Daydreams

35 Rotina da Alma


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Caiu a rotina, sobre a alma acostumada ao drama absurdo

Ela sorria por poder chorar pela aventura do sofrimento

Era a alma perturbada que dançava em meio às lágrimas

E da rotina eu tinha medo de que ela fugisse em meio ao vento

Correndo para aquelas terras devastadas, e um tanto imprevisíveis

E minha alma silenciosa sentada à uma mesa com um café meio amargo

Gostava de aventurar-se nas coisas mais simples que encontrava

Tinha paixão pela rotina, só lhe importava com quem compartilhava

Bastava um sorriso matutino para satisfazer o espírito voraz

Então me desculpe se eu uma vez ou duas gritar em desespero

Mas acho que quando sua alma me apresentou o drama absurdo

Medo a minha teve de nessa teia se enrolar e a xícara se espatifar

E perguntou-se a si mesma se um dia poderia ao meu modo se aventurar