Notas iniciais
Boa Tarde Queridos Leitores! Como vão? Gostaria de agradece-los por terem abraçado essa fic que me dispus a escrever. Gostaria de comemorar também o grande número de leitores, fico muitíssimo feliz quando as pessoas aprovam a minha escrita, ainda mais leitores tão especiais como vocês. Meu Muito Obrigado! Tenham uma excelente leitura!

David acordou, o sol raiava forte em sua janela, tinha se esquecido de fecha-la durante a madrugada. Caminhou até o banheiro e fez a higiene matinal, foi a cozinha e percebeu que não havia comprado o pó de café que acabara.

— Mas que droga... — disse fechando os olhos lentamente.

Decidiu ir até o apartamento de Emily e fazer o café por lá, se lembrou do beijo que a deu no canto da boca, um sorriso saiu de seus lábios.

— Emi! — bateu em sua porta, ao bater a porta se abriu, estava destrancada.

Andou calmamente até a cozinha e não há viu, foi ao seu quarto e ela ainda dormia, o lençol tapava-lhe apenas a metade das pernas, o short do pijama era curto e ele pode notar vagamente um pouco do seu corpo. Ela era linda, da cabeça aos pés. Chegou perto dela e afastou-lhe os cabelos, se inclinou e a beijou na nuca, um arrepio foi sentido pelos lábios dele. Emily se virou acordando.

— David? O que faz aqui? — perguntou sonolenta.

— Vim fazer café aqui já que esqueci de comprar o pó e te encontrei dormindo.

— Como entrou? — se sentou na cama esfregando os olhos.

— Você se esqueceu de trancar a porta. — apoiou uma das mãos no joelho dela.

— Ainda bem que foi você quem entrou né? — levou a mão a cabeça.

— Pois é. — David sorriu.

Emily chegou ao estúdio e encontrou Michaela.

— Olá! Como vai? — sorriu para a moça de traços asiáticos.

— Ei querida. Vou bem e você?

— Um pouco cansada.

— Ficou acordada para ver o eclipse?

— Como advinhou? — seu sangue latejou forte na veia, como será que ela sabia?

— O Thyne está acabado. Já tomou três canecas de café. — sorriu.

Michaela se foi e Emily entrou em seu camarim, o figurino lhe esperava. Começou a tirar a roupa para que pudesse se vestir, ouviu uma batida na porta, pensando ser a amiga disse:

— Pode entrar! — era David ele entrara e a encontrara segurando uma blusa em frente ao corpo.

— Me desculpa, você disse que podia entrar. — disse tapando os olhos.

— Achei que fosse a Michaela.

— Mil perdões Emi.

— Tudo bem. Pode se virar, por favor?

— Claro. Vim aqui ver se não gostaria de almoçar comigo após a gravação.

— Claro, será um prazer. — tirou o sutiã.

— Sério? — ele virou para encara-la, rapidamente tapou os seios com as mãos.

— David! Pare com isso, por favor.

— Me empolguei ao aceitar, desculpa.

— se virou e sorriu, por pouco ele não conhecera mais um pouco dela.

Direcionaram-se ao estúdio e começaram a gravação do sexto episódio. Emily iria contracenar com Michaela novamente sobre a amizade em que suas personagens tinham, ela precisava confessar, estava adorando trabalhar com Michaela, a amizade estava ultrapassando a barreira das telinhas.

Ângela tentava convence-la a ir a uma balada se divertir um pouco e esquecer o trabalho. Elas começaram a dançar, logo arrumaram confusão com as pessoas que ali estavam, durante esse meio tempo, Brennan lançou um cara contra uma das paredes do lugar, a derrubando, um corpo estava escondido atrás dela.

Ambas acabaram respirando cristal meta, ficando alertas além do normal. Ele tinha que admitir, aquela mulher era sensacional, na trama ele se encontrava em um relacionamento, mas do que adianta se o que ele realmente queria estava fora do seu alcance pelo menos por enquanto na série?

Ela o viu beijar outra e nem sequer alterou seu humor ou fechou seu sorriso, o profissionalismo dela o fez perder o chão. Se fosse ao contrário, certamente não gostaria, teria que aprender a controlar isso.

A cena seguinte seria junto com David, eles interrogariam alguns rappers.

— É, eu sei que está aberto. Agente especial do FBI. — levantou as credenciais.

— Ih, agora o FBI tá recrutando as modelos para trabalhar é? — um dos rapazes perguntou se referindo a Brennan.

— Eu sou antropóloga forense do Jeffersonian. — respondeu calmamente.

— Ela trabalha para o FBI. — rebateu.

— Ah é? Tudo bem.

— A Dr. Brennan descobriu que Roy Taylor foi assassinado.

— E daí?

— Assassinato pega mal. São as regras do jogo Rulz.

— Talvez ele merecesse.

— Então você e Roy não se davam bem.

— O canalha me insultou em uma das músicas dele. Ninguém faz isso.

— E o que acontece se fizerem?

— Eu acabo com eles.

Estavam perto de resolver o caso, faltavam apenas os últimos detalhes. Após a conclusão do caso a vida amorosa do personagem de David veio a tona, novamente uma das mulheres de sua vida estava caindo fora, não quis admitir, mas isso também lhe acontecia na vida real, pensava se o problema era ele ou as escolhas que fazia. Há muito tempo não se perguntará de novo qual era o problema. Preferia deixar tudo aquilo se estabilizar, pensou em Emily por um instante e se perguntou se ela o abandonaria, sorriu ao imaginar que não.

Notas finais
Espero que tenham gostado, bom fim de semana a todos!