Dc
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Uma sensação de impotência percorreu todo o meu corpo, fiz um esforço na tentativa de abrir os olhos, mas falhei. Tentei me mexer, porém não movimentei nada.
Não conseguia comandar o meu próprio corpo e isso era assustador. Tentei gritar, porém nem mesmo respirar percebia estar fazendo. O que era estranho, como estou vivo se não respiro?
Parei de pensar nisso, afinal eu estava vivo e era isso que importava.
Busquei entender o que estava acontecendo, e as únicas coisas que responderiam aquilo não podiam ser do meu agrado. Será que tinha saído com o Cebola e usado alguma droga, ou estava em uma mesa de cirurgia anestesiado? Esperei um médico louco cortar alguma parte do meu ser, mas nada aconteceu.
Aos poucos o silêncio amedrontador foi se perdendo, porém sons diabólicos preencheram o ambiente. Ruídos e respiração ofegante.
Comecei a imaginar a possibilidade de estar em uma câmera subterrânea do Capitão feio, com pessoas morrendo ao meu redor... ou ele me matando soterrado.
Não vou mentir, estaria tremendo as pernas de medo se pudesse. Mas depois de alguns segundos intermináveis os ruídos foram seguidos por alguns gemidos.
Que Droga! O que será que está acontecendo!?!
Um gemido mais alto fez com que todo o meu corpo sentisse um arrepio.
–Cascão. Por favor...
Com esse chamado inusitado senti a venda sair dos meus olhos. Estava encostado em uma parede apreciando a cena a frente, ouvindo a respiração ofegante, analisando a bunda e o peito desnudos, reparando em uma gota de suor que descia pela coxa da pessoa que se masturbava ali, NA MINHA FRENTE. Meus olhos observavam tudo até pararem nos dela e de repente um rubor tomou conta de mim. Dei um passo para trás, a cena do quarto do DC se repetia, eu botava as mãos nos olhos evitando olhar.
–Por favor -Suplicava uma Mônica jogada na cama, a voz embargada de desejo- eu quero gozar.
Meus olhos abriram sem o meu consentimento.
–Mônica, pare com isso!
–Não, me deixe gozar!
MAS QUE PORRA!?!
–Me masturba? – pediu com uma voz suplicante, seus olhos estavam dilatados de desejo.
–Você não deve estar pensando direito, deixa eu sair daqui antes que a alguém nos veja.
Me virei e tentei sair do cômodo, mas onde deveria existir uma escada tinha um abismo. Ele aumentava de largura, até não existir nada além do quarto.
– Mas que merda! – Em pensamentos xinguei tudo e todos! Como eu cheguei ali? Por que tudo estava fora do meu controle? Se era alguma espécie de brincadeira, saibam que não tem graça!
–Por favor!
Antes de conseguir ponderar a natureza do pedido eu já estava lá, a tocando. Ela arfava ainda mais, mordia o lábio inferior e eu já sentia o meu pau pulsando como resposta.
–Me chupa!
–A fala sério! Não vou fazer isso. -Usei do pouco auto controle que me restava- somos amigos lembra??
– Se você não me chupar — parou para soltar um gemido- eu juro que te mato!
E lá fui eu, lambendo toda a sua intimidade sem muito problema com isso. Afinal, ela está pedindo certo?
E convenhamos, a Mônica é gostosa! Seria burrice minha não aproveitar a chance.
Beijei perto da virilha, passando a língua pelas coxas, depois voltei para o oral. Chupei ela, enquanto uma das minhas mãos estava no seu peito e a outra no meu pau, me aliviando.
–Não para. -Gritou ela, e eu botei mais vontade naquilo e assim ela gozou.
Eu lambi os meus lábios, realmente gostosa.
Continuei minha punheta e ela veio até mim, mordeu meu pescoço e encostou seus peitos nada pequenos no meu corpo.
Fez um caminho até a minha orelha, com lambidas, beijinhos, mordidas e chupões. Depois mordeu a ponta e foi a minha vez de soltar um gemido.
Eu estava quase gozando quando ela sussurrou: -e a Magali?
Acordei
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