que ela tem a dizer — disse o garoto fingindo não olhar para a cara de Dawn, que fez uma careta de despreocupada se virou, lavou as mãos e foi comer.
Passaram-se dez minutos desde que Camila não voltava até que de repente ela apareceu de volta, Drifloon tinha ficado olhando todos, sem perguntar nada, apenas flutuando...
De repente o céu começou ficar cheio de nuvens, Camila quando chegou falou:
— Eu vou comer rápido, e na hora daqui a pouco já contarei a vocês o que eu descobri — e com isso começou a comer, soltou seu Pachirisu e deu a ele comida também, conversou com ele e depois o guardou.
Ninguém ousava falar nada, Brock (que também não havia comido apesar de ter lavado as mãos) se sentou no meio de Ash e Camila antes e antes que Ash falasse alguma coisa disse:
— Ash Ketchum, a quanto tempo você já está na estrada?
E aí Ash foi comendo e contando a ela, Dawn observava-o distante até que Pikachu fez:
— Pika pii! — a chuva começara a descer.
— Vamos rápido gente — disse Camila — vamos que ainda tenho alguma coisas para contar a vocês!
Eles se levantaram e começaram a correr pela estrada deserta, não havia nada a não ser a areia de praia até que de repente como se fossem empurrados, entraram em uma floresta, o que era muito estranho e mais ainda, ela estava em cima de um ice Berg.
— Cah o que está acontecendo? — perguntou Brock.
— Já esperava a confusão, — disse ela — uma única coisa que eu não acrescentei e que só fui ver depois no guia e aqui, é que estamos na floresta, em uma parte da floresta onde o pokémon que enfrentaremos está. — disse ela.
— Pika pii? — fez Pikachu virando-se para trás. Todos fizeram o mesmo e viram que Driflin estava com eles.
— Qual é a do Drifloon? — perguntou Ash.
— O Drifloon como falei, deve ser de um treinador pokémon perdido, ou aprisionado — quando ela disse essa palavra Dawn disse:
— Então quer dizer que esses pokémons aprisionam? — perguntou Dawn — Quer dizer que se perdemos poderemos ficar aqui perdidos? Até que alguém tenha coragem de vir? – perguntou Dawn, sua a cara não era de medo, era de aflição, queria ter descoberto aquilo antes de ter entrado na Floresta/Deserto/Mar/Geleira Fantasma.
— Nem todos aprisionam, Camerupt e Magby pedem a luta, o pokémon aquático aprisiona e Gengar o expulsa para sempre da floresta, e os tontos ficam vagando achando que ainda estão na floresta. — disse — Agora temos de nos apreçar, tenho pena do treinador perdido.
— Pikachu e eu temos que lutar contra esse pokémon não é Pikachu? —perguntou Ash ao seu parceiro que confirmou com um alegre “Pika Pii!” — Não podemos deixar o treinador por aí. Vamos logo!
— Certo Ash, temos de ir rápido, ganharemos com certeza desse pokémon, vamos Drifloon, vamos lá! — Camila então começou a correr pela floresta.
A floresta agora se demonstrava em declínio e eles ainda não tinha se acostumado a andar no chão de gelo, a única que levava vantagem naquilo era Buneary que caminhava normalmente, observando Pikachu e Drifloon falarem.
Como ela é corajosa, como ela quer sempre o bem de todos e ta sempre nos ajudando, eu não sei o que seria de nós se não tivéssemos ela com a gente, com certeza eu estaria perdido, eu Ash e Dawn, pensou Brock.
De repente o céu se fechou lá em cima, as arvores terminaram e eles se depararam com uma cena que fez Dawn gritar:
— Kenny! — ela pensou no seu amigo de infância que estava amarrado em uma grande pedra, o garoto amigo e rival de Dawn estava desacordado. Drifloon deu um pulo de alegria.
— Vocês conhecem ele? — perguntou Camila — Provavelmente este é o dono do Driflin, temos de ajudá-lo encontrei-o a algum tempo e ainda estava acordado.
Kenny abriu os olhos e não acreditou no que viu:
— Didi! — a chamou pelo apelido de infância — Didi, me ajude! — o que seria muito raro dele falar se não tivesse em perigo — Ash! Brock! Drifloon! — olhou e viu uma garota desconhecida, não sabia quem era, mas precisava de ajuda. Aquilo já acontecera a dois dias...
***
Ele estava caminhando pelo pedaço de gelo com floresta em cima quando uma nevasca o atingiu, ele se encaminhou até a saída, mas o que pode encontrar foi um aviso: “NUNCA DEVERIAS TER ENTRADO”.
Tudo o que pode sentir ou ouvir depois foi um grande ruído e a visão de um Floatzel grande, ele chamou Kenny para batalha que perguntou:
— Qual é? Mais uma batalha? — o pokémon fez que sim à pergunta dele, Kenny então pegou a pokébola do bolso e a atirou — vai Empoleon, mostre a ele o que você faz! — disse.
Enpoleon usou alguns ataques, mas Floatzel e desviava, Kenny se arrependeu de não ter usado Breloom, mas já estava longe demais, quando foi dar conta de si, Enpoleon estava caído, seu novo parceiro Drifloon tinha saído da pokébola e o que pode se lembrar depois foi Floatzel falando com outro pokémon.
***
— Já estamos indo Kenny! — disse Ash, olhou para Pikachu e olhou para Dawn — temos de tirá-lo de lá antes que ele se congele Dawn — Dawn assentiu com a cabeça e todos deram um passo a frente. Mais atrás...
— Cah, você já sabe que pokémon enfrentaremos? — perguntou Brock.
— Não, pior é que não sei, mas já deixei Eevee bem preparado — disse a garota e então voltaram a avançar com os outros.
— Tomem cuidado, Floatzel vai pegar vocês! Tomem cuidado! — avisava Kenny — Ele é muito forte!
Kenny estava ali há dois dias, meio apavorado, sendo corajoso, não podia tirar nenhum pokémon para socorrê-lo já que suas mãos estavam amarradas e por certo, um pokémon bem ágil tinha o feito.
Saindo da Floresta das Árvores Congeladas (como chamou Camila em um livro logo depois) eles se encontraram com Kenny, Dawn desamarrou as mãos dele e Ash ficou observando, sem sentir ciúme, pois Kenny, era de verdade só um amigo.
— Obrigado Didi, obrigado Ash! — disse ele — Temos de lutar para vencê-lo! Floatzel é muito forte! — Kenny ainda podia ver a garra daquele pokémon.
O céu começou a se fechar e de repente a geleira se fechou, não deixando ninguém olhar para o mar, a plaquinha de “NUNCA DEVERIAS TER ENTRADO” ainda estava lá, e Camila viu que do lado estava a de seu pai “VOLTE SEMPRE”.
Um vento frio soprou e em uma mistura de neve e vento, um Glaceon apareceu.
— Não é o Floatzel! — disse Kenny.
— Com certeza não! – fez Dawn meio que se encolhendo entre Ash e Kenny.
— Floatzel deve ter sido o pokémon que o garoto deve ter enfrentado, com certeza esse Glaceon será nosso inimigo. — disse Camila, — meu pai diz em seu guia que cada treinador poderá usar um pokémon e eu quero saber quem vai primeiro.
Ash pensou em ir por primeiro, mas achou mais fácil ser o segundo. Dawn olhou para ele e não fez nenhum sinal, Brock ficou pensando e chegou à conclusão de que Sudowoodo seria melhor usado no final.
— Eu vou! – disse Kenny, — vai Empoleon! Use a sua rajada de bolhas!
Enpoleon estava com pressa, sabia que se demorasse muito como da outra vez se transformaria em um fraco na frente de todos, usou a rajada de bolhas, mas Glaceon usou a evasiva e de um pulo, o ataque foi parar na pedra onde Kenny estava amarrado destruindo-a.
Glaceon investiu para cima de Empoleon que recebeu a ordem de Kenny para usar a evasiva, mas antes de Glaceon chegar, ele usou a nevasca deixando Empoleon completamente sem noção de espaço.
Quando a neblina se dissipou a única coisa que viram foi Glaceon em cima de Empoleon que estava completamente congelado.
— Ele deve ter usado o raio de gelo – disse Brock. — E pelo o que eu vejo, o raio de gelo dele é muito forte – ele olhou mais uma vez que, por causa daquilo, Sudowoodo ou levaria vantagem, ou perderia facilmente.
— Empoleon! – gritou Kenny se agachando, fez o pokémon voltar para a pokébola, e abaixou a face dizendo — eu... Eu perdi mais uma vez, eu... Eu sou mesmo um fraco, tome cuidado Didi — e se lamentando ele deu a chance para o próximo.
Ash não queria ir, pensando bem, tinha que observar bem, ele olhou para Camila que fez sinal para ele esperar, era ela que agora iria.
Ela sabia que aquilo seria loucura, mas, fogo até tem certa vantagem contra o gelo, já que o calor pode derreter, foi com muita coragem que a “garota que sabia” entrou com o pé direito na batalha:
— Vai Cyndaquil! — um cyndaquil grande e robusto saiu da pokébola, os pequenos buracos de um cyndaquil normal se tornavam gigantes na costa dele, que lançava fogo sem parar.
— Cynda, cyndaquil! — fez o pokémon, olhou para o seu rival pensando, seus pequenos olhos puxados o alarmava, mas não quis falar nada, faria tudo por Camila, sua treinadora e salvadora.
O outro pokémon soltou um grito que pareceu um uivado distante, o pequeno ice berg parou, deixando todos surpresos (inclusive Camila).
— Vá Cyndaquil, use o seu lança chamas! —o pokémon foi de encontro a Glaceon e atirou seu lança chamas com o máximo de força que tinha.
Glaceon ficou parado até que Cyndaquil chegasse mais perto e de repente, na hora do ataque, deu um pulo e sua calda começou a brilhar.
— Ele vai usar o cauda de ferro! — disse Brock.
— Cyndaquil, evasiva agora! — gritou Camila, mas o ataque não atingiu Cyndaquil, o ataque foi em direção à traseira de Cyndaquil que quando foi virar-se para trás e sair, caiu na água. — Cyndaquil! — gritou Camila, mas já era tarde, ela tirou-o da água rápido, o pokémon até soltou ruídos e Brock tirou de sua mochila um pano seco e começou a secar o pokémon.
— Ash, eu... Eu acho que estou com um problema — disse Dawn, — mas, agora eu vou...
Quando ela ia completar, Brock já estava lançando Sudowoodo da pokébola.
—Vai Sudowoodo — disse Brock lançando sua pokébola, ele esperou e viu Glaceon, o pokémon evoluído de Eevee era muito forte, mas, já tinham ganhado dele varias vezes, então ele agora iria ganhar. — Use a investida!
O pokémon acatou a ordem de seu treinador e correu gritando “Sudowoodo” antes de se chocar com uma grande parede de gelo. Para a surpresa de todos, o Glaceon tinha sumido em vista de todos. Uma nevasca começou a cair e o ataque era de Glaceon.
O pokémon apareceu investindo para cima de Sudowoodo que deu um salto, quando foi se virar de volta, conseguiu ouvir a voz de Brock.
— Evasiva e logo depois use o corte duplo naquela pedra! — disse Brock apontando para uma pedra que estava não muito longe de Sudowoodo.
A sorte de Sudowoodo foi ter usado a evasiva para se escapar de Glaceon que usou o raio de gelo, que foi parar atingindo o outro lado de uma pedra. Sudowoodo então usou o corte duplo que a pedra divida em dois foi para cima de Glaceon.
Uma poeira de gelo se levantou e ninguém pode ouvir ou ver nada a não ser Sudowood cheio de arranhões e desmaiado no chão. Logo depois quando a poeira de gelo se levantou, Sudowoodo estava perdido em meio ao nada, um raio de gelo passou por perto dele e depois com os pés congelados Glaceon usou o cauda de ferro e ele caiu no chão.
— Sudowoodo! — gritou Brock, não pode acreditar no que aconteceu, correu até Sudowoodo e disse: — você foi muito bom, não se preocupe.
- Sudo woodo! — fez o pokémon entrando na pokébola.
Agora era com Ash e Dawn, um deles teria de lutar, Ash deu um passo à frente, estava confiante, olhou para todos e disse:
— Se eu não conseguir, Dawn, de o máximo de si! Vai Staraptor! — disse ele lançando a pokébola para o alto, não podia contar muito com o seu pokémon, mas confiava nele, sabia que teria de ir, agora ou nunca, e havia escolhido por uma vantagem... “Staraptor sabe voar”.
— Use o ataque asa! — disse Ash, Staraptor subiu em um voou que fez a cabeça de Glaceon o acompanhar e antes que Glaceon pudesse ver o pokémon que decolava em alta velocidade virar para trás, viu apenas o brilho de sua asa chocar-se com o seu corpo.
Glaceon ficou um pouco abalado com o ferimento, mas se deixou abater e antes de qualquer coisa, deu um grande salto em cima das costas de Staraptor que estava voando de um lado para o outro.
Ash não esperou por aquele “tipo” de ataque e gritou.
— Staraptor, voe alto! — e o pokémon subiu
Staraptor estava incrivelmente alto, mas mesmo assim Glaceon não o largava o que os de baixos não sabiam, mas Glaceon estava com as unhas perfurando a costa de Staraptor que não agüentando começou a descer em alta velocidade.
— Staraptor, use o ataque rápido e se choque naquela pedra de costa! — Staraptor fez o que Ash mandou, mas quando estava quase chegando à pedra e virando-se de costa, Glaceon pulou e Staraptor se chocou com a pedra.
Quando caiu completamente ferido, até ouviu Ash dizer “Evasiva”, mas já era tarde demais, e sentiu um frio lhe congelar completamente, era o raio de gelo que o tinha acertado em cheio.
— Staraptor! — disse Ash se ajoelhando ao lado do pokémon — você vai ficar bem, não se preocupe, você fez tudo o que pôde! — e tirou a pokébola — agora é hora de retornar.
Um silêncio brutal lançou-se por entre eles, agora era só esperar Dawn se mover, e por fim foi o que ela fez.
O céu agora estava cheio de nuvens que lançavam raios brutais sobre o mar que estava super-agitado.
— Piplup, você está pronto? — perguntou Dawn.
— Pii piplup! — fez o pokémon animado, apesar de saber do perigo que estava prestes a acontecer.
— Dawn, você consegui, usamos um tipo aéreo, um de fogo, um de planta, todos sabemos que o de pedra seria a mesma coisa que pedir a derrota, vá lá e ganhe com o seu Piplup! — disse Camila.
— Eu sei que você consegui Dawn, você ganhou torneios, ganhou de varias pessoas, você consegui Dawn, você vai conseguir, Piplup é um ótimo pokémon e você vai conseguir, eu sei, eu estive com você! — disse Brock sorrindo.
— Didi, você vai conseguir sim, eu acredito em você, você já ganhou da mim! Lembre-se Didi, você e Piplup são muito fortes, eu acredito que você conseguirá! — Kenny tentava anima-la.
— Dawn, eu sou um bom treinador e você ser um ótimo mestre, Glaceon está cansado, você vai conseguir, Piplup, por mi... Por nós todos você vai conseguir! — disse Ash, virou o boné e fez um sinal de beleza com a mão, Pikachu (que conversava animadamente com Drifloon até a batalha começar e ficar preocupado, achou que iria, e quando não foi e viu Staraptor se arrependeu por não ter ido) então pulou no seu ombro olhando para ela.
Piplup se aproximou com ela, e olhou-a.
— Vamos Piplup, vamos ganhar dele! Nós vamos ganhar dele! Vamos fazer isso por todos! — e ela olhou para Glaceon.
Glaceon já estava cansado, sabia que não conseguiria ganhar, tinha usado todas as suas forças e afinal perder era normal, não queria ser banido por Gengar, sabia que o que acontecia com Magmar e Camerupt podia acontecer, mas não com pokémon aquáticos. Sabia que se perdesse sairia dali e se encontraria com todos os pokémons aquáticos perdedores, mas não podia fazer isso, se não nunca veria Floatzel, seu melhor amigo.
Decidiu que lutaria com todas as forças, mas foi no primeiro ataque...
— Vá Piplup, use a investida! — disse Dawn e Piplup foi para cima de Glaceon. Glaceon usou a evasiva, mas mesmo assim, a investida de Piplup contra ele havia machucado seu pé. — Piplup, — disse Dawn, observando a pata ferida de Glaceon e dando um sorriso satisfeita — use a rajada de bolhas — disse Dawn, o ataque foi certo em Glaceon que tentou usar a evasiva novamente e de quando as bolha caíram sobre as outras três patas não feridas ele caiu — Agora Piplup, use o redemoinho!
Glaceon não recuou, deixou o ataque acertá-lo em cheio, fechou os olhos e deixou o ice berg se mover novamente, todos olharam para Dawn e a abraçaram.
— Você conseguiu Dawn! – disse Ash — Você conseguiu!
— Ilha voltou a se mover, o que vamos fazer agora Camila? — perguntou Kenny.
— Pode me chamar de Cah e agora, vamos descansar, a noite está linda! — eles descansaram em cima da ilha que pouco a pouco se derretia.
To be Continued...
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