Dasshutsu?
1 Capitulo 1 // Parte 1/2 - Abrindo os olhos.
Notas iniciais
O despertador tocando, 06:30 da manhã com aquela vontade de não acordar nunca. Estou com tanto sono desde a mudança de cidade de Osaka para Tókio, doce belas horas sem poder piscar os olhos, para empacotar as coisas e desembrulhar-las, e para piorar as coisas minha mãe me matriculou em uma das melhores escolas de Tókio, A escola "School Shizouka''. Não vejo nada de interessante nessas escolas populares, apenas queria dormir.
— Naru-chan!. — Disse minha mãe batendo na porta do meu quarto, falando em um tom suave. E fico ignorando-la.
— Naru-chan, acorde vai se atrasar em seu primeiro dia de aula. — Exclamou aumentando um pouco o seu tom. E continuo ignorando.
— Naru..ah menina! vai ver só. — Pegou a sua chinela, empurra a porta e joga a chinela em minhas costas e caio no chão, minha mãe não e um amor de pessoa?.
— Qual e o seu problema?!?. — Falo meio sonolenta, e me levanto.
— O problema e que você não esta se levantando, se apresse!. — Fecha a porta.
Já que estou acordada vou até meu armário, pego meu uniforme escolar e visto ela, pego um pente e penteio meus cabelos quando coloco a mochila em minhas costas, fecha a porta do quarto e desço a escada degrau por degrau aquele piso de madeira rustica, logo me aproximo da porta. — Até na hora da janta.
Fecho a porta, e saio correndo já que estava atrasada. Depois de 5 minutos finalmente chego na escola, me aproximo do portão da escola e observo o enorme corredor, eu sentia um arrepio dentro de mim, como se fosse um erro vir aqui. Me virei para atrás e vi um homem alto de cabelos meio grisalhos e de terno preto, estendeu o seu braço e sorriu.
— Você deve ser novata certo? Bem-vinda, e tão agradável ver-la em minha escola, prazer eu sou o diretor o Dr.Xavier. — Prazer, eu queria saber aonde fica a minha sala. — Dou um aperto de mão e depois solto.
— Apenas siga-me. — Exclamou o Diretor e vai logo na minha frente e caminha me levando para a sala de aula, abre a maçaneta da porta e entramos na sala.
— Alunos temos uma novata, ela se chama Narumi Amino..sejam bonzinhos com ela. — O Diretor deu um sorriso e saiu da sala, quando eu observava calada os meus colegas de classe, um a aparência toda pálida, os seus braços tremião..e seus olhares representava como um pedido de socorro e de desespero. Fiquei nervosa com isso, até que eu dei três paços para atrás e acabo encostando na louça, olho para atrás e olho na louça toda rabiscada de palavras que são de arrepiar tipo ''Sair daqui? Me Poupe'', '' Bem-vindo ao inferno!"'.
— Se senta. — Disse um garoto e cabelos negros, que estava com a cabeça apoiada com uma mão e uma expressão de cansaço.
— A-ah..esta bem— Logo voltei em si e me sento na cadeira da ultima fileira, não acreditava o que acontecia..algo não estava normal.
— Cheguei. — Disse um professor, com um chicote na mão quando observava com garoto se tremendo todo e com os olhos cheio de lagrimas, então o professor se aproximou e puxou ele dos cabelos. — Para que essa choradeira? Se cale!. — Gritou o Professor nervoso, continuo puxando o garoto pelos cabelo jogando-o no chão batendo nele com seu chicote em suas costas, quando o pobre garoto agonizava de dor. Eu não podia acreditar no que eu vi, mais que demônios esta acontecendo aqui!?!.
—P-pare de ferir-lo!. — Grita e me levanto do meu canto, estava nervosa, não entendia por que estava fazendo isso.
— Não adianta..e sempre assim, nessa escola não tem escapatória, não sabe em qual momento você pode ser torturado...e um inferno. — Disse a garota que estava do meu lado, estava suando e sua expressão de medo, a observei a garota por cinco segundos quando escutava os grito de dor, eu...eu apenas quero que esses gritos parem!.
— Para de bater-lo! — Me aproximo do professor, quando ele me encarava e soltou o garoto, quando me aproximei do professor o encarei por um bom tempo, até que ele achou graça.
— O que acha que esta fazendo? Ah, e novata...não sabe as regras pelo visto...— Riu como se achasse um tipo de piada, até que se inclinou um pouco, de seus lábios perto do meu ouvido direito sussurrando calmamente.
— Aqui, ninguém escapa. — Sorriu, quando eu observava o professor quando meu punho tremia, não pude acreditar e impossível..sem escapatória?.
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