Darling
2 Capítulo 1
Notas iniciais
Eu o amei mas o odiei, por que o mundo é tão injusto comigo?
Bem eu me lembro bem como tudo ocorreu, cada mínimo detalhe.
Bem antes de tudo acontecer, eu estava em casa, bem no interior de São Paulo. Como era sexta eu acabei limpando a minha casa depois da escola para poder sair sábado com meus amigos, minha vida era cansativa.
— Dalila sua porca, aonde você limpou essa casa, você é uma baleia ridícula, sua ridícula- era minha mãe brigando comigo
— Mãe me desculpe, eu achei que tinha limpado certinho, me desculpa mãe
— Para de pedir desculpa menina retardada
Fiquei em silêncio e fui tomar banho, aquelas palavras nem doiam mais, eu escutava todo dia. Mas sinceramente toda vez que eu ouvia eu sintia um vazio no meu peito, parecendo que nem tinha mais vida e que era uma pessoa que não sentia mais nada além da tristeza melancólica.
Era umas 21:00 não estava com sono mas fui deitar para não sentir mais raiva da minha mãe, acabei tomando alguns remédios para dormir rápido.
Acabei acordando de madrugada, parei e pensei " até quando vou aguentar viver assim, por que será que a minha mãe me odeia? O que eu fiz para nunca ouvir um eu te amo dela. Cansei de viver assim.
Pensei, pensei e realmente decidi vou fugir de casa amanhã mesmo no horário de ir para a aula, mandei mensagens para as minhas amigas para ela saberem a loucura que eu iria cometer e elas se ofereceram para ir juntas. O que aconteceria com 3 garotas de 14 anos?
Deu o horário para a aula, pegamos ônibus para ir à Rodoviária, e de lá pegar ônibus para São Paulo. Eu só percebi a loucura que eu estava fazendo só depois que lembrei quando nunca mais iria ver minha família. Que se foda, eu odeio a minha mãe mesmo.
Chegando em São Paulo fomos explorar a cidade e ver hotéis para passar a noite. São Paulo é completamente linda! Eu estava encantada com todos aqueles prédios e aquela iluminação, mas o pior estava por vir.
Chegaram dois caras e apontaram uma arma para mim e as minhas amigas, fiquei em pânico, era um assalto eu nunca fui assaltada.
—Passem tudo que vcs tem!
— não temos nada moço!
—pode apostar que sim, o que fazem na zona sul esse horário?
—somos novas em São Paulo,não sabemos de nada ainda moço!!
— sinto pena de vocês, agora passem tudo que tiverem de valor!
Eu não sei o que deu em mim, mas eu corri, corri sem ver o amanhã. Corri tanto que quando foi ver eu não sabia onde estava, foi então quando eu ouvi:
— Ei moça está tudo bem?
Eu o amei mas o odiei, por que o mundo é tão injusto comigo?
Bem eu me lembro bem como tudo ocorreu, cada mínimo detalhe. Bem antes de tudo acontecer, eu estava em casa, bem no interior de São Paulo. Como era sexta eu acabei limpando a minha casa depois da escola para poder sair sábado com meus amigos, minha vida era cansativa.— Dalila sua porca, aonde você limpou essa casa, você é uma baleia ridícula, sua ridícula- era minha mãe brigando comigo— Mãe me desculpe, eu achei que tinha limpado certinho, me desculpa mãe — Para de pedir desculpa menina retardada Fiquei em silêncio e fui tomar banho, aquelas palavras nem doiam mais, eu escutava todo dia. Mas sinceramente toda vez que eu ouvia eu sintia um vazio no meu peito, parecendo que nem tinha mais vida e que era uma pessoa que não sentia mais nada além da tristeza melancólica. Era umas 21:00 não estava com sono mas fui deitar para não sentir mais raiva da minha mãe, acabei tomando alguns remédios para dormir rápido. Acabei acordando de madrugada, parei e pensei " até quando vou aguentar viver assim, por que será que a minha mãe me odeia? O que eu fiz para nunca ouvir um eu te amo dela. Cansei de viver assim. Pensei, pensei e realmente decidi vou fugir de casa amanhã mesmo no horário de ir para a aula, mandei mensagens para as minhas amigas para ela saberem a loucura que eu iria cometer e elas se ofereceram para ir juntas. O que aconteceria com 3 garotas de 14 anos? Deu o horário para a aula, pegamos ônibus para ir à Rodoviária, e de lá pegar ônibus para São Paulo. Eu só percebi a loucura que eu estava fazendo só depois que lembrei quando nunca mais iria ver minha família. Que se foda, eu odeio a minha mãe mesmo. Chegando em São Paulo fomos explorar a cidade e ver hotéis para passar a noite. São Paulo é completamente linda! Eu estava encantada com todos aqueles prédios e aquela iluminação, mas o pior estava por vir. Chegaram dois caras e apontaram uma arma para mim e as minhas amigas, fiquei em pânico, era um assalto eu nunca fui assaltada. —Passem tudo que vcs tem!— não temos nada moço!—pode apostar que sim, o que fazem na zona sul esse horário?—somos novas em São Paulo,não sabemos de nada ainda moço!!— sinto pena de vocês, agora passem tudo que tiverem de valor! Eu não sei o que deu em mim, mas eu corri, corri sem ver o amanhã. Corri tanto que quando foi ver eu não sabia onde estava, foi então quando eu ouvi:— Ei moça está tudo bem?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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