Notas iniciais
Oii, espero que não tenham desistido ^^ Bem, eu fiz esse cap bem rápido, não revisei, pois eu tenho um cap da minha outra fic para fazer (Eu fui ameaçada!) então desculpe pelos erros ^^ Aproveitem

Jheremy

Sinceramente, eu preciso de um momento a sós. – Minha família (tirando minha irmã Layla, que parece não se importar com a minha pessoa) Ficaram me atormentando, batendo várias vezes na porta perguntando se eu não ia ficar com medo. – Eu tenho 16... Claro que eu não vou ficar com medo! Até o Thobias não me deixava quieto... Que vidinha, hein? – Então depois de um tempo todos pararam, Finalmente, mas então ouvi uma voz inesperada.

– Jhery? – falou Layla – Abra logo a droga dessa porta!

– Se eu não quiser maninha?

– Eu vou ai e chuto as suas bolas! – exclamou – Vai Jhery, papai e mamãe estão dormindo.

– Mas são só... 5 horas da tarde.

– Tirando uma sonequinha básica. – falou ela – Vamos lá, Jhery, eu dou a você o meu sorvete.

– Sorvete?! E tem sorvete?

Tem não querido irmão, tinha sorvete de chocolate com menta.

– Que maldade! E nem me chamaram... – resmunguei.

– O Thoby veio aqui lhe chamar...

– Ah... Pensei que ele estivesse de brincadeira.

– Brincadeira? Ótimo agora abra logo a droga dessa porta.

– Tá, mas é pelo sorvete. – falei e destranquei a porta – Cadê?

– O que? – perguntou inocentemente.

– O sorvete, onde está?

– Nunca existiu sorvete nenhum... – ele sentou-se na minha cama. – Só queria entrar para falar com você.

– Você é uma menina ridiculamente má.

– Bem, obrigada, mas eu preciso perguntar por que diabos e o que você vai fazer em um cemitério? – perguntou – Vai andar de moto sobre os túmulos?

– Eu vou porque era o único emprego. – falei – Mas eu achei interessante essa ideia de andar de moto sobre os túmulos...

– Bem, espero ir lá só para lhe visitar, em vez de lhe enterrar. – falou e suspirou.

– Obrigado?

– De nada, e vamos mamãe está chamando.

– Mas ela não estava dormindo? – perguntei saindo do quarto.

– Eu menti, agora vamos. – ela me puxou escadas a baixo.

Era hora da janta, o cheiro da comida era notável. – Respirei um pouco e sorri.

– Jhery, pare de babar. – falou Layla. – MAMÃE CONSEGUI FAZE-LO SAIR!

– Obrigada Layla. – minha mãe era uma pessoa de 45 anos que parecia ter 34, tinha pequenas rugas em torno dos olhos, sua pele era branca, mas não tão pálida, tinha lábios carnudos, e um cabelo cacheado da cor castanho, seus olhos eram castanhos escuros. – Filho... Não tomou banho?

– Não mãe.

– O Thoby está pensando que você está com raiva dele – falou ela em um sussurro.

– Por quê?

– Você não falou com ele... E nem conosco, seu pai ficou muito preocupado.

– Desculpe, é que precisava de um tem sozinho.

– Bem você já teve o seu momento sozinho, agora vá lá falar com o Thobias!

Andei até a mesa onde se encontrava um Thobias quieto mexendo na almondega sem muita convicção, e o macarrão estava intocado. – Macarrão era a vida, o ar, era o tudo do Thobias, uma vez pediu para fazer uma festa de aniversário com o tema macarrão. – Ele olhava para o prato com um ar melancólico. Eu fiquei com pena.

– Thoby? – chamei.

Ele levantou os olhos par mim e suspirou, Thoby só tinha cinco anos e era supersensível.

– O que é? – os olhos estavam inchados e vermelhos.

– Você estava chorando? – perguntei, meu Deus, eu só não abri a porta.

– E isso é da sua conta? – perguntou.

Isso que dá passar tempo demais com a minha irmã.

– Bem, é sim já que a culpa é subitamente minha. – falei – E porque você é meu irmão, não pode chorar.

– Isso é um pedido de desculpas?

– Sim Thoby, só que mais filosófico.

– Está bem está desculpado. – ele pulou da cadeira e me abraçou. – Vou comer meu macarrão – ele comia freneticamente. Eu ri, pensando que era fácil fazer as pazes com o Thobias.

.Mellanie

Faltando só 2 dias para o Halloween eu estava eufórica, pela primeira vez em anos eu iria sair da cidade... Eu iria ao mundo real, sempre sonhei em ir para lá, papai me contou histórias, me encheu de sonhos... Então é tudo culpa dele. – Eu havia passado o resto do meu dia com Mummy e os vampiros. Eles tinham histórias incríveis, sangrentas? Sim, mas incríveis.

– Então, mais alguma coisa? – perguntou Karllos Magnit, o vampiro magricela e alto.

– Só mas uma história... – implorei.

– Sim, princesa, só mais uma. – disse Farvari o vampiro baixo e gordo.

– Obrigada. – falei.

– Bem, vamos contar a história de como Karllos se apaixonou por uma simples e suculenta mortal. – falou Ellious, o vampiro normal.

– Não podem amedrontar as crianças! – questionou Karllos.

– Mas está história é divina, eles precisam saber. – falou Farvari – Uma vez, quando fomos ao mundo real, Karllos fugiu, ele simplesmente fugiu. Deixou uma carta dizendo: “O amor é igual ao sangue, vermelho e belo” com uma assinatura a sangue em baixo. Eu e Ellious procurávamos ele todas as noites, deixávamos ás vezes de comer para procura-lo, bem mais Ellious do que eu...

Ellious bateu na cabeça de Farvari com uma força sobrenatural.

– Continue a história! – ordenou – Pare de falar essa bobagens para as crianças.

– Está bem. – falou na defensiva – Onde estava? Ah sim, bem teve uma noite que achamos ele, estava em um beco escuro, e silencioso, que eu me lembre bem ele estava agachado com um rosto cheio de pesar, quando perguntamos o que foi, ele falou: “Tentei, eu tentei... Mas era O-, não aguentei...” O- é incrível, um dia vocês terão que tomar, tem um gosto exótico e doce...

– Farvari! – falei.

– Desculpe princesa das Aboboras, mas você sabe como é raro o sangue O-? E como ele é delicioso? E saboroso?

– Não, mas eu quero que você termine a história.

– Ok, quando ele falou isso, eu e Ellious vimos o corpo de uma bela mulher mortal no chão, tinha cabelos dourados e uma pela bronzeada, como ela estava morta não pude ver seus olhos, mas como diz aqui nosso amigo apaixonado eram verdes...

– Nossa, obrigado por me lembrar dessa terrível história... – resmungou Karllos.

– Que história de amor... Divina! – falei. – Obrigada por me contar essa última história Farvari.

– Nos traz uma lição princesa. – falou Ellious.

– Qual? – perguntei.

– Que o sangue O- ganha do amor. – falou Farvari.

– Claro que não, as tentações sempre irão fazer você perder. – falou Karllos triste.

– Qual o nome dela? – perguntou Mummy.

– Sophie di Angelo. – falou ainda mais melancólico.

– Que nome belo, sinto muito por você Karllos. – falei.

– Não sinta minha princesa, acho que ser vampiro tem suas desvantagens e vantagens.

– Bem, Mel e eu temos que ir, tchau vampiros. – falou Mummy.

Dei um abraço em Karllos.

– Sinto, muito mesmo Karllos. – e fui embora.

Mummy, tentava me animar dizendo que eu ia matar os humanos de medo, mas a história do Karllos havia me deixado perturbada.

– Mellanie, o Karllos está bem. – falou Mummy de repente.

– Como você sabe? Ele perdeu o único amor da vida dele...

– Não pode ser tão ruim assim, né?

– Mummy, você sabe como é se apaixonar? Como é amar alguém a ponto de perde-la? – perguntei.

– Eu sei sim como é se apaixonar, mas não sei como é perde-la.

– Bem, você deveria aprender, Mummy eu estou com sono o sol já se vai, tchau Mummy. – dei-lhe um abraço preguiçoso.

– Tchau Mel.

Eu abri o portão da minha casa e comecei a subir os vários, e vários degraus da minha casa – Quando cheguei na porta da frente, ouvi mamãe e papai tendo uma conversa.

– Vai querer ficar lá... Nem sabe como eles são.

– Jack, não se preocupe ela vai entender. – falou mamãe.

– Sally, e se ela não entender? Não aguentaria perde-la, agora ela é muito importante para mim.

Não aguentando ouvi mais nada bati na porta.

– Pode entrar, a porta está aberta. – falou mamãe.

– Sou eu...

– Filha... Está com cara de choro, o que foi?

– Karllos, mamãe vou dormi, acorde-me quando anoitecer, por favor.

– Sim, sim eu acordo.

Subi preguiçosamente as escadas que davam em meu quarto. – Quando cheguei ao meu quarto deitei-me na cama sem importar com a minha roupa ou a minha sandália... Estou exausta...

Quando finalmente adormeci, sonhei que estava em um jardim com grama verde, flores coloridas e árvores frutíferas... Onde estou? ... Mas ai alguém me puxou pela cintura e me abraçou por trás.

– Mellanie... Fique aqui... Por favor, Mel. – implorava ele.

– Mas... Eu nem lhe conheço. – falei e virei o rosto para olhar melhor a menino... Oh.

O menino tinha cabelo encaracolado da cor castanha, sua pele era branca, mas não era igual a minha, tinha lábios canudos e olhos castanhos, e um corpo musculoso, tinha uma expressão terna e fofa no rosto, e parecia conhecer-me muito bem.

– Claro que conhece Mel, eu sou seu namorado, lembra? – falou e meu coração parou.

Namorado?

– Não, não lembro, desculpe, mas... – tentei me afastar, mas ele me puxou para mais perto.

– Mel... Não quero que você vá, fique comigo Mel. – ele me agarrou pela cintura e me ergueu com as mãos, deixando-me pairar uns centímetros acima do chão.

Seus lábios estavam próximos do meu, tão próximos que eu pude ouvir sua respiração e seu cheiro... Hummm esse cheiro me é familiar...

– Por favor, Mel... Fica comigo. – e me beijou, seus lábios eram quentes e fundido com os meus senti um choque elétrico que fez os pelos do meu braço eriçarem.

Depois de me beijar ele ficou somente olhando para o meu rosto.

– Quem é você? – perguntei depois de me recompor.

– Sou eu Mel... Jheremy.

Jheremy

Acordei com a respiração anormal.

Que droga de sonho foi esse?

Eu Jheremy Grace estou ficando louco. Acabei de sonhar com uma garota pálida, mas bonita que tinha longos cabelos negros ondulados, tinha um rosto delicado, uma boca carnuda e vermelha, com olhos azul-cobalto. – Eu sonhei que eu beijava aquela garota extremamente sexy. Eu estou ficando louco porque nunca mais fiquei com nenhuma garota, então meu cérebro está criando garotas para eu beijar nos meus sonhos. Eu vou morrer Forever Alone.

Primeiro: Pessoas que sonham com garotas sexys, que podem não existir... São loucos.

Segundo: Eu sonhei com a garota mais sexy do mundo... Eu sou louco.

Depois de me recompor, fui para o banheiro tomar um banho quente – Quando acabei o banho coloquei uma camisa preta, com uma casaco xadrez azul com verde por cima, um tênis Allstar preto, e um gorro cinza.

Desci as escadas e respirei um pouco... O cheiro de ovos e bacon pairava sobre o ar.

– Jhery! Venha comer! – chamou Layla.

– Já estou indo. – falei descendo as escadas. – Mãe, qual seriam as possibilidades para eu faltar a aula? – perguntei me sentando na cadeira.

Ela fingiu pensar e respondeu:

– Nenhuma, agora, trate de comer pois hoje você tem aula, lembra? – falou – Você foi a procura de um emprego porque você está economizando, mas ainda tem escola.

– Infelizmente... – murmurei.

– O que? –perguntou mamãe.

– Nada, nada, as torradas estão ótimas. – falei e olhei para o meu relógio – Ah, estou um pouco atrasado, vou pegar o ônibus. – falei e dei um beijo na testa da minha mãe. – Chris, Joey e Liane me chamaram para sei lá o que, eu volto antes das sete, eu acho.

– Está bem, mas se você demorar eu chamo a polícia! – advertiu minha mãe.

– Sim, sim, sem problema. – falei e sai de casa.

O frio de New York me atingiu e eu dei graças por ter saído agasalhado. – Quando fui até o ponto de ônibus vi Chris conversando com Liane. Ele logo me viu e acenou.

– Jheremy, Liane está louca. – disse ele quando me aproximei – Ele disse que queria de aniversário um cachorro. – ele ergueu as sobrancelha indignado – Se eu não posso ter um panda, ela não pode ter um cachorro.

Chris era aquele cara que sempre via o bom lado de tudo ou sempre fazia piada de tudo. – Ele tinha a pele cor chocolate, cabelos curtos, em estilo militar, era mais alto e mais musculoso que eu e tinha os olhos castanhos. – Liane era o tipo de garota que você odiaria mostrar aos seus pais. – Mas ela sempre se comporta quando vê minha mãe (Motivos desconhecidos) – Tem cabelos ruivos, extremamente cacheados, olhos verdes, pele clara e sardas por todo o corpo.

– Quer saber Chris? – perguntou Liane. – Eu estou pouco me matando aqui, vocês vão me dar um cachorro e ponto FINAL!

– Me dê um panda e está tudo resolvido. – disse Chris.

– Gente, o ônibus chegou.

– Já não era sem tempo. – resmungou Liane entrando no ônibus.

– Para de reclamar! – falou Chris para Liane.

– Venha aqui, para eu lhe bater. – ameaçou Liane.

– Esse vai ser um dia... Incrível. – resmunguei entrando no ônibus.

Mellanie

Depois de ter aquele sonho, acordei arfando.

Isso não era real... Ele... O que era ele? Por que se parecia comigo?

Ouvi batidas na porta e falei para entrar. – Era meu pai.

– Oi. – falei.

– Oi. – respondeu sentando-se na minha cama.

– Preciso lhe perguntar uma coisa. – falei na lata. – E preciso que seja sincero comigo.

– Claro, eu juro que vou ser sincero. – falou. – 100% de sinceridade.

– Ótimo, pai... Eu tive um sonho.

Ele riu.

– Todos sonhamos, Anne – falou, só ele me chamava de “Anne”

– Não, não, mas eu sonhei com um... Menino? Acho que esse o nome. – falei – Ele... Ele parecia comigo, pai.

Se você um dia conseguir interpretar as emoções de um esqueleto que não tem sobrancelha, olhos ou coisas do tipo, avise-me.

– Ele parecia-se com você? – perguntou um pouco surpreso.

– Sim! Mas não totalmente. – expliquei a ele como o Jheremy era, mas resolvi não citar o nome dele, guardei-o para mim.

– Pode ser você sonhando coisas! – falou com raiva – Anne, faltam poucas horas para o Halloween, apronte-se. – disse saindo.

Eu olhei para a porta uns instantes. O que eu tinha feito para receber a raiva do meu pai? Perguntei a mim mesma.

Despois lembrei que o Halloween me levaria para o mundo real. – Fui ao banheiro me arrumar. – Logo esqueci meu pai com raiva e uma euforia louca consumiu meu corpo.

Depois de girar algumas vezes no espelho, ouvi uma voz familiar vinda de trás de mim.

– Você está linda. – falou.

– Quem é você? – perguntei espantada. – Saía já do meu quarto!

Aproximou-se de mim e tocou meu rosto.

– Como uma princesa tem de ser. – sussurrou.

Eu congelei, isso não é real, isso não é real, repetia a mim mesma.

– Adeus Mellanie. – assim que falou pulou da janela.

Fui correndo até a minha janela e não vi ninguém mais. – Levei a mão ao meu coração e uma lagrima caiu em minha mão.

– MEL! – ouvi Mummy berrar. – ESTOU ENTRAN... – ele me viu caída de joelhos e foi até mim – O que foi?

– Eu tenho medo Mummy – falei abraçando-o. – Tenho muito medo.

– De quê? – perguntou – Somos monstros, não temos medo de nada.

– Eu tenho muito medo. – foi a única coisa que eu falei.

Notas finais
Isso foi tudo pe-pessoal! até segunda ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.