De Quantos Acasos Coincidentes é Feito o Destino?
30 Capítulo 30 - Diversão!
Notas iniciais
Após a gravação Emily saiu para beber com David, dessa vez ele escolheria o lugar, não queria admitir, porém estava curiosa para saber onde iriam. Ficava afastado da cidade, eles iam conversando sobre amenidades pelo caminho, aproveitando para descobrirem seus gostos. Emily vestia uma blusa vermelha de manga 3/4 com um leve decote, junto a um jeans azul claro colado ao corpo, deixando suas curvas em evidência e uma bota preta. David usava uma regata branca, por cima uma jaqueta de couro marrom, jeans e sapatos pretos. Finalmente chegaram, Emily se surpreendeu ao olhar em sua volta, era um bar no estilo velho oeste, as portas de madeira abriam simultâneamente. No interior do bar haviam mesas redondas também de madeira espalhadas de forma a deixar espaço para os clientes circularem a vontade. Nas paredes continham quadros de paisagens do deserto, outros de famosos da música. No balcão um senhor que julgaram ser o barman vestia uma blusa social branca com uma fita preta passada em ambos os braços na altura dos bíceps, junto a uma calça preta.
Ao fundo tocava uma música animada, o ambiente era acolhedor. Escolheram uma mesa mais ao fundo buscando um pouco de privacidade. Eles riam e bebiam.
— E então Emi, gostou do lugar? — perguntou.
— Tá brincando? — o semblante dele foi de feliz para quase que preocupado. — Esse lugar é incrível. — sorriu feliz.
— Nossa Emi, que susto você me deu. — entornou a cerveja em garrafa na boca.
— Podíamos tomar algo mais forte, o que acha? — Emily perguntou. Caminharam até o balcão e o barman dispôs copos, enchendo-os com um líquido que lembrava tequila e ascendendo uma chama em sua borda. Ambos viraram a dose, David encarou Emily fazendo uma careta.
— Isso é horrível! — ela riu.
— É... Eu sei. — sorriu lindamente.
Estavam radiantes, o sorriso não saia do rosto deles. Conversavam e bebiam de um jeito que o mundo ao redor parecia não existir. Tão logo perceberam que tinham ficado tempo demais quando o mesmo senhor que estava no balcão veio avisar que já estava na hora de fechar.
— Senhor, Senhora é hora de fecharmos.
— Nos desculpe. — disse ela envergonhada.
— Não percebemos o tempo passar. — David pagou a conta, pôs uma gorjeta extra no bolso do sujeito e ambos saíram.
Logo a frente tinha um parque.
— Que tal sentarmos um pouco no parque para conversar? — perguntou esperando uma resposta dela.
— Eu não sei David. Está tarde. — pareceu pensar.
— Amanhã não temos trabalho Emi. Vamos!
— Sendo assim, tudo bem! — ela relutante aceitou e deixou-se ser puxada por ele em direção há um dos bancos.
Logo o papo fluía normalmente. David sentiu um pingo caindo em sua cabeça vindo do céu.
— Emi, acho que vai chover. É melhor irmos. — Ele se levantou e a chamou para irem embora.
— Aposto que nunca tomou um banho de chuva né? Está com medo de se molhar? — ela travessa tomou a chave do carro da mão dele e saiu correndo.
Nessa hora a chuva caia sem piedade, ele demorou uns segundos para entender o que estava acontecendo, se levantou e correu atrás dela. Por ser mais rápido logo a alcançou segurando-a pelo braço, ambos caíram, ela por cima dele deixando suas bocas a milímetros de distância.
Nesse momento um turbilhão de pensamentos se passava pela cabeça dos dois. Seria aquele um sinal do destino para um próximo passo? Não sabiam, mas estavam ansiosos por descobrir. Eles se encaravam buscando um sinal de aprovação. Então ela sorriu e ele a segurou pelo rosto com ambas as mãos colando seus lábios. O beijo começou lentamente, estavam se conhecendo, explorando com delicadeza cada pedacinho que era possível. Logo a intensidade foi aumentando e suas línguas já dançavam sem nenhum pudor. Se separaram para recobrar o ar, Emily se levantou de cima dele o puxando junto, estavam encharcados. Caminharam até o estacionamento que ficava em uma cobertura.
— Emi. Tenho uma camisa social aqui. Se quiser tirar a roupa molhada e pôr.
— Está querendo me ver novamente? — perguntou fazendo língua.
— Claro que não. Acho que irei fazer isso na hora certa, a hora que você permitir. Só estou preocupado que pegue um resfriado.
David abriu a porta do carro fazendo uma barreira para que ela pudesse se trocar. Voltou com a blusa que batia-lhe no meio das coxas. David tinha o olhar perdido, demorou uns segundos para anunciar o que faria.
— Espere um minuto que vou pôr uma calça. — logo apareceu somente de calça e sem camisa. Seguiram para o prédio deles, no carro ia um silêncio reconfortante e no rosto de ambos um sorriso. Chegaram ao andar e ele a puxou para seu apartamento.
— Emi me dá a chave do seu apartamento que vou buscar um pijama para você. Enquanto isso tome um banho quente e relaxante. — nesse tempo foi até a casa dela e pegou um pijama e uma calcinha limpa. Retornando ele deixou as roupas dobradas sobre a cama e se dirigiu para a cozinha afim de preparar um café e um chá para eles. Logo ela saiu vestida com seu pijama e o indagou sobre ele ter pegado suas roupas.
— Ainda não acredito que fez isso. — colocou as mãos na cintura.
— Fiz o quê? — perguntou despreocupado.
— Mexeu na minha gaveta de calcinhas. — tentou conter o sorriso.
— Queria que se sentisse confortável e não ficasse doente. — disse ele todo envergonhado e estendeu a caneca com um chá mate para ela. Ela sorriu e aceitou. Ele a conduziu até a sala e se acomodaram no sofá, acabou sentando muito próximo dela.
— Sabe Emi... — fez uma pausa. — acho que a minha blusa social ficou muito boa em você.
— É mesmo? — perguntou sarcástica.
— É sim. Mostrou essas suas lindas pernas. — encarou as pernas dela cobertas pelo pijama.
— Também gostei de te ver só de calça.
— É mesmo Emi? — fez cara de safado.
— Você tem um belo tórax e bíceps. — ela o olhou conferindo.
A conversa ia ficando cada vez mais quente até que ele mais uma vez tomou a iniciativa, puxou sua nuca com uma mão enquanto a outra a puxava pela cintura. O beijo começou lento e aos poucos foi tomando proporções maiores, ela interrompeu o beijo porque o ar se fazia necessário. Ele se levantou, a pegou no colo e se dirigiu ao quarto. A deitou na cama delicadamente e a observou por um breve momento, sorriu e se deitou ao lado dela. Emily o encarou sorrindo e dessa vez foi ela quem o puxou para um beijo cheio de desejo.
Ele se controlava ao máximo e procurava dar o máximo de prazer a ela. Tão logo o beijo começou e ele ficou por cima dela, ajoelhou e retirou sua camisa e lentamente depositava beijos em seu pescoço, boca, seios e barriga. Ele a observava com carinho guardando na memória cada parte do corpo dela que estremecia com seu toque.
— Emi, você tem certeza? — parou por um momento.
— Claro que tenho. — puxou sua nuca o beijando, ele se separou.
— Emi, depois não dá mais para voltar atrás.
— David, sei o que estou fazendo. E você me passa uma segurança tremenda. Não tem como dar errado. — sorriu para ele.
Ela sentia uma vontade imensa de o ter dentro de si, gostava de estar sob controle, mas dessa vez cederia e deixaria ele explorar seu corpo. Não demorou muito para que a calça dela tivesse o mesmo destino da camisa. Da mesma forma como fez com a parte superior dela ele fez com a inferior, provou cada canto das belas pernas, pés e depositou um beijo em seu centro por cima da calcinha de renda vermelha. Voltou sua atenção para os seios, retirou com maestria seu sutiã também vermelho, deixando os montes dela livres para sua boca experiente. Ele fazia mágica com a boca, ela se contorcia, agarrava os lençóis com força, ele estava maravilhado como seu nome ficava ótimo sendo sussurrado por ela.
— Ahhhh David. — mordia os lábios.
Voltou a beijar sua boca, agora lentamente, queria mostrar para ela o quanto ele a levava a sério. Mais uma vez escutou seu nome após um gemido. Ele sorriu e retirou a única peça de roupa que o impedia de prova-la por completo. Ela soltou um gemido rouco prevendo o que ele faria em seguida. Mal teve tempo de pensar e já estava sentindo as maravilhas que a língua dele fazia. Ela estava amando ser explorada daquela forma. Nunca antes um homem a provara daquela forma, ele era diferente e ela sabia.
David sentiu que ela estava chegando perto quando a ouviu gemer cada vez mais alto e agarrar seus cabelos com certa força. Tão logo ele a penetrou com dois dedos a fazendo gritar, ele fazia uma mistura de vai e vem com os dedos e a chupava ao mesmo tempo.
— David! — Ela mais uma vez gritou seu nome e estremeceu.
Ele tornou a beija-la esperando sua recuperação que não tardou muito. Ela o puxou novamente para um beijo ardente, nesse instante David colocou uma camisinha e a surpreendeu com um movimento rápido penetrando-a de uma só vez arrancando-lhe mais um grito, já estava se acostumando com isso. Ele se jogou na cama e a puxou para cima de si, queria ver como ela controlaria os movimentos, ela jogava o corpo para trás e para a frente buscando um ritmo que logo foi encontrado, sentia um prazer tremendo naquela posição, ora ele ajudava nos movimentos dos quadris, ora agarrava-lhes os seios de forma provocante.
Girou por cima dela novamente e prendeu seus pulsos com as mãos, foi beijando do pescoço até os seios falando sacanagens em seu ouvido, Emily gemia só de escutar o que ele lhe falava. Aos poucos suspendeu uma de suas pernas a apoiando em cima do seu ombro enquanto a distraia penetrando-lhe dois dedos, os levou a boca a provando e a penetrou por completo arrancando-lhe um gemido alto. Os movimentos eram lentos, hora eram rápidos, ele rebolava de um jeito que a preenchia por completo. Com a posição logo ela teve um orgasmo, contraindo todo o corpo , ele a olhava maravilhado. Esperou que se recomposse, ela deitou de bruços com o coração acelerado, aquilo era demais para ele. Passou os dedos suavemente pela lateral de seu corpo causando-lhe arrepios, apertou seu bumbum com as duas mãos.
— Ai David! Não faz assim... — disse manhosa entre gemidos.
Ouvir a voz dela descompassada estava o deixando fora do sério, puxou a cintura dela contra a sua e a penetrou de uma só vez, os quadris dela se mechiam velozmente enquanto ele dava suas estocadas.
— Você tem uma energia e tanto em. — olhou para trás o fitando.
— Esperei muito por esse momento. Você é bem mais quente do que eu imaginava. — sorriu para ela.
— Você ainda não viu nada.
E assim seguiram até ela não aguentar e pedir para que ele fosse mais forte e rápido, ele assim o fez e ambos chegaram ao clímax juntos.
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