Daydreams
29 Anjo Sem Asas
“E se é assim mesmo tão pura, Oh! Criatura diurna… Não irá querer se contaminar com o anjo, quais as asas ele mesmo arrancou”…
Então escute com atenção
Meu silêncio que lhe grita
Pois é ele a quem deve temer
De quem deve correr
Oh! Pura criatura diurna
Pois o sangue já está corrompido
E da adorada noite de segredos
Sem medos nem receios
Já não há mais o que se salvar
E um julgamento do vento
É o que convém a unir-me
Aprecie meus gritos silenciosos
E as lágrimas que tecem a fúria
Mas nunca confie em meu silêncio gritante
Apenas fuja, Oh! Pura criatura
Pois já não conhece o anjo sem asas
E de infames esperanças
Notas finais
24/04/2013
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