De Quantos Acasos Coincidentes é Feito o Destino?

15 Capítulo 15 - A Arte Imitando a Vida


Notas iniciais
Boa Tarde! Nesse capítulo temos a descrição de um dos episódios da primeira temporada, inclusive sou apaixonada pelo contexto do episódio. Tenham uma excelente leitura.

Hoje eles gravariam o quarto episódio, as gravações corriam a todo vapor devido a estréia. O caso era de canibalismo, estudar aquele caso tinha feito o estômago da equipe revirar.

O episódio consistia em desloca-los para outra cidade, isso seria divertido. Logo iniciaram a gravação de uma das cenas fora do estúdio.

Brennan foi a um correio despachar umas evidências para seu laboratório.

— Posso ajudar? — um ator alto e loiro lhe perguntou.

— Obrigada, mas estou tentando enviar isso. Restos mortais humanos.- pôs uma caixa sobre a mesa.

— Tá.

— Tenho de mandar para o Instituto Jeffersonian em Washington D.C.

O moço falou tudo que se era possível encontrar no Jeffersonian, como se fosse um local mágico.

Ele se apresentou.

— Meu nome é Charlie.

— É... eu sei.

— Puxa... Por que? Você advinhou pela estrutura do meu crânio?

— Está escrito na sua camisa Charlie. — ela apontou e sorriu.

Ele a reconheceu.

— Ei, Temperence Brennan, estou lendo o seu livro. Ele me deu algumas ideias se um dia eu matar alguém e quiser me livrar do corpo.

— Não esqueça Charlie, a heroína sempre pega o bandido. — sorriu e se foi.

— Pra mim está bom! — disse para si mesmo.

A próxima cena seria numa delegacia. Ela bateu na porta.

— Posso ajudar? — o xerife perguntou.

— Sim, obrigada. Eu estou com ele. — disse a senhora que lhe acompanhou.

— Por que que eu não entrei para o FBI. — o xerife disse sorridente.

— Xerife escuta, essa é Temperence Brennan. — Booth os apresentou, David tentou não demonstrar que estava um pouco irritado pela forma que o ator a olhava.

— Minha primeira antropóloga forense. Por favor!

A cena seguinte seria novamente no correio, enviando evidências para o laboratório.

— Hey, acabei de ler o capítulo sete. — Charlie disse feliz.

Ela falou algo sobre a caixa que estava com ela, porém foi cortada.

— Você faz tudo que a moça do seu livro faz? — indagou.

— An. — ela pareceu pensar. — Fico pouco a vontade para discutir isso com você.

— Não! Eu não estou falando de sexo, estou falando de correr e atirar, quer dizer, se você faz todas essas coisas é legal também para você e para a pessoa que tiver com você. — ela riu.

Zack lhe ligou do laboratório, após alguns minutos, mandando novas informações.

— Quem é ele? — Charlie perguntou.

— Meu estagiário. — respondeu.

— Oi Zack.

— Oi.

— Oh Zack sua chefe tem namorado?

— Não atualmente. Você é extremamente bonito?

— Eu sou sim.

A cena seguinte era o que podíamos dizer da arte imitando a vida, se parecia muito com o que viveram na noite anterior. Foram a um barzinho se divertirem enquanto não tinha com o que trabalhar.

Charlie também estava lá e a tirou para dançar, fez perguntas e fingiu estar interessado pelo caso. O próximo a roubar-lhe durante a dança, foi o legista. Foram interrompidos pelo xerife que a puxou para si. Finalmente Booth veio salva-la, envolveu sua cintura, David não pode deixar de sorrir naquela cena.

— Todo mundo está me interrogando. — disse-lhe.

— Como que é?

— Querendo informações do caso.

— Bones, estão fingindo estarem interessados no caso.

— Por que?

— Tão dando em cima de você.

— Tem certeza? — ela riu.

— Claro que eu tenho. Fazia tempo que a cidade não via uma mulher tão gostosa quanto você em. Olha só a competição. — ele a girou para si e a deitou com o corpo rente ao seu, a puxou de volta e dançou colado a ela.

Resolveram o caso, o legista era o culpado. Voltaram a ser Emily e David, não que seus personagens não fossem parecidos com eles, eram e muito. Tinham a amizade florescendo, estavam ficando íntimos, se conhecendo. A vida se transformando em arte.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Bom fim de semana!