Notas iniciais
Some people got the real problems Some people out of luck Some people think I can solve them Lord heavens above I'm only human after all ♪♪ ➞ Notas finais são importantes!

A música alta e sensual atingia Demetri enquanto o mesmo avançava no ambiente, a cabeça levantada a procura da sua presa e os ombros retos e sincronizados com a postura elegante enquanto caminhava. Félix estava vasculhando o local em guarda, um pouco distante com os olhos cravados em cada vampiro que atrevia a dirigir-lhe um olhar.
O rastreador os ignorou, focado na missão. Ele inspirou e imediatamente aquele cheiro o atingiu. Encolhida na parede, misturada pelas luzes coloridas, estava seus presa.
Algo mudara naquele momento e o vampiro não sabia dizer o que. Talvez a música tivesse mais lenta, ou algumas prostitutas estivessem o chamando de uma forma despudora demais. Porém, a única coisa que o Volturi sabia era: hora de agarrar aquela garota.
Então caminhando com toda confiança que o homem tinha, ele sorriu como um predador prestes a atacar, mas logo parou. O cheiro da humana havia ficado mais forte à medida que ele chegava perto, o afixiando com aquele perfume. Foi então com os sentidos inebriados que Demetri se deu conta da aparência da morta viva: seus cabelos escuros estavam soltos, seu corpo era coberto por um vestido branco e muito apertado. Ela usava saltos que a faziam mais alta e mexia a cabeça como se estivesse procurando algo. As luzes coloridas faziam um truque com sua pele, mas ele apostou que fosse morena. O único detalhe que ele não conseguira ver foi os olhos, mas imaginou se seriam tão atraentes quanto o resto.
Demetri achou graça dos seus pensamentos. Mesmo sendo um vampiro antigo, ele precisava admitir que seu ponto fraco ainda eram as mulheres. O único ponto positivo era que ele nunca deixava ser levado por elas, afinal, que tipo de Casanova ele seria se isso acontecesse?
Ainda parado a poucos passos da garota que caçava, o vampiro observou enquanto a mesma começava a recuar rapidamente. Ele sorriu prevendo o que aconteceria.
Levou apenas três segundos depois para que acontecesse. O corpo da jovem humana havia colidido com o dele, fazendo o copo que ela segurava cair.
Demetri ignorou os cacos no chão quando resolveu brincar com a humana. Ele passou um dos braços pela cintura da mesma e riu em seu ouvido, a fazendo estremecer. Aquilo fora deliciosamente bom de assistir. O que Jane havia dito mesmo? Ela poderia ser últil... ou então viraria a refeição dele. Demetri gostava muito da última parte.

— Parece que encontrei o que estava procurando.

Imediatamente o corpo da humana ficou tenso, a petrificando no lugar e trazendo satisfação ao vampiro. Demetri sorriu e ousou ainda mais quando se inclinou para o ouvido da garota e sussurrou com a voz carregada de sotaque:

— Espero que o gato não tenha comido sua língua.

A garota — Gwendolyn, ele lembrou. — respirou fundo enquanto ficava estranhamente parada, sem tentar fugir. Ela parecia surpreendentemente conformada por estar naquela posição, literalmente falando. Demetri poderia acreditar nisso se seu coração não estivesse batendo enlouquecido de medo.

— Então... é você. — a voz dela soava trêmula ao mesmo tempo em que parecia forçada. — Pensei... pensei que fosse o outro a me levar.

O vampiro se perguntou o que diabos aquela garota falava quando sentiu o cheiro. O aroma apodrecido o atingiu com força, o fazendo franzir o nariz enquanto seu aperto na cintura da morena aumentava. Ela estremeceu, novamente.
Ele procurou Felix pela sala iluminada de luzes coloridas, o encontrando quando o mesmo atravessava a multidão de vampiros que saiam do caminho quando ele passava. Ser um Volturi tinha seus benefícios, mas naquele momento, chamar atenção não era uma coisa inteligente a se fazer. Demetri quis que o vampiro grandalhão tivesse o bom senso. O que se provou errado.

— Mas eu irei te levar sim, bambola. Porém, tenho medo de não ser a pessoa que você esperava.

Gwendolyn finalmente se mexeu em seus braços, virando rapidamente para ficar cara à cara com ele. Por fim, ele pode enxergar seus olhos, e não se surpreendeu ao perceber que o medo transbordava ali. Mas havia algo a mais... uma centelha de ferocidade que ela se esforçava para demonstrar, como um animal selvagem pronto para o abate mas que nunca se dava por vencido.

— Quem é você? — seus braços foram empurrados, ou melhor, tentados ser empurrados para longe de sua cintura enquanto seu coração continuava a bater enlouquecidamente. — O que você quer?

O vampiro poderia pensar em inúmeras coisas que podia fazer com aquela humana, mas no momento apenas uma era sua prioridade: tira-la dali antes que fosse tarde demais.
Demetri percebeu que à medida que suas mãos lutavam contra o aperto dele, ela nunca olhava para seus olhos diretamente. Seus próprios olhos estavam ocupados demais vasculhando a sala, procurando por algo específico. Quando eles pararam em uma figura não muito longe dali.
O vampiro italiano seguiu o olhar e ficou alerta no momento em que seus olhos capturaram a visão de um vampiro encarando a humana muito, muito atentamente.
Pensei que fosse o outro a me levar.
Então ele não era o único atrás da pobre humana. Uma pena, — uma voz sombria em sua mente o alertou. — que essa presa já seja minha.

— Temos compainha.

Félix apareceu ao seu lado, sorrindo maliciosamente para a garota que mais uma vez ficara estática no lugar. Ambos podiam ver o sangue sendo drenado do seu rosto e o mais baixo quase sentiu pena dela.
Demetri soube que o plano de não chamar atenção estava arruinado quando o vampiro inimigo começou a avançar para eles, fazendo toda a atenção se desviar para ambos. Alguns vampiros largaram as bebidas enquanto outros soltavam as humanas no chão, observando com grande interesse o que estava prestes a acontecer.
Quando se faz parte da realeza dos vampiros, inimigos são brindes de todo poder. Não era algo ruim quando se tinha o controle da situação, mas quando se está no terreno do inimigo...- dos inimigos. — nunca era algo bom e sempre terminava em morte.

— E eu pensando que teria um descanso.

Demetri se voltou para a garota que ainda continuava em seus braços, quieta. Ele aproximou seu rosto do dela em um ato ameaçador, o que a fez arregalar os olhos. Ele sorriu calmamente, como se tudo estivesse bem e ela não estivesse cercada por vampiros, e comandou:

— Você vai sair daqui e vai se esconder no melhor lugar que conseguir. Quando acabarmos aqui, irei atrás de você e te levarei comigo. Entendeu?

Seus olhos piscaram enquanto suas mãos se fechavam em punho ao redor do antebraço do vampiro. Ele observou quando ela respirou fundo, quando suas unhas se cravaram na pele dele, quando ela abriu a boca bem desenhada, e quando seus olhos se estreitaram ao encarar os vermelhos dele.

— Por que?

Félix avançou em direção ao vampiro loiro, impedindo a visão dos dois.

— Porque você quer sobreviver, então vai fazer o que estou mandando. — finalmente, ele libertou a morena do seu aperto. — E também, porque sabe que se não fizer, nada acabará bem para você.

— Você vai me matar?

— Veremos. — ele piscou com seus olhos rubis e se preparou quando viu mais vampiros avançarem para comprar briga. — Vá. Eu a acharei.

Sem se dignar a lhe lançar mais um olhar, Demetri atacou um dos vampiros que veio correndo em sua direção.
Antes de deixar seu modo primitivo dominar, viu o vulto da humana sair correndo do bar, graças a confusão que as prostitutas começaram a fazer ao correrem gritando para longe do massacre.

— Ela é apenas uma garota!

Na sala da mansão Cullen, Bella Swan fulminava Jane Volturi com os olhos. Em contrapartida, a loira a encarava com seus olhos vermelhos sérios e sua típica expressão vazia. Mas se Bella olhasse bem — e ela olhava. — veria a diversão sádica por trás da seriedade.

— Ela é uma morta viva, idiota o bastante para não ter permanecido embaixo da terra.

Swan avançou um passo, sendo detida pelo braço de Carlisle. O vampiro encarou a nora, lançando um olhar calmo e penetrante. Jane sorriu friamente, observando o irmão deliberar a situação em silêncio, enquanto Alice se mantinha ao lado de Esme, essa que estava sentada no sofá parecendo agitada. Rosalie se encontrava ao lado direito de Bella, pronta para atacar quando fosse preciso. Mas o patriarca da família Cullen não parecia pensar o mesmo.

— Sejamos honestos Jane, Gwendolyn Davis não tem culpa de ter voltado. Não foi uma escolha, você sabe disso.

— Não sabemos ainda. — Alec respondeu, os braços cruzados em frente ao peito, com o rosto na mesma expressão que a irmã.

Bella fechou as mãos em punho, começando a se sentir aflita pela amiga zumbi. Não importava o quanto falasse, ou o quanto quisesse. Ela sabia que os Volturi não davam segundas chances, mesmo que essa fosse a única oportunidade da amiga.

— Então vocês vão mata-la? — Esme apertou as mãos, nervosa.

Antes que um dos gêmeos pudesse responder, Alice já sabia:

— Não. Seja lá o que eles farão, mata-la não está em seus planos. Eu vi, Aro decidiu.

Os vampiros voltaram os olhos para a dupla maligna, todos encarando com expectativas.

— Vejo que está usando bem seu dom. Aro vai gostar de saber. — Jane trancou os olhos vermelhos com os dourados de Alice. — Mas sim, não iremos mata-la. Não rapidamente.

Então todos entenderam: Gwendolyn Davis seria um peão no jogo dos Volturi. A única questão era o motivo. Quão sério era tudo o que estava acontecendo? E por que logo Gwendolyn?
Foi Rosalie que fez a pergunta:

— E por que esperar? Há mais pessoas voltando da morte e vocês perseguem justamente ela. Por que?

Alec sorriu, encarando a loira com desdém. Mas enquanto ele respondia algo que soava uma ofensa para a cunhada, Bella juntou as peças. À medida que tudo foi se encaixando ela percebeu o jogo que estava jogando sem saber. Então percebeu que a caçada à Gwendolyn não pertencia apenas a sua família. E entendeu o motivo de tudo: a Davis deveria valer algo, ou então, deveria ter alguma pista.
Seus pensamentos correram para o marido e seus irmãos, ambos tentando encontrar a amiga. Ambos correndo contra o tempo, tentando chegar antes dos outros Volturi.
Quando Bella Swan encarou os rostos frios dos gêmeos, e então observou Alice com os olhos arregalados, ela esperava que a cunhada entedesse: os Volturi usariam Gwendolyn para chegar até eles. Isso e muito mais. — algo que eles não puderam imaginar. — Os vampiros italianos sabiam que se algo acontecesse a garota Davis, Bella sofreria. E junto os Cullen, e finalmente, o momento da glória seria deles. Finalmente, Aro Volturi teria sua vingança.

Gwendolyn corria desesperada pelas ruas escuras de Portland. A noite fria fazia seus braços arrepiarem de frio, mas não havia espaço para senti-lo naquele momento. Tudo o que a garota sentia era pânico, forte e arrebatador, como uma onda a acertando em cheio. A última coisa que Davis pensava era no clima enquanto corria como nunca, e mesmo que os arrepios estivessem ali, ela estava suando. Mas não sabia dizer se era por causa da corrida ou por medo.
Os sapatos de salto alto foram esquecidos na primeira esquina que viu, quando ela tentava se afastar o máximo que podia do cabaré macabro. E por mais que já sentisse as pernas doerem assim como o peito apertar em busca de ar, ela continuou correndo. Apenas queria estar o mais longe possível, como quis quando acordara na cama macia. Quando Max a explicou o que estava acontecendo.
Max.
Antes que se desse conta ela parara com a fuga. Suas pernas tropeçaram uma na outra, a fazendo perder o equilíbrio e cair no asfalto sujo. Quando sentiu o impacto do chão, ela gemeu de dor. Então se deu conta do lugar onde parara, um beco sem saída. Gwen quis ri da infame ironia, já que era exatamente assim que sua vida se encontrava. Sem saída, sem esperança, sem futuro.
Então pensou novamente em Max e desejou que ela se mantivesse no andar de cima, trancada em um quarto com um vampiro, fazendo o que era acostumada a fazer.
Pensar na vida da prostituta fez o coração da jovem se apertar, imaginando se alguma vez Max tentara fugir do que vivia. Os pensamentos se voltaram para a própria vida, e logo uma avalanche de memórias a acertou.
Gwendolyn permaneceu caída, se arrastando para a parede suja do beco, se escondendo mas sombras. Pelo o que parecia, ela estava perto de um condomínio, envolta de apartamentos com famílias, todos sobre um infinito céu estrelado. Abraçando os joelhos machucados pela queda, a menina se deixou chorar quando o pânico enfim a dominou. Não se importando com o vestido branco que naquela altura deveria estar arruinado, ela apertou os braços em um abraço solitário. O que havia acontecido com a vida dela? Quem eram as pessoas que estavam a procurando?
Ela estremeceu quando lembrou de Riley. O bastardo que havia a traído, a atacado e então a mandado para um cabaré, como se ela fosse sua bonequinha. E por fim, que a havia enviado como uma encomenda para alguém. A imagem do homem loiro apareceu em sua mente, a fazendo apertar ainda mais os braços. Por último, o vampiro que a segurara e a mandara correr. Eu a acharei, ele disse. Então ela correu.
Davis se perguntou se a partir dali sua vida seria essa: obedecer os outros mesmo que isso a machucasse.
Sentada no escuro e sujo beco, ouvindo os carros passarem na rua deserta, ela se lembrou de Simon. O mesmo que era seu irmão, — como Riley o havia chamado. — o mesmo que deveria ser mais importante que ela e que ainda assim, morreu. Ou melhor, Riley o matou. Mas por que se ele era tão importante?
Sua cabeça girava com as informações e ela se sentiu anestesiada. Como se nada daquilo fosse real, mas ao mesmo tempo, fosse. Era tão complicado, tão exaustivo, que tudo o que ela queria era fechar os olhos e apagar. Em algum momento em que pensava na própria vida maldita, as vozes em sua cabeça começaram a sussurrar. Não era tão diferente dos sonhos que tinha, mas eram mais reais. Sua cabeça doía quando os nomes foram gritados dentro da sua mente, a fazendo fechar com mais força os olhos. Ela quase poderia ver os rostos, como se os conhecesse a séculos. Como se todas aquelas pessoas fizessem parte dela, conectadas com ela. Estava claro que ela estava delirando, pois tudo começava a se tornar confuso. O chão abaixo dela parecia tremer, seu corpo parecia molhado e ela deduziu estar suando mais do que pensava. Suas mãos pareciam dormentes, e por mais que tentasse calar as vozes e abrir os olhos, tudo o que via era escuridão. Tudo o que ouvia era gritos das vozes em sua cabeça.
Estou enlouquecendo. Voltei dos mortos para acabar louca.
Em meio ao terror interno que se encontrava, Gwendolyn se esforçou para se concentrar no mundo real depois de descobrir que mesmo sem poder sentir o corpo, ela ainda podia ouvir o que acontecia ao redor, mas apenas se esforçasse a se concentrar em meio aos gritos.
E por isso ela soube quando alguém entrou no beco. Mesmo que o chão tremesse, ela conseguiu ouvir as botas barulhentas contra o chão. Ela conseguiu sentir — e aquilo não fazia parte do delírio. — dedos frios em seu pescoço, afastando os cabelos dali. Ela também conseguiu ouvir a risada sinistra da pessoa, a mesma era escutada em meio aos nomes gritados em sua cabeça. O que estava acontecendo com ela?
Quem quer que fosse a pessoa que estava acariciando seu pescoço, decidiu que os dedos não bastavam. Logo, ela sentiu lábios encostarem ali e seu coração disparou.
Vou ser estrupada. Não, não, não. Por favor meu Deus, por favor!
Por um minuto Gwendolyn agradeceu não poder sentir o corpo totalmente, ela não queria tentar se defender e não conseguir. Mais lágrimas escorriam por suas bochechas quando algo estranho aconteceu. Os lábios em seu pescoço permaneceram parados, e logo depois algo pontudo a incomodou bem ali. Algo em sua mente alertava: vampiro. Mas aquela dedução só foi feita pelo cérebro no momento lento, quando as presas arranharam seu pescoço.
A garota abriu a boca, tentando afastar a pessoa com as mãos dormentes.

— shhii boneca. Não vamos estragar as coisas agora, hein?

Tentando empurrar o estado em que se encontrava, ela lutou para abrir os olhos enquanto os gritos ficavam mais altos. Era uma tortura!
Quando ela conseguiu abrir os olhos, viu o que mais temia: olhos vermelhos e uma cabeleira loira. Então se deu conta de que era o vampiro do cabaré. Como?
Ela deveria estar parecendo amendrotada, porque o sanguessuga sorriu como os maníacos dos filmes que ela assistia, e sussurrou em seu ouvido:

— Não se preocupe, eu não vou machuca — lá. Só preciso que passe um recado para eles. — o vampiro se inclinou contra ela, a fazendo bater a cabeça contra a parede. — eles pagarão. Todos eles.

A imagem de Riley a atingiu, ele havia dito a mesma coisa. Se esforçando para manter a consciência, Gwendolyn resmungo baixinho, fazendo o vampiro ri. O mesmo inalou o cheiro dela, se aproximando mais uma vez do pescoço. O corpo da jovem se contraiu enquanto ele depositava um beijo naquela região.
Vou vomitar. Juro que vou vomitar!
Gwendolyn soube que estava perdendo a consciência quando o vampiro se levantou, murmurando um adeus carregado de malícia.
Enquanto continuava jogada no beco, amedrontada e delirando, Gwendolyn soube do que ele estava falando. Parecia tão certo ela saber daquilo, como se tudo fosse premeditado. Porque, naquele instante enquanto seus olhos se fechavam e a realidade se misturava com o delírio, Gwendolyn Davis sabia para quem era o aviso. A imagem do vampiro que a mandara correr surgiu novamente. Ela sabia daquilo com tanta certeza quanto sabia quem era o último vampiro que cruzara, o do beco.
As vozes a disseram. As mesmas que gritavam os nomes de que Riley falara.
Era com essa certeza que Gwendolyn desmaiou. Sabendo que o vampiro loiro que a perseguiu se chamava James.

Notas finais
Antes de mais nada: OLÁ! Agora que já saiu capítulo, que eu já apareci, vamos falar sobre as emoções de hoje! No capítulo anterior eu disse que o vampiro que foi buscar a Gwen já havia aparecido nos filmes. No capítulo de hoje foi revelado, alguém pegou a dica? Tivemos a interação da menina Davis com Demetri Volturi. O que será que vai acontecer entre esses dois? Tivemos também Jane - melhor vadia - Volturi aparecendo para irritar Bella Swan. As peças já estão se juntando e a vingança do Aro está chegando. Será? Gwendolyn já está desenvolvendo as " habilidades" tão aclamadas no mundo sobrenatural. Alguém tem alguma aposta sobre isso? Agradeço a quem comentou no capítulo anterior! Obrigada por ler até aqui, até o próximo ♥