Daughter Of Water And Ice
1 Tormenta
Notas iniciais
Beijos e Boa Leitura!
Em meio a chuva, em meio a tantas nuvens escuras há uma linda noite escondida, e quero vê-la junto com você.
Autor: Panda Apaixonada
O sol se perdeu atrás das nuvens escuras que uma maga trazia. Seu marido vinha ao seu lado mostrando estar na mesma situação. Entraram na guilda onde tudo os fazia rir, mas algo durante a missão de dez anos deu errado. Eles estavam procurando por algo, ou melhor, por alguém. A maga tentava não mostrar o rosto corado pelas lágrimas qe derramara no caminho.
Todos os olhavam com curiosidade, e a mulher de cabelos brancos e compridos deu as boas vindas ao casal e olhou com pena para eles, quando viu uma lágrima escorregar pelo rosto do mago de gelo.
-Gray...? — perguntou Mirajane.
-Nós o encontramos. — disse devagar. Segurou a mão da esposa que começou a soluçar. — Está morto.
Mirajane pôs as mãos na boca para conter um grito. Todas da guilda vieram para a volta dos dois querendo dar suas condolências mas isso era uma coisa que eles não queriam naquele momento. Juvia pareceu estar presa naquele dia. Presa no passado.
Era um dia de chuva forte, e dava-se para sentir o cheiro dela de longe. Gray ficava andando de uma lado para o outro na sala da casa da montanha. Que cordialmente a vila Kipo, uma vila que sua amada salvou das mãos de um homem que fora uma paixão de infância. Mesmo assim estava esperando ouvir o choro de seu filho que no momento estava nascendo.
Porém algo lhe chamou a atenção. Não ouvia Juvia gritar e lhe jogar pragas por estar sentindo uma dor aguda. Subiu as escadas para o quarto que compartilhava com ela. Bateu na porta e nenhum som. Bateu novamente e nada. Abriu a porta e viu sua esposa deitada na cama inconsciente e com sangue por toda parte. Gritou pela mulher que havia vindo no dia chuvoso como aquele para ajudar no parto, mas era uma mulher que a própria vila desconhecia.
Porém nada mais estava lá, nem mesmo a criança que nasceu.
Juvia foi abraçada por Mirajane e Lisanna que estava ali. Laxus, marido de Mirajane, pôs a mão no ombro do mago de gelo assim como Gildarts, o mais novo mestre da guilda. Todos ficaram o silêncio pela criança perdida. Mas como sempre um mago entrou na guilda fazendo barulho e escancarando a porta.
-Gray — gritou ele. — Vamos lutar e mostrar para essas crianças o nosso poder.
-Natsu. — disse Lucy puxando-o vendo a cena a sua frente.
-O que foi? — perguntou quando foi parado pela esposa.
-Natsu-san, Lu-chan... — começou Levi segurando uma criança no colo de seis anos. — Gray e Juvia o encontraram... Ele... Está... — ela não conseguiu terminar a frase, e Natsu e Lucy entenderam o significado daquele silêncio vendo a Mulher Chuva chorar.
Longe da guilda, em uma campo de flores, estava um garoto de olhos escuros e cabelos lisos e loiros que caiam na frente de seus olhos. Sentado vendo o sol desaparecer atrás das nuvens escuras. Sua magia é explicidamente igual ao do pai, Natsu, porém não tem tanta abilidade como a de um Dragon Slayer, já que apenas dragões podem treinar um.
-Cara a Juvia já chegou. — disse outro garoto que estava sentado ao lado dele.
-E talvez não com boas notícias. — respondeu.
-Chang por que acha isso? — perguntou o garoto que tinha cabelos repicados e negros e os olhos vermelhos que para aquele menino o faz parecer maligno, uma coisa totalmente diferente do que é.
-Fique quieto Ryuu. — disse outro que estava um pouco afastado. — Quero dormir.
-Mas é só o que você faz Seiji! — respondeu enquanto o garoto meio sonolento levantou a cabeça para olhar o amigo.
-Algum problema com isso? — perguntou com o vento ricocheteando os cabelos brancos que pareciam terem sido lambidos e com os olhos da mãe.
-Você... — Ryuu se levantou rapidamente enquanto Seiji se levantava ainda sonolento.
-Parem. — disse Chang se levantando também e indo em direção a guilda. — Andem logo, provavelmente nossos pais precisam de nós. — Ryuu cuspiu no chão antes de acompanhar o amigo, assim como Seiji que bocejou enquanto caminhava. Chang sabia os motivos da chuva, mas não sabia pelo o quê ela estava um pouco mais forte do que de costume.
Caminharam pela rua principal de Magnolia, viram Cana ao lado de Sting, o dragon slayer sagrado, porém naquele momento não tinha nada de sagrado, já que fitava diretamente os seios da maga pelo sutiã de seu biquini. Rogue, o dragon slayer das sombras, estava sentado ao lado da tia de Seiji, Lisanna, que corava cada vez que ele chegava perto dela.
Chang fechou a cara quando viu o homem problemático da cidade passar por ele e cuspiu próximo ao seu sapato, ele era grande, extremamente grande e com uma sorriso sem alguns dentes, Chouji era seu nome:
- Fadas mercenárias. — disse o homem.
Chang não deu bola para isso. Continuou a caminhar e sentiu um frio na barriga quando lembrou de seu pai o treinando, aquilo sim era uma catástrofe. Sempre que lutavam um contra o outro sempre levava a uma explosão de chamas pelo local inteiro. Sua mãe vivia gritando toda vez que via suas roupas chamuscadas e rasgadas, e reclamava que ela teria que concerta-las de alguma forma, ou melhor, ela mandaria alguém fazer isto.
Riu ao lembrar que mesmo por estas coisas, via seus pais felizes e sempre apaixonados um pelo outro. Ryuu passou um braço para os ombros do amigo e chamou-lhe para ir em um lugar, menos para guilda. Ryuu temia ver mulheres chorando, pois nunca sabia o que dizer para que se acalmarem. Mas caia de amores quando via Flare Scarlet.
Seiji não se importava por mulheres, mesmo ele ter conseguido a beleza da mãe que era a modelo da guilda. E quando passava algumas garotas lhe chamavam para conversar e mesmo assim não encontrava uma que lhe chamasse a atenção.
-Apenas uma volta. — respondeu ele às súplicas de Ryuu que abriu um sorriso.
-Obrigado Chang.
-Onde vamos? — perguntou Seiji.
-Dar uma volta, apenas para esperar que Juvia tenha se acalmado. — respondeu Ryuu.
Fizeram uma curva e continuaram a caminhar e ver o que havia de interessante pelo lugar. Encontraram um restaurante com mesas no lado de fora, e os três puderam ouvir o estômago roncar de todos. Sentaram-se e fizeram os pedidos. Cada um iria comer uma porção família. Alguns restaurantes de Magnolia perguntavam para onde toda a comida que eles comiam ia parar.
Chang estava pensativo. Sabia sobre o que houvera com Gray e Juvia e quando seu pai lhe contou ficou chocado. Uma criança que nem soube respirar direito fora roubada e nem ao menos sabiam o paradeiro dela. Queria ele saber como ajudar. Ryuu e Seiji passaram a xingar um ao outro, enquanto Chang esfregava por entre os olhos.
-Cabeça de ovo. — dizia Ryuu com os punhos fechados e virado para Seiji.
-Cabeça de prego. — respondia Seiji com os braços cruzados e olhando para frente como se nem estivesse notando a aura negra saindo de Ryuu.
Chang suspirou e teve seu olhar preso em uma pessoa que estava usando uma capa negra e envolvia sua cabeça com o capuz caminhar quase que sem forças. Podia ver que os pés estavam descalços e caminhava quase que parando. Passou por Chouji e o fez cair.
-O que pensa que é para me fazer cair?! — berrou na rua, mas a pessoa nem ao menos lhe olhara, nem parou para ajuda-lo ou qualquer coisa. Apenas continuou a caminhar.
Chouji se levantou e puxou pelo ombro a pessoa que caiu com o movimento brusco. Chang se levantou num salto e Ryuu e Seiji o olharam sem entender o que estava acontecendo. Chouji segurou pelo pescoço a pessoa e fez cair o capuz mostrando um rosto com a boca cerrada e os olhos parecendo fuzilar o homem, era uma garota.
-Olha se não é uma cad... — Chouji nem ao menos conseguiu terminar a frase, porque ela o acertou um chute no rosto que o fez voar e parar em cima da mesa dos meninos que junto levou a capa da garota, olharam para o homem que parecia dormir.
-Parece que nossa comida já chegou. — gracejou Ryuu.
Chang e Seiji olharam para a garota que fitava o chão agora. Ergueu os olhos da cor da noite para Chang que a olhou de maneira suspeita. Vendo estar sendo observada virou-se de costas e continuou a caminhar, mas como se estivesse poderosa e não como se estivesse cansada como a pouco mostrava. O cabelo dela era comprido e ondulado, chegava aos tornozelos, onde a metade era negro e a outra dourada (n/a: mechas californianas). Chang sorriu para a garota.
-Devemos seguir? — perguntou Seiji.
-Não, deixe ela, talvez esteja só de passagem. — respondeu Chang. — E acho que Chouji merecia o que recebeu.
O garçom que trazia a comida dos garotos ficou imovel quando viu Chouji na mesa, e suspirou antes de voltar para dentro, enquanto os meninos iam embora.
Dentro da guilda os três chegaram e tinha um clima pesado pairando no ar. Ryuu sentiu calafrios ao perceber sua mãe segurando sua irmã Umeko, seu pai com os braços cruzados fitando o chão e deu graças ao descobrir que Juvia não estava ali chorando. Pois era algo cotidiano vê-la chorar toda vez que voltava de uma missão com Gray que parecia o odiar.
Sua mãe no momento tentou acalmar Ume que começou a se mexer ao ver o irmão. E quando conseguiu sair do colo a mesma pulou para o colo dele.
-Ume-Chan, sentiu minha falta? — perguntou o menino fazendo cócegas na barriga da irmã.
-Sim... Sim — dizia entre risos. Aquilo de alguma forma fez aparecer um sorriso nos lábios de alguns presentes ali.
-Pai o que houve? — perguntou Ryuu quando o pai ergueu os olhos para o filho.
-Algo que deveria ter contado a um tempo atrás. — rugiu.
-O que deveria ter me contado a um tempo atrás? — perguntou novamente.
-Ryuu-Chan... Juvia-San e Gray-San... Não estão muito bem hoje... Por que... — tentou Levi.
-Dezesseis anos atrás Juvia deu a luz a uma criança que fora raptada enquanto a mãe estava inconsciente depois que a criança nasceu. — disse Gajeel.
-Isso... É...
-Terrível. — completou Titânia que havia entrado recém na guilda. Ao seu lado estava a garota que Ryuu esperava ver.
-Erza... O que acha que podemos fazer? — perguntou Lucy que segurou os ombros de seu filho, Chang.
-No momento temos que dar um tempo para ela ficar bem. Mas pelo que Gray me disse no meio do caminho, eles irão partir para outra missão de classe SS. Para poder tirar isso da cabeça.
-Pobre Juvia e coitado de Gray. — disse Mirajane pondo na frente de Seiji uma porção grande de biscoitos que haviam recém saído do forno. — Mestre será que Juvia pode tentar ter outro filho?
-Pelo que descobri... Desde que a criança fora roubada Juvia e Gray tentam, mas não tem efeito nenhum. — respondeu Gildarts ao longe.
-Vou descobrir quem fez isso a Gray e irei torrar aquele couro até virar cinzas. — disse Natsu cerrando os punhos.
-Pai... — tentou Chang fazer seu pai se acalmar, mas sabia que ninguém podia controlar o Dragneel, sabia que ele era leal demais aos amigos e que não permitiria que alguém os machucasse.
-Mãe os biscoitos estão bons. — disse Seiji colocando dois biscoitos na boca.
-Bora dividir isso aí Cabeça de Ovo! — disse Ryuu.
-Mande sua mãe fazer para você. — respondeu com a boca cheia.
-Vão começar? — disse pela primeira vez vez a filha da Titânia. Os cabelos eram da mesma tonalidade que as da mãe e possuía o mesmo poder que o pai.
-Não minha querida Aika*. — disse Ryuu fazendo Flare ficar da cor de seus cabelos. (* Aika significa canção de amor em japonês).
Gray estava caminhando de volta para a guilda. Conseguiu fazer Juvia dormir um pouco, depois do que descobriram da missão de dez anos que fizeram tão rapidamente. Sempre em toda missão que iam ao invés de começarem pela missão começavam pela busca de seu filho. Mas nesta missão tudo era errado. Por mais que tivessem conseguido completa-la ficaram sem o dinheiro pela bagunça que fizeram e também pelo fato de descobriram que uma criança chegou naquela vila vila a dezesseis anos atrás e morreu com o tempo.
Juvia ficara sem chão.
Vendo uma chuva fina deslizar pelas ruas estreitas de Magnolia, percebeu que ela estava quase morrendo pela dor no coração, mas ele também. Desde que o perderam tentaram várias vezes, mas nunca dera certo. Algo fazia com que Juvia ficasse infértil. Ou será que ele era o problema?
Pôs as mãos nos bolsos e ficou caminhando, quando viu uma menina caminhando devagar e quase caindo ao chão. Continuou a caminhar e vira ela vir em sua direção, pensou que ela talvez estivesse indo para algum lugar de onde ele virá. Mas quando ela estava passando por ele tombou e caiu no chão sem força alguma.
-Ei! — disse ele lhe puxando para cima. — Você... Acorda... Juvia vai me matar... Ei .... — resmungou. Pegou a menina no colo e passou a ir de volta para a casa que ele e Juvia moravam.
Juvia o viu sair de casa. Sabia ela que não queria preocupa-lo de mais. Fitou o teto branco. Dezesseis anos se passaram e o que ela descobre sobre o filho que perdeu é que ele estava morto. Mas poderia não ser ele, poderia ser de outra pessoa, dizia seu coração. Levantou-se com dificuldade e abriu as cortinas e deixou o ar molhado entrar dentro da casa.
Olhou pelo quarto de tom azul claro e a cama com lençóis brancos estarem desarrumados por por ela ter se deitado a pouco ali. Caminhou pelo quarto um pouco tentado organizar os pensamentos e seu coração. Ela não sabia o que fazia e então decidiu tomar um banho. Enquanto a água quente limpava a mágoa de seu corpo e a aquecia, pensou em algo para deixa-lo feliz. Fez o seu bentou favorito com ele desenhado, como uma vez fez. Sorriu ao ver a porta ser aberta, mas se assustou ao vê-lo com uma garota nos braços.
-Juvia... Uma ajudinha. — disse ele.
-Gray-Sama? — Gray pôs a garota deitada no sofá, ela tinha os cabelos bastante compridos o que fez Gray pisar em uma mecha deles, a roupa era um vestido muito largo para ser dela e os pés estavam descalços e continham alguns ferimentos.
-A encontrei na rua. Ela caiu na minha frente... Tinha que ajuda-la. -dizia Gray.
-Tudo bem Gray-Sama. Pobre criança... Juvia vai pegar um cobertor, ela está fria. — disse Juvia indo para o quarto. Gray ficara ali com as mãos no bolso esperando algum movimento da menina, mas nada. Juvia voltou e a tampou até o queixo, pegou algumas ataduras e enfaixou os pés dela e viu que ela começou a mexer o nariz.
-Mas que... — ela abriu os olhos rapidamente e se sentou no sofá mexendo o nariz, puxando o ar com força por ele.
A menina sentiu sua boca encher de água, o cheiro que emanava naquele lugar era tão gostoso. Ouviu seu estômago roncar e sem pedir licença empurrou Gray — que reclamou — para o lado e saltou para onde o cheiro ficava mais forte. E encontrou o bentou que Juvia fizera para Gray e mesmo sem os hashis ela enfiou os dedos e começou a comer fazendo cara de estar delicioso enquanto se sentava a mesa para continuar a comer.
Quando terminou, ouviu alguns risinhos e se virou devagar, e viu uma mulher esbelta de cabelos azuis longos e encaracolados na base, a pele perfeitamente pálida, usando um cossaco azul marinho, um xale de pele com um teru teru bozu ligado a ele. Ao seu lado com os braços cruzados e com a cara de poucos amigos estava um homem, que a fez corar, sem camisa usando uma bermuda, um colar que tinha uma espada, mas logo percebeu que era uma Rave, os cabelos são pretos e espetados e tinha um corpo tonificado e muscular. No peito tinha um desenho que não soube decifrar.
A menina arrotou e pôs as duas mãos na boca para tentar silenciar o que acabou de fazer, mas foi em vão já que Juvia ria e se aproximava dela.
-Você devia estar com fome. — disse ela se agachando ficando na mesma altura que a menina sentada.
-Desculpe. — soltou ela devagar.
-Tudo bem, Juvia faz outro para Gray-Sama. — a menina piscou diversas vezes e Juvia percebeu a cor dos olhos dela. — Você tem olhos bonitos. — disse ela indo em direção ao fogão e fazendo outro bentou para Gray.
-Obrigada... Posso... Comer... Mais? — perguntou tímida.
-Qual seu nome? — perguntou bruscamente Gray.
-Gray-Sama! — gritou Juvia para ele.
-Que é?!
-Ela é convidada, não seja indelicado. — Gray iria dizer alguma coisa, fechou e abriu a boca várias vezes, mas desistiu.
-Meu... Nome... É M-Mei. -disse por fim a menina.
-Belo nome você tem. — disse Juvia novamente.
-Por que a esta mimando Juvia? — perguntou Gray com ciumes.
-Mimando? — os dois conseguiram ouvir o som da barriga de Mei fazer barulho, olharam para ela e começaram a rir. Mei vendo os dois, tão felizes, abriu um pequeno sorriso. Juvia entregou outro bentou a ela que desta vez pegou os hashis e comeu.
-Mei-Chan, Sou Juvia, este é meu marido Gray. — apresentou Juvia sentando-se a frente de Mei que balançava a cabeça.
-De onde você veio? — perguntou Gray sentando-se ao lado da esposa.
-Vim das montanhas que ficam ao sul. — respondeu com a boca cheia.
-Isso é muito longe. — disse Gray.
-Onde Mei-Chan vai ficar? — perguntou Juvia segurando as mãos.
-Por aí. — respondeu depois que terminou de comer o bentou.- Obrigada por me darem comida e também por conversarem comigo. Já faz um tempo que não tenho relações com outras pessoas. — disse sorrindo.
Juvia olhou para Gray, pedindo com os olhos que ele fizesse algo para a criança não ficar na rua sem ao menos ter onde dormir.
-Conte-nos como foi a sua viagem até aqui. — pediu Gray.
-Desculpem, mas tenho que fazer algo. — respondeu ela por fim se curvando em agradecimento a eles.
-Por favor, pelo menos durma aqui. Juvia ficará preocupada se Mei-Chan dormir na rua.
Preocupação, era uma palavra que Mei nunca ouvira, nem mesmo de sua própria mãe. Mesmo ela sendo tão solitária e depois das palavras que ouviu da mesma ficou totalmente isolada. Mesmo assim queria não ficar ali, mas algo lhe sussurrou que talvez devia dar chance para aquele casal. Mei sentia que não estava tendo o controle de seu corpo e assentiu com a cabeça fazendo Juvia abrir um sorriso grande o suficiente para preencher o vazio em seu coração. Olhou para a Janela e via que um sol se erguia por entre as nuvens escuras que encontrara quando chegou a Magnolia.
Notas finais
O que acharam da Mei?
Do Chang, do Ryuu, do Seiji e da Flare?
Por favor comentem?
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