Dawn of the dead

1 Capítulo 1 - Prólogo


Escritório principal — TDWP — 09:20 am

- Senhor? — Indagou a mulher de jaleco branco ao homem que mexia nos papeis, que se encontravam e sua mesa.

- Sim? — O homem de olhos azuis, desviou seu olhar para a jovem loira.

- Já vamos começar... O senhor não vêm? — Abriu a porta atrás de si, se preparando para sair.

- Infelizmente não. Não poderei acompanhar os experimentos, tenho que resolver algumas coisas, mas quero um relatório amanhã sobre minha mesa, assim que eu chegar. Avise Taylor que o encontrarei hoje, na base de Bostom. — Disse se levantando, e ajeitando a gola de sua camisa social de cor branca.

- Tudo bem, eu o aviso. Ah, antes que eu me esqueça... Shannon ligou, ele o espera em sua casa. — Disse exitante a jovem de olhos verdes. O homem elevou seus olhos, que a pouco estavam concentrados em seu celular de ultima geração, e engoliu em seco. — Bem, já está na hora. Eu tenho que ir! Boa sorte, Jared. — Disse lançando um sorrido acolhedor para o maior, e saindo da sala.

- Shannon... — Gruniu com raiva, apertando o pingente do colar, que se encontrava em seu pescoço.

LaboratórioTDWP- 09:36 am

- Está seis minutos atrasada, senhorita Horn. — Disse um rapaz de olhos azuis e cabelos negros.

- Não enche Sullivan. — Disse a jovem tentando conter o riso. — Cade o Zacky? — Indagou olhando para os lados, a procura do ''amigo''.

- Está atrasado... Também. — Disse sorrindo para a amiga.

- Rev... Não pense besteira. Nós dois somos apenas amigos, okay? — Disse revirando os olhos.

- Aham, sei... E desde quando amigos se pegam? — Arqueou a sombracelha esquerda, e deu um meio sorriso.

- Err... Temos que trabalhar. — Mudou de assunto, abrindo um freezer onde se encontravam várias caixas de inox. Ela retirou uma de lá, e colocou sobre um balcão, que se encontrava ao lado de uma mesa retangular. — Cadê? — Indagou olhando para a mesa vazia.

- Johnny está trazendo. — Respondeu abrindo a maleta, retirando de lá uma seringa com um liquido vermelho. A porta automática se abriu, e por ela, entraram dois homens, o mais baixo empurrando uma maca.

- CHEGAMOS! — O menor disse sorrindo, parando a maca ao lado da mesa.

- Até que enfim. — O mais alto dos homens disse rindo.

- Vamos logo com isso, por favor. Ainda tenho que buscar a Claire na creche. — A jovem disse de cabeça baixa, recebendo um olhar do rapaz de olhos verdes.

- Okay... LET'S GO. — Disseram juntos, o mais alto, e o menor. Os outros dois riram, e começaram o trabalho.

Eles retiraram o corpoque se encontravam na maca, e transferiram para a mesa. O corpo era de uma jovem de 17 anos, que havia morrido há 24 horas. O rapaz de olhos verdes, olhava com pena para a moça, enquanto preparava a siringa. A jovem loira, começou a preparar os equipamentos, e liga-lo ao corpo da garota. A injeção foi aplicada na veia do pescoço, e o liquido contido nela depositado ali. O rapaz menor, olhou para o relógio em seu pulso, e anotou em uma caderneta.

(...)

Os quatro jovens se encontravam dormindo, nos sofás dentro do laboratório. Duas horas já haviam se passado, e nenhum resultado era notado. O jovem menor despertou, e se levantou, espreguiçando-se. Ele pegou sua prancheta, e checou a hora no relógio. 11:36. Ele caminhou até a garota, e olhou assutado para a maquina de batimentos cardíacos.

- LINDSEY! ZACKY! JAMES! — Gritou checando a pulsação da garota.

- O que foi, cara? Pra que esse escândalo? Viu o fantasma do Kurt Cobain, foi? — James, o maior disse acordando meio atordoado.

- FUNCIONOU. — Gritou para os amigos, sorrindo.

- O quê? — A garota pulou do sofá, e ficou ao lado do amigo. — Meu Deus... James, comunique isso ao doutor Taylor. Rápido! — Ordenou a garota sorrindo.

- Já estou indo. Zacky, vêm comigo. Disse ao amigo, que apenas assentiu, e o seguiu.

- Isso é inacreditável. Vencemos a morte. Disse a garota, passando a mão no rosto da garota, que abriu os olhos. — Jo-Johnny... Os olhos delas... Eles estão... — A garota não pode concluir sua frase, pois um grito de dor escapou por sua garganta, ao ter os dentes da garota, cravados em seu pulso. — JOHNNY! — A garota gritou puxando seu braço, que sangrava.

- PORRA. — O jovem olhou assustado para o braço da amiga, e depois para a garota, que a pouco estava deitada morta, sobre a mesa de experiencia.

Notas finais
O próximo cap sai, quando tivermos algum comentário... u.u
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.