Daughter of Gotham
3 Passado Mortal
Karen e Victoria estavam em uma esquina, em sua tipo de café ao ar livre longe do apartamento pela polícia poder aparecer a qualquer minuto. Uma moça trouxe duas xícaras de chá e alguns biscoitos. Victoria logo comeu tudo da mesa como se nunca tivesse experimentado nada do tipo em sua vida. Algumas pessoas encaram ela como se fosse louca e poderia ser.
— Isso é uma delícia. — Disse Victoria com alguns pedaços de pão doce descendo pela boca. — Você precisa experimentar o com calda de chocolate. — Ela olhou para garçonete. — Ei, vadia... Você mesmo. — Vamos nos concentrar no agora. Victoria você disse que sabe de umas coisas do meu passado. — Karen disse em silêncio dando voltas com os olhos pelo lugar ao ar livre. — Eu quero que me conte tudo que sabe sobre o que eu fez. A mulher se aproximou dela e deu um sorriso fraco. Victoria pegou mais um pão doce e mordeu ao termina ela limpou a boca com a própria manga da camisa. — Todos os dias você saia durante a noite e voltava na manhã seguinte. — Ela revelava colocando o dedo no dente e tirando uma migalha. — Pensava ser trabalho seu, muita gente trabalha durante a noite até a ver usando um uniforme de vigilante. — Ela disse balançando as mãos no ar. — Victoria o que eu fazia além disso? — Karen agora se imaginava lutando contra bandidos durante a noite com um uniforme colado. — Bom não eramos próximas, mas você fazia várias aulas diferentes pela manhã e tarde. — Ela disse olhando para cima. — Nunca a vê ficar parada naquela casa. Talvez tivesse medo. — Medo do que? — Antes de Victoria responder uma bala atravessou sua boca e a fez cair de cara na mesa. Karen ficou paralisada com respingo de sangue pela sua boca e roupa diversas pessoas estavam gritando e um homem de máscara branca se aproximava dela. Ele tinha un olho bionico vermelho e um tipo de luva que disparava balas. — Meu nome é Pistoleiro gracinha. — Ele apontou o braço para ela. — E você não sabe o quanto está ferrada. — Karen moveu seu corpo rápido antes que a bala a atingisse ela só sentiu um corte de raspão não a perguntem como fez, só sabe que aconteceu. — Por favor, não faça isso. — Ela moveu a mão para cima. O homem mesmo assim lançou mais uma bala e Karen desviou. — Não adianta garota. Ninguém nunca sai vivo da minha mira. — Pistoleiro falou. Karen sentiu a adrenalina correr seu corpo e em instantes ela correu o corpo em direção a Pistoleiro, ele levantou a arma para sua direção e no momento que pressionou o botão para disparar, Karen escorregou no chão e chutou a barriga do homem, ela segurou a arma que estava na cintura dele e o atingiu em seu pé em uma velocidade que surpreendeu a garota. No fim, Pistoleiro estava no chão e um aglomerado de pessoas estava se juntando próximo a Karen, moveu seu corpo para longe da multidão desaparecendo na primeira esquina. Karen não sabia onde esteve nos outros meses, mas as pessoas da mansão Wayne deveriam saber isso ela tinha certeza. Ela queria descobrir cada detalhe do que aconteceu com ela e não iria desistir até descobrir. Antes de encarar o passado teria que lidar com o presente se dirigindo até o apartamento para enfrentar a polícia, procurou primeiro o corpo da sua ex-enfermeira que caiu em um beco e não o achou a polícia já pode ter levado ele a um tempo, ela segurou um homem que tinha uma banca de jornal próxima. — Senhor. A polícia ou ambulância passaram por aqui hoje? — Ela perguntou com calma e o homem balançou a cabeça. As outras pessoas proximas de lá dizem que não viram a polícia por perto nem uma mulher loira saindo daquele beco. Karen já estava começando a acreditar que estava ficando louca e se dirigiu ao prédio onde morava. Assim que entrou no local encarou a sua casa e o telefone se lembrou de Victoria que deveria estar morta. No que ela tinha se metido? Começando a vasculha em todos o lugar qualquer pista do porque a queriam morta. Ela encontra dentro de uma gaveta um fundo falso revelando uma roupa escura como a de um ninja com una máscara de caveira e duas armas colocando em seguida o uniforme na mochila, uma das poucas provas do que ela tinha feito e estava quase tudo se encaixando menos o porque? Encarando a caixa eletrônico percebe que possui algumas mensagens não recebidas. "Alô, Karen? É o David, estou aqui com a lista das coisas que você fez quando esteve conosco, bom você além de falar Karate e aulas de tiro também estava aprendendo aulas de primeiro socorros." Falou David remexendo em alguma coisa na outra linha. " Se quiser saber mais venha visitar a galera é no mesmo bairro onde está morando." "Karen, sou eu Anthony." O homem falou do outro lado da linha, ela logo ficou atenta a ligação. " Onde você está? Você sumiu do hospital o pessoal disse que uma mulher estranha estava te acompanhando." Claro sua enfermeira Carol o que não deveria nem ser o nome verdadeiro dela, não trabalhava no hospital. "Se estiver ai ligue de volta. Estou preocupado." "Karen, aqui é Dick Grayson o cara da mansão Wayne." Ele estava gaguejando e algumas vezes sorrindo de um jeito bobo. "Queria só perguntar se estava bem mesmo, soube que acabou de sair do hospital e já ainda deve estar no caminho de volta, mas queria deixar um recado lara você."
"Karen. Não se esqueça. Guarde meu segredo." Uma voz feminina, fina e bela pode ser ouvida, mas não se identificou na chamada de certa forma Karen reconhecia aquela voz de algum lugar. " Droga Karen. No que você se meteu?" Perguntou a outra pessoa da linha. "Agora estão querendo te matar. Sabem o seu nome e estão procurando por você. Acabaram de passar pelo dojo perguntando sobre você. Eles estavam armados e nos ameaçaram. Volte logo e segura." A voz feminina e idosa desligou. Karen ficou observando a janela esperando Carol surgir dela a qualquer momento, olhou para porta esperando Pistoleiro quebrar ela, mas ninguém, estava sozinha num lugar vazio. Ela tinha que continuar pela sua mãe e pela sanidade dela. A garota se lembrou que David a havia dito que o dojo ficava perto de onde ela praticava tiroa e decidiu que lá seria o próxima passo na sua procura por memórias.
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