Notas iniciais
Minha amiga está me obrigando a postar isso. Reclamações são com ela, mas os elogios(como se fossem ter) serão pra mim :D
Bem, é a minha primeira fic, então peguem leve, ok?
Sabe, pois sempre vai haver o medo de se estar errando.

Estávamos onde tudo teve seu inicio, sentados a beira de um rio, com águas claras e límpidas, ao lado uma enorme cachoeira. Eu me sentia tão bem, tão livre, mas não sabia explicar o que eu sentia, se era amor, ou apenas uma emoção errônea.

– Eu consigo ver, no fundo de seus olhos, Elizabeth! – disse Charlie, me olhando.

– Consegue ver? O que? — perguntei dando um largo sorriso.

– Consigo enxergar a emoção que nasce quando eu te observo. – disse ele, impressionado.

– É o resultado... O resultado de se... – Charlie me interrompeu.

– De se estar amando! – completou, dando um sorriso e encostando seus lábios nos meus.

Peguei-me em uma onda de pensamentos, eu estava bem em sentir aquilo, mas com medo de que todo aquele sentimento se perdesse um dia. Perguntava-me o que todos queriam saber, mas ninguém saberia explicar, “O que seria o amor?”, “O que seria o, te amarei, até o mundo acabar?”.

Sob meus olhos amar é, sentir a emoção, o frio na barriga, a alegria, a proteção e a atração pela pessoa amada, por um simples olhar, por uma simples palavra. Quanto ao “te amarei, até o mundo acabar”, é quando construímos um “mundo” com quem amamos, e quando esse “mundo” perder suas razões e emoções ele se acabará, levando consigo essa expressão que todos juram, um dia, pronunciar. E esse seria o “PARA SEMPRE” que todos dizem acontecer.

– Eu estou amando Charlie, estou amando você, e te amarei “até o nosso mundo acabar”. – disse para que ele soubesse o que eu realmente sabia, e lhe abracei como nunca abracei ninguém.

Notas finais
Bem, se quiser reclamar, o faça com Bela Solace.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!