Daydreams
11 Despertar
E os olhos se fecham lentamente
Se perdendo na conhecida escuridão
Dos sonos, segredos serenos
Sonhos...
De estranhas trevas perdidas
Coroada por ventos uivantes
Em um mundo ao acaso
Talvez, em plano inconsciente
Onde se corre por extinto
Sem parar por matas densas
Reino de árvores diabolicamente risonhas
Sonhos? Assim caindo em abismo
Sem fim, eterno, apenas...
O nada que nos consome
Pouco a pouco, falso apoio
E ainda haverá um despertar
Ou será preciso sonhar...
Para acordar.
Notas finais
28/06/2011
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