De Caso Com A Máfia

30 Capítulo 30 - De caso com a Máfia - FIM


Notas iniciais
QUERO AQUI AGRADECER A TODOS QUE LERAM A MINHA PRIMEIRA FIC! MUUUUUUUUUITO OBRIGADA! Estou terminando com lágrimas nos olhos, sinto-me feliz pelo resultado e através dele descobri pessoas incríveis que me apoiaram e me deram idéias muito legais. Eu não vou aqui citar nomes pois acabarei esquecendo de alguém.
Vamos então para o capítulo final!
Me encontre la em baixo, depois.

Capítulo anterior — Agora está, tudo bem! Você está aqui comigo! Foi a única coisa que consegui dizer. Ele saiu de dentro de mim sob meu protesto e se pôs ao meu lado me levando com ele e colocando minha cabeça em seu peito. Ouvir seu coração bater foi a melhor melodia do mundo. Edward estava vivo, e nós havíamos acabado de nos amar, como deveria ser. Sentia-me mole, sem forças. Edward se levantou. – Edward, não... Fica aqui! Falei sussurrando em protesto. Ele voltou em questão de segundos com uma toalha úmida em suas mãos.

– Deixa eu te limpar amor! Ele abriu minhas pernas com delicadeza e me limpou, a toalha estava molhada mas a água era quente e o contato da mesma com minha intimidade me fez suspirar e isso não passou desapercebido a Edward que soltou um risinho pelo nariz. Ele se afastou mas logo em seguida retornou e se deitou ao meu lado nos cobrindo com uma manta.


POV Edward

Eu a tinha de volta em meus braços e agora nesse momento todo o resto parecia tão pequeno. Foi uma longa jornada, mas eu tinha vencido e apesar da minha forma meio cabeça dura de ser e de achar que o melhor era ficar longe dela, Deus me presenteou com a oportunidade de tê-la em minha vida novamente.

– Mama! Ouvi Alissa chamar com voz de choro. Bella dormia profundamente em meu peito. Eu me levantei com cuidado, recoloquei minha calça e fui até o quarto atrás de Alissa.

– Oi minha princesinha! Falei me aproximando. Ele estava com os olhos cheios d’água. Devia estar estranhando o lugar.

– Papa, Lissa que mama! Disse-me sentada na cama. Eu a peguei no colo e percebi que ela estava com a fralda molhada. Nunca tinha trocado a fralda de uma criança, mas não deveria ser algo tão difícil. Deveria?

– Vamos trocar a fralda docinho? Depois o papai leva você pra mamãe. Falei.

– Mama! Falou ela chorosa. – Quelo mama! O choro começou a aumentar. Resolvi leva-la pra ver Bella.

– Veja princesinha, mamãe está dormindo! Falei. Alissa tentou descer do meu colo pra ir de encontro a Bella.

– Mama, mama! Falava ela. Eu a coloquei no chão e ela engatinhou até Bella colocando a mão eu seu rosto. Bella abriu os olhos sonolentos.

– Oi meu amor! Falou Bella com a voz rouca de sono.

– Ela acordou e eu tentei acalma-la! Acho que ela estranhou o lugar. Começou a chorar e achei melhor traze-la. Bella se sentou, usando a coberta pra proteger sua nudez e pegou Alissa no colo.

– O que foi filha? Perguntou. – É sono, ela já já dorme de novo! Falou. Alissa se acomodou em seu colo e foi fechando os olhos.

– Eu acho que a fralda dela está molhada. Falei. Bella verificou e constatou que era uma verdade.

– Pegue ela pra que eu poça me levantar. Pediu. Eu peguei Alissa e Bella se levantou vestindo a minha camisa. Fomos pro quarto, Alissa já dormia novamente. Bella trocou sua fralda em meio aos seus resmungos, fato que eu achei engraçado.

– Ela é reclamona igual a você! Falei provocando Bella.

– Eu não sou reclamona, seu chato! Falou Bella fazendo biquinho com a boca. Alissa continuou dormindo. Aproximei-me de Bella que agora olhava Alissa dormindo e a abracei por trás.

– Sou muito bom no que faço não é? Falei baixinho.

– Como assim? Perguntou Bella.

– Olhe pra ela, é linda! Falei.

– Edward! Disse Bella rindo. – Você não a fez sozinho sabia? Eu tive uma grande participação e ainda carreguei por nove meses. Falou me dando uma leve cotovelada.

– Vai começar com a sessão violência de novo? Perguntei brincalhão.

– Você não presta! Disse e ficamos ali admirando nossa princesinha.

– O que acha de tomarmos um banho? Perguntei beijando o pescoço dela.

– Acho que estou precisando mesmo de um! Falou se virando e me beijou. Fomos pro banheiro e eu liguei a ducha na potencia máxima de temperatura. – Tem idéia de que horas possa ser agora? Perguntou.

– Deve ser um pouco mais que meia noite, por que? Tem algum compromisso senhorita? Falei provocando.

– Na verdade o meu único compromisso era chegar aqui! Falou virando-se pra mim. — Feliz Natal amor! Disse-me com as mãos em meu rosto me dando um beijo logo em seguida. Já era Natal.

– Feliz Natal Bella! Respondi. – Me desculpe estragar seu natal! Beijei-a também.

– Estragar? Esse Natal está sendo perfeito Edward. Dizia enquanto acariciava meu tórax. – Eu tenho você ao meu lado e Alissa aqui pertinho de nós, nada pode ser mais perfeito! Eu a beijei e com minhas mãos sustentei seu peso em meu quadril enquanto ela me circundava com as pernas. Encostei-a na parede do box e nosso beijo que até o momento era calmo se tornou uma guerra de línguas e foi se tornando urgente e exigente. Bella me tocava de forma intensa e isso estava me deixando mais do que ligado. Eu precisava dela, precisava tê-la.

– Edward amor, eu quero...

– O que você quer princesa? Te... Dou... O ... Que... Você... Quiser! Falei já sem fôlego. Nosso contato se tornava a cada segundo mais possessivo.

Eu... Quero... Vo... Você... Den... Dentro de mim! Falou também sem fôlego. Posicionei-me e a penetrei com cuidado, Bella era frágil e tão apertada. Iniciei um vai e vem com seu auxilio que se tornou aos poucos frenético e só se ouvia nossos sussurros e o contato de nossos corpos. Sentia-me no meu paraíso particular. Como ela havia acabado de dizer esse era o natal perfeito. Eu tinha minha família ao meu lado e apesar do longo e tenebroso inverno que tanto eu quanto Bella sofremos hoje estávamos juntos e fortalecidos, mas acima de tudo ESTAVAMOS JUNTOS! Eu tinha nesse instante a certeza de que Bella era uma parte inerente a minha existência e eu faria tudo o que fiz novamente sem medo de errar ou me arrepender.

– Assim a ... Amor! Isso... ah... uhm... Resmungava Bella. – AHH! Ela se derramou em seu orgasmo e eu a segui gozando de forma violenta.

– Eu te amo! Falei. Senti Bella amolecer em meu colo e encostar a cabeça em meu ombro parecendo uma criança sonolenta. – Tudo bem princesa? Perguntei.

– Sim amor! Respondeu Bella aos suspiros. Eu sai de dentro dela a desci do meu colo, ficamos abraçados em baixo d’água por alguns minutos. Terminamos nosso banho e saímos do box. Bella ainda se encontrava lenta. Coloquei uma calça do moletom e Bella novamente colocou minha camisa.

– Amor, você está bem? Perguntei a abraçando de frente. Ela levantou os olhos e me fitou.

– Estou bem Edward, é que... Foi forte agora... Entende? Nós agora... foi tão intenso... Sinto-me meio anestesiada e tão... Tão feliz amor! Respondeu me abraçando e depositando sua cabeça em meu peito. Eu a apertei em meus braços. Eu entendia o que ela queria dizer e pra mim também tinha sido intenso.

– Mama, chelinho... Quelo chelinho! Fomos interrompidos por Alissa.

– O que ela quer? Perguntei sem entender. Bella se aproximou da bolsa de Alissa e de lá tirou algo.

– Ela quer o cheirinho dela, é essa cobertinha... Mostrou Bella. – Ela usa desde bebê e não dorme sem! Explicou Bella entregando a Alissa um pedacinho de pano com um rostinho de urso na ponta, minha filha o colocou próximo ao nariz e voltou a fechar os olhos. Nos deitamos na cama, Bella encostou-se a meu corpo de costas pra mim e eu a abracei pela cintura, na sua frente estava Alissa. Assim dormimos, e antes de cair na inconsciência constatei que tudo de mais importante e precioso que eu possuía estava ali naquela cama e eu faria de tudo pra preservar e proteger a minha família.

POV Bella


– Mama! Acordei com Alissa sentada na minha frente. Edward estava ainda dormindo. – Lissa fome! Falou Alissa.

– Está com fome amorzinho? Mamãe vai preparar o seu café. Fiz menção de me levantar mas Edward me apertou em seus braços. — Amor? Falei levando a mão esquerda pra trás e apertando o braço de Edward.

– Bom dia! Ele disse. – Oi princesinha! Falou pra Alissa.

– Papa, Lissa fome! Reclamou Alissa.

– Nossa mas isso é imperdoável! Disse Edward. Nos levantamos e após trocar a fralda de Alissa e escovar os dentes fui com ela pra cozinha. Fiz seu leite e a acomodei em meu colo lhe dando a mamadeira. Edward enquanto isso preparou nosso café. Tomamos café com Alissa em nosso meio.

(...)


Havíamos voltado pra NY já fazia cinco dias. Esme e Alice disseram que a nossa ausência na ceia de Natal fora algo muito sentido por todos. Nos desculpamos e fomos perdoados de imediato quando todos perceberam que finalmente havíamos nos acertado e que a partir de agora estaríamos juntos.

– Bella, você bem que podia fazer aquela torna de nêsperas para a ceia de ano novo! Dizia Alice na cozinha de Esme, estávamos todos em Long Island.

– Faço, e posso também ajuda-la a preparar o peru Esme. Falei. Resolvemos então o cardápio da ceia e começamos a prepara-la. Alissa estava com Edward e de uns dias pra cá eram um grude só. Era papa pra lá, papa pra cá. Era lindo de ver. Edward fazia todas as vontades dela como por exemplo agora.

– Edward chocolate não, ainda mais antes do almoço! Falei, tirando o chocolate da mão de Alissa..

– Lissa que, papa Lissa que! Dizia Alissa com cara de choro.

– Ah amor, só um pouquinho! Falou ele com cara de cachorro pidão.

– Não, vai estragar o almoço dela! Afirmei. Eu tinha agora duas crianças pra cuidar.

– Edward filho, leve Alissa pra sala sim e nos deixe terminar aqui! Falou Esme vindo em meu socorro.

– Viu princesinha estão nos expulsando. Resmungou Edward.

– Obrigada Esme! Falei.

– Ah é assim né? Disse Edward com Alissa no colo, se aproximando de mim e passando o dedo na panela que estava em minha mão e continha o recheio da torta.

– Sai Edward! Isso é pra torta! Dei-lhe um tapa na mão.

– Mama, biga papa não! Falou Alissa com cara de brava.

– Olha só, até minha filha percebe o quanto você me maltrata. Falou Edward.

– Edward sai daqui e vai procurar algo de útil pra fazer! Falei o empurrando pra fora da cozinha.

– Mas você está ocupada, não tem como eu fazer algo útil! Respondeu com cara de safado.

– EDWARD! Gritei. – Seu tarado! Falei baixinho. – Vai por favor amor! Eu prometo que depois te recompenso. Falei lhe dando um selinho. Edward em fim deixou-nos trabalhar em paz. Nossa ceia de ano novo foi muito alegre e em preces silenciosas desejamos que Deus nos abençoe com um novo ano de paz e harmonia. O centro de assistência a pessoas carentes foi inaugurado e a alegria de Edward ao ver as coisas funcionando me deixou orgulhosa e desejosa em ajudar. Tanto que resolvi oferecer um curso de fotografia pra iniciantes no centro. Meu projeto de fotos sobre São Francisco estava de férias por enquanto, eu e Edward havíamos combinado de no verão irmos pra lá pra que eu terminasse o trabalho e também resolvesse a questão do apartamento que eu havia adquirido lá. Decidimos passar um tempo morando na casa de Edward no Brooklin e como ele mesmo dizia, era a nossa casa agora. Alissa já estava bem adaptada, era como se Edward sempre estivesse conosco. Chegou o aniversário de um ano de Alissa e Edward e eu resolvemos fazer um festa no jardim de nossa casa. Esme, Alice, Rosalie e Mafalda me ajudaram com os preparativos. Contratamos um bufet e animadores, além de alugarmos brinquedos. Foram algumas crianças do centro o que muito nos alegrou. Alissa era só sorrisos e estava maravilhada com os presentes e paparicos que estava recebendo.

– Bella você tem visita! Falou Alice se aproximando de mim que estava trocando a fralda de Alissa. Quando me virei dei de cara com Edward.

– Visita? Quem? Perguntei.

– Seu pai, está em nossa sala amor! Falou Edward pegando Alissa no colo. Eu não esperava que ele aparecesse.

– O que ele está fazendo aqui? Eu não o convidei. Respondi.

– Bella, eu pedi pra Mafalda convida-lo. Falou Edward.

– Mas Edward, depois de...

– Ele é seu pai e tem o direito de conhecer a neta. Bella o que aconteceu ficou no passado e devemos deixa-lo lá! Disse ele se aproximando e me enlaçando pela cintura. Descemos as escadas e meu pai estava de costas.

– Boa tarde! Falei assim que desci o último degrau com Edward logo atrás de mim.

– Filha! Como vai pequena Bella? Falou meu pai.

– Vou bem papai e você? Respondi.

– Vou levando querida! A situação era constrangedora. – Senhor Cullen, boa tarde! Virou-se pra Edward.

– Pode me chamar de Edward, senhor Swan! Falou Edward. Meu pai se aproximou.

– E essa deve ser Alissa. É linda pequena Bella! Falou ele e sua emoção era nítida. – Posso? Pediu pra Edward. Eu me senti apreensiva mas Edward não se opôs e entregou Alissa a meu pai. – Olá pequena Alissa! Disse ele pra Alissa que o fitava com surpresa. – Eu sou o seu vovô! Falou.

– Vovô Ca! Respondeu Alissa.

– Ele é também seu vovô princesa, igual o vovô Cal! Explicou Edward a Alissa. Nos sentamos e Alissa ficou no colo de meu pai. Eu estava incomodada, ter meu pai ali deveria ser algo bom. Mas infelizmente também era uma forma de lembrar por tudo o que passei e por quase ter perdido Edward.

– Preciso ver se estão precisando de algo lá fora. Falei me levantando.

– Deixe que eu vou! Falou Edward. Percebi que essa era a hora da conversa, e meu pai parecia realmente querer o mesmo.

– Leve Alissa, os outros querem ver a aniversariante também! Falei. Edward pegou Alissa no colo e se retirou.

– Isabella! Sei que minha presença não lhe agrada...

– Papai, eu não tenho raiva do senhor... Mas aconteceram tantas coisas. Falei o interrompendo.

– Eu sei minha filha. E posso apenas lhe pedir perdão. Em toda a minha vida eu sempre quis uma coisa apenas. Ver minha família bem. Vê-la feliz. E quando você alcançou esta felicidade eu não fui capaz de apóia-la, protege-la. Desculpe-me! Disse ele com lagrimas nos olhos. Eu também comecei a chorar. Meu pai se aproximou e me abraçou. Em um primeiro momento eu quis resistir, as lembranças do que passei eram ainda muito fortes. Mas apesar de tudo como Edward mesmo havia dito ele era meu pai e me amava.

– Papai, Edward faz parte da minha vida assim como Alissa e isso eu não tenho como mudar e nem quero mudar. Expliquei.

– Eu sei pequena Bella. E respeito sua decisão! Edward estava de novo na sala, e eu sabia disso pois o seu cheiro que pra mim era inconfundível havia acabado de penetrar o ambiente. Seu cheiro sempre me acalmava.

– Edward, eu sei que você me vê como inimigo. Eu tenho consciência de que fiz muitas coisas erradas. Disse meu pai. Eu me virei e ao olhar Edward nos olhos me aproximei o abraçando de lado.

– Senhor Swan, eu não o vejo como inimogo. Não sou mais um agente federal. E por conta disso e do fato de agora eu ter uma família que precisa de mim... Eu não tenho a intenção de me envolver em mais nada com respeito a minha antiga profissão. Falou Edward.

– Quero que saibam que tanto eu quanto Billy abandonamos os negócios. Eu sei que fiz negócios ilegais e se por eles eu ainda for procurado a responder eu irei responder. Falou meu pai. – Não vou me entregar, mas também não vou fugir! Afirmou. A conversa foi encerrada. Eu não iria ser a pessoa responsável por entregar meu pai e pelo visto Edward provavelmente por mim também não o faria. Voltamos pra festa e pedimos que meu pai nos acompanhasse. Catamos parabéns pra Alissa que também bateu palmas com suas mãozinhas rechonchudas. O restante da festa foi muito agradável, Alissa se deliciou com as palhaçadas de Emmett.

– Obrigada! Falei a Edward, depois de nos deitarmos em nossa cama. A festa acabou tarde e estávamos exaustos.

– Eu que agradeço! Respondeu. – Agradeço por ter você e por você me dar Alissa! Continuou.

– Eu me refiro ao meu pai amor. Obrigada por aceita-lo aqui em casa! Falei. Edward me virou de encontro a ele.

– Como disse, o que aconteceu deve ficar no passado! Disse-me puxando meu corpo de encontro ao dele. – Vamos deixar os fantasmas enterrados, ok? Falou. Edward ainda estava em tratamento com o Dr. Lamar e desde a nossa volta de Mount Marcy ele nunca mais havia tido uma crise. O Dr. Lamar acreditava que Edward estava se saindo muito bem, tanto que Edward já havia voltado a trabalhar e estava dando uma atenção especial ao treinamento de tiro de seus funcionários. Já havia pegado várias e várias vezes em armas e nada mais aconteceu. Ainda em Mount Marcy ele me contou o que aconteceu entre ele e um puma. Antes de voltarmos de lá fomos ver o puma na clínica veterinária e o mesmo estava se recuperando, Alissa ficou maravilhada ao ver o animal que realmente era muito bonito.

– Eu te amo sabia? Falei. Beijando-o.

– É mesmo? Que bom pois eu também te amo senhorita Swan em breve senhora Cullen! Falou.

– Isso é um pedido de casamento? Perguntei.

– É sim, e na verdade já está bem atrasado! Falou me devolvendo o beijo.

– Nossa como você é romântico meu amor! Falei rindo. Edward se pôs sobre mim e de imediato percebi que seu corpo já estava mais do que aceso.


Make you feel my love — Adele (ouça)

Nosso beijo mais uma vez se tornou exigente e eu me vi quente e necessitada por ele. Eu nunca teria o suficiente de Edward, sempre iria querer mais. Nossas roupas foram retiradas com uma rapidez até engraçada e descoordenada. Edward começou a massagear meus seios e eu já me sentia molhada por ele, busquei um maior atrito entre nossos corpos. Edward percebeu minha intenção e com cuidado me penetrou e com uma mão ele tocou meu botão já inchado e necessitando de alivio. Nosso vai e vem era sincronizado e gostoso.

– Eu te quero... Tanto meu amor! Disse-me ele com a respiração entre cortada. Nossos movimentos se tornaram frenéticos e Edward investia em mim com força.

– Uhm... Amor... Meu amor... Não consegui terminar a frase, meu orgasmo veio intenso e me senti flutuar. Edward veio logo em seguida derramando seu liquido quente dentro de mim. – Edward, eu te amo! Falei quase que pra mim mesma.

– Estar De caso com a Máfia foi a melhor coisa que eu fiz na vida princesa! Disse-me com a testa encostada na minha tirando de mim um sorriso. — Eu também te amo! Edward saiu de dentro de mim e me acomodou próximo ao seu corpo. Eu como sempre me sentia mole e anestesiada. Fazer amor com Edward era sempre uma experiência extasiante e que me deixava amortecida.

– Nós nunca mais fomos a cafeteria! Comentei depois de recomposta.

– É verdade! Constatou ele. – Podemos tomar um café da tarde lá amanhã. O que acha? Perguntou.

– Uhm eu vou amar! Estou com saudades do capuccino da Ana! Adormeci com a certeza de que aquela manhã na cafeteria mudou minha vida. Trouxe-me coisas as quais eu não sabia mais viver sem. Descobri o amor, que por muito tempo achei não ser algo pelo qual eu passaria, trouxe-me um homem maravilhoso que me amava e que era um pai mais do que amoroso e trouxe-me a minha princesinha. Alissa era e é a prova de que eu tinha sim o meu amor e que esse amor era tão forte que dele nasceu a menininha mais linda do mundo.


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FIM


Notas finais
E aí gostaram? Espero sinceramente que sim! Como falei foi difícil terminar, pois não queria que acabasse.
Galerinha do meu coração eu comecei uma nova FIC e se vocês puderem e quiserem ler e me ajudar a construí-la eu ficarei muito feliz. - Amor e Crime - é o nome.
https://www.fanfiction.com.br/historia/182144/Amor_E_Crime
Valeu amores! Mil Beijos! Feliz Natal na paz do Senhor e um 2012 repleto de grandes realizações!