De Quantos Acasos Coincidentes é Feito o Destino?
23 Capítulo 23 - Defensor
Notas iniciais
Boa Noite Melhores Leitores de todas as fics... Como vão? Hoje trago um capítulo um tanto eletrizante que fará com que vocês odeiem ainda mais um certo personagem! Gostaria de agradecer novamente aos leitores que estão acompanhando, sinceramente não esperava por tantos leitores e sou muito grata por isso! Tenham uma excelente leitura!
Era tarde quando ela adentrara em seu apartamento, chegou sorrindo, lembrando-se do beijo que havia ocorrido. Olhou em direção a cozinha e viu uma silhueta sobre a meia luz do ambiente, deixou seu celular cair de sua mão assim que a pessoa se virou.
— Como entrou aqui? — sua voz falhou.— Esqueceu que me deu uma cópia da chave enquanto namorávamos? — sorriu, o sorriso dele lhe causava arrepios.— Você não tinha o direito! — apontou o dedo indicador.— Assim como você não tinha o direito de terminar comigo. — se aproximou dela.— Peter, sai da minha casa. — abriu a porta.— O que foi? Está sem o seu defensor? Cadê ele? — abriu um sorriso amarelo.— Não te interessa.— Como está sendo ficar com ele? — a pegou pelo braço.— Não estou ficando com ele, mas ele já provou que é muito melhor do que você. — se soltou das mãos dele.O celular tocou, era David. Peter se abaixou, pegou o aparelho e o atendeu.— Olá! — sorriu.— Emily? Quem está falando? — perguntou David confuso.— Aqui é o Peter. — Peter? Você perdeu a noção do perigo? Quando eu chegar aí vou te socar tanto seu canalha.— Eu não teria tanta certeza. Sabe a sua garota? Ela já foi minha um dia. E hoje vai ser de novo. — pegou no queixo de Emily delicadamente.— Vai achando. Não vou deixar que faça mal a ela. David saiu rapidamente do bar e entrou no prédio, não tinha paciência para esperar pelo elevador, foi pelas escadas. Chegou ao andar e arrombou a porta, gritou desesperadamente o nome dela.— Emily! Emily!Correu até o quarto e a encontrou chorando, sentada na beirada da cama.— Graças a Deus eu te achei! — a abraçou forte, ela já não segurava as lágrimas. — Para onde ele foi?— Ele saiu assim que ouviu passos na escada de emergência. David ele tentou... — perdeu a voz.— Ah, que desgraçado. Me diga que ele não fez isso. — olhou nos olhos dela.— Não. Mas ele tentou. — enterrou o rosto no ombro dele.— Vou te levar para minha casa. Nunca mais vou te deixar sozinha. — a pegou no colo.— David... — ele levou o dedo indicador aos lábios dela.— Você vai ficar comigo até trocar essa fechadura e instalar um sistema de segurança, sem mais Emi. Nem sei o que faria se te perdesse. — encostou a testa a dela.— David... — fez uma pausa. — Eu te amo. — levou as mãos até o rosto dele, acariciando.— Eu também te amo Emi, amo muito. Mais do que a mim mesmo. — ela encostou a testa novamente a dele e acariciou sua nuca.— Preciso de roupas.— Hoje você não precisa de nada, coloca alguma camisa minha para dormir, amanhã a gente vem aqui.— Tudo bem. Chegaram ao apartamento de David, ele caminhou com ela ao seu pescoço e a pôs em sua cama.— Vou preparar a banheira para você tomar um banho. — sorriu e foi em direção ao banheiro. Ela o chamou antes que desaparecesse. — David?— Oi. — Obrigada! — ele caminhou até ela.— Emi, você não precisa me agradecer, vou fazer o que puder para te manter a salvo desse cara. — beijou-lhe a testa e voltou ao banheiro.— Já está pronto Emi, pode ir. — ela passou por ele e tirou a blusa, David olhou para o lado. — Se precisar estarei na cozinha.— Okay. — ela sorriu.Após o banho andou vagamente até a cozinha ainda de toalha.— Você poderia me emprestar uma camisa? — sorriu sem jeito com os cabelos presos em um coque.— Ah, claro. Perdão, me esqueci completamente. — foi até o quarto e abriu o closet. — Aqui está.— Obrigada! — sorriu sem graça.— Vou te deixar a vontade para se trocar. — disse e saiu.David foi até a sala, logo Emily apareceu, acabou indo até ele e lhe abraçando sem que esperasse. Apenas retribuiu ao gesto, acariciou seus cabelos, como ela tinha um cheiro bom. Se perguntou como um homem era capaz de ferir uma mulher daquela, uma mulher que havia sido feita para cuidar, proteger, para se amar. Sentou-se ao lado dele, David pegou a coberta e os cobriu, ela pendeu a cabeça em seu ombro e lhe deu a mão. Sentiu que sua palma era bem maior do que a dela, os dedos finos e delicados começavam a se fechar sobre os seus, um sorriso insistente saiu de seus lábios. Adormeceram.Na manhã seguinte David sentiu um peso extra encima de si, abriu os olhos preguiçosamente e a viu deitada sobre seu tórax com um braço dobrado apoiando a cabeça. Pensou em levantar, porém preferiu continuar ali e deixá-la dormir. Aos poucos Emily também acordou, encarou os olhos castanhos corada, estava sem graça por estar em cima dele.— Desculpe-me David! — franziu as sombrancelhas.— Sem problemas. Vamos tomar café? — se levantou a pegando pelo bumbum, ela enrroscou as pernas em sua cintura. — Mas é claro! — sorriu e apoiou o queixo no ombro dele.
Notas finais
Espero que tenham gostado! Tenham uma boa semana!
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